Fifa

>A verdade sobre Cuiabá e a Fifa

Posted on outubro 17, 2010. Filed under: Capital, católico apostólico, CBF, Centro Geodésico da América Latina, Copa do Mundo de 2014, CUIABÁ, estádio Verdão, Fifa, Mato Grosso |

>Por Félix Marques

Para quem não sabe, Cuiabá é a Capital do Estado do Mato Grosso, Brasil, situada no Centro Geodésico da América Latina e geograficamente posicionada na beira de um rio e atrás de um morro como situou Giovanni Melchior Bosco, o padre católico apostólico romano que após ordenar os primeiros salesianos em 1862, em Roma, passou a distribuí-los em missão pelo mundo e a primeira missão para o Brasil foi mandada para Cuiabá, quando o Santo Padre afirmou que os missionários iriam para o fim do mundo na beira de um rio atrás de um morro.
Cuiabá capital de Mato Grosso
Isso indicava o rio Cuiabá e o morro do Santo Antônio na província do Mato Grosso. E Fifa é a Federation Internationale de Football Association, mais conhecida pelo acrônimo Fifa e que congrega todas as associações de futebol do mundo. É essa entidade internacional que promove de 4 em 4 anos a Copa do Mundo em algum país do planeta. Desta feita, a Copa do Mundo de 2014 será realizada no Brasil e com subsedes em várias cidades brasileiras, dentre as quais Cuiabá, Capital do Mato Grosso.
Nesse contexto entendemos que é a nossa cidade quem deveria ser convocada para assumir o compromisso com a Fifa. Todavia, o Estado do Mato Grosso se antecipou e assinou o Termo de Compromisso com a Fifa e o Comitê Organizador no Brasil através da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e se comprometendo a cumprir as metas para evento, usurpando o legítimo direito de Cuiabá e de sua gente. Dessa forma a Capital do Mato Grosso foi extirpada do processo, servindo, apenas, de espaço físico para que a Fifa e o Estado do Mato Grosso implantassem aqui as obras e urbanizações, sem que Cuiabá fosse ouvida ou mesmo convidada para receber as modificações físicas estruturais e projetos de mobilidade urbana.
Estádio Verdão sendo demolido para construção do novo estádio em Cuiabá
Estão considerando que Cuiabá não tem um gerente, não tem alcaide, é uma cidade do sem-fim e sem dono e sem sociedade. Não. Aqui tem dono. Tem sociedade organizada. E nós exigimos respeito. Aqui tem prefeito. Aqui tem uma Câmara de Vereadores atuante. Sendo assim, quem tem que conclamar o mundo para voltar os olhos negros e azuis para Cuiabá é o senhor prefeito Francisco Galindo e não a Agecopa. Quem tem que dar entrevista para o mundo é tão somente o prefeito. Quem tem que apontar as obras que precisamos é o prefeito e a sociedade cuiabana. Quem tem que alertar a Fifa que Cuiabá necessita de uma rede de esgoto para receber o evento é o prefeito municipal. Quem tem que apresentar à Fifa que precisamos construir um esgoto mestre às margens do rio Cuiabá de ponta a ponta do município e nas duas margens e com estação de tratamento de esgoto de espaço em espaço é o prefeito. Quem tem que exigir a urbanização de toda extensão das margens do rio Cuiabá é o prefeito. Quem tem que exigir a canalização e cobertura de todos os córregos que cortam a cidade é o prefeito. Quem tem que exigir que se construa as unidades de mini-hospitais em Cuiabá para atender o evento é o prefeito. Quem tem que apresentar os projetos de melhorias de ruas, praças e avenidas na Capital é o prefeito. Quem tem que apresentar os projetos de reforma, adaptação e modernização das escolas municipais para bem receber o mundo é o prefeito.
Sem esses propósitos administrativos, a Copa do Mundo em Cuiabá vai ser um engodo, uma tapeação sem fim. Vão realizar obras de fachadas, maquiar Cuiabá para realizar o evento e vão embora e o que é pior esbanjando o erário e sugando o povo, quando, na verdade, todas essas melhorias e investimentos são unicamente da Fifa. Ela que é uma das entidades mais ricas do mundo sempre derramou dinheiro por toda parte por onde passou e não será diferente com Cuiabá. Basta cobrar.
Vamos nos organizar para enfrentar esse episódio antes que esse evento se torne um epílogo triste e cubra a nossa cidade com o véu negro da desgraça e do desespero social após a Copa. Como se há de notar, é grave o problema e de suma importância atrair o prefeito e a sociedade cuiabana para a questão que se mostra misteriosa e com previsões catastróficas pós-Copa, já que Cuiabá não vai ter orçamento para administrar a cidade após esse evento esportivo e urge a necessidade de se exigir do Estado e da Fifa provisão orçamentária para pelo menos dez anos após a Copa do Mundo sob pena de empurrar a nossa sociedade para a tragédia da fome, da miséria, da criminalidade generalizada e da desgraça sem fim. Cremos haver razões factuais e jurídicas em profusão para o manejo de actio popularis e ou ação mandamental com o fito de assegurar os direitos da sociedade cuiabana.



Félix Marques é advogado, presidente da Comissão de Defesa do IBDI/SP. E-mail felixmarques@terra.com.br

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>Aeroporto e a Copa

Posted on setembro 10, 2010. Filed under: aeroporto, Agecopa, Copa 2014, Fifa, Infraero |

>Revista semanal trouxe uma entrevista com o todo poderoso secretário executivo da Fifa, o francês Jerôme Valcke. Ele é o cara que gruda no pé de quem estiver pela frente sobre as obras para uma Copa do Mundo.

Na entrevista, ele fala que o Brasil não pode perder um dia sequer na sua programação para a Copa de 2014. Fala ainda que o maior problema do Brasil está nos aeroportos. Num trecho da entrevista diz que “se avaliarmos que algumas dessas cidades-sede não estão conseguindo se preparar a contento, infelizmente elas terão de ser cortadas”.

Os fatos indicam que a Agecopa tem, até agora, feito seu dever de casa. O caso do aeroporto é do governo federal, da Infraero. Aí é que está a preocupação. Tem algo no ar preocupando todo mundo.

Publiquei nesta coluna, em janeiro deste ano, artigo reclamando do aeroporto que serve Cuiabá. Falava que estava uma porcaria o atendimento a quem chegava nos vôos. Mostrava ainda números de passageiros, cargas e serviço postal do aeroporto em comparação com outros do país. Os dados levantados colocavam o aeroporto regional numa posição que deveria merecer mais atenção da Infraero.

A Infraero respondeu ao artigo, que também foi publicado em janeiro, em que ela dizia que estava praticamente tudo resolvido.

Em sua resposta, a Infraero escreveu ainda que o projeto “para o novo aeroporto estava pronto para atender a demanda atual e a Copa de 2014” e que o processo “licitatório estava em andamento”.

Escreveu também que seriam ampliadas todas as áreas do terminal e que se teriam seis pontes de embarques e desembarques. Que o estacionamento seria ampliado, também o pátio de aeronaves e as vias de acesso ao aeroporto. Dizia, por fim, que “a previsão de término das obras é dezembro de 2012”.

Agora se fica sabendo que não se tem ainda licitação da obra. Que as intervenções físicas serão menores do que se falava e que não estariam previstas obras nas vias de acesso. Estavam previstas antes, segundo o comunicado anterior da Infraero.

Será que parte do dinheiro destinado ao nosso aeroporto vai nutrir outros lugares que tem pressão política e eleitoral mais forte? O que de fato está acontecendo? Da parte do estado parece que tudo corre dentro do programado. Brasília e a Infraero é que se colocam de forma dúbia.

Época de eleição é momento de pressão, gente. Se não forem confirmados agora alguns comprometimentos, deveríamos olhar com mais cuidado a ameaça do francês secretário executivo da Fifa.

ALFREDO DA MOTA MENEZES é professor universitário e articulista político.
pox@terra.com.br – site: http://www.alfredomenezes.com

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>Sonhos e falta da sonhos

Posted on julho 17, 2010. Filed under: Copa do Mundo de 2014, CUIABÁ, Dia do Comerciante, Empresários, Fifa, FUTEBOL, Futuro, Mato Grosso, Onofre Ribeiro, Rondonópolis, sonhos, tecnologias |

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Por Onofre Ribeiro
Na quarta-feira desta semana estivem em Rondonópolis para, entre outras coisas, fazer uma palestra na festa de comemoração do Dia do Comerciante, promovida pela Associação Comercial e Industrial da cidade. O tema foi os cenários de desenvolvimento de Mato Grosso no futuro.
A idéia inicial da palestra seria abordar os cenários mais voltados à região Sul, associando-os com o ambiente de desenvolvimento do estado. Mas quando cheguei, as solicitações para a abordagem concentraram-se em dois pontos: o que Rondonópolis pode esperar do futuro, e o que a Copa do Mundo de 2014 poderá trazer para o município. No aspecto da copa, o interesse é impressionante. Fui obrigado a comparar com o interesse de Cuiabá, onde a população está indiferente e parece até mesmo torcer contra. Entre uma e outra posição não há como não perceber que lá a auto-estima é forte, e na capital é baixa.
Os empresários de Rondonópolis têm a consciência de que o futuro depende deles, da sua participação, da sua cobrança aos poderes públicos, da sua interatividade com o município, e mais importante: da sua disposição de participar disso tudo. Outro ponto a favor. Na capital todos estão dispersos e ninguém fala uma língua única. Claro que o ambiente da capital é muito maior, mas a ausência de uma ação unificada, causa caos como esse que vem marcando a capital anos após anos.
No item Copa do Mundo, os rondonopolitanos querem saber até que ponto a região Sul será beneficiada e de que forma. Disse-lhes que um raio aproximado de 500 km no entorno de Cuiabá será atingido diretamente na forma de interesses para negócios antes e pós-copa e na exploração do turismo. A copa não só um monte de jogos de futebol. É um evento que na copa de 2006 na Alemanha, deu à FIFA 7 bilhões e meio de dólares de lucro líquido. Evento é coisa para se ganhar dinheiro. Não tem poesia. Isso explica o futebol a cada copa mais feio e mais sem graça nem arte. É porque o futebol é apenas um detalhe esportivo dentro do evento. O mesmo raciocínio se aplica ao vôlei, ao basquete, ao tênis, ao automobilismo e às olimpíadas mundiais. O esporte serve apenas para puxar dinheiro.
Desse modo, a região Sul com seus enormes potenciais de turismo terão forte atração de turistas e de negócios. São as águas quentes, os esportes radicais, a cidade de pedra, sítios arqueológicos, as serras e a cultura garimpeira com todas as suas nuances de culinária e de vida. Sem falar no turismo rural gerado pelo agronegócio, muito apreciado no mundo.
Se em 2006 33 bilhões de pessoas de 231 países do mundo assistiram às transmissões da copa da Alemanha, usando tecnologias mais antigas, imagine-se dentro de quatro anos como estarão as transmissões e o acesso de espectadores. Regiões como a Sul, o médio-norte, o Pantanal, serão profundamente atingidas pelos desdobramentos da Copa do Mundo de 2014. Mas, de concreto mesmo, queria deixar a observação: em Rondonópolis o futuro parece mais desejado e esperado do que em Cuiabá, onde uma folha que cai levanta desânimo e pessimismo. Que coisa! Parece que só Cuiabá não sonha…!
Onofre Ribeiro – Contato: onofreribeiro@terra.com.br
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>Espanha e Holanda disputarão final inédito nas história da Copa do Mundo

Posted on julho 7, 2010. Filed under: África, Copa 2010, Copa do Mundo, Espanha, Fifa, Holanda |

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A Copa viu nesta quarta-feira algo que parecia improvável no fim da primeira rodada da fase de grupos. Depois de largar na África do Sul com uma derrota surpreendente para a Suíça, a Espanha acumulou forças durante o Mundial e comprovou sua antes decantada capacidade de favorita ao derrotar a então sensação Alemanha por 1 a 0 no estádio Moses Mabhida, em Durban. Puyol fez de cabeça e virou o herói da vitória da Fúria.

  • AFP PHOTO / GABRIEL BOUYS
    Torcedor invadiu o campo logo no início da partida e foi retirado

  • AFP PHOTO / ROBERTO SCHMIDT
    Schweinsteiger não repetiu as boas atuações desta Copa

  • Fabrice Coffrini/AFP
    Puyol subiu mais que a defesa alemã para fazer gol da vitória
  • Ângulo fechado: Aos 6min do 1º tempo, Villa é lançado na área, toca de bico e só não marca graças à saída de gol de Neuer.
    Sem direção: Em pressão no 2º tempo, Iniesta avança na área, mas chuta mal cruzado.
Com a classificação espanhola à final, a Copa conhecerá no próximo domingo um campeão inédito, que se juntará à lista de sete países que já venceram o torneio da Fifa desde sua primeira edição em 1930.
 AFP/PEDRO UGARTE

Puyol celebra gol que colocou a Espanha em sua primeira decisão de Copa
Apesar de bons instantes em Mundiais, os finalistas espanhóis e holandeses jamais abraçaram a maior glória do futebol internacional.
Pelo título, a Espanha apostará no apogeu da melhor geração de jogadores da sua história, que já levará ao duelo contra a Holanda dois feitos históricos dos últimos anos: a conquista da Eurocopa de 2008 e a classificação inédita a uma final de Mundial.
Fica assim pelo caminho a Alemanha e suas três goleadas por quatro gols na Copa. Nesta quarta, os goleadores de Joachim Low não lembraram as atuações dos massacres prévios contra Austrália, Inglaterra e Argentina.
Em campo na semifinal de Durban, a Espanha colocou a bola no chão e dominou a divisão da posse. Esteve mais no ataque, girou pelos dois lados na missão quase impossível de furar a barreira defensiva alemã.
O goleador David Villa lutou, mas era dificilmente acionado. Assim, a alternativa foi a insistência nos chutes de fora com Xabi Alonso, mas sem sucesso.
Atrás, a Espanha poucas vezes teve a meta de Iker Casillas ameaçada. Mas quando a bola chegou, a estrela do Real Madrid mostrou a segurança de que dificilmente algo iria acontecer, justamente como na vitória espanhola sobre a Alemanha na final da Euro de dois anos atrás.
A histórica classificação da Fúria para a final da Copa do Mundo veio no segundo tempo, como poucos imaginavam, pelo alto e não pelo chão como a Fúria gosta de conquistar terreno.
Em jogada digna dos espetáculos recentes do estádio catalão Camp Nou, a dupla do Barcelona Xavi e Puyol apareceu em escanteio para vencer a gigante linha de defensores da Alemanha.
Assim, a Espanha de Vicente del Bosque levará a campo contra a Holanda no próximo domingo toda um retrospecto de grandes times, ídolos e frustrações em Mundiais passados, no jogo mais importante da Fúria em Mundiais desde 1930. Fonte: Uol Esportes
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>Hoje, futebol

Posted on junho 20, 2010. Filed under: África do Sul, Carlos Chagas, Fifa, FUTEBOL, política |

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Por Carlos Chagas
Não dá para resistir à tentação de, por um dia, trocar a política pelo futebol. Iniciativa até profilática, na medida em que determinadas observações sobre o que vai acontecendo nos gramados da África do Sul poderão servir de lição para o que se passa no Congresso, nos partidos e na sucessão presidencial.
Já reparou o leitor que pelo menos até agora estão se classificando os selecionados dos países da América Latina? México, Uruguai, Argentina, Paraguai, Brasil e Chile vão vencendo, ficando apenas Honduras no rol dos perdedores.
Por que? Pode ser que as próximas disputas venham a desmentir essa tentativa de interpretação, mas, por quanto, porque os selecionados referidos são puros. Puros? Sim, sendo todos os craques, sem exceção, cidadãos das próprias nações, mesmo em maioria atuando em clubes estrangeiros. Situação bem diferente de times como França, Inglaterra, Suíça, Alemanha e outras, polvilhadas de jogadores naturalizados cidadãos dos países onde jogam. Não se trata de uma questão de raça nem de cor, mas apenas de raízes. O africano que disputa a copa com camisa diferente daquela de sua terra natal carece de força interna capaz de fazê-lo empenhar-se no limite de sua resistência. Falta-lhe garra. Aliás, esse raciocínio também deve valer para brasileiros bissextos que viraram portugueses, japoneses e alemães por questões comerciais. Jamais se livrarão, os que abandonaram sua cidadania natural, da pecha de mercenários. Pensarão primeiro na própria carreira, até com razão.
Outra observação a registrar situa-se nessa espécie de imperialismo europeu que tem prevalecido nas copas do mundo. Basta ver, nas eliminatórias travadas nos diversos continentes, o número de vagas oferecidas. Para a América do Sul, apenas quatro, mais uma da repescagem. Para a Europa, treze. Como esquecer que até uma ilha perdida entre a Dinamarca e a Suécia entrou na disputa? Sem falar que Gales e Escócia só não se classificaram, junto com a Inglaterra, por fraqueza de seus times, apesar de constituírem a mesma pátria. Está na hora de as Américas reivindicarem mais espaço, assim como a África e até a Ásia. Ou, pelo menos, exigirem a redução dos espaços europeus. Afinal, o fato de terem inventado o futebol não os credencia ao exercício de nenhuma ditadura esportiva.
Quando presidente da Fifa, bem que João Havelange promoveu sensíveis mudanças, a começar pela inclusão da África na competição, mas não conseguiu vencer a organização do imperialismo europeu. Pode ser que o próximo presidente, em 2014, venha de algum país afastado do Velho Mundo.
Tem mais, como adendo. Há países europeus, até mais de um, nos oito grupos que disputam a copa. Faltam latino-americanos em três.
Antes da partida final, não vamos cometer a ingenuidade de supor os europeus fora da conquista da taça. Falta muito jogo. Mas, ao menos até agora, qual o continente que mais se destaca? Por coincidência o mais prejudicado, apesar de estar apresentando o melhor futebol.
Bem que alguns partidos políticos de nossa atualidade poderiam organizar-se para superar a prevalência do PMDB, por disporem de doutrina, ideologia e objetivos muito superiores à atual federação de interesses pessoais em que se transformou o maior partido nacional. Possível sempre será. Fonte: www.claudiohumberto.com.br
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>Síntese econômica: A Anatel prevê que em 2013 o Brasil tenha 300 milhões de celulares

Posted on maio 21, 2010. Filed under: Agecopa, Anatel, Caixa Econômica Federal, Fifa, Hotel, Negócios, penhor, Síntese econômica, SulAmérica |

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  • Reservas

Hotéis e pousadas situados em um raio de até 300 km de Cuiabá podem se cadastrar na Agecopa para se habilitar a fornecer acomodações para a Fifa durante a Copa de 2014. Depois de cadastrado, o hotel ou pousada poderá firmar um contrato com a Match (empresa ligada à Fifa) e garantir o número de quartos e estimativa de preços para o período.

  • Milho

A falta de chuva este ano poderá trazer riscos à produção de milho em Mato Grosso. A estiagem já fez com que o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisse para baixo alguns números. A produtividade este ano já está comprometida e o balanço de abril aponta para 72 sacas por hectare, o que corresponde a 14% a menos que as 84 sacas/ha colhidas em 2009.

  • Dívida pública

O estoque da dívida pública federal aumentou 6,02% no mês de abril totalizando R$ 1,585 trilhão, de acordo com o Tesouro Nacional. A maior parte é composta pela dívida mobiliária (títulos em poder do público) que aumentou de R$ 1,438 trilhão, em março, para R$ 1,492,91, em abril, com evolução de 6,61%.

  • Celulares

A Anatel prevê que em 2013 o Brasil tenha 300 milhões de celulares. Em 2009, o número foi de 175 milhões e a expectativa é atingir este ano 190 milhões de linhas. O crescimento é motivado pela competitividade no setor, como a portabilidade numérica, que permite que o cliente mude de operadora sem trocar de número.

  • Negócios

A Sul América Seguro Saúde, controlada da SulAmérica, fechou nesta quinta-feira (20) a compra de 49,92% do capital social da Brasilsaúde detido pelo BB Seguros, pelo preço de R$ 28,4 milhões. Com a aquisição, a SulAmérica reforça sua posição nos segmentos de saúde e odontologia, com uma carteira de 1,8 milhão de membros.

  • Penhor

A Caixa Econômica Federal dobrou de R$ 50 mil para R$ 100 mil o limite máximo por cliente para os empréstimos sob penhor. A alteração de limite tornará o penhor ainda mais atrativo. Esta linha de crédito é a mais antiga da CEF e emprestou R$ 1,896 bilhão de janeiro a abril deste ano, aumento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2009. Fonte: A Gazeta

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>Fifa visita Cuiabá e recebe garantia que prazos serão cumpridos para Copa 2014

Posted on maio 14, 2010. Filed under: aeroporto, COL, Copa 2014, Copa das Confederações, Copa do Pantanal, Fifa, Infraero, Mobilidade Urbana |

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A sede da Copa do Pantanal está cumprindo rigorosamente todos os compromissos e prazos estabelecidos pela FIFA para a realização da Copa 2014. A garantia foi dada esta manhã pelos diretores e técnicos da Agecopa aos arquitetos do Comitê Organizador Local (COL), órgão que fiscaliza em nome da FIFA os trabalhos desenvolvidos pelas doze sedes brasileiras.
Equipe da Fifa em visita a obra do Verdão em Cuiabá

As obras de construção da Arena Multiuso – Novo Verdão começaram no dia 26 de abril, oito dias antes do prazo final (3 de maio) e prosseguem em ritmo acelerado. A demolição do antigo estádio deve ser concluída em um mês, segundo estimativa do consórcio Santa Bárbara /Mendes Júnior. Paralelamente à principal obra física para a Copa 2014, estão sendo projetados os dois Centros de Treinamento, o Fan Park (espaço adequado para grandes públicos assistirem aos jogos) e a ampliação do aeroporto Marechal Rondon, a cargo do governo federal por meio da Infraero.
A Agecopa também já finalizou os projetos das principais intervenções no sistema viário por intermédio do Plano de Mobilidade Urbana. Os projetos que incluem a construção de viadutos, trincheiras, duplicação ou alargamento de pistas, pontes e os dois corredores exclusivos para ônibus, BRTs (Bus Rapid Transit) vão garantir mais qualidade no transporte coletivo e individual, facilitando o deslocamento da população e visitantes durante e depois da Copa.
Parte destas obras devem ficar a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, órgão do Ministério dos Transportes, já que estão localizadas nas rodovias federais BR-163, 364 e 070, nos trechos em que elas cortam o perímetro urbano sobrepondo-se às avenidas Fernando Corrêa, Miguel Sutil e FEB, respectivamente.
Vistoria: A equipe do Departamento de Estádios do Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014 visitou esta manhã o canteiro de obras da nova Arena. Os arquitetos Carlos De La Corte e Tiago Pelakauskas e o engenheiro Fábio Carvalho vistoriaram a obra e checaram o cumprimento do cronograma dos trabalhos que devem estar concluídos em dezembro de 2012, a tempo de Cuiabá se candidatar a sede da Copa das Confederações em 2013. A vistoria técnica dos estádios brasileiros começou no dia 5 de maio em São Paulo e será concluída no dia 20 de maio, em Salvador.
Carlos de La Corte defendeu tese de doutorado sobre os estádios brasileiros, comparando-os com estádios europeus desde a década de 80 até o ano 2000. Ainda recém-formado se filiou à Iaks (The International Association for Sports and Leisure Facilities), a principal organização internacional dedicada a instalações esportivas e recreativas. O arquiteto é hoje o principal avaliador de estádios a serviço da FIFA, que receberá relatórios detalhados sobre a situação das obras em cada cidade-sede. (Assessoria).
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>Fifa visita Cuiabá para vistoriar as obras no "Novo Verdão"

Posted on maio 13, 2010. Filed under: COL, Copa 2014, Copa do Pantanal, Fifa, FUTEBOL, Verdão |

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Desenho da arena do novo estádio Verdão para Copa de 2014
A Fifa, através do COL, Comitê Organizador Local, da Copa 2014 de futebol, visita nesta quinta-feira, 13 de maio, as obras de remoção e reconstrução no novo estádio Verdão em Cuiabá, a sede da Copa do Pantanal.

A imprensa poderá registrar a visita, mas o arquiteto Carlos De La Corte e demais integrantes do Departamento de Estádios não prestarão declarações à imprensa. Esta é uma norma da Fifa que vem sendo aplicada em todas as cidades-sedes visitadas.

O período de vistoria técnica dos estádios e também de avaliação do cronograma de obras em cada uma das 12 sedes começou no dia 5 em São Paulo e encerrará no dia 20 de maio, em Salvador.

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>Cuiabá não quer só estádio

Posted on maio 4, 2010. Filed under: Copa do Mundo, CUIABÁ, estádio, Fifa |

>O Jornal A Gazeta publicou no seu editorial na edição de 4 de maio de 2010, o texto abaixo que fazemos questão de reproduzir aqui devida sua oportuna reivindicação. Confira a seguir:

Cumprindo os prazos estipulados pela Fifa, e, iniciado o “desmonte” do Verdão, começa para valer a contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2014. A partir de agora são 968 dias para a entrega da Arena Multiuso, bem como todas as melhorias necessárias para a capital mato-grossense sediar o evento mais importante do planeta. Nada ocupa tanto espaço na mídia por tanto tempo e gera tantos recursos, empregos, modernidade. A Copa das Confederações, pleiteada por Cuiabá, acontece exatamente um ano antes do Mundial, por isso a necessidade de não errar.

O secretário geral da Fifa, Jerome Valcke, disse com todas as letras, na segunda-feira, que o Brasil está muito atrasado e que a organização do Mundial está sendo fraca. O secretário reclamou muito do atraso nas obras dos estádios brasileiros. “Os prazos já estouraram e o Brasil não está no caminho certo,” disse Valcke. A bronca não parou por aí: ” Não adianta mandar carta e não fazer nada. É hora de agir”, disparou o dirigente, que não tem papas na língua e deixou as 12 capitais em polvorosa. Para Valcke, apesar de a África do Sul ser mais criticada, está sendo muito difícil a organização da Copa do Mundo de 2014, num recado direto aos nossos governantes.

O problema é que as 12 cidades, sem exceção, inclusive Cuiabá, estão patinando em obras muito mais complicadas. O Morumbi corre sim o sério risco de ficar de fora devido à falta de acessibilidade. O “supermetrô” ficou só na conversa. Em Cuiabá, há um sério risco do Comitê Organizador Local ser desaprovado pela população, caso não sejam implementadas contra o relógio, ou seja, para ontem, as obras que garantam as melhorias necessárias, principalmente na saúde e transporte público de massa.

O que se tem ouvido nos corredores oficiais é que o comando da Agecopa estaria preocupado apenas com a construção do estádio e seu entorno, sem levar em conta as necessidades e exigências da Fifa, como o Fanpark – já designado para o Parque de Exposições, que vai para a Lagoa Trevisan – e os mais de 30 projetos de trânsito, que incluem viadutos e vias alternativas para o período das obras.

A população de Cuiabá não quer e não aceita apenas a construção de um novo estádio, ela carece de atenção em todos os setores, mas caso essas obras emergenciais não sejam administradas pela Agecopa, a cidade não vai suportar esse caos anunciado, e os dirigentes da Agecopa, com certeza, também não.

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>Obras no novo estádio verdão começam a tomar corpo

Posted on maio 3, 2010. Filed under: Copa de 2014, estádio Verdão, Fifa, Verdão |

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O canteiro de obras vai ser instalado no complexo do Verdão. Depois do início dos trabalhos de topografia, limpeza, cerca e retirada das cadeiras, no dia 26 de abril, a construção do novo estádio Verdão terá mais uma etapa importante hoje, segunda-feira (03.05), data em que termina o prazo dado pela Fifa para o início das obras das novas arenas. Começaram a chegar, esta manhã, as máquinas que trabalharão na demolição, aterramento e levantamento do estádio que sediará jogos na Copa de 2014. 

 Projeto da nova arena do Verdão

O primeiro equipamento a chegar foi um trator de esteira com picão. A máquina estava posicionada, esta manhã, dentro do pátio calçado, em frente às cabines de imprensa. “Os trabalhos começarão assim que for liberado o alvará da prefeitura, ainda nesta segunda-feira. Portanto, as máquinas ficarão paradas aguardando a licença”, informou a assessoria de imprensa da Agecopa (Agência Executora das Obras da Copa do Mundo no Pantanal).
Enquanto uma máquina com esteira era posicionada no estádio, mais três estavam à caminho de Cuiabá em uma carreta de transporte especial. “Estes tratores já estão chegando e a previsão é de que entrem por volta das 14 horas no Verdão”, informou a assessoria da Agecopa.
De acordo com o cronograma de obras informado pela Agecopa, os equipamentos da cabine de imprensa e todas as cadeiras já foram retiradas do estádio, bem como já teve início a afixação dos mourões para instalação da cerca no entorno do estádio que não será construído exatamente sobre o velho Verdão. Sua área vai englobar parte do estacionamento, trecho do antigo estádio e uma espaço próximo ao ginásio Aecim Tocantins. Aproximadamente 60% das arquibancadas descobertas serão convertidos em aterro para o fosso do atual estádio.
A assessoria da Agecopa informou ao Copa no Pantanal (copanopantanal.com.br) que ainda esta semana, será feita a desmontagem da cobertura. Na prática, a demolição deve começar a partir da próxima semana. De acordo com a Agecopa, os trabalhos estão à todo vapor e rigorosamente dentro do prazo determinado pela Fifa.

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