EUA

>Brasil rejeita pedidos dos EUA para refugiar presos de Guantánamo

Posted on dezembro 3, 2010. Filed under: Cuba, EUA |

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O Jornal Folha de São Paulo publicou sobre o governo brasileiro tem se recusado há ao menos cinco anos a receber como refugiados no país as pessoas detidas na prisão de Guantánamo, localizada em Cuba, mas administrada pelos EUA.

Guantánamo

A Folha leu três telegramas produzidos pela diplomacia norte-americana no Brasil tratando do tema. Desde 2005 os EUA fazem gestões para que o governo brasileiro aceite receber alguns dos presos de Guantánamo na condição de refugiados.

“O governo do Brasil ainda sustenta que não pode aceitar imigrantes de Guantánamo porque seria ilegal designar como refugiado alguém que não está ainda em solo brasileiro”, diz telegrama confidencial de 24 de maio de 2005, assinado pelo então embaixador americano em Brasília, John Danilovich.

A Folha teve acesso com exclusividade aos dados referentes ao Brasil e publica as íntegras numa seção sobre o caso.

Em 30 de outubro de 2009, um telegrama relatou novamente a investida dos EUA.

Ao checar com funcionários do Itamaraty como estava a demanda, a diplomacia norte-americana relatou que “não houve reação positiva do governo brasileiro”.

A recusa brasileira relatada pelos norte-americanos contrasta com declarações públicas de integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto em privado a administração Lula se recusava a admitir o recebimento dos presos, em público o ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Paulo Vannuchi, sinalizava em direção oposta.

Em março de 2009, Vannuchi disse ser favorável a receber os presos de Guantánamo “por uma perspectiva de direitos humanos”.

A prisão usada pelos EUA em Cuba recebeu centenas de pessoas capturadas pelos norte-americanos depois dos atentados do 11 de Setembro de 2001. Passado algum tempo, verificou-se que alguns dos detidos não eram de fato relacionados aos ataques. Só que devolvê-los aos seus países acabou ficando inviável, pois não havia segurança de que estariam a salvo em suas localidades de origem.

Vários países passaram então a ser contatados pelos EUA para que recebessem esses ex-presos na condição de refugiados. Essa foi a condição na qual o governo brasileiro recebeu os apelos da diplomacia norte-americana.

No telegrama de maio de 2005, os EUA diziam que estavam se dispondo a pagar para que agentes do governo brasileiro viajassem a Cuba e cuidassem dos processos de concessão de refúgio.

Ontem, o presidente Lula disse que os telegramas “desnudam” a tese de que os americanos são superiores a outros países. “Você percebe que fazem as bobagens que todo mundo faz”, disse.

Fonte: Folha.com

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>Estrangeiros devem levar 60% das encomendas do pré-sal

Posted on outubro 31, 2010. Filed under: China, empresas estrangeiras, Estrangeiros, EUA, Investimentos, Noruega, Petrobras, pré-sal |

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As empresas estrangeiras devem ficar com US$ 240 bilhões das encomendas de US$ 400 bilhões que o setor de petróleo vai realizar no pré-sal nos próximos dez anos, o que representa 60% dos investimentos previstos no período.
A conclusão é de um estudo encomendado pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), segundo matéria de Bruno Villas Bôas, publicada na edição deste domingo do GLOBO.
Bens e serviços para plataformas e sondas, por exemplo, serão fornecidos basicamente por empresas de países como EUA, Noruega e China.
O estudo da consultoria Booz & Company, que teve acesso ao cadastro de fornecedores da Petrobras e durante oito meses fez uma radiografia do mercado, coloca em xeque estatísticas do governo federal sobre o setor, que apontam para uma participação de 61,4% da indústria brasileira em projetos de exploração e produção de petróleo.
Mesmo a estatística oficial, no entanto, tem encolhido: essa é a menor participação dos últimos seis anos.
O resultado do estudo da Booz foi apresentado ao mercado em agosto, mas o cálculo sobre a presença estrangeira no pré-sal foi excluído do relatório final.
O anúncio do estudo foi feito a menos de dois meses do primeiro turno das eleições presidenciais.

Fonte: Blog do Noblat

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>11 de setembro: nove anos depois dos atentados no World Trade Center e Pentágono

Posted on setembro 11, 2010. Filed under: EUA, islã, Obama, terry jones |

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Há nove anos, membros da Al Qaeda atacavam o World Trade Center e o 
Pentágono matando quase 3.000 pessoas 
A intolerância religiosa, que surgiu ao longo da história americana e ganhou força após os atentados terroristas de 2001, manifesta-se de maneira mais intensa agora não só por conta do terrorismo, mas por questões internas dos EUA, segundo analistas ouvidos por VEJA.com. Eles acreditam que a explosão de “ódio contra muçulmanos” está particularmente atrelada ao perfil do presidente Barack Hussein Obama – negro e com ascendência islâmica, um perfil contrário ao do típico cidadão americano. Por isso, o nono aniversário dos ataques é lembrado em meio a uma série de polêmicas: da construção de um centro islâmico perto do local dos antentados a um chamado para a queima do Corão, o livro sagrado do islamismo.
O pastor Terry Jones, que lidera uma pequena igreja com tendências anti-islâmicas na Flórida, planejava promover a queima, neste sábado, 11 de setembro. Pressionado, voltou atrás. Ao invés disso, propôs viajar a Nova York para se encontrar com o imã Feisal Abdul Rauf, que, por sua vez, deseja construir um centro islâmico perto do marco zero, onde ficavam as Torres Gêmeas, em Nova York. O projeto gerou polêmica e centenas de pessoas foram às ruas em repúdio. No último dia 22, lia-se em cartazes pela cidade: “não deixem o Islã sair vitorioso com uma mesquita”. O presidente americano defendeu a construção do centro, dizendo que “os muçulmanos têm o mesmo direito de praticar sua religião que qualquer um nesse país”. Para 18% dos cidadãos deste país, no entanto, o próprio Obama é muçulmano, segundo uma pesquisa do Pew Research Center.
Motivos – Uma das razões para o aumento “islamofobia” nos Estados Unidos seriam, de acordo com Kathleen Moore, do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Califórnia, as eleições legislativas, marcadas para novembro. “Dado que a administração Obama e suas políticas para a recuperação econômica serão colocadas à prova nas urnas, o medo do Islã no país é uma forma eficaz de mobilizar o voto”, diz. “A intolerância contra o Islã surge como um instrumento útil para a mobilização política contra os democratas”.
Para ela, o questionamento da credibilidade do presidente americano passa pelo movimento anti-negro e encontra um bode expiatório na ascendência muçulmana de Obama. “Hoje, não é socialmente aceitável dizer que um homem negro não é qualificado para ser presidente, mas é socialmente aceitável dizer que um muçulmano não pode ocupar este cargo. Na verdade, quem fala isso se sente desconfortável é com a cor da pele do presidente”, afirma.
Origem – A intolerância religiosa e étnica nos Estados Unidos, no entanto, tem uma longa história. “A resistência em relação à construção do centro islâmico e as ameaças de queimar o Corão representam uma extensa corrente de intolerância que remonta ao início da nação americana”, aponta Rudy Busto, também da Universidade da Califórnia.
Segundo o especialista em estudos religiosos, muitos americanos ainda acreditam que o verdadeiro cidadão dos Estados Unidos têm um perfil específico: um homem branco, protestante, de classe média e heterossexual. Como exemplo, Busto cita a primeira lei que estabelecia a cidadania no país, em 1790. “Para um cidadão ser americano, ele deveria ser ‘livre e branco’. Sempre houve intolerância, contra africanos, asiáticos, católicos. Basicamente, quanto mais distante a pessoa estiver do estereótipo, sofrerá mais intolerância e discriminação”, diz.
Erros – A tragédia de 11 de setembro gerou uma extensa sequência de equívocos ao longo desses nove anos. “O primeiro dos erros é confundir árabe com muçulmano. Em seguida, confundir muçulmano com xiita, xiita com fundamentalista, fundamentalista com terrorista e terrorista com árabe”, diz Mario Sérgio Cortella, filósofo e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Os atentados não destruíram apenas os símbolos do poder nacional, mas demonstraram, também, que o país é tão vulnerável e sujeito à violência qualquer outro do mundo.
Mudanças – Essa descoberta gerou uma ansiedade que, segundo Busto, tornou-se mais evidente com a eleição de Obama, o primeiro presidente afro-americano. “A maneira como o país está mudando é muito profunda para uma parte da população. Os conservadores de direita continuam afirmando que Obama é muçulmano! E, embora esteja claro que seja católico, evidências e fatos não significam nada para um número crescente de pessoas que estão procurando maneiras de negar a legitimidade do presidente e o pluralismo religioso.”
Apesar de a tolerância religiosa ser uma ideia popular entre líderes mundiais, promovida por acadêmicos e pelo governo americano, o padrão de exclusão continua fortemente atrelado a uma parte da cultura nacional e isso não deve mudar tão rápido, segundo Busto. “Uma dramática mudança geográfica, social, com relação a imigrantes e à aceitação do pluralismo religioso exige o reconhecimento e a revisão dos padrões de exclusão – e de uma longa história de racismo, intolerância religiosa e etnocentrismo”, conclui.
Fonte: Veja
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>Maioria dos CEOs nos EUA não planeja contratar no próximo ano

Posted on agosto 14, 2010. Filed under: CEOs, economia, economistas contratar, EUA, gestores, investidores, planejar |

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A retomada do crescimento da economia dos Estados Unidos preocupa gestores, investidores e economistas

A retomada do crescimento da economia dos Estados Unidos 
preocupa gestores, investidores e economistas
Um estudo realizado pela “Young Presidents Organization”, uma espécie de rede social com mais de 17 mil executivos, mostrou que 62% dos CEOs dos EUA não planejam contratar novos funcionários em 2011.
A pesquisa mostrou também um recuo na confiança dos executivos em relação às vendas, emprego e retomada da economia.
O indicador que mede o sentimento destes líderes caiu para 57,5 em julho, contra os 61 verificados em abril. A leitura acima de 50 sinaliza que o otimismo predomina entre a maioria dos CEOs.
O estudo também revela que apenas um terço dos executivos planeja reforçar o quadro de funcionários. Os 62% que não planejam contratar também admitiram que não prevêem demissões nas corporações.
A dimensão do tamanho das companhias tem grande relevância nesta pesquisa. Os CEOs de empresas com menos de 100 trabalhadores mostraram-se mais otimistas a contratar do que os presidentes de companhias de maior dimensão, com mais de 500 funcionários (apenas 24% quer elevar os postos de trabalho).
Por setores, a pesquisa mostrou que a indústria manufatureira é a mais otimista para contratações. Em sentido oposto, estão os CEOs de construtoras americanas.
No geral, 57% dos executivos projetam uma melhora de pelo menos 10% nas vendas durante o próximo ano, enquanto 60% não preveem mexer nos atuais planos de investimento.
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>Polícia do mundo

Posted on junho 13, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, EUA |

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Por Alfredo da Mota Menezes

Mostrou um estudo que uma das alternativas para os EUA continuarem a ter poder no mundo seria manter-se como a maior potência mundial em armas. Que o país deveria investir ainda mais nesse setor. No passado, o Império Romano, mesmo com o declínio econômico, por causa de seu poderia militar, continuou a falar grosso no mundo do seu tempo.
Outra publicação mostrou que a fricção maior dos EUA em futuro próximo, seja no comércio ou em fóruns internacionais, seria com os Brics ou Brasil, Rússia, Índia e China. A mesma publicação diz que os EUA teriam que continuar fortes militarmente e que deveriam ser vistos como “polícia do mundo”.
Dos países dos Brics, Rússia, Índia e China possuem bomba atômica. O Brasil é o único país dos Brics que não a possui. Os fatos sugerem que é uma arma, que mesmo não usada, dá poder de barganha nos assuntos internacionais. E entre esses assuntos está o comércio.
Será que a atuação do Brasil no caso do Irã, além de outros interesses, não visaria também ter uma pequena abertura no fechado clube dos que têm a bomba? Se as potências mundiais aceitassem, não abriria uma fresta para outros países? Será que as duras sanções ao Irã dos que têm a bomba (EUA, Inglaterra, França, China e Rússia) não seriam para amedrontar outros países sobre o assunto?
Publicação na Alemanha afirmou que a atuação do Brasil no caso do Irã seria para se abrir aquela brecha pensando na bomba. Não seria para agora, seria política de governo para algum ponto no futuro. O governo brasileiro rechaçou de imediato aquela afirmação de órgão da imprensa.
Há concordância, aqui e no exterior, sobre o crescimento econômico do Brasil nos próximos anos. Mas concorda-se também que o mercado interno, mola propulsora do crescimento atual e de médio prazo, um dia chegará ao seu limite.
Para continuar crescendo, o mercado externo, seja agora ou nesse imaginado futuro econômico, deve ser aumentado. Será que estando numa posição adequada de força para conversar com outras nações ajudaria a remover entulhos?
O Brasil seria levado a ser membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, lugar que pode abrir espaço comercial também, sem a bomba?
Por que os EUA querem continuar, mesmo se houver declínio econômico, como potência mundial em armas? Não visa algo no comércio também? Não há interesse econômico em ser a polícia do mundo?
Existem muitos argumentos contrários à bomba. Exemplos? Japão e Alemanha não precisam dela para abrir mercados. Se o Brasil tivesse a bomba, outros países da América Latina também a queriam. Viraria um pandemônio na região. A Constituição brasileira proíbe o país de ter a bomba atômica.
É um assunto complexo e melindroso. Que o artigo fique como peça de ficção. Ou como exercício de imaginação inútil.

Alfredo da Mota Menezes é estudioso da América do Sul e analista político. E-mail: pox@terra.com.br
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>Economia dos EUA cresce 3,2% no 1º tri e tem maior alta do consumo desde 2007

Posted on abril 30, 2010. Filed under: Dow Jones, economia, EUA, PIB |

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A economia norte-americana registrou crescimento anualizado de 3,2% no primeiro trimestre, segundo a primeira estimativa do Departamento do Comércio sobre o desempenho da atividade norte-americana. A expansão foi puxada por aumento nos estoques das empresas, que responderam a uma maior elevação dos gastos com consumo desde o primeiro trimestre de 2007. O crescimento do PIB foi, entretanto, inferior à previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, de expansão de 3,3%. No quarto trimestre do ano passado, a economia dos EUA havia crescido à taxa anualizada de 5,6%, refletindo queda na liquidação dos estoques em relação ao início de 2009.
Os gastos com consumo aceleraram-se 3,6% no primeiro trimestre, superando o aumento de 1,6% do quarto trimestre e contribuindo em 2,55 pontos porcentuais para a expansão do primeiro trimestre. Foi o maior aumento desde a alta de 3,7% registrada no primeiro trimestre de 2007. Os gastos com consumo respondem por cerca de 70% do PIB.
Para atender a demanda por bens, as companhias foram forçadas a replanejar seus estoques. No primeiro trimestre, os estoques das empresas cresceram US$ 31 bilhões, gerando uma contribuição de 1,57 ponto porcentual no PIB.
As vendas reais finais, que representam o PIB menos os estoques, subiram 1,6% no primeiro trimestre, abaixo da alta de 1,7% no quarto trimestre.
Os investimentos das empresas cresceram 4,1% no primeiro trimestre, após subirem 5,3% no quarto trimestre. As exportações aumentaram 8,9% e as exportações cresceram 5,8%, após alta de 15,8% e 22,8%, respectivamente, no quarto trimestre. As exportações líquidas subtraíram 0,61 ponto porcentual do PIB no primeiro trimestre, após contribuição de 0,27 ponto porcentual no quarto trimestre.
O setor de habitação se enfraqueceu. Os investimentos em ativos residenciais fixos caíram 10,8% no primeiro trimestre. As vendas de imóveis residenciais e das construções caíram após vencimento do benefício fiscal para aquisição de imóveis do governo. Os gastos do governo federal subiram 1,4% no primeiro trimestre. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Estadão
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>Moody’s elogia Brasil pós crise

Posted on fevereiro 25, 2010. Filed under: Berlusconi, Cancún, EUA, Irã, Lula, Moody's, ONU, paz, relações, STF |

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A agência de classificação de risco Moody´s Investors Service manteve a avaliação sobre o Brasil em seu relatório anual. Segundo a agência, a economia brasileira está pronta para retomar o crescimento “em um ritmo acelerado” após o período de crise financeira internacional. De acordo com a Moody’s, no momento, os desafios fiscais do Brasil incluem uma tendência de alta nos gastos primários, a porcentagem de dívida bruta governamental e necessidades de financiamento que excedem 10% do PIB.

 

Lula quer relações com Irã ‘pela paz’

Foto PRESIDENTE LULA

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O presidente Lula pediu em Cancún, durante reunião de cúpula da América Latina e Caribe, à comunidade internacional, que evite o isolamento do Irã por seu programa nuclear “em nome da paz”. O Brasil é um dos maiores defensores das negociações com o Irã e já deu indicações de que não vai apoiar como membro rotativo do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) uma quarta rodada de sanções contra Teerã –objetivo de intensa campanha dos Estados Unidos. Em maio, Lula visitará o Irã em retribuição à visita de novembro do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

 

Sponholz

Sponholz

DF: ministro evita comentar intervenção

Antonio Cruz/ABr Foto MINISTRO DA JUSITÇA, LUIZ PAULO BARRETO

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O ministro Luiz Paulo Barreto (Justiça) informou nesta quinta (25) que a pasta só vai se pronunciar sobre a intervenção federal no Distrito Federal se for consultada. Barreto afirmou que a crise política na capital preocupa o governo, mas disse que a questão diz respeito ao Supremo Tribunal Federal e que o ministério “só vai se manifestar sobre o assunto se isso for um pedido oficial”.

 

DEM critica visita de Lula a Fidel Castro

camara.gov.br Foto LÍDER DO DEMOCRATAS NA CÂMARA, PAULO BORNHAUSEN

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O DEM divulgou nota há pouco onde critica a visita do presidente Lula ao eterno líder cubano, Fidel Castro. O líder do partido na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), afirmou que Lula deu uma “demonstração inequívoca de desrespeito” ao visitar Fidel “enquanto o cidadão Orlando Zapata Tamayo morria dentro de um hospital do governo cubano”. Para Bornhausen, Lula faltou com a democracia e pediu uma retratação do presidente ao povo cubano e ao povo brasileiro.

 

DF: comerciantes são presos em duelo

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Policiais civis da 16ª DP, em Planaltina (DF), passavam em Itapoã/DF, uma das áreas mais violentas do DF, quando se depararam com uma cena inusitada: dois comerciantes, de armas em punho, prontos para um duelo. O motivo? O amor de uma mulher. Darlhan Marques de Sousa, 25, não gostava de Luciano Ferreira dos Santos, 37, dando em cima de sua mulher. Os dois foram presos por porte ilegal de armas.

DF: distritais podem ser cassados

Antonio Cruz/ABr Foto REUNIÃO DO CONSELHO DE ÉTICA DA CÂMARA DO DF, HOJE

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A Comissão de Ética da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta quinta (25) a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra três deputados distritais suspeitos de participar no esquema de pagamento de propina – o “mensalão do DEM” – que envolve o governador afastado, José Roberto Arruda. São eles dos deputados Leonardo Prudente, Eurides Britto (PMDB) e Júnior Brunelli (PSC). A comissão também decidiu arquivar o processo contra o presidente em exercício da Casa, Cabo Patrício (PT). Os envolvidos podem renunciar para evitar a cassação, antes dos processos chegarem ao plenário da Casa.

 

Justiça aceita denúncia contra Marcos Valério e mais 10 no mensalão mineiro

tjpi.jus.br Foto VALÉRIO RESPONDE A OUTROS DOIS PROCESSOS SOBRE O CASO

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A 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte recebeu nesta quinta (25) denúncia contra o empresário Marcos Valério por sua suposta participação no mensalão mineiro. Ele e mais 10 pessoas são acusados de integrar um esquema de arrecadação ilegal de recursos durante a campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de Minas Gerais, em 1998. Como tem foro privilegiado, Azeredo responde ao processo no Supremo Tribunal Federal. Os 11 acusados responderão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

 

The Economist destaca crise no DF

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A revista britânica The Economist publicou nesta quinta (25) um artigo destacando a crise política no Distrito Federal, após a deflagração de um esquema de pagamentos de propina envolvendo o governador afastado, José Roberto Arruda (ex-DEM). A revista destaca que, segundo a ONG Transparência Brasil, boa parte do dinheiro envolvendo propinas vai para o financiamento de campanhas eleitorais, embora o país tenha leis rigorosas sobre o assunto.

 Berlusconi chega ao Brasil no dia 7

Foto PRIMEIRO-MINISTRO ITALIANO, SILVIO BERLUSCONI

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O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, chegará ao Rio de Janeiro no próximo dia 7 de março, dando início a uma visita de três dias ao Brasil. Depois do Rio, o italiano seguirá para Brasília, onde será recebido pelo presidente Lula, no dia 9. A expectativa do encontro gira em torno do caso de Cesare Battisti, o terrorista italiano condenado em seu país à prisão perpétua e que foi beneficiado no Brasil, pelo ex-ministro Tarso Genro (Justiça), com o status de refugiado político. Após o encontro, Lula deve se pronunciar sobre o caso.

 

STF: ação contra Lei de Improbidade

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O Supremo Tribunal Federal deve retomar o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 2182, que questiona a Lei de Improbidade Administrativa. A Adin foi proposta pelo PTN porque, segundo o partido, ela teria sido sancionada sem ser submetida ao processo legislativo bicameral (Câmara e Senado), previsto no artigo 65 da Constituição. O julgamento será retomado com o voto do ministro Eros Grau. Outras dez Adins esperam ser julgadas nesta quinta (25).

 

Visto para os EUA agora vale dez anos

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O Senado aprovou projeto de decreto legislativo nº 1034 que estende a validade dos vistos de brasileiros em viagens aos Estados Unidos de cinco para dez anos. O período, de acordo com o documento, passará a valer para os que transitam a turismo ou a negócio. A ampliação valerá tanto para brasileiros nos Estados Unidos quanto para cidadãos norte-americanos no Brasil. Fonte: http://www.claudiohumberto.com
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>IBM lidera ranking de patentes nos EUA

Posted on janeiro 13, 2010. Filed under: Bovespa, China In Box, EUA, franquia, IBM, IFI Patent Intelligence, Liderança, MasterCard, mercado financeiro, Microsoft, patentes, ranking |

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A IBM foi eleita ontem, pelo 17º ano consecutivo, líder global em patentes, de acordo com levantamento realizado pelo instituto americano IFI Patent Intelligence, entidade que concede patenteamento mundial.

Só nos Estados Unidos, a empresa recebeu 4.914 patentes em 2009, seguida pela Samsung com 3.611 e pela Microsoft com 2.906. A HP aparece na décima posição, com 1.273 registros de patentes.


No Brasil, a situação ainda é bem diferente. A operação brasileira da IBM possui apenas 20 patentes. Apesar de baixo, se comparado aos registros americanos, o número está em crescimento, desde que a IBM Brasil lançou, no final de 2007, um programa para estimular seus funcionários a registrarem o capital intelectual desenvolvido, segundo Ricardo Pelegrini, presidente da IBM Brasil.


O programa, que inclui auxílio aos profissionais da empresa, treinamentos e concursos de inovação, fez com que o número de patentes recebidas pela IBM no Brasil saltasse de apenas três em 2006 para a atual marca de 20.


Com o trabalho, a empresa afirma que procura mostrar aos seus funcionários que o registro proporciona visibilidade à marca e reconhecimento do profissional no mercado.


Não só na IBM, mas nas empresas brasileiras em geral, o que mantém os índices de registros de patentes tão baixos é -além de um alto investimento financeiro e uma grande burocracia- a cultura do brasileiro, que não está acostumado a registrar suas invenções, de acordo com a empresa.


A cultura norte-americana, por outro lado, já tem enraizado esse pensamento.
“A IBM aplica cerca de US$ 6 bilhões em pesquisa e desenvolvimento anualmente. No Brasil, estamos incentivando nossa força de trabalho”, afirma Pelegrini.

“No Brasil, estamos incentivando nossa força de trabalho e já temos 20 patentes registradas, número que pretendemos ampliar”
RICARDO PELEGRINI
presidente da IBM Brasil


CRÉDITO NA AULA
A Redecard fechou parceria com a Anhanguera Educacional para oferecer aos alunos opção de pagamento de mensalidades e matrículas por meio de cartão de crédito da bandeira MasterCard. A Anhanguera Educacional, empresa de capital aberto com ações negociadas na Bovespa, possui 54 unidades e 150 mil alunos.

FRANQUEADO
O mercado de franquias e o de fast food seguem aquecidos, com crescimento de 15% e 16%, respectivamente, em 2009. A rede China In Box, que cresceu 16% no ano passado, planeja ampliar em 10% seu número de lojas, hoje em 140. O Seletti, de culinária saudável, também pretende se expandir por meio de franquias neste ano.

NO CAMPO
A Sociedade Nacional de Agricultura, em parceria com a comissão de agricultura da Assembleia Legislativa do Rio, apresentará em abril, ao governo do Estado, uma proposta de incentivo à produção de diversos setores com base em levantamento, que começou a ser feito neste mês, sobre itens como leite e hortifrúti.


AQUECIMENTO
O Grupo Advento, da área de construção, aguarda respostas de clientes para cerca de R$ 6 bilhões em propostas de obras a serem iniciadas neste ano. Os setores de siderurgia, mineração e petroquímica somam 26% das propostas, seguidos de hospitais e farmacêutico (25%), e de shopping centers e prédios comerciais (20%).

NO PISO



Devido ao excesso de chuvas, a energia elétrica está sendo comercializada a curto prazo no valor mínimo, determinado pela Aneel, de R$ 12,80 por MWh, segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). Esse valor está bem abaixo dos R$ 502,45 que eram praticados em janeiro de 2008. Com os reservatórios de água cheios e o preço spot no piso, o mercado de curto prazo deverá ser atrativo para os consumidores livres de energia, de acordo com Marcelo Parodi, sócio da comercializadora de energia Compass.


Mais escritórios ficam vazios em Nova York

A crise no setor financeiro, que nos Estados Unidos teve início no fim de 2007, continuou a abater o mercado de imóveis comerciais em Nova York no final do ano passado.

No quarto trimestre, 11,1% dos escritórios em Manhattan estavam desocupados, o que representa aumento de 38% em relação ao mesmo período de 2008. Somada, a área disponível para locação dá o equivalente a pouco mais de 4 quilômetros quadrados -ou 2,5 vezes o tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Para Joseph Harbert, da Cushman & Wakefield (consultoria que realizou o estudo), os números, apesar de negativos, sinalizam que o mercado começou a se estabilizar. Ele disse ainda que as maiores empresas de Manhattan estão aproveitando para adiantar a renovação do aluguel e tomar proveito dos preços mais baixos.

Em média, os proprietários pediram US$ 598 pelo aluguel do metro quadrado, retração de 20% ante o quarto trimestre de 2008. No auge, no terceiro trimestre de 2008, o valor do metro quadrado era de US$ 785. Fonte: Folha de S. Paulo

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>Riscos de fracasso no acordo de Copenhague

Posted on novembro 4, 2009. Filed under: Bangcoc, Conferência do Clima, Copenhague, EUA |

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Há riscos de fracasso na Conferência do Clima em Copenhague, em dezembro. Faltam 32 dias e negociação não vão bem. Em Barcelona, houve mais uma tentativa de acerto prévio. Uma fonte disse que o que saiu de lá foi, na verdade, uma versão mais fácil de entender e comunicar o documento de Bangcoc.

Daqui até a reunião o processo deve acelerar. Nos EUA há pressão para aprovação no Senado do projeto de lei que reduziria as emissões americanas. Por aqui, tenho esperanças que o Brasil assuma uma meta ousada, que seja um dos negociadores que tentam cooperar para um avanço, em vez de bloquear as negociações.

Fonte: Blog da Mirian Leitão

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>Barack Obama prepara mega pacote de US$ 850 bi

Posted on dezembro 19, 2008. Filed under: Barack Obama, equipe de Obama, EUA, Fundo Monetário Internacional, Obama |

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Obama prepara pacote econômico de US$ 850 bi

O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, está preparando as bases de um gigantesco pacote de estímulo econômico, possivelmente de US$ 850 bilhões, para dois anos. O pacote deve ser apresentado ao Congresso, seu primeiro teste de negociação com o Legislativo.

Segundo as agências internacionais, o pacote se compararia às drásticas ações governamentais tomadas para enfrentar a Grande Depressão, nos anos 1930, e superaria o montante que economistas e o Fundo Monetário Internacional (FMI) têm considerado necessário. Após consultar economistas liberais e conservadores, seus conselheiros começaram a falar aos congressistas que o estímulo deve ser maior que os US$ 600 bilhões inicialmente previstos.

Como as obras públicas da era da depressão, o plano de Obama incluiria gastos com rodovias e outros projetos de infra-estrutura, bem como novas e renovadas escolas. Também se voltaria para tornar mais eficiente o consumo de energia em edifícios governamentais e no desenvolvimento de “tecnologias verdes”, melhores para o meio ambiente.

Além dos projetos de construção, Obama deve buscar fundos adicionais para programas de auxílio aos desempregados, incluindo seguro-desemprego e requalificação profissional, apontou um funcionário democrata. O presidente eleito tem repetido que deseja criar até 2,5 milhões de empregos nos próximos dois anos.

O programa também incluiria alguma forma de redução na carga de impostos, de acordo com a equipe de Obama. Provavelmente, o corte de impostos estaria voltado para contribuintes das classes média e baixa.

Alguns dos economistas consultados pela equipe de Obama sugeriram um gasto de até US$ 1 trilhão em dois anos, porém o valor mais provável parece ser US$ 850 bilhões. Há temor de que um pacote que pareça tão grande possa preocupar os mercados financeiros, e a próxima equipe econômica também quer sinalizar com responsabilidade nos gastos públicos.

Os assessores disseram concordar das previsões econômicas segundo as quais sem dinheiro do governo o desemprego subirá acima dos 9% e não sairá desse patamar até 2011. As informações são das agências internacionais.

AE

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