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>Megajazida de ferro em Mato Grosso pode ser apenas fato político eleitoral

Posted on setembro 3, 2010. Filed under: ferro, Mato Grosso, Megajazida, Opportunity, Valor |

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O governo de Mato Grosso anunciou ontem a descoberta de uma megajazida de 11,5 bilhões de toneladas de ferro e 427 milhões de toneladas de fosfato no município de Mirassol D ” Oeste, na região da fronteira com a Bolívia. O que poderia ter sido a confirmação de uma das maiores províncias minerais do mundo, acabou por ser desmentido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) do Ministério de Minas e Energia.
Especializada em organizar e sistematizar os dados geológicos do país, a CPRM informou “não ser possível corroborar” estimativas e dados apresentados pelo governador e candidato à reeleição Silval Barbosa (PMDB). “Este é o nosso pré-sal”, disse, em referência à gigantesca reserva de petróleo descoberta pela Petrobras em águas oceânicas ultraprofundas.
A empresa pública afirmou ter encontrado “apenas teores positivos” de ferro entre 30% e 40% e “altos teores” de até 6% em afloramentos de fosfato situados na Serra do Caeté. “Não temos esses dados e não podemos corroborar as afirmações do governo de Mato Grosso”, afirmou, por meio da assessoria, o presidente da CPRM, Agamenon Dantas. A empresa tem um convênio com Mato Grosso dentro do chamado Projeto Fosfato Brasil.
O governador Silval Barbosa afirmou, por meio da assessoria, que o anúncio “não é blefe” e que a CPRM tem cautela “por motivos de mercado”. O secretário estadual de Indústria, Pedro Nadaf, tentou explicar a equação que levou à estimativa de dimensão da nova jazida. “O levantamento foi feito pelos dois [governos] com 4,3 mil amostras. Fizemos o cálculo pela dimensão do depósito em área e altura”, justificou. Segundo ele, a descoberta, ancorada em “evidências e grande volume comercial”, poderia reduzir em R$ 400 milhões os gastos com fosfato usado na produção de adubos.
Mas a reserva provocou confusão até mesmo dentro no governo de Mato Grosso. O superintendente de Minas e Mineração da secretaria, Joaquim Moreno, admitiu que “não é possível” estimar o depósito de ferro e fosfato no Estado. “Eles estão certos em dizer que não possível estimar. Não é uma jazida. É um depósito ainda”, disse ao Valor. O cálculo divulgado ontem pelo governador Silval Barbosa, segundo ele, foi baseado na “cartografia” de ritmitos (rochas sedimentares) pesquisados em uma área de 70 quilômetros quadrados e 52 metros de espessura na região de Mirassol. “É um primeiro passo. Mas tem alto teor de ferro e fósforo”, defendeu Moreno.
O gerente de Geologia e Recursos Minerais da Superintendência Regional da CPRM, Gilmar Rizzotto, afirmou que o fosfato tem “teor considerável” de 30% a 40% “em algumas amostras”, mas reafirmou que “não quer dizer que toda a área tenha o mesmo teor”. Rizzotto participa das pesquisas em andamento na região de Mirassol D ” Oeste. O governo de Mato Grosso, explicou ele, extrapolou o resultado de algumas amostras para toda a área ainda em processo de pesquisa. “É um estudo preliminar, um mapeamento geológico”, disse.
Até agora, foram feitas análises químicas, de solo, rocha e sedimento de corrente. Mas faltam dados e informações de sondagens, poços de pesquisa e trincheiras para determinar a dimensão da descoberta. “Não fizemos cubagem [estimativa de volume] para essa área. Tem potencial, mas é preciso investir. Se interessar à empresa dona da área, tem que fazer trabalho complementar para saber a profundidade”, afirmou.
Uma fonte ligada à empresa GME-4, dona da área pesquisada e controlada pelo grupo Opportunity, afirmou ao Valor os números divulgados pelo governo são todos “chutes” e que houve um “evento político”, já que as pesquisas ainda estão na fase inicial. Ainda não é possível informar volumes de reservas das jazidas de ferro e fosfato. “O governo fez o anúncio à revelia da empresa”, disse a fonte. A empresa avalia que existe bom potencial para minério de ferro, fosfato e potássio na região da pesquisa, mas que ainda é “muito cedo” para falar em quantidades. (Colaborou Ivo Ribeiro, de São Paulo). Fonte: Planejamento
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>Pesquisa descobre que Mato Grosso tem a 2ª maior jazida de minérios do Brasil

Posted on setembro 2, 2010. Filed under: agricultura, Daniel Dantas, ferro, fosfato, grupo Opportunity, jazida de minérios, Mato Grosso, Pecuária, Pedro Nadaf |

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Foi comprovada a existência de um depósito de fosfato e de ferro em Mato Grosso de aproximadamente 70 metros quadrados. O depósito, localizado na região oeste do Estado, próximo ao município de Mirassol D”Oeste, somente para produção de grãos significará uma economia de R$ 400 milhões por ano, além dos ganhos provenientes da exploração e exportação dos minerais. Ao todo foram identificadas 427 milhões de toneladas de fosfato e mais 11,5 bilhões de toneladas de ferro, com um teor de 41% de concentração. O volume é 4 vezes superior ao existente na serra dos Carajás (PA).
A novidade foi anunciada pelo governador do estado  em coletiva de imprensa, juntamente com o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, e representantes do setor produtivo. A descoberta é fruto do Programa Brasil Fosfato, que em Mato Grosso atua há um ano no mapeamento geológica do solo e identificação de fosfato, além de outros minérios.
O fosfato e o ferro foram identificados em uma montanha de 52 metros de altura, em média, e 19 quilômetros de comprimento, sendo formada por camadas de rocha de fosfato e de ferro, intercaladamente. A área está sob a tutela da empresa GME4, que solicitou além desta área, outros 2 milhões de hectares em Mato Grosso para estudos geológicos. A empresa pertence ao grupo Opportunity, de propriedade do banqueiro Daniel Dantas e atua na exploração de ferro no Piauí e Minas Gerais.
Após a identificação do depósito, devem ser iniciados estudos de viabilidade econômica para definir a exploração, o que pode levar até 5 anos.
O presidente da Federação mato-grossense de Agricultura e Pecuária (Famato), Rui Prado, afirma que esta é a melhor notícia da última década e ressalta as economias que poderão trazer à produção agrícola e pecuária no Estado. “Se isso tivesse sido explorado antes, teria evitado o endividamento de muitos produtores por conta dos custos de produção”.
Anualmente são consumidas 610 mil toneladas de fosfato, sendo sua totalidade importada dos Estados de São Paulo, Paraná e de Israel, para a produção de 8 bilhões de toneladas de grãos. Para a pecuária, o mineral poderia ser utilizado para a recuperação de cerca de 9 milhões de hectares de pastagem degradada, acarretando em uma produção ambientalmente correta e uma produtividade bovina maior.
De acordo com o Secretário Pedro Nadaf, o fosfato encontrado poderia abastecer o mercado estadual por 700 anos se o consumo se mantivesse estável. “Temos fosfato suficiente para suprir as necessidades locais e até exportar”.
O governador  afirma que a notícia pode dar início a uma outra atividade econômica no Estado, mas que é preciso atentar para a logística. “Temos problemas de logística que devem ser resolvidos para viabilizar a produção e a comercialização deste potencial mineral”.
Ferro – O depósito de ferro descoberto, segundo o estudo realizado, seria maior que a jazida de Carajás, a maior a céu aberto do país com 3 bilhões de toneladas. Pedro Nadaf diz que a quantia encontrada em Mato Grosso, 11,5 bilhões de toneladas, coloca Mato Grosso na segunda posição nacional, ficando atrás apenas de Minas Gerais.
Quanto ao teor de concentração, de 41%, ele é menor do que a do ferro explorado em Carajás, que é em torno de 60% de concentração. Mas, segundo o geólogo Waldemar Abreu, hoje em dia há exploração de ferro com teores de até 30% em todo o mundo, e que isso torna a exploração possível e rentável.
Fonte: A Gazeta
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>Dieta vegetariana gera controvérsias

Posted on fevereiro 11, 2010. Filed under: B12, carne, cálcio, Dieta vegetariana, ferro, nutricionista, suplementação, Vegetariana |

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Praticantes defendem a escolha e nutricionistas dizem que é preciso suplementação e acompanhamento profissional


Algumas pessoas, como Xuxa Meneghel, optam pela dieta vegetariana por necessidade. A apresentadora tem alergia a praticamente todos os tipos de proteína animal e, em função disso optou pelos vegetais. Mas cada um tem uma história diferente para contar. Danilo Catunda de Clodoaldo Pinto, de 31 anos, já foi vegetariano, mas atualmente consome apenas uma alimentação balanceada e saudável. Já a jornalista Rosana Persona não come carne há 19 anos e garante que se sente muito melhor. Com histórias diferenciadas, cada um defende seus conceitos.

A nutricionista Carolina Zuchieri Gondim garante que os vegetarianos que não consomem carne e nenhum tipo de produto derivado de animais como ovos e leite precisam de suplementos alimentares para manter a boa saúde. Já a empresária e nutricionista, Marlete Giroldo acredita que com uma orientação especializada não é necessário o suplemento. “Há diversos alimentos que suprem a carência de vitaminas daqueles daqueles que tiraram a carne do cardápio”.


Assim como todas as dietas, a vegetariana tem o lado positivo e o considerado não muito vantajoso. Marlete diz que a orientação precisa ser redobrada para crianças, idosos, gestantes e adolescentes. A nutricionista explica que cada um tem uma necessidade diferenciada que precisa ser suprida e, em função disso, precisa da orientação para saber o que deve consumir mais para suprir a deficiência gerada naquele momento especial da vida.


É importante esclarecer que há cinco tipos de dietas vegetariana (ver tabela). A pessoa conhecida como vegan é aquele que exclui toda a proteína animal e derivados. Mas os outros tipos fazem algumas concessão. O lado bom é que as estatísticas indicam que pessoas seguindo dietas vegetarianas têm menor incidência de doença cardíaca, câncer e osteoporose.


A American Dietetic Association diz que fatores não relacionados à dieta, como atividade física e abstinência do fumo e álcool tem papel importante no cotidiano de uma pessoa que escolhe ser vegetariano. A dieta sem carne, é claramente um fator que contribui para a redução das taxas de várias doenças degenerativas.


Pesquisadores como Dean Ornish têm obtido bons resultados no tratamento de pacientes cardíacos com dieta vegetariana estrita, exercício físico e programa de redução de estresse. Há também aspectos nutricionais que encorajam o consumo de frutas, vegetais e cereais e a diminuição de carnes e gorduras. Carolina acrescenta que a dieta deve fazer parte de uma lista que inclui ingestão de muita água e exercício físico.


Tanto Carolina como Marlete admitem que para aqueles que seguem a dieta vegetariana há riscos de deficiência de vitamina B12, cálcio e ferro. Carolina aposta na suplementação. Já Marlete prefere suprir a carência de vitaminas com a orientação de um bom nutricionista. “O que mais me preocupa é que muitos optam pela dieta vegetariana apenas para seguir um modismo e isso é muito perigoso”.

Três experiências diferentes


A história de Danilo Catunda de Clodoaldo Pinto, de 31 anos, é um pouco diferente da maioria. Criado em uma família que sempre preferiu a alimentação saudável, ele se tornou vegetariano aos 22 anos, mas manteve a dieta somente por 3 anos. Atualmente come carnes brancas com frequência e deixa as vermelhas para o fim de semana. “Deixei a dieta vegetariana porque me senti excluído”, revela rindo da situação. Ele conta que não buscou orientação de um nutricionista, mas que também não percebeu deficiências de vitaminas no corpo.

Diferente de Danilo que se sentia excluído, a jornalista Rosana Persona que é lactovegetariana há 19 anos, ressalta que nunca viveu nenhum tipo de preconceito. Mesmo convidada para um churrasco aproveita o vinagrete, a mandioca e o arroz e deixa o prato principal de lado. “Na maioria das vezes não como o prato principal, mas saboreio os complementos”.


Rosana conta que sua família é árabe e consumia muito carneiro. “Como sou apaixonada pelos animais nunca gostei de comer carne. Chegou num ponto que decidi que iria tirar esse item da minha alimentação. Desde que me tornei lactovegetariana me sinto muito mais feliz”. Rosana conta que seu prato preferido é arroz, feijão, salada e uma boa farofa de banana. “Também adoro arroz e ovo frito”.


A nutricionista Carolina Zuchieri Gondim explica que a B12, o ferro e o cálcio são as principais vitaminas da carne e é armazenada no corpo por vários meses. Assim, os sintomas de deficiência destas substâncias, que podem ser severos, não aparecem imediatamente após entrar numa dieta vegetariana restrita. Na opinião de Carolina, a atitude de Danilo de manter a dieta por três anos apenas é uma boa forma de desintoxicar o organismo. “Há pessoas que fazem esta opção por 3 ou 6 meses”.


Vegetariana há 10 anos, Cristina Vorzista, de 48 anos conta que optou pela dieta para melhorar sua qualidade de vida. Acima do peso, ela descobriu que os vegetais podiam ajudá-la a emagrecer. “Procurei uma nutricionista e embarquei numa dieta balanceada. Em um ano emagreci 10 quilos. Tudo com muita saúde e disposição. Confesso que no começo senti falta da carne, mas depois me acostumei e hoje sou mais feliz e disposta”. (EP) Fonte: A Gazeta


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