exportação

>Campo tem prejuízos por causa de endividamento

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, algodão, endividamento, Estados Unidos, exportação, incentivos, investimento, Mato Grosso, prejuízos |

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O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, afirma que além dos problemas de logísticas, o endividamento do produtor rural pode causar prejuízos para Mato Grosso. Porto diz que há 15 anos o endividamento atinge os empresários do campo e isso diminuiu o ritmo de expansão do agronegócio no Estado, mesmo não cessando o crescimento.
Para Célio Porto, a única alternativa para a situação estaria no início de um novo governo. Segundo o secretário, políticas de incentivos são lançadas neste período, o que pode trazer um alternativa para o problema. Outra situação que pode dificultar a exportação e investimento na ampliação da produção é, de acordo com Célio Porto, o câmbio. “Em 2010 os preços eram menores apenas dos de 2008, mas com a desvalorização do dólar frente ao real, a renda do produtor ficou comprometida”.
Algodão – O algodão mato-grossense, apesar de ter o envio reduzido em 33% este ano com relação aos 7 primeiros meses de 2009, está mais valorizado devido o aumenta da demanda. Para Célio, os problemas internacionais com relação à baixa tributação do algodão norte-americano só terão solução após 2013, quando o congresso dos Estados Unidos pode reverter a tarifa e que enquanto isso o crescimento da demanda mundial foi suficiente para valorizar o produto brasileiro. Fonte: A Gazeta
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>Exportação de Mato Grosso é destaque no cenário nacional

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, Agropecuária, economia, exportação, Mato Grosso, Ministério da Agricultura |

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Quatro fatores são apontados para o incremento da exportação de grãos do país e Mato Grosso desponta no cenário como o principal fornecedor para os países asiáticos. O Estado também atuaria como alternativa de fornecedor para países que enfrentam problemas de abastecimento por questões climáticas. O anúncio da perspectiva foi feito durante Fórum Internacional de Produtores de Soja & Cia (Soybean Fórum), realizado em Salvador (BA), nesta quinta-feira (19).
O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, diz que há dois movimentos ligados a demanda e uma oferta que possibilitarão a ampliação das exportações da soja, principal commoditie do Estado. “O desenvolvimento chinês, a produção de etanol a partir do milho nos Estados Unidos e as mudanças climáticas vão impulsionar o mercado externo e o Brasil se apresenta como fornecedor, principalmente Mato Grosso”.
O superintendente do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidônio, diz que o Estado tem capacidade para atender esta demanda, mas que é preciso viabilizar os custos, principalmente de logística, para colocar no mercado produtos com preços acessíveis. O secretário Célio Porto diz que outros Estados são promessas para ofertar os produtos, como a região entre Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia e mais o Noroeste de Minas Gerais, região que recebeu investimentos da Vale para dar infraestrutura. “Todas essas regiões vão agregar, mas Mato Grosso é único que tem como atender a demanda de pronto”.
Todas essas expectativas são entorno também da demanda a ser gerada nos Estados Unidos. Segundo Otávio Celidônio, na América do Norte, quando se planta milho não se planta soja e como haverá uma demanda até 2022 de 342 milhões de toneladas de milho, haverá perda de área plantada por soja. Em Mato Grosso, Celidônio diz que até julho a expectativa também era de redução de área plantada de 2% em relação aos 6,2 milhões de hectares plantados na safra 2009/2010, mas que isso pode ser revertido. “Os preços tendem a melhorar e o produtor deverá investir mais”.  Fonte: A Gazeta
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>MT é o segundo maior exportador do Brasil

Posted on julho 14, 2009. Filed under: agronegócio, Comércio Exterior, exportação, Mato Grosso |

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As exportações do agronegócio mato-grossense fecharam o primeiro semestre com US$ 4,551 bilhões, alta de 20,6% na comparação com o mesmo período de 2008, quando registrou embarques de US$ 3,773 bilhões. Com este número, o Estado ocupa a segunda colocação entre as unidades da federação, atrás apenas de São Paulo que exportou US$ 6,593 bilhões de janeiro a junho de 2009. As vendas externas de produtos do agronegócio feitas pelo país somaram US$ 31,443 bilhões em igual período.

Na lista dos 10 maiores exportadores do Brasil, apenas Mato Grosso e a Bahia tiveram variação positiva nas vendas nos primeiros seis meses do ano em relação ao mesmo intervalo de 2008. Os demais, inclusive o primeiro colocado, tiveram resultado negativo. No caso de São Paulo, que exportou US$ 7,057 bilhões no ano passado, a queda foi de 6,5%, percentual semelhante ao registrado pelo país, que teve um recuo de 6,9% nas vendas, que no ano passado totalizou US$ 33,785 bilhões.

A terceira posição na lista dos maiores exportadores é ocupada pelo Rio Grande do Sul, que vendeu US$ 4,433 bilhões em produtos do agronegócio no primeiro semestre deste ano, baixa de 13,9% sobre os US$ 5,153 bilhões de 2008. Em seguida, aparece o Paraná que teve as vendas reduzidas de US$ 5,230 bilhões para US$ 4,378 bilhões, o que representou uma queda de 16,2% de um ano para outro.

Para o economista e especialista em Comércio Exterior, Vitor Galesso, a variação positiva de Mato Grosso é motivada pela característica das exportações feitas pelo Estado. “O Estado tem as vendas externas voltadas principalmente para o complexo soja e as carnes, e o resultado é motivado pelas condições de nossos concorrentes diretos que são o Paraná e o Rio Grande do Sul”, diz ao explicar que os embarques realizados no período são referentes à safra anterior, em que estes dois Estados tiveram redução na produção decorrente de problemas climáticos, que favoreceram os mato-grossenses.

Já no caso de São Paulo, que é líder nas exportações de produtos do agronegócio, o especialista afirma que o Estado tem uma indústria mais complexa e que a pauta é mais variada, tendo as carne bovina, milho, soja e seus derivados como o óleo como pauta de produtos exportados. “Aquele Estado tem uma cadeia de exportação mais avançada, e com isso o bom desempenho”. Galesso informa também que com estes resultados o Estado tem o que comemorar, mas que poderia ter sido melhor, não fosse a crise.

Para o segundo semestre, o economista prevê que ainda haverá reflexos da escassez de crédito, que poderá acarretar no não fechamento de alguns contratos de exportação, que motivado também pela redução na produção. “Os contratos que deverão ser renovados em 2010 poderão ter redução, já que se referem à produção deste ano, que está menor se comparada a do ano anterior”.

Fonte: A Gazeta

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