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>Você fala mal da sua empresa na internet?

Posted on dezembro 9, 2010. Filed under: empresa |

>Por Pedro Nadaf*

Hoje em dia, com tantos canais abertos para a nossa interatividade, via redes sociais, o que falamos corre em tempo muito veloz aos quatro cantos do planeta. Por esta razão, é bom que se evite comentários que possam trazer prejuízos à sua carreira. Li recentemente que uma funcionária de uma boa empresa deixou um comentário em site de relacionamentos que seu emprego era chato. Mesmo sem citar o nome da empresa em que ela trabalhava, isso mesmo trabalhava, porque foi demitida pelo comentário, a colaboradora não ficou passiva da punição.
Mídias sociais de grande alcance
A empresa Proofpoint, que atua no ramo de segurança de e-mails, realizou uma pesquisa com mil empresas americanas para verificar condutas das mesmas em relação aos seus colaboradores por se portarem de forma irregular em redes sociais. No levantamento foi detectado que 20% das entrevistadas já advertiram integrantes das suas equipes pela má conduta e 8% assumiram que já foram além, culminando em demissão dos colaboradores de seus quadros. No cômputo de irregularidades apuradas, falar mal da empresa configura entre o que consideram como má conduta, o que pesa tanto quanto o desvio de documentos privados da organização.
Você já parou para pensar que o sucesso em uma nova empresa depende de como você se relacionou na empresa anterior? Nos 10 erros fatais numa entrevista de emprego, falar mal do ex-emprego ou do chefe anterior está entre eles. Para que se tenha uma ideia, 99,9% dos entrevistadores na área de gestão de pessoas não veem como bons olhos esta atitude. Não cabe a quem está do outro lado da mesa ficar perdendo tempo pensando de quem foi a parcela de culpa, quando o entrevistado diz ter vivido uma situação de conflito com seus superiores.
É totalmente antiético ter a postura de falar mal da ex-empresa. Evite isso, por mais aborrecimento que teve ao se demitir ou ser demitido. Fale de novos desafios profissionais, sem denegrir a empresa que um dia acolheu você, por mais razão que deva ter, ou pensa ter. Coloque o positivo sempre à frente. Isso vai contar mais pontos na hora da entrevista, pode ter certeza.
O ideal seria que todos considerassem o local do trabalho o melhor lugar do mundo para viver parte considerável da vida, e não algo “chato”, como a internauta declarou publicamente. O ideal também é que as empresas agissem sempre com ética e com bons programas de desenvolvimento humano. Ocorre, entretanto, que nem sempre é assim, tanto para o trabalhador, quanto no que se refere aos empregadores.
Há pessoas que trabalham como se estivessem indo para o sacrifício e empresas que recebem o colaborador como um cumpridor de penas. Geralmente, quando estes colaboradores deixam a empresa e buscam outros empregos, acabam falando mal do local em que por anos a fio deu sua contribuição e que foi devidamente remunerado para a função. Isso, entretanto, não deve ser levado para fora da empresa.
Leia este conselho: “Nunca, em circunstância nenhuma, fale mal de sua ex-empresa. Às vezes, o mercado de trabalho pode até emudecer. Mas jamais ficará surdo”. Acho esta dica para boa performance de carreira, dada pelo administrador, escritor e palestrante, Max Gehringer, muito interessante. Afinal, quantos profissionais procedem desta maneira?

*Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT

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>Consultores recomendam compra de ações da Petrobras

Posted on agosto 4, 2010. Filed under: ações da Petrobras, capitalização, consultor, Consultores, empresa, estatal, investidor |

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Pressionada pelo governo, a estatal adiou de julho para setembro a oferta pública de ações necessária para capitalizar a empresa e, com isso, levar adiante seu plano de investimento de R$ 224 bilhões entre 2010 e 2014.
Estima-se que a capitalização arrecade entre R$ 50 bilhões e R$ 100 bilhões.
O ambicioso plano de capitalização, porém, ainda está cercado de incertezas. A principal delas é com relação ao valor dos 5 bilhões de barris em reservas que a empresa receberá da União.
“Os analistas estão com dúvida sobre o preço das ações, uma vez que ainda não se sabe o valor do barril”, afirma Reinaldo Zakalski, diretor-executivo da BI Invest.
O cenário de incertezas foi reforçado no último domingo (1º). Segundo reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, a Petrobras teria reformulado a forma como a capitalização será levada adiante.
De acordo com o jornal, a oferta de ações, inicialmente restrita aos atuais acionistas, deverá ser modelada como oferta global, ou seja, será aberta a todos os interessados no Brasil e no mundo (leia texto na íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Desde que anunciou o adiamento de sua capitalização para setembro deste ano, as notícias em torno da Petrobras têm causado insegurança no mercado.
Apesar do cenário, consultores ouvidos pelo UOL Economia acreditam que o momento é bom para comprar papéis da estatal (PETR3, PETR4), mas lembram de que se trata de um investimento a longo prazo.
Com a mudança no modelo, os atuais acionistas perderiam o chamado direito de preferência. Além disso, as regras formuladas pelo governo para o uso do FGTS na capitalização não teriam mais sentido.
Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira, a Petrobras reiterou sua intenção de realizar o processo de capitalização com prioridade de alocação aos detentores de ações de emissão da companhia.
Eleições
Outro problema que tem influenciado negativamente o mercado é a incerteza de que o processo será realmente levado adiante em setembro. Isso porque o clima eleitoral pode influenciar o mercado, já que a capitalização ocorreria perto do primeiro turno das eleições.
“Foram surgindo várias dúvidas durante o processo de capitalização, e isso foi deixando os investidores indecisos. Quando parecia que ia sair em julho, a capitalização foi adiada para setembro. Isso trouxe ainda mais dúvidas para os investidores”, afirma Daniley Ferreira Rodrigues, sócio-diretor da Método Investimentos.
Bom momento
Em meio a esse cenário, os papéis da Petrobras acumulam forte queda nos sete primeiros meses do ano.
De janeiro a julho, as ações preferenciais (que possuem preferência na hora de receber dividendos, mas não têm voto) desvalorizaram-se 23%, segundo a consultoria Economatica. Esse foi o sexto pior resultado dentro do Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista).
As ações ordinárias (aquelas que dão direito a voto) tiveram perda de 22,1%, sétimo pior desempenho. No mesmo período, o Ibovespa acumulou queda de 1,56%
A queda no preço das ações da estatal nos últimos meses, porém, pode ser vista como uma boa oportunidade.
“Parece ser um momento interessante para comprar ação da Petrobras. Mas sempre pensando no médio e no longo prazo”, adverte Zakalski.
“Independentemente da capitalização, o papel da Petrobras sempre será um dos carros-chefe do nosso mercado. De maneira geral, tem de estar na carteira do grande e do pequeno investidor”, analisa.
O consultor Rodrigues também diz acreditar que o momento seja bom para comprar. “As ações estão em um patamar muito interessante, mas o investidor não deve entrar com tudo. Ele deve investir uma parte agora e esperar para ver como se desenrola a capitalização”, afirma.
“Se o investidor tiver paciência e disciplina para esperar a capitalização, ele pode ter ganhos significativos pensando no longo prazo”, comenta Max Bueno, analista de investimentos da Spinelli.
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