financiamento

>Cartão de Crédito na Mão

Posted on março 28, 2010. Filed under: Cartão de Crédito, dinheiro, financiamento |

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Cartão de crédito na mão é vendaval na vida de um sonhador. Quanta gente aí se engana e cai da cama com toda a ilusão que sonhou. E a grandeza se desfaz. Mas é preciso viver, e viver não é brincadeira, não. Da música do Paulinho da viola troquei o “dinheiro na mão” por “cartão de crédito na mão” para ilustrar a mudança de que hoje em dia quem tem dinheiro na mão fica com dó de gastar, mas já com o cartão magnético a situação muda e, facilmente, lá se vai o dinheiro como num vendaval.

Quantas vezes fazemos compromissos com nós mesmos, dizendo: – Este mês nada de gastar além do programado. E quando menos esperamos estamos diante da visão tentadora do objeto desejado. Ele brilha e reflete dentro de nós a vontade irrefreável. Qual o valor? Diz o vendedor – somente uma ninharia. É muito, pensamos, mas aí vem a frase mortal: – Fazemos em 6 vezes no cartão. Já fisgou.

Aconteceu com um cliente meu. O seu laptop ainda teria uns dois anos de condições para atender às suas necessidades. E no seu projeto de independência financeira todo dinheiro que economiza vai para investir. Mas chegou o dia fatal. Como se no íntimo ele já previsse que isso iria ocorrer, foi atraído pela presença dele. O novíssimo e atualíssimo notebook. Com todas as novidades atraentes. Windows, câmera e filmadora acoplada, mouse vira calculadora. “Ai! Quatro mil reais é muito”.

A frase fatal chegou da voz suave e melodiosa da atendente – Faço em seis vezes no cartão, a ainda você leva isso e aquilo de brinde. Foi a glória e a morte ao mesmo tempo. Enquanto voltava para casa sorria e chorava com o novo notebook na mão. É quase impossível hoje resistir à enxurrada de propagandas atrativas. Tudo é preparado para convencer os consumidores de que com as prestações se pode tudo. Além disso, são tantos os desejos – disfarçados de necessidades – que se transformam em uma roleta russa. Qual é a bala da vez?

O meu cliente nunca teria coragem de sacar do bolso quatro mil reais, mas passar o cartão numa maquininha e receber um boleto com as inscrições: “em 6 parcelas – financiamento pela loja”. Ora, foi aí que quatro mil viraram 666 reais. O novo valor é mensal, mas traz a mesma sensação de ter ganho um desconto grande. Como na música do Paulinho da viola: “Viver não é brincadeira, não”. E a grandeza se desfaz na vida de um sonhador. Justamente quando mais se quer economizar caímos em armadilhas, tão irresistíveis que, depois se cai da cama com toda ilusão que sonhou. Os resultados financeiros são frutos de como ganhamos, como gastamos e como investimos nosso dinheiro. Frequentemente damos muita importância ao quanto ganhamos e descuidamos dos gastos e de investir.

Pense nisso, mas pense agora!

Fonte: A Gazeta

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>Banco do Brasil tem 1 bilhão de Reais para financiar produtor de MT, porém 80% dos pedidos são indeferidos

Posted on janeiro 29, 2010. Filed under: agrário, agrícola, agronegócio, Banco do Brasil, CCIR, financiamento, INCRA, Mato Grosso, safra |

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Famato
Na pauta da reunião com o gerente do BB o financiamento da safra

O gerente de Agronegócio do Banco do Brasil em Mato Grosso, José Rui de Medeiros confirmou que a instituição está com o montante de um bilhão de reais pronto para ser liberado para o financiamento da safra agrícola no Estado, no entanto 80% dos produtores que apresentaram propostas junto ao banco tiveram seus pedidos indeferidos por conta do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR).

Ao procurar a agencia bancaria em busca do financiamento, o produtor constata que sua propriedade está classificada como improdutiva, ou seja, não está atendo as normas dos índices de produtividade exigidos pelo Incra que são 80% do Grau de Utilização da Terra) GUT) e 100% do Grau de Eficiência de Utilização (GEU).

Para resolver é preciso que o produtor atualize seu cadastro junto ao Instituto de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), no entanto ao fazer isso ele se depara outro problema. Pra a fazer a atualização de áreas acima de 500 hectares é preciso apresentar o planta e memorial descritiva georeferenciada, ou seja, terá que fazer o georeferenciamento da propriedade, processo que demando tempo e custo.

Preocupada com a situação, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), reuniu-se ontem (28) com o gerente de negócio do Banco do Brasil José Rui de Medeiros e com o superintendente do Incra no estado, Willian Cesar Sampaio, em busca de uma solução para o problema.

“Este é mais um entrave jurídico que prejudica o produtor e compromete o setor e a economia do Estado. Precisamos encontrar, com urgência, uma forma de para resolver a questão e permitir que o produtor acesse recursos que estão disponíveis no Banco do Brasil” disse o diretor secretário de Federação Valdir Correa.

No entanto, Sampaio deixou claro que a superintendência estadual segue a legislação nacional e que o problema terá que discutido com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Incra.

O assunto voltará a ser discutido na próxima semana em audiência com o Ministro do Desenvolvimento Agrário, da qual deverão participar o presidente da Famato, Rui Prado e o governador do estado Blairo Maggi. Fonte: Diário de Cuiabá

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>Cooperativa aumentará recursos para safra 2009/10 em 58%

Posted on julho 18, 2009. Filed under: agropecuário, Cooperativa, crédito, financiamento, sicred |

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Assim como os bancos oficiais as cooperativas de crédito apostam no setor agropecuário e lançam linhas de financiamento para a safra 2009/10. O Sistema de Crédito Cooperativo de Mato Grosso (Sicredi-MT) anunciou a liberação de R$ 541 milhões para custeio, investimentos e comercialização para o Plano Safra 2009/10, um crescimento de 58% em relação ao plano 2008/09. Em 2008/2009 foram liberados R$ 342.777.239, sendo R$ 245.607.657, das linhas de crédito rural do governo e R$ 97.169.582, das linhas de crédito de custeio com recursos captados em dólar.

De acordo com Marcos Ussit, consultor de Negócios do Sicredi-MT, os recursos já liberado pode ser aplicado na compra antecipadas de insumos. “Nestes casos a economia pode chegar de 15% a 30%, sendo que só esse desconto já cobre os juros da operação”, informou. “O associado do Sicredi é, em sua maioria, mini, pequeno e médio produtor que tem mais dificuldade de acesso aos créditos liberados pelos bancos e outras instituições financeiras. O sistema de cooperativismo tem a cara deles pois é a união de esforços”.

Acesso – Para ter acesso às linhas de crédito oferecidas pelo Sicredi o produtor precisa ser um associado. Cada operação pede um tipo de garantia que não difere muito do que se faz nos bancos. “Para o custeio, que tem prazos curtos, o produtor faz o penhor da própria safra como garantia. Em prazos mais longos os bens financiados ficam como garantia e há outras complementares como a hipoteca da propriedade. Também utilizamos o sistema de aval porque o contato próximo entre os associados permite isso”.

Inadimplência – Segundo o consultor de Negócios esta aproximação entre os cooperados dificulta também a inadimplência. O índice no Sicredi, com base em maio de 2009, foi de 3,48%. Já a média do mercado financeiro, segundo fonte da Serasa é de 5,9% se forem excluídas as participações das financeiras que normalmente apresentam índices de inadimplência maiores que dos bancos. “Se agregarmos os números das financeiras, a média do mercado sobre para 8,7%, segundo a Serasa, na mesma base de maio”.

Este ano o Sicredi tem tem incentivado a captação de poupança, gerando recursos que serão destinados aos seus associados para custeio, comercialização e investimento no setor agropecuário. “A caderneta de poupança do Sicredi é uma das fortes aliados do campo já que 70% dos recursos são revertidos como fonte para financiamento do setor agropecuário, destacou o presidente da Central Sicredi MT, PA e RO, João Carlos Spenthof.

Em Mato Grosso – O Sicredi está presente em 104 cidades, cobrindo 74% dos municípios do Estado, sendo que em 27 é a única instituição financeira. Possui 15 cooperativas e 122 pontos de atendimento. Encerrou 2008 com 137.789 mil associados no Estado, em torno de R$ 998 milhões em operações de crédito, R$ 270 milhões de patrimônio líquido e assegurou pouco mais de R$ 36 milhões de sobras para seus associados. “Esse é um dos grandes diferenciais do sistema de Crédito Cooperativo. Em um banco convencional esse seria o lucro da instituição. No Sicredi, esse valor é revertido aos seus associados, que são donos do negócio”, frisou João Carlos.

As cooperativas de crédito de Mato Grosso representam em torno 15% do mercado financeiro do estado. De acordo com a Organização das Cooperativas Brasileiras – Mato Grosso (OCB-MT), o Estado possui 35 cooperativas de crédito registradas, com 147 mil cooperados e gera 1.470 empregos diretos.

Fonte: A Gazeta

Maria Angélica de Moraes
Da Redação

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