Focus

>Mercado eleva projeção para PIB e inflação em 2010

Posted on setembro 20, 2010. Filed under: câmbio, Focus, Inflação, IPCA, Mercado, PIB, projeção, Selic |

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As instituições consultadas pelo BC elevaram a expectativa para o PIB pela terceira semana consecutiva

As instituições consultadas pelo BC elevaram a expectativa para o PIB pela terceira semana consecutiva 

Os agentes de mercado consultados estimam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, encerre 2010 a 5,01%, ante 4,97% na semana passada.

Há quatro semanas, a projeção era de 5,10%. Para o ano que vem, as instituições elevaram a estimativa de 4,90% para 4,95%.

Por sua vez, a projeção para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) foi elevada para 9,05%, frente a 8,79% na semana anterior. Há um mês, a estimativa era de 8,56%.

Já a aposta para 2011 foi ajustada para 5,04%, contra 5,00% há uma semana.

Para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), a previsão para 2010 foi elevada para 9,08%, face a 8,91% na semana anterior.

Há quatro semanas, a estimativa era de 8,50%. A expectativa para 2011 passou de 5,00% para 5,01%.

PIB

As instituições consultadas pelo BC elevaram a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) doméstico de 2010, a 7,47%, contra 7,42% há uma semana.

As projeções para 2011 apontam para um crescimento de 4,50%.

Selic

O mercado manteve a previsão para a taxa básica de juros do país (Selic) em 2010 a 10,75% ao ano pela quarta semana seguida.

Para 2011, a taxa foi elevada, a 11,75%. Há um mês, a previsão era de 11,50%.

Câmbio

De acordo com o boletim Focus, a projeção para a taxa de câmbio teve leve redução, passando de R$ 1,77 para R$ 1,75 ao fim deste ano.

Em relação ao ano que vem, os agentes de mercado estimam que a taxa fique em R$ 1,80, contra R$ 1,81 estimado na semana passada.

Fonte: Brasil Econômico

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>Mercado eleva previsão de crescimento do PIB pela 11ª semana consecutiva

Posted on junho 1, 2010. Filed under: Banco Central, câmbio, contas externas, crescimento do PIB, estimativa, Focus, Inflação, juros, Mercado |

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O mercado financeiro elevou levemente a estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010. De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada hoje pelo Banco Central (BC), no levantamento realizado junto a instituições financeiras a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de um avanço de 6,46% para 6,47%. Para 2011, a previsão foi mantida em 4,5%. É a 11ª semana consecutiva que o mercado eleva a previsão de crescimento do PIB.
No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 subiu de 10,9% para 11%. Para 2011, a projeção para o desempenho da indústria permaneceu em alta de 5%.
Inflação e juros
O mercado também manteve a previsão para a inflação a ser apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2010. De acordo com a pesquisa Focus, a expectativa para o índice no ano permaneceu em 5,67%, um patamar ainda distante do centro da meta do governo para a inflação no ano, que é de 4,5%. Para 2011, a estimativa ficou em 4,8%.
A estimativa para a taxa básica de juros (Selic) para o fim de 2010 manteve-se em 11,75% ao ano. A projeção para a taxa no fim de 2011 permaneceu em 11,5% anuais.
Câmbio e contas externas
Os analistas mantiveram a expectativa para o patamar do dólar no fim do ano. A moeda norte-americana no fim de 2010 deve ficar em R$ 1,80. Para o fim de 2011, a moeda americana continua em R$ 1,85.
A pesquisa registrou alteração nas previsões para o déficit nas contas externas em 2010. O déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 48,05 bilhões para US$ 48,10 bilhões. Para 2011, a expectativa avançou de US$ 57 bilhões para US$ 57,97 bilhões.
A previsão de superávit comercial em 2010 subiu de US$ 14,54 bilhões para US$ 15 bilhões. Para 2011, manteve-se em US$ 4,5 bilhões.
Analistas alteraram ainda a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2010 de US$ 37 bilhões para US$ 36,5 bilhões. Para 2011, o IED permanece em US$ 40 bilhões.
 
(Com Agência Estado e Veja)
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>Bovespa já subiu 100% desde o seu piso na crise

Posted on setembro 15, 2009. Filed under: Bolsa de Londres, Bolsas de Valores, Bovespa, dólar, Focus, Ibovespa, Real mais forte |

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A Bovespa pode ainda estar distante de seu pico histórico, que foram os 73.516 pontos alcançados em maio de 2008. Mas, aos poucos, tem recuperado terreno. O pregão de ontem terminou com ganhos de 0,86%, com a Bolsa a 58.867 pontos -mais elevado nível desde julho do ano passado.

Com a alta de ontem, a Bolsa de Valores de São Paulo passou a acumular valorização de 100% em relação ao pior momento que enfrentou durante a crise -que foi quando desceu a 29.435 pontos, no pregão do dia 27 de outubro de 2008.


A pontuação da Bolsa reflete a oscilação do preço das ações. O fato de a pontuação atual ser superior à registrada há um ano significa que as ações passaram por apreciação nesse período.

Neste ano, o índice Ibovespa (das 64 ações mais negociadas) acumula ganhos de 56,77%.

Como a economia mundial está ainda apenas no início de um longo processo de recuperação, analistas têm questionado se as Bolsas de Valores já não subiram o bastante, considerando-se as informações econômicas disponíveis até o momento. O temor é de que os investidores tenham exagerado nas compras, no anseio de querer antecipar-se à esperada melhora da economia.

Na avaliação de Silvio Campos Neto, economista do banco Schahin, “os ganhos recentes e os patamares esticados dos preços dos ativos dão margem para ajustes pontuais”. Para os próximos dias, o economista prevê oscilações para o mercado e afirma que “a agenda econômica é carregada nos EUA, com possibilidade dos dados seguirem mostrando recuperação da atividade, o que limitaria a correção dos preços”.


Dentre os dados importantes a serem conhecidos na semana estão os índices de inflação ao produtor e ao consumidor norte-americanos. Se os índices americanos apresentarem deflação, os mercados devem reagir de forma negativa. Isso porquê a deflação mostraria que o ritmo da maior economia do mundo segue muito lento.


A tensão comercial surgida entre EUA e China no fim de semana chegou a incomodar os mercados ontem e serviu de justificativa para vendas mais fortes de ações na abertura dos pregões. O governo chinês anunciou que investiga a possibilidade de dumping (exportação por preço inferior ao custo) por parte dos EUA em produtos como carros e frangos.

Depois de operar no vermelho por um bom tempo, o Dow Jones, um dos principais índices da Bolsa de Nova York, conseguiu se recuperar e encerrou o dia com leve alta de 0,22%.

Na Bolsa de Londres, os ganhos também foram modestos, ficando em 0,15%.

Real mais forte
O real atravessou mais um dia de apreciação diante do dólar. Vendida a R$ 1,814 no fim das operações, a moeda norte-americana terminou com queda de 0,71%. No mês, já recuou 4%. O enfraquecimento do dólar diante da divisa brasileira fez com que os bancos revissem suas projeções para a cotação da moeda no fim de 2009.


A pesquisa semanal Focus, apresentada ontem pelo BC, mostrou que os bancos passaram a prever que o dólar estará em R$ 1,81 no fim de dezembro. Na semana passada, o levantamento mostrava que a expectativa era de dólar a R$ 1,85.

Fonte: Folha de S. Paulo

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