florestal

>As razões para Marina Silva sair do governo Lula

Posted on maio 27, 2010. Filed under: Blairo Maggi, desmatamento, florestal, Marina Silva, Mato Grosso, Meio Ambiente |

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A pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, falou ontem sobre a operação da Polícia Federal que prendeu assessores do ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi por desmatamento ilegal. Marina lembrou que foram as pressões de Blairo e dos ministros Reinhold Stephanes (Agricultura) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) que a levaram a deixar o governo.
— Maggi fez toda aquela disputa comigo, junto com o ministro Mangabeira Unger e o ministro da Agricultura. Eles se colocaram contra mim de tal forma, querendo revogar medidas de combate ao desmatamento, a ponto de eu sair do governo. Dois anos se passaram e agora a PF mostra que eu estava inteiramente correta. O governador estava fazendo discurso pseudoambientalista e, na prática, destruía florestas.
Segundo a ex-ministra, por pouco o presidente Lula não atendeu a Blairo, que queria revogar as medidas que proibiam o desmatamento:
— Ele (Blairo) se colocou contrário aos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, queria que Lula revogasse as medidas, e por pouco ele não revogou. Naquela hora saí. As pessoas disseram: “A senadora está sendo inflexível”. Se eu não tivesse saído, Lula talvez tivesse revogado as medidas com a pressão dos governadores, de Mangabeira e Stephanes.
Blairo teve uma conversa telefônica gravada pela PF na qual intercede, junto a um dirigente da Secretaria de Meio Ambiente, por processos administrativos que estavam “enrolados” no órgão. “Anota dois protocolos aí, para você me dar uma resposta porque esse trem tá enrolado”, pediu Blairo, em janeiro, ao então secretário adjunto de Mudanças Climáticas, Alex Marega, um dos presos na Operação Jurupari, que investiga crimes ambientais em MT.
O delegado federal Franco Perazzoni relata quatro processos em que Marega teve atuação “ativa e irregular”.
A PF prendeu ainda o ex-secretário de Meio Ambiente Luís Henrique Daldegan e o ex-secretário adjunto de Gestão Florestal Afrânio Migliari. A Justiça, porém, mandou soltar 38 dos 91 presos. Blairo negou interferência na Secretaria de Meio Ambiente e disse que, em nenhum momento, a conversa “configura solicitação de privilégios”. Fonte: Blog do Noblat
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>Vem ai o Promadeira 2010, a feira do setor de base florestal da região da Madeira Tropical

Posted on fevereiro 25, 2010. Filed under: CUIABÁ, desenvolvimento sustentável, florestal, Madeira Tropical, Promadeira, Sinop |

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O que é o Promadeira?
Promadeira é a feira do setor de base florestal da região da Madeira Tropical.

Qual o foco do Promadeira 2010?

“O foco desta edição será apresentar a sustentabilidade de um novo setor que vem se preocupando com o meio ambiente e fazendo a lição de casa de maneira correta”, afirmou o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso, José Eduardo Pinto, e coordenador do Promadeira que é a feira do setor de base florestal da região da Madeira Tropical, na noite dessa quarta-feira (25), na Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT).

A 7ª edição da Feira Internacional da Madeira, Máquinas e Equipamentos e o 3º Salão de Móveis, Decoração e Artesanato, do Promadeira 2010, será realizada de 25 a 28 de agosto em Sinop (500 km de Cuiabá). Em Mato Grosso, desde 1998 o evento possibilita a geração e fomento de negócios, qualificação e atualização tecnológica, com a participação de empresas de todo o país e do mundo.

Para João Carlos Baldasso, presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (CIPEM) o novo setor tem um futuro promissor no estado “Estamos aqui para mostrar o novo setor de base florestal de Mato Grosso, um setor com futuro promissor, que hoje já maneja 2,6 milhões de hectares de floresta de forma sustentável e tem a meta de manejar seis milhões de hectares, prestando um serviço ambiental à sociedade”, declarou.

Desde 1998, mais de 25 mil pessoas visitaram as feiras realizadas nos municípios de Cuiabá e Sinop. Cerca de 500 empresas de todo o Brasil, entre indústrias de máquinas, equipamentos, insumos, madeireiros e moveleiros, participaram das exposições. Para a edição de 2010, a organização pretende ampliar ainda mais o evento e consolidá-lo no calendário mundial.

Diferente das edições anteriores, neste ano a feira além de ter como objetivo principal o desenvolvimento sustentável, incluiu na programação o Leilão de Madeiras e shows nacionais, que terão renda total destinadas aos Hospitais de Câncer de Cuiabá e Barretos.

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>Governo federal perderá R$ 10 bi com anistia a desmatador

Posted on dezembro 11, 2009. Filed under: anistia, Bolsa-Família, CNA, desmatador, florestal, Governo Federal, Ibama, Mais Ambiente, ruralistas, similar |

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Meio Ambiente diz que medida não estava prevista em acordo com Agricultura

Decisão foi incluída em programa que também adia punição a produtor rural com desmate ilegal; “Vou pedir para mudar” diz Minc


Vista aérea de desmate no Pará, com castanheira derrubada

Além de adiar até 2012 a punição de proprietários rurais que desrespeitaram o limite de corte de vegetação nativa em suas terras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu suspender a cobrança de multas aplicadas aos desmatadores que passarem a cumprir a lei. O valor da anistia é estimado em R$ 10 bilhões e é similar à despesa anual do Bolsa Família.

O cálculo foi feito com base nas multas aplicadas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). O instituto cobra cerca de R$ 13 bilhões em multas, e a maior parte delas pune desmate ilegal.

A anistia faz parte do programa Mais Ambiente, criado por decreto presidencial a ser publicado na edição de hoje do “Diário Oficial da União”.

O programa é a resposta de Lula à pressão de ruralistas, que resistiam a cumprir a exigência de registro da área de reserva legal de suas propriedades. A reserva varia entre 20% e 80% do tamanho da propriedade, dependendo da região do país. Na Amazônia é de 80%.

As punições deveriam ter entrado em vigor no ano passado. Decreto presidencial já havia adiado o prazo em um ano. Amanhã, o diário oficial dará mais tempo aos ruralistas.

Até junho de 2011, não haverá nenhuma punição. A partir daí, o decreto ainda prevê prazo de até um ano e quatro meses para a notificação dos infratores e a adesão ao programa de regularização. Só depois haverá cobrança de multas diárias de até R$ 500 por hectare de terra desmatada ilegalmente.

A intenção do decreto é abrir caminho para que proprietários de terra do país comecem a cumprir o que diz o Código Florestal, desde 1965. Segundo a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), mais de 90% dos produtores não registraram a reserva legal porque não detêm mais áreas equivalentes de vegetação nativa em suas propriedades.

Os ruralistas pressionavam pelo fim da exigência da reserva legal. O ministro Reinhold Stephanes defendia adiar todo o decreto de punição de crimes ambientais por dois anos. Os ambientalistas resistiam. A decisão final de Lula foi tomada em reunião anteontem à noite.

Verdade inconveniente

Ontem, ao tomar conhecimento de detalhes do decreto lidos pela assessoria da Casa Civil à Folha, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) reagiu à anistia aos produtores multados. “Se for isso, vou pedir para mudar, o acordo não era esse, isso vai ter de ser corrigido.”

Segundo a Casa Civil, ao firmar compromisso de recompor a reserva legal ou compensar o desmatamento, o proprietário rural “terá suspensa a cobrança de multas aplicadas” em várias situações de desmatamento, e não apenas a falta de registro da reserva legal.

Minc defendeu as demais facilidades aos proprietários que aceitem regularizar suas terras. “É desagradável adiar, mas a verdade inconveniente é que não se cumpria a lei no país.” Procurado pela Folha, Stephanes disse que só se manifestará após a publicação do decreto.

O combate ao desmatamento responde pela principal parcela da meta de corte das emissões de gases de efeito estufa do país. A meta só aguarda a sanção de Lula para virar lei.

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>Maggi quer área florestal consolidada

Posted on novembro 20, 2009. Filed under: Aécio, Ahmadinejad, Blairo Maggi, Copenhague, florestal, Sponholz |

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GOV. BLAIRO MAGGI

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O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), é a favor que a nova legislação ambiental preserve os direitos dos agricultores que estavam dentro da lei na época em que derrubaram 50% da mata na zona de transição entre floresta e cerrado. Maggi criticou a insegurança jurídica na área ambiental e propôs que as decisões em relação aos zoneamentos sejam tomadas com base em dados da Embrapa. Sobre a compensação na reposição florestal, o governador afirmou que possui duas propostas. A primeira é que a compensação possa ser feita no Estado, sem necessidade de ser a mesma bacia hidrográfica. A segunda diz respeito às áreas de cerrado, onde no mínimo 20% da reposição florestal devem ser feitos dentro da propriedade. Para ele, “é um loucura tirar uma área que produz alimento para plantar cerrado”.

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Sarney recebe Ahmadinejad 2ª feira

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PRES. MAHMOUD AHMADINEJAD

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O presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), receberá na próxima segunda (23) o presidente da República Islâmica do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ahmadinejad visita o Brasil poucos dias depois do presidente de Israel, Shimon Peres. Outro chefe de Estado fará uma visita de cortesia ao presidente do Senado na próxima semana. Na terça (24) será a vez do presidente da República Tcheca, Václav Klaus.

Bandidão ficará longo período no Brasil

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CESARE BATTISTI

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Em razão do recesso no Judiciário, a “análise” prévia do Ministério da Justiça e a demora para a publicação do acórdão da decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a extradição do terrorista Cesare Battisti, o italiano pode ter uma longa sobrevida no Brasil. A expectativa é de que Lula se decida apenas em fevereiro.

Fernando Henrique, o sociólogo
da interação social concreta

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Na densa produção intelectual de FHC, nenhuma o satisfaz mais do que uma pesquisa realizada no sul do país no início da década de 60. Leva o título de Capitalismo e escravidão no Brasil Meridional: o negro na sociedade escravocrata do Rio Grande do Sul. É um livro de 339 páginas lançado em 1962 pela editora Difusão Européia. Era a tese que fez FHC doutor, em 1961, pela Filosofia da USP. Na sinopse que apresenta o livro em seu site, o autor explica que o texto “reconstrói a totalidade social concreta que resultou da interação entre senhores e escravos na sociedade gaúcha”. O livro teve mais duas edições – em 1977 e em 2003. No site www.estantevirtual.com.br, a obra de FHC ainda pode ser encontrado em 36 sebos de seis Estados diferentes – 15 deles só em São Paulo. Dá uma boa idéia teórica do pensamento de FHC, até a “interação social concreta” praticada por ele em 1988 com sua empregada Maria Helena Pereira, uma negra formosa que deu ao então senador um filho, Leonardo.

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Fotografia é história
Eduardo x Sabrina
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Senador Eduardo Suplicy novamente entrevistado por Sabrina Sato. Anteontem, quarta-feira.
Como foiA jeitosa japonesinha Sabrina Sato descobriu maneira peculiar de produzir peças televisivas sobre o Congresso para um programa de tevê do qual é estrela. Os fotógrafos ficamos de olho quando ela aparece por lá para suas entrevistas porque quase sempre têm resultado surpreendente. Há três semanas, deixou o senador paulista Eduardo Suplicy numa tremenda saia justa, ao oferecer-lhe um cuecão vermelho, que o parlamentar vestiu e desfilou. Resultou o maior rebú. Dessa vez o reencontro de Suplicy com as câmaras de Sabrina não rendeu tanto frisson. Ele limitou-se a cantarolar alguns trechos da música preferida do presidente Lula, “A triste partida”, de autoria do poeta cearense Patativa do Assaré. Orlando Brito.

Aécio cobra definição sobre candidatura

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GOV. AÉCIO NEVES

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O governador de Minas, Aécio Neves, voltou nesta quinta (19) a cobrar uma definição do candidato tucano à Presidência em dezembro deste ano ou no máximo em janeiro de 2010. Segundo ele, os entendimentos regionais, estaduais podem ser prejudicados com a demora, já que eles dependem do apoio “do eventual candidato à presidente da República”. Aécio disputa a indicação do partido com o governador de São Paulo, José Serra. Ele voltou a afirmar que após janeiro, caso não consiga se viabilizar como candidato à Presidência, irá se dedicar “muito e profundamente” à sua sucessão em Minas Gerais.

Lula decidirá sozinho sobre o terrorista

Orlando Brito
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MIN. TARSO GENRO

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O ministro Tarso Genro (Justiça) disse nesta quinta (19) que o presidente Lula vai decidir “sozinho” sobre a extradição do ex-terrorista italiano Cesare Battisti. Ele também afirmou que não há prazo para a análise do presidente sobre o caso que pode ser favorável ou não à extradição do italiano decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar de não revelar a posição de Lula, o ministro disse esperar que o presidente decida com base em sua visão “humanitária”, podendo encontrar saída jurídica para abrigar Battisti no Brasil. O ministro ainda afirmou que o Brasil tem “orgulho” de ser um destino de refugiados políticos que foram perseguidos em seus países de origem –por isso defende que Battisti fique no país.

Cristovam pede ‘ação’ em Copenhague

Orlando Brito
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SEN. CRISTOVAM BUARQUE

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O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) fez nesta quinta (19) um apelo ao presidente Lula para que adote uma posição de vanguarda durante a Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15), na Dinamarca, que acontecerá em dezembro. Para Cristovam, os compromissos voluntários assumidos pelo governo brasileiro de redução das emissões de gases geradores do efeito estufa, bem como de diminuição do desmatamento na Amazônia, não são suficientes para conter a tragédia ambiental planetária. Cristovam pediu ainda a Lula que participe da conferência “como um ideólogo propondo um modelo novo para a civilização, onde o consumo será limitado, de acordo com as restrições ecológicas”.

‘STF lavou as mãos no caso Battisti’

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SEN. DEMÓSTENES TORRES

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O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) criticou a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de que cabe ao presidente Lula decidir se vai cumprir ou não a extradição do ex-terrorista Cesare Battisti. Para Demóstenes, “a Suprema Corte lavou as mãos e se desmoralizou” ao deixar o caso na mão do Executivo. O senador disse que o STF não pode ficar com a pecha de que cede a pressões de outro poder e acrescentou que, com a decisão tomada, foi como se o tribunal tivesse rasgado o Estatuto do Estrangeiro. Ele reforçou ainda que o STF não pode se comportar como um órgão consultivo.

Mercadante critica falta de fiscalização
nas obras em São Paulo

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SEN. ALOIZIO MERCADANTE

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Em discurso no Plenário do Senado, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse nesta quinta (19) que há um problema grave de fiscalização nas obras em São Paulo. Ao comentar sobre a queda de três vigas de sustentação do viaduto em construção do trecho sul do Rodoanel de São Paulo, na última sexta (13), o senador informou que os Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 72 irregularidades na obra, que vão desde a alteração de métodos construtivos até a troca de areia por brita. Todas essas alterações, disse o senador, teriam o objetivo de reduzir custos e antecipar a conclusão da obra em 14 meses, para inaugurá-la no dia 27 de março. Mercadante comunicou que vai pedir uma audiência pública para discutir o caso. Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br
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