Exportações

>Síntese econômica: Fiat Automóveis é multado no valor de R$ 3 milhões

Posted on março 11, 2010. Filed under: crédito, etanol, Exportações, Fiat, Grupo Iuni, Kroton Educacional, Missão, multa, Síntese econômica |

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Multa – O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) multou a Fiat Automóveis no valor de R$ 3 milhões, cifra máxima prevista no Código de Defesa do Consumidor. O motivo foi a não realização de recall nos veículos Stilo, fabricados a partir de 2004. Laudo do Denatran comprovou a existência de defeito que pode causar a soltura das rodas traseiras. A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (10) do Diário Oficial da União (D.O.U).


Crédito – O saldo das operações de crédito destinadas à aquisição de veículos atingiu em janeiro R$ 158,2 bilhões. O montante é 13,9% maior que o registrado em igual período de 2009, conforme dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (Anef). Do total da carteira, R$ 95,8 bilhões correspondem às operações de crédito direto ao consumidor (CDC), que avançaram 17,4% ante janeiro de 2009.


Etanol – Balanço divulgado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) aponta que as vendas de etanol em fevereiro somaram 1,230 bilhão de litros, sendo 1,121 bilhão/l no mercado interno e outros 18,1 milhões/l exportados. Do total negociado no mercado doméstico, houve queda de 28,2% no hidratado, que somou 760,1 milhões/l.


Exportações – As vendas externas de Mato Grosso cresceram 6,79% nos 2 primeiros meses de 2010, ante igual período de 2009. Os embarques somaram US$ 974 milhões este ano contra US$ 912 milhões no ano passado. Atualmente, o Estado ocupa o 4º lugar no superávit do país, com uma participação de 4,14% sobre o montante das exportações nacionais registradas no período.


Missão – A Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) organiza missão empresarial para participar da feira Xylexpo 2010, direcionada a empresários do setor florestal. O evento será realizado entre os dias 2 e 9 de maio, em Milão, na Itália. A feira é uma vitrine mundial para o segmento, onde é possível encontrar tecnologia industrial avançada, além de produtos inovadores para o setor.


Novo prazo – A posição da Kroton Educacional sobre a aquisição do Grupo Iuni (Unic) sairá nesta sexta-feira (12). As partes estão em processo de elaboração e aprovação das cláusulas contratuais e societárias da nova estrutura surgida após a compra. As negociações, informa a empresa, durou 6 meses. É segunda vez em uma semana que a Kroton prorroga o prazo para anunciar a conclusão do negócio. Fonte: A Gazeta
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>Exportações: Presidente da Abinee defende retorno à banda cambial

Posted on outubro 29, 2009. Filed under: Abinee, câmbio, CNI, dólar, Exportações, Fiesp, real |

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Instalada em Pedreira (SP), perto de Campinas, a fabricante de isoladores elétricos Cerâmica Santa Teresinha cortou quase pela metade suas exportações nos últimos meses. O motivo foi a perda de rentabilidade nas exportações provocada pela valorização do real frente ao dólar.

Os embarques que respondiam por 40% do faturamento agora não passam de 24%. Não caíram mais porque a empresa decidiu continuar vendendo para clientes que fidelizou nos últimos 10, 15 anos. Fora isso, a lógica é simples: se conseguir aumentar o preço do produto em dólar, vende. Caso contrário, nem pensar.

O real valorizado frente ao dólar não afeta apenas as indústrias de roupas e tecidos . O setor de produtos elétricos e eletrônicos, no exemplo, tem reduzido o ritmo de exportação por causa do câmbio, efeito da perda de competitividade e lucratividade.

Humberto Barbato é o presidente da empresa acima. Ele também é presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Humberto defende uma intervenção forte no câmbio, algo difícil de se concordar: volta a uma banda cambial, baseada em uma cesta de moedas.

— Não existe investimento em produtividade na fábrica que consiga vencer o câmbio. O Brasil vive problema de país rico, o que nunca teve, e precisa proteger sua moeda.

Nenhum país rico que se tenha notícia utiliza banda cambial. Humberto diz considerar China e Coréia do Sul nesse grupo. Para ele, os países asiáticos sabem defender sua moeda da especulação internacional.

— Só nós achamos que existe uma flutuação pura, Isso não não existe — diz o executivo, que defende a tese da banda cambial no govermo, na CNI, na Fiesp. Ele reconhece que é uma voz solitária. Fonte: Blog da Mirian Leitão

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