ética

>Mato Grosso exige ética

Posted on maio 30, 2010. Filed under: associações, ética, cidadãos, corrupção, escândalos, Mato Grosso, Paradigmas, rei da soja, Silval Barbosa, sindicatos, transparência |

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Autor: Aladir Leite Albuquerque
O rei da soja foi eleito com muita esperança, com promessas de mudanças prometidas e repetidas em campanha política.


Mudanças no sistema tributário que ele definiu, como abaixar o imposto da cesta básica, baixar o ICMS da energia, e de lambuja abrir a caixa preta do governo anterior.


Mudanças políticas, definidas por ele. como a única forma de moralizar Mato Grosso.


Mudanças éticas em todo o aparato administrativo, pois ele definiu em campanha, que a transparência na administração publica, seria uma de suas metas se fosse eleito governador.


E ele foi eleito governador, e de acordo com seu mandato, ficou conhecido como “Quebra de Paradigmas” no curso de seu governo, aconteceu muitas coisas, menos as mudanças prometidas em palanque.


As mudanças éticas e a transparência foram por água abaixo, diante da bomba que foi armada com efeito retardado e, dada como presente de grego para o atual governador Silval Barbosa.


E hoje a definição de ética em Mato Grosso, está totalmente desvirtuada em favor da falta de pudor e de respeito com os Mato-grossenses, que na verdade foram surpreendidos com propagação de mentiras e escândalos a nível Nacional.


O termo corrupção que tanto está presente na mídia por conta da prática de atos ilícitos, imorais e. inconstitucionais contra as leis por parte de várias pessoas que ocupam cargo no poder público.


O que esses exemplos mostram na verdade é que o governo não consegue e não devem tratar da corrupção apenas por conta própria.


A sociedade civil em todas as esferas organizacional e as entidades não – governamentais, grupos de cidadãos, sindicatos, associações. Fonte: Olhar Direto

Autor: Aladir Leite Albuquerque

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>Corrupção eleitoral:17 milhões de brasileiros admitem ter vendido o voto

Posted on outubro 4, 2009. Filed under: ética, Corrupção eleitoral, Datafolha, propina, vender voto |

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O brasileiro tem noção clara dos comportamentos éticos e morais adequados, mas vive sob o espectro da corrupção, revela pesquisa inédita. Se o país fosse resultado dos padrões morais que as pessoas dizem aprovar, pareceria mais com a Escandinávia do que com Bruzundanga (corrompida nação fictícia de Lima Barreto), conclui-se deste “Retrato da Ética no Brasil”.

Por exemplo, 94% dizem ser errado oferecer propina, e 94% concordam ser repreensível vender voto -um padrão escandinavo, a região do norte da Europa que engloba países como Suécia e Noruega, os menos corruptos do mundo, segundo a Transparência Internacional.

Um país em que os eleitores trocam voto por dinheiro, emprego ou presente e acreditam que seus concidadãos fazem o mesmo costumeiramente; um país em que os eleitores aceitam a ideia de que não se faz política sem corrupção; um país assim deveria ser obra de ficção, como em “Os Bruzundangas” (Ediouro), livro de Lima Barreto de 1923.

Mas o Brasil da prática cotidiana parece mais com Bruzundanga do que com a Escandinávia. O Datafolha mostra que 13% dos ouvidos admitem já ter trocado voto por emprego, dinheiro ou presente -cerca de 17 milhões de pessoas maiores de 16 anos no universo de 132 milhões de eleitores.

Alguns declararam ter cometido essas práticas de forma concomitante. Separados por benefício, 10% mudaram o voto em troca de emprego ou favor; 6% em troca de dinheiro; 5% em troca de presente.

Dos entrevistados, 12% afirmam que estão dispostos a aceitar dinheiro para mudar sua opção eleitoral; 79% acreditam que os eleitores vendem seus votos; e 33% dos brasileiros concordam com a ideia de que não se faz política sem um pouco de corrupção. Para 92%, há corrupção no Congresso e nos partidos políticos; para 88%, na Presidência da República e nos ministérios.

O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, em análise feita para o Mais!, em artigo à pág. 5, afirma que o resultado sociológico relevante da pesquisa é a convergência de opiniões sobre a corrupção e questiona os efeitos na democracia do que chama de fim da autonomia da consciência individual típica do liberalismo.

A antropóloga Lívia Barbosa, autora de “O Jeitinho Brasileiro” (ed. Campus), acredita que, apesar das desigualdades econômicas e sociais, os brasileiros das mais diferentes faixas etárias, de gênero e de renda, níveis de escolaridade e filiações partidárias pensam “corretamente” a respeito de ética, moralidade e corrupção. “Ou vivemos na Escandinávia e não sabíamos e, portanto, devemos comemorar; ou o que fazemos na prática corresponde pouco ao que dizemos que fazemos e pensamos que deveria ser feito”, escreve Barbosa à pág. 9.

Povo e elite
O cientista político Renato Lessa reedita máxima de San Tiago Dantas: “o povo enquanto povo é melhor do que a elite enquanto elite”. “Não ficamos “mal na fita”. Há uma generalizada e consistente presença de marcadores morais e éticos. Cremos saber o que é a corrupção e onde e quando se apresenta. No mais, desconfiamos dos outros”, escreve à pág 11.

O economista Marcos Fernandes Gonçalves da Silva lembra (pág. 8) que a percepção de corrupção gigantesca não é um fenômeno brasileiro. Está em alta em países tão díspares como Argentina, Coreia do Sul, e Israel. A cobrança de propinas, especialmente associadas à “pequena corrupção”, é endêmica pelo mundo, diz ele, especialista no tema.

No Brasil, 13% ouviram pedido de propina, e 36% destes pagaram; 5% ofereceram propina a funcionário público; 4% pagaram para serem atendidos antes em serviço público de saúde; 2% compraram carteira de motorista; 1%, diploma.

Entre os entrevistados, 83% admitiram ao menos uma prática ilegítima ao responder a pesquisa (7% reconheceram a prática de 11 ou mais ações ilegítimas, admissão considerada “pesada”; 28% dizem ter praticado de 5 a 10 ações; 49% tiveram uma conduta “leve”, com até quatro irregularidades).

A pesquisa mostra que 31% dos entrevistados colaram em provas ou concursos (49% entre os jovens); 27% receberam troco a mais e não devolveram; 26% admitiram passar o sinal vermelho; 14% assumiram parar carro em fila dupla. Dos entrevistados, 68% compraram produtos piratas; 30% compraram contrabando; 27% baixaram música da internet sem pagar; 18% compraram de cambistas; 15% baixaram filme da internet sem pagar.

São os mais ricos e mais estudados os que têm as maiores taxas de infrações (97% dos que ganham mais de dez mínimos assumem ter cometido infrações e 93% daqueles que têm ensino superior também), sendo que 17% dos mais ricos assumem frequência pesada de irregularidades (11 ou mais atos). Entre os mais pobres, 76% assumem infrações; dos que têm só o ensino fundamental, 74% afirmam o mesmo.

Apesar disso, 74% dizem que sempre respeitam as leis, mesmo se perderem oportunidades. E 56% afirmam que a maioria tentaria tirar proveito de si, caso tivesse chance.

A pesquisa do Datafolha tem o mérito de colocar em foco problema crucial nacional. Uma discussão sobre se o Brasil deve seguir Bruzundanga.

A obra que retrata a República dos Estados Unidos da Bruzundanga foi lançada no ano seguinte à morte de Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922), autor consagrado por livros como “Triste Fim de Policarpo Quaresma”.

“O valo de separação entre o político e a população que tem de dirigir faz-se cada vez mais profundo. A nação acaba não mais compreendendo a massa dos dirigentes, não lhe entendendo estes a alma, as necessidades, as qualidades e as possibilidades”, escreveu Lima Barreto. E concluiu: “Um povo tem o governo que merece”.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Rio de Janeiro também tem lei antifumo

Posted on agosto 19, 2009. Filed under: antifumo, Éramos 6, ética, BNDES, CPI da Petrobras, Rio de Janeiro |

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Discutir problemas reais, que é bom…

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Desde o último dia 10, a Comissão de Infraestrutura do Senado realiza uma séries de debates sobre os gargalos e soluções na área de Infraestrutura em todo o País. Mas já que a maioria dos senadores só quer discutir sobre a crise do Senado, apenas três senadores compareceram ao encontro de ontem: Fernando Collor (PTB-AL), presidente da comissão, e os senadores Gilberto Goellner (DEM-MT) e Mão Santa (PMDB-PI). No primeiro debate também não foi diferente: além do presidente da CI também foram os senadores Inácio Arruda (PCdoB-PA) e Delcídio Amaral (PT-MS).

Conselho de Ética reúne-se hoje

Orlando Brito
Foto
Paulo Duque

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O presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), convocou reunião do colegiado para quarta-feira (19), às 14h. O objetivo do encontro é colocar em votação recursos apresentados contra sua decisão de arquivar denúncias e representações contra os senadores José Sarney (PMDB-AP) e Arthur Virgílio (PSDB-AM). O plenário do Conselho pode impedir o arquivamento de denúncias e representações, bastando que metade dos senadores presentes vote contra Paulo Duque e a favor da abertura de investigações.

Éramos 6

Éramos 6

CNJ fiscaliza Judiciário de PE

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A Corregedoria Nacional de Justiça, vinculada ao Conselho Nacional de Justiça, iniciou esta semana, inspeção no Judiciário de Pernambuco, nas cidades de Recife, Caruaru, Jaboatão dos Guararapes e Garanhuns. Uma equipe de servidores, juízes e auditores do CNJ estão percorrendo cartórios judiciais da capital e do interior pernambucano de primeiro e segundo graus, inclusive gabinetes de juízes e desembargadores, cartórios extrajudiciais e registro de imóveis. O objetivo é levantar dados para aprimorar o serviço de informações do judiciário pernambucano. As principais unidades que são objeto da inspeção no estado são aqueles com maior acervo de documentos, assim como os órgãos que não têm repassado informações precisas ao CNJ. O relatório sobre a situação dos órgãos será concluído na próxima semana.

Panamá pede US$ 1 bi ao BNDES

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O Governo do Panamá pediu ao Brasil um empréstimo de US$ 1 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o país, o dinheiro será investido em obras de infraestrutura no setor do transporte e da compra de produtos brasileiros. O vice-presidente e chanceler panamenho, Juan Carlos Varela destacou o bom momento das relações bilaterais, ao ressaltar que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) instalará uma sede regional no Panamá. Fontes brasileiras disseram à Agência Efe que os projetos de investimento conjunto buscam “estabelecer vínculos entre a zona franca de Manaus e a de Colón; o investimento no setor de cana-de-açúcar panamenho para conseguir a produção de etanol -não só no país, mas na região- e planos de reforma do transporte”.

Ernest Bai Koroma visita o Brasil

Foto
Presidente Koroma

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O Presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, iniciou nesta terça, sua visita ao Brasil. Nesta quarta (19), Koroma será recebido em Brasília pelo presidente Lula e os dois deverão firma acordos para cooperação cultural, isenção de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço, criação de mecanismo de consultas políticas e estabelecimento de uma comissão mista bilateral. Na quinta (20), no Rio de Janeiro, o presidente de Serra Leoa e delegação de seu governo visitarão a Fundação Oswaldo Cruz, para tratar de cooperação no combate à malária e ao HIV. Koroma será acompanhado dos Ministros de Negócios Estrangeiros, Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Informação.


Fotografia é história
O general na praça
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Em frente ao Teatro da Paz, em Belém do Pará, o presidente Geisel cumprimenta pessoas que foram vê-lo na praçao. deixar a PresidA raz peoca. ta militar coposta por um almirante, um general e . 1977.
Como foiQuando assumiu o governo, o presidente Geisel praticamente não saia de Brasília. Durante algum tempo, dirigiu sua agenda para compromissos internos no Palácio do Planalto. Mas ao iniciar o projeto de abertura política, pelo menos duas vezes por mês viajava para algum estado do Brasil. Além de fugir da rigidez do cerimonial palaciano, queria aferir ele mesmo a aceitação popular do chamado “processo de distensão”, ou seja, o abrandamento do regime militar, de maneira lenta e gradual e segura. Durante uma visita a Belém, quando fiz essa foto aí, ele pode sentir de perto a aprovação de sua iniciativa. Os jornalistas que fazíamos a cobertura da Presidência da República nos surpreendemos com os tempos diferentes da “linha-dura” de Médici e Costa e Silva. Orlando Brito.

OAB pede investigação sobre
farra das passagens na Câmara

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O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu hoje (18) que a Procuradoria Geral da República investigue e responsabilize os envolvidos no esquema de venda de passagens aéreas da cota dos deputados. Com relação aos atos secretos do Senado, a OAB entendeu que “não é suficiente apenas anulá-los, mas responsabilizar os agentes públicos envolvidos”. A Ordem ainda classificou como “intolerável e suspeita” a decisão do presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), de arquivar as 11 acusações contra Sarney e uma contra o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). A OAB também defendeu renúncia imediata dos senadores envolvidos em escândalos como solução “ideal” para acabar com a crise no Senado.

RJ: Cabral sanciona lei antifumo

Wilson Dias/ABr
Foto
Governador Sérgio Cabral

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O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), sancionou hoje (18) a lei que proíbe o consumo de cigarros, charutos e derivados em ambientes coletivos no Estado. A lei nº 5.517 define como espaços de uso coletivo, entre outros, os ambientes de trabalho, estudo, cultura, culto religioso, lazer, esporte e entretenimento. No entanto, a lei não se aplica aos cultos religiosos em que produtos fumígenos façam parte do ritual. Todos os locais deverão afixar avisos de proibição do fumo em pontos de alta visibilidade. Caso a legislação seja descumprida, os proprietários dos estabelecimentos ficarão sujeitos a pagar multas. O projeto da lei antifumo foi aprovado na semana passada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e entra em vigor em 90 dias.

Universal deve indenizar epiléptico

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O ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve a decisão que condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a indenizar, em 50 salários mínimos, Higino Ferreira da Costa. Aposentado devido à epilepsia, Costa acusa a Igreja de agredi-lo sob o pretexto de realizar um exorcismo. No caso, Costa afirmou que, ao passar mal na frente de um dos templos onde a Universal realiza os cultos, foi submetido a uma sessão de exorcismo. Disse, ainda, que os “obreiros” da Igreja o teriam levado para o altar, onde acabou desmaiando e teve várias convulsões. O aposentado declarou, ainda, que após a sessão de exorcismo, foi conduzido ao banheiro e agredido a socos e pontapés e teve o dinheiro roubado.

Oposição cochila e governistas
quase liquidam CPI da Petrobras

José Cruz/ ABr
Foto
Os oposicionistas, como José Agripino e Tasso Jereissati, foram para casa mais cedo

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Atualizado às 20h22 – Com o plenário vazio de oposicionistas, com a exceção do senador ACM Júnior (DEM-BA), a maioria governista na CPI da Petrobras no Senado Federal sepultou, na noite desta quarta-feira (18), mais de 60 requerimentos pedindo investigações, diligências, depoimentos etc. A manobra governista foi conduzida pelo relator da CPI, senador Romero Juca (PMDB-RR), depois de ter sido estimulado pelo líder do PTB, senador Gim Argello (DF), a colocar em votação “tudo que for possível”. O teor dos requerimentos ficaram escondidos na numeração de cada um deles, citada pelo relator, à medida em que eram colocados em votação. Requerimentos que faziam tremer não só a diretoria da Petrobras como também o alto escalão do governo Lula, pelo alto teor explosivo, simplesmente foram arquivados.

Deputado denuncia ameaça à DERs

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O deputado Francisco de Assis Quintans denunciou esta semana, na Assembleia Legislativa da Paraíba, a política generalizada em todos os Estados do Brasil de desmonte da estrutura dos DERs no sentido de transformá-los em agências reguladoras ou extingui-los sumariamente. O parlamentar lembrou que o Brasil já foi detentor de uma malha rodoviária estadual consolidada e a Paraíba destacava-se no cenário nacional por ter a melhor malha rodoviária do Nordeste. Atualmente, segundo ele, a malha rodoviária do Brasil “está caindo aos pedaços e os equipamentos sucateados”.

DEM-TO repudia agressão de vereador

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Segundo a Executiva Estadual do Democratas no Estado do Tocantins, em uma solenidade pública na cidade de Pedro Afonso, o vereador Zezinho Serapião (PT) que é presidente da Câmara Municipal da cidade agrediu o presidente regional democrata, deputado federal João Oliveira. Por este motivo o partido soltou nota onde repudiam a agressão física, que aconteceu no último domingo (16). O partido disse que com atitudes como esta se perde a democracia e que a população do estado não merece tais episódios.

Fonte: http://www.claudiohumberto.com.b
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>E agora, José?

Posted on julho 20, 2009. Filed under: ética, Brasília, E agora, Gilmar Mendes, imprensa, José Sarney, José?, Lula, Petrobras |

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Brasília, sem qualquer sombra de dúvidas, é um lugar fantástico. Tudo passa por aqui. Aqui, onde o poder é, na verdade, virtual, porque o poder real, que é o poder financeiro e econômico, fica mais ao sul, em São Paulo, onde de fato as coisas acontecem.

Mas só acontecem porque, aqui, são geradas e fora daqui executadas. Mas o Poder, como expressão de influenciar as decisões e a vida das pessoas, é aqui.

Aqui a qualidade de vida não fica a dever nada a qualquer outra capital brasileira e tem-se ainda a sensação de estar vivendo em outro mundo, onde somos espectadores de um grande teatro.

Você cruza, a cada instante, mesmo fora do Congresso, com figuras importantes da vida nacional que fazem parte do seu dia a dia nos telejornais. Pessoas que entram na sua casa e que, ao serem entrevistados, parecem ser os ser capazes de transformar o mundo em que vivemos. Os grandes reformadores das mazelas da sociedade. Todos têm soluções na ponta da língua, só não sabem fazer executá-las.

Brasília é capaz de conviver com a crise que hoje toma conta do Senado da República e se espalha para todo o país, sem que os atores desse drama tenham a exata dimensão da forma como ele entra na casa e na vida das pessoas.

A crise hoje localizada no Senado já passou pela Câmara com mensalões e sanguessugas, pelo Executivo com Waldomiros Diniz, pelo Judiciário no embate entre o presidente Gilmar Mendes e o ministro Joaquim Barbosa, que levou o debate pra sarjeta, ao acusar seu colega de manter asseclas em Mato Grosso.

No TCU, com decisões de ministros altamente eivadas de suspeição, sem contar as estatais, entre elas a Petrobrás que é, hoje, o grande gancho da briga política pra 2010.

A Petrobras, e aí vai ser a grande discussão, não rege seus contratos pela Lei 8.666. Tem regime próprio, através de decreto assinado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. São mais de cinqüenta mil contratos. Isso mesmo: cinqüenta mil contratos em execução com uma legislação própria. E frágil. E daí? Será que querem mesmo investigá-la?

As grandes discussões, quase agressões, a que se assiste nos embates dos plenários da Câmara e do Senado, transformam-se em conversas amigáveis nos restaurantes, pontos de encontro após o horário do teatro transmitido pelas TVs.

Alguém em sã consciência, mesmo aqueles que se acham os maiores moralistas, acredita que o presidente Sarney é o único responsável por todas as mazelas que tomam conta do noticiário da vez?

Os outros senadores, de olho na renovação de dois terços do Senado em 2010, querem, agora, mostrarem-se de vestais, guardiães da moral, como se tudo que está sendo mostrado hoje fosse novidade, fosse algo que nunca, jamais tivessem sequer ouvido falar… É o DEM, que há mais de 10 anos comanda a Secretaria do Senado, aquela que autoriza licitações, atos secretos, pagamentos nebulosos, pra se livrar da acusações agora diz que não tem nada com isso.

E o país finge que acredita nisso também. A grande maioria não gosta de lembrar que, durante o processo eleitoral, qualquer que seja ele, sempre se procura um jeitinho de se beneficiar: o apoio a A ou B dependendo do emprego pro filho, a bolsa de estudos da filha, o contrato de fornecimento para beneficiar a empresa, enfim, aquelas coisas todas que conhecemos, mas que são atribuídas apenas à classe política, como se ela fosse a única responsável. Nessa hora é muito fácil mandar e-mails, comentar nas rodas, discursar que esse país precisa tomar jeito.

Mas qual é, na verdade, a responsabilidade de cada um de nós?

Quando se fala em ética – sempre a que se cobra dos outros – a gente não se lembra, por comodidade ou vergonha, de que somos os primeiros a sonegar impostos, a ofertar a propina ao guarda quando nos flagra na infração de trânsito, não nos lembramos dos pedidos de desconto feito aos profissionais liberais, dispensando-os do recibo que gerará imposto, porque é melhor, muito melhor, sonegar

Quantos de nós já não ouvimos que é preciso sonegar porque o governo cobra impostos demais e oferece serviços de menos. Entremos, então, no jogo.

O que quero dizer com tudo isso é que essa é a cara do Brasil. O Congresso Nacional representa um corte vertical na sociedade brasileira. Lá estão representantes de todos os segmentos. Bons e ruins. Não se pode, de repente, querer expiar todos os pecados de um povo, sem colocar também na balança qual é o verdadeiro papel que desempenhamos.

É muito fácil acusar alguém. A imprensa faz isso todos os dias e aniquila vidas. Erros enormes já foram cometidos e nós continuamos a pré-julgar. O benefício da dúvida, algo tão difícil de ser conseguido nos direito individuais, só se aplica quando nós somos os acusados.

Os outros, quando acusados, são condenados sumariamente e citados como exemplo de corrupção e outras coisas mais. E a nossa corrupçãozinha, aquela que nós não temos coragem de repartir com nossas mulheres, nossos filhos e que são, às vezes, piores do que as alardeadas pela imprensa que atingem as pessoas públicas? Aquelas coisas que fazemos e que não temos coragem de falar sobre elas em qualquer roda de amigos e familiares.

Mas, na verdade, o que vale é a pressão de que a imprensa exerce no imaginário popular. E Sarney é a bola da vez. Será o cordeiro oferecido por Lula para o sacrifício, para matar a sede de sangue do povo.

Pobre Sarney, que poderia ser o presidente da Academia Brasileira de Letras e terminar sua biografia com as sujeiras feitas ao longo da sua longa carreira debaixo do tapete, mas resolveu ser presidente do Senado pela terceira vez. E contrariou o PT, pois já havia prometido seu voto.

Pra salvar a filha, o filho, o neto e outros parentes, entrou em um jogo que os dias de hoje já não admitem. Deu-se mal e vai ser crucificado. Sua biografia vai ser marcada, não pelo processo de redemocratização, mas do presidente patrimonialista que, em defesa apenas dos seus, comprometeu a sua biografia.

Vamos viver, acredito. Apesar do recesso, que não se vai implantar, dias de novo terrorismo. Vai ser uma guerra que tem dia e hora pra acabar: 03/10/2010.
Quem serão os atores principais? sso é tema para outra conversa. Desta vez, recheada de temperos


Autor:Ricarte de Freitas – e-mail ricartef@gmail.com
Fonte: Olhar Direto

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