esporte

>Marílson não vislumbra que filho, prestes a nascer, seja atleta: ‘vida é sofrida’

Posted on dezembro 24, 2010. Filed under: esporte |

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Marílson Gomes dos Santos terá torcida em dobro em sua casa nesta edição da São Silvestre, em que tentará o tricampeonato da prova, após triunfos em 2003 e 2005. Isso porque sua mulher, a também atleta Juliana, está esperando o primeiro filho do casal. Mas apesar das vitórias dos pais no esporte, o corredor não vislumbra essa vida para seu descendente.
O casal Juliana e Marílson Gomes dos Santos terá o primeiro filho 
pouco depois da São Silvestre 2010
“Nossa vida é sofrida demais”, explicou Marílson, entre sorrisos, sobre a rotina de treinos e a cobrança que os atletas sofrem por resultados. “Sempre existe pressão. Em toda prova que corro sou colocado entre os que podem vencer, mas você tem de saber lidar com isso.”
O filho de Marílson está para chegar. Segundo Juliana, a gravidez já é de oito meses e até nome o rebento tem: Miguel.
Sobre as chances de seguir os passos dos pais pelo que vai acompanhar desde criança, Juliana não pretende fazer pressão para que o filho seja um atleta. “Se ele gostar vamos apoiar, é claro, mas nunca queremos que haja cobrança”, explicou ela, campeã pan-americano no Rio-2007, nos 1.500 m.
A gravidez tirou por um momento Juliana das competições, mas ela vislumbra um retorno breve após o nascimento.
“Eu competi até junho, quando conquistei o recorde brasileiro dos 1.500 m no Campeonato Ibero-americano, na Espanha, com 4min07s30, uma marca que vinha de 1988”, disse ela, comemorando a boa fase. “Depois voltei e fiquei umas duas semanas parada, que foi quando descobri. Não foi planejado, mas era algo que já queríamos.”
O grande objetivo de Juliana – meta também de Marílson – é estar de volta à antiga forma para a temporada de 2012, quando acontece a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres. Fonte: Esporte UOL
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>De boca em boca

Posted on abril 18, 2010. Filed under: Conversas de rua, Creatio, desenvolvimento econômico, Educação, esporte, interesse público, Mato Grosso, Saúde, Tribunal de Contas |

>Alfredo da Mota Menezes

O caso das organizações de “interesse público” que prestavam serviços a entidades e prefeituras é um dos comentários do momento. A primeira curiosidade sobre elas é que cada uma atua em áreas tão díspares como saúde, esporte, educação, desenvolvimento econômico, gerencia folha de pagamento, dá cursos, filmagens, toma conta de índios, assenta colonos ou fura poço.
Chamou a atenção a ousada e hábil ação do Creatio em prestar serviço ao Tribunal de Contas do Estado. O TCE é quem fiscaliza as contas das prefeituras e poderes constituídos. Ao ter esse acordo com o TCE, a organização deve ter se credenciado ainda mais junto a outras entidades, principalmente às prefeituras pelo estado. Um aval desses deve ter rendido ao grupo contratos diversos em diferentes áreas de atuação.
Na UFMT tem uma enorme discussão em andamento. Tenta-se diminuir o tempo que o professor tem para pesquisa e que ele se dedique mais à sala de aula. A regra que prevalecia era que o professor em pesquisa teria menos sala de aula.
Tem gente que argui que isso é uma invenção perversa de não sei onde para transformar algumas universidades brasileiras em centros de pesquisas e outras praticamente voltadas para o ensino. Outros motivos também são alegados, como o número excessivo de professores substitutos. Que, ao aumentar a carga horária dos professores, a intenção seria diminuir a quantidade dos substitutos.
Seja por esse ou aquele motivo, um argumento que ouvi é que se teria muita gente na pesquisa na UFMT e que, no final, não tem aparecido as publicações dessas pesquisas. Se não se mostra os resultados delas, se ela não for socializada com a sociedade, dá argumento aos defensores de mais sala de aula e menos gente na pesquisa
Corre por aí que, se a Serys ou o Abicalil perder a disputa para o Senado, um seria convidado para ser vice do Silval Barbosa. O candidato a governador do grupo não gostaria de ter o PT fragmentado numa campanha. Seriam convencidos em aceitar a vice com o argumento de ajudar o projeto maior, que é a eleição da Dilma Rousseff.
Não sei se isso ocorre pelo estado, mas pelo menos em Cuiabá e no meio da classe média o Pedro Taques está se confirmando como o segundo voto de muita gente. É um dado novo da eleição para o Senado.
Chama atenção a disparidade entre os resultados das pesquisas de opinião sobre eleição. Três semanas atrás, como exemplo, um instituto de pesquisa deu nove pontos percentuais de vantagem para José Serra contra Dilma Rousseff ou 36% a 27%. Outro instituto, numa pesquisa que saiu agora, mostrou que os dois candidatos estão empatados em 32%.
Não importa quem está com a razão, o que encabula é a desproporção entre eles. Errar por alguns pontos percentuais, dentro da chamada margem de erro, é aceito. Mas não do tamanho que se viu naqueles resultados.
Na eleição passada os institutos erraram feio. Ao invés de concordarem que erraram, para não se falar em má intenção, uma das explicações dadas pelos institutos na época foi que a “culpa” era do pesquisado que falava que ia votar em fulano e depois votava em sicrano. Devemos nos preparar para o estranho mundo das pesquisas eleitorais neste ano. Têm para todos os gostos, situações e tamanho, inclusive as de MT.



Alfredo da Mota Menezes . E-mail: pox@terra.com.br site: http://www.alfredomenezes.com

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>Globo aponta time do Cáceres como pior do Brasil e critica campeonato matogrossense de futebol

Posted on abril 16, 2010. Filed under: Campeonato Mato-grossense de Futebol, Cáceres, esporte, FUTEBOL, Globo |

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Pior time do Brasil no ano, Cáceres-MT chegou a ter uniforme retido por lavadeira

Sem dinheiro, clube recorreu a roupa de equipes amadoras. Campeão pelo Flamengo em 1992, Júlio César troca acusações com dirigente

De uniforme branco emprestado, Cáceres-MT enfrenta o Luverdense pelo Estadual

Sem vencer desde o dia 28 de março de 2009, quando fez 3 a 0 no Cacerense pelo Campeonato Mato-Grossense, o Cáceres Esporte Clube pode ser considerado o pior time do Brasil na temporada. Principalmente se for levada em conta a sua campanha no Estadual de 2010, em que não conseguiu conquistar um ponto sequer. Em 13 jogos, marcou apenas nove gols e sofreu 65.
Rebaixado, o clube ameaça ser barrado da Segunda Divisão em 2011 por falta de competitividade, em decisão tomada pelo presidente da Federação Mato-Grossense, Carlos Orione. 
Fundado em 1978, o Crocodilo do Pantanal não tem patrimônio. Sem qualquer meio de transporte para treinar no Estádio Geraldão, a equipe – formada por jogadores que recebem entre R$ 500 e R$ 1.500 – utiliza um campo em frente à prefeitura. Também não há departamento médico. Com isso, o secretário de Saúde do município de Cáceres, Luiz Landin, por vezes quebra o galho em jogos em casa.
– Nenhum time de Mato Grosso tem departamento médico, apenas o União (de Rondonópolis), porque tem dinheiro. O doutor Landin sempre nos ajudou, assim como sua esposa, a doutora Cláudia, que é cardiologista. Nunca cobraram um centavo – diz, por telefone, o presidente Luiz Mário Cardoso, também conhecido como Pacu. 

Por falta de pagamento, ela reteve os uniformes. Autorizei a ficar com eles, e tive que comprar outros para o segundo turno. Temos quatro cores no estatuto, então podemos usar, verde, amarelo, branco ou azul

 

As dificuldades financeiras fizeram com que o Cáceres deixasse de lado seus uniformes, um todo azul e outro todo branco. Por falta de pagamento a uma lavadeira, a roupa foi confiscada, e os jogadores tiveram de vestir camisas e calções de times amadores da cidade, como o Jardim das Oliveiras e o Beque Vila Real.

– Por falta de pagamento, ela reteve os uniformes. Autorizei a ficar com eles e tive que comprar outros para o segundo turno. Temos quatro cores no estatuto, então podemos usar, verde, amarelo, branco ou azul – explica Pacu.

Ex-jogador do Fla e presidente do Cáceres não se entendem
 
Presidente do Cáceres-MT, Pacu acumula dívidas

O clube, que sempre viveu em crise financeira, agora sofre com a troca de acusações entre o mandatário – há 15 anos no cargo – e o ex-jogador Júlio César, autor de um dos gols do Flamengo na final do Brasileiro de 1992, contra o Botafogo.

– Não tínhamos a mínima estrutura para disputar o campeonato deste ano. Em janeiro, o Júlio César esteve aqui em Cáceres e se reuniu conosco. Ficou decidido que ele montaria o plantel, com toda a estrutura, e o nosso compromisso era dar alimentação e moradia. Foram trazidos 22 jogadores inexperientes, e acharam que conseguiriam recursos na cidade. Como não conseguiram, abandonaram a equipe – afirma o presidente.

Júlio César ao lado do técnico Ademir Goiano, que fui junto com ele para assumir o Cáceres

Júlio César chegou ao Cáceres com o objetivo de ser o diretor de futebol e implantar uma nova filosofia de trabalho, profissionalizando o clube. Ele diz que pagou pela falta de credibilidade de Pacu entre o empresariado local:

– Falaram que não tinham dinheiro para disputar o campeonato, mas que teriam uma quantia a receber de contratos atrasados com empresários locais. Levei 14 jogadores e ficou estabelecido que a folha de pagamento não poderia passar de R$ 35 mil. Eu gastei quase R$ 10 mil do meu bolso, com hotel e alimentação, pois nem moradia o clube deu. Nenhum empresário quis ajudar, e colocavam a culpa no presidente Luiz Mário – rebateu.

Sede da Copa sofre com Estadual deficitário
Cuiabá desbancou Goiânia e Campo Grande, sendo escolhida como sede na região Centro-Oeste para a Copa do Mundo de 2014, junto com a capital Brasília. No entanto, sofre com um Estadual deficitário e sem público. Praticamente todo o montante das rendas das partidas vai para a federação, para cobrir custos de arbitragens e demais taxas. Na tentativa de diminuir o prejuízo, o governo de Mato Grosso tem liberado uma verba para os clubes, porém com uma exigência:

– Existe a determinação para que os clubes tenham divisões de base. Portanto, há o campeonato profissional, o sub-17 e o sub-18. O clube que não tem categoria de base não disputa o Estadual – explica o jornalista Gonzaga Júnior, editor do “Jornal Oeste”, da cidade de Cáceres.

A campanha do Cáceres em 2010:

Cáceres 1 x 2 Cuiabá
Luverdense 3 x 0 Cáceres
Cáceres 0 x 1 Crac
Sorriso 2 x 1 Cáceres
Sinop 5 x 0 Cáceres
Cáceres 4 x 5 Cacerense
Operário 1 x 0 Cáceres
Cáceres 0 x 4 Luverdense
Cáceres 0 x 1 Sinop
Cuiabá 11 x 1 Cáceres
Crac 9 x 1 Cáceres
Cáceres 0 x 14 Sorriso
Cáceres 1 x 7 Operário

Fonte: Globo Esporte

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>O filho do homem

Posted on março 17, 2010. Filed under: A Gazeta, Aparte, Claudio Humberto, Cuiabá Urgente, Diário de Cuiabá, esporte, Flávio Rico, Folha de S. Paulo, Outro Canal, Painel, Rápidas, televisão, Zapping |

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Depois da visitar os territórios palestinos, Lula passou a noite em Belém. Modesto, abriu mão de dormir na manjedoura.
Leia esta e outras notícias “super interessante” na coluna “Deu nos Jornais”. Além desta, o Bom Dia Mato Grosso usa  suas colunas da margem direita e esquerda para informar e entreter com algumas das publicações mais famosas e lidas do Brasil e de Mato Grosso. Entre elas a Painel, da Folha de S. Paulo, Aparte, de A Gazeta, Cuiabá Urgente, do Diário de Cuiabá, Rápidas, do site do Claudio Humberto, um dos mais lidos em assuntos de política. 
Temos também a coluna Televisão, com a notas de Flávio Rico, Outro Canal e Zappinp. Você fica em dia com as notícias do esportes, com a coluna do mesmo nome. 
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>Copa do Mundo 2014 no Brasil custa mais que o dobro da africana

Posted on fevereiro 17, 2010. Filed under: África do Sul 2010, BNDES, CBF, Copa do Mundo, Copa do Mundo 2014, esporte, FUTEBOL, gol |

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Maquete do Estádio Verdão em Cuiabá

A quatro anos e meio de seu início, a Copa do Mundo do Brasil-2014 já tem previsão de gastos 120% maior que o investido na África do Sul-2010. Ou seja, o evento brasileiro tende a custar mais que o dobro do africano. Detalhe: o Mundial no território nacional tem estimativa de custo incompleta, enquanto o torneio deste ano está próximo da conta definitiva.

No início de fevereiro, o governo federal divulgou uma primeira lista de projetos para a Copa-2014. Incluiu 59 obras, sendo 12 delas em estádios.

O custo total previsto é de R$ 17,52 bilhões, incluindo verba federal, estadual e privada. Desse valor, são R$ 5,343 bilhões para construção e reforma de arenas. O restante é para transporte e obras nos entornos das praças esportivas.

A Copa da África do Sul tem gasto total previsto de 33 bilhões de rands (R$ 7,968 bilhões), montante informado à Folha pela porta-voz do Tesouro Nacional sul-africano, Thoraya Pandy. “Esse valor inclui infraestrutura, estádios, comunicação, segurança e desenvolvimento esportivo”, explicou.

O investimento em arenas foi de 13 bilhões de rands (R$ 3,1 bilhões) e, em transporte, atingiu 14 bilhões de rands (R$ 3,38 bilhões). “Acho que esse valor é muito maior. Tenho convicção de que é maior que isso”, afirmou o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., a respeito das cifras sul-africanas.

Há dinheiro para reforma de aeroportos que não entra na conta da África do Sul. Mas o Brasil também não incluiu o setor aéreo em suas obras.

Ressalve-se que o Mundial brasileiro tem número maior de sedes do que a África do Sul: são 12 contra 9. Também terá mais arenas: 12 contra 10.

Proporcionalmente, isso justificaria aumento de um terço no investimento total e de um quinto em estádios. A diferença, porém, é de R$ 9,5 bilhões.

E há tendência de alta. Os custos de estádios, únicos que tinham estimativa feita no projeto da CBF, já mais do que dobraram em relação a 2007.

Mais: ainda não houve previsão sobre os gastos com segurança, tecnologia e infraestrutura esportiva, como CTs.

Em comum, Brasil e África do Sul tem onipresença estatal para bancar as obras.
Um total de 94% dos custos dos estádios será de responsabilidade dos governos federal e estadual, segundo documentos do Ministério do Esporte. O restante será pago pelos clubes – Atlético-PR, São Paulo e Internacional, donos de arenas.

Estados, clubes e União assinaram termo em que foi estabelecida a fatia de cada um.
Todos os gastos em infraestrutura estarão na conta dos governos, sendo dois terços deles financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Na África, a presença estatal é mais forte, já que o governo federal bancou quase tudo. Houve, em menor porte, aportes privados e de municípios.

Também em comum, Brasil e África do Sul têm renda per capita próxima, em torno de US$ 10 mil (R$ 18,7 mil). O país africano tem desigualdade social um pouco maior, o que é indicativo de mão de obra mais barata. O eventual custo menor com salários dificilmente cobriria a diferença de mais de R$ 2 bilhões entre as obras de estádios no Brasil e na África do Sul. Fonte: Folha de S. Paulo

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>A Copa do Mundo é "deles"

Posted on janeiro 21, 2010. Filed under: Agecopa, ópio do povo, Chapada, Copa do Mundo, esporte, impacto ambiental, Mato Grosso, política do pão e circo |

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A verdade é que não é de hoje que o esporte (principalmente o futebol) é usado lamentavelmente como ópio do povo. É a “política do pão e circo”, já utilizada no Império Romano, quem tem como objetivo esconder os profundos problemas que a sociedade enfrenta, ofuscando os defeitos sociais e econômicos durante o período do evento esportivo.

No caso de Mato Grosso a Copa do Mundo não deixa de ser um importante evento futebolístico, empresarial e turístico. Mas será que tanto dinheiro à disposição de maus políticos trará um bom resultado? Será que restará a nós somente a ilusão de esquecer por alguns dias que existe pobreza e que nossas cidades não têm água potável, os administradores vendem ruas – aumentando o caos no trânsito, e que “eles” só falam na próxima eleição?

Permitimos uma rápida ilusão e vamos parafrasear as “Organizações Tabajara”, porque “todos os problemas se acabaram”: o Blairo Maggi criou a Agência da Copa, e escalou um timão de primeira para comandar o espetáculo. “Eles” já começaram a trabalhar, cada um já conquistou estabilidade no serviço público (sem concurso), começou a receber um salário de dar inveja à dupla Bosaipo/Júlio Campos e já estão nomeando mais aspones. Que maravilha!

Até um coronel da Polícia Militar responsável por uma covarde agressão ao Gilmar Brunetto (Gauchinho) valendo-se de uma falsa ordem judicial garantiu a sua boquinha como “fiscal da copa” em Mato Grosso.

“Eles”, os politicóides, foram criteriosos na escolha do plantel dos “fiscais da Copa”, assim não se exigiu formação técnica no setor, experiência, qualificação enfim, esses detalhezinhos descartáveis (para “eles”). Bastou aos postulantes apresentarem ligação política com algum dos caciques de plantão, mas restou obrigatório que tenham contra si processos por improbidade administrativa. Esse quesito era fundamental e condição “sine qua non” para a nomeação. Teve um postulante que apresentou um processo trabalhista de sua empregada doméstica. Foi aplaudido de pé pelos colegas!

E vamos às obras. Lá vai a Agecopa (é esse o nome, parece remédio), prepara a sua primeira obra, a duplicação da rodovia pra Chapada. A torcida gosta, aplaude, a obra é essencial. Mas… o que é isso? A obra é ilegal? Só porque faltou estudo de impacto ambiental? Ora, isso foi um errinho à toa. Vocês vão ver na hora da prestação de contas.

E aí, você ainda acha que a Copa do Mundo é nossa?

Autores: Vilson Nery e Antônio Cavalcante Filho são militantes do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) Comitê de Mato Grosso – Fonte: A Gazeta

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>Copa Mato Grosso:Vila Aurora e Cuiabá empatam e decidirão no domingo

Posted on dezembro 4, 2009. Filed under: Copa Mato Grosso, CUIABÁ, esporte, FUTEBOL, goool, Rondonópolis, Vila Aurora |

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O Cuiabá foi a Rondonópolis na noite de quinta-feira enfrentar o Vila Aurora na primeira final da sexta edição da Copa Mato Grosso e cedeu o empate: 1 a 1 .Com o resultado as equipes decidem o título no próximo domingo, às 19 horas, na Capital.

Da “metade” azul de Rondonópolis, apenas 1.930 torcedores prestigiaram a primeira decisão. A justificativa foi a data escolhida pela Federação. Apesar de jogar em casa, o Vila entrou em campo com três homens na defesa e cinco no meio campo, num 3-5-2. o Cuiabá manteve o 4-4-2 que o levou até a final. O primeiro lance de perigo, aos 5 minutos, ameaçou a meta do Vila, Moreno aproveitou falha de Muriel, no meio campo, desceu com liberdade pela direita, mas no arremate, mandou a esquerda do gol de Júnior Negão.

Sempre bem marcado, “Diogol” pegou na bola pela primeira vez aos 6 minuto, mas foi desarmado por Ataliba. Em seguida, Diogo tabelou com Marcão, na entrada da área, mas, na finalização, Marcão isolou pela linha de fundo. Aos 15 minutos, um balde água fria na animada torcida do Tigrão. Diego do Prado cortou mal, a bola bateu no peito do volante Ney, e, no rebote, Mazinho estufou as redes do Vila: 1 a 0 para o Cuiabá. O Vila foi pra cima e no final do primeiro tempo quase marcou no chute de Marcão, não fosse o corte de Ataliba, na pequena área.

Na etapa final o jogo seguiu aberto e Marcão perdeu gol feito, cara a cara com Daniel. Aos 15 minutos, Ataliba tentou tirar de puxeta e marcou contra: 1 a 1. Depois, Marcão mandou para o gol, mas antes tocou a bola com a mão, invalidando o tento. Já no final da partida o Vila quase virou com Diogo, que chutou em cima de Daniel; no rebote, Muriel apenas “recuou”. para o goleiro do Dourado.

Vila Aurora Junior Negão, Muriel, Saul, Duda e Diego do Prado; Ney, Cristiano, Edu Amparo e Rafael; Marcão e Diogo. Técnico: Paulinho Bagagem

Cuiabá Daniel; Filhão, Ataliba, Reinaldo e Gilson, Deivid, Rocha, Jean e Mazinho; Chico Marcelo e Moreno. Técnico: Neto

Fonte: A Gazeta

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