fraudes

>Cliente morto não paga. Não?

Posted on julho 16, 2010. Filed under: cliente morto, cuidados, curiosidade, custos, fraudes, ingenuidade, investimento, Reicarnations bank |

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rbO Reincarnation Bank, isso mesmo, Banco da Reencarnação, cobra do cliente uma taxa para cuidar do patrimônio enquanto ele não volta para sua nova vida. Quando o cliente reencarnar, desde que não seja um hamster ou algo parecido, pode resgatar seu dinheiro. Como saber que é você mesmo que está voltando? Com testes de regressão!!! Dá para acreditar?!
Quando se trata de tirar dinheiro dos outros não há limite para a criatividade. Por isso achei interessante comentar este episódio. Porque o pior é que há pessoas que depositam seu dinheiro no tal banco. Na prática ele não “rouba” seu dinheiro. O patrimônio fica depositado lá e ele cobra taxas de administração, como cliente morto é fiel, esse fluxo de recursos para o banco é eterno.
Ainda muito difícil de acreditar! Mas veja, há muitos investidores mortos também no Brasil e que continuam a fazer os pagamentos. Um caso clássico é o do fundo 157. Ainda hoje há muitos cotistas desconhecidos, muitos deles mortos, e que continuam a pagar taxa de administração. No passado, os bancos brasileiros meteram a mão no patrimônio desses fundos cobrando taxas de administração altíssimas. Nos anos 90 a CVM tentou por ordem neste mercado e conseguiu achar muitos cotistas, mas vários ainda são desconhecidos. O mesmo acontece com as ações de empresas como Petrobras, Bradesco, Itaú e outras grandes empresas brasileiras que ainda têm muitos clientes desconhecidos, vários morreram sem nem saber que seram sócios destes negócios.

Por Mara.luquet

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>Maior concursos público de Mato Grosso é cancelado por desorganização e indícios de fraudes

Posted on novembro 22, 2009. Filed under: anulação do concurso, concurso de Mato Grosso, concurso público, fraudes, suspeita |

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O maior Concurso Público para contratação de pessoal, promovido pelo Governo do Estado, começou errado e terminou errado. O secretário de Administração, Geraldo de Vitto, anunciou a anulação do concurso sob suspeita de fraudes. Durante toda a manhã, houve denuncias de favorecimento e também falhas dos mais variados tipos. As provas da parte da tarde, que deveriam ter início as 14 horas, foram suspensas, segundo informaram funcionários do Governo.

O Governo alegou problemas de logística para cancelar o concurso. Faltou local para os candidatos fazerem as provas. Já em outros locais as provas não chegaram a tempo. Há informações de que houve vazamento de provas. Candidatos disseram ter observado que concorrentes tiveram acesso às provas que ainda seriam aplicadas no período da tarde. Outros candidatos tiveram acesso a provas para outros cargos. Os candidatos disseram que receberam essas provas dentro da própria sala onde prestavam o concurso.

A situação mais grave pelo que se tem registro até o momento foi na Unirondon, em Cuiabá. No local não teve prova nesta manhã. Muitos candidatos que estavam lotados em outros locais foram transferidos para a Unirondon, alguns recentemente, faltando três ou quatro dias para o concurso, o que aumentou ainda mais a confusão. Vários candidatos chegaram ao local e não encontraram sala para fazer a prova. Os candidatos chegaram a registrar boletins de ocorrência como forma de provar que eles estão sendo prejudicados.

Em outros lugares candidatos disseram ter recebido os envelopes de provas rasgados, sem lacre e ainda engano no momento de distribuição de formulários. Os questionários que deveriam ser respondidos de tarde foram entregues agora pela manhã, gerando um clima de insegurança entre os concorrentes.

O concurso público é considerado o maior da história de Mato Grosso. Ao todo, serão atendidos 19 órgãos: Auditoria Geral do Estado, Casa Civil, Instituto de Defesa Agropecuária, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Secretaria de Justiça e Segurança Pública, Polícia Judiciária Civil, Instituto de Terras de Mato Grosso, Secretarias de Meio Ambiente, de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social, de Infraestrutura, de Comunicação, de Administração, de Planejamento, de Turismo, de Cultura, de Esporte e Lazer, de Desenvolvimento Rural, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Junta Comercial e Procon.

Os problemas desse concurso começaram muito antes, ainda na fase de preparação do certame, quando o Ministério Público Estadual anunciou medida para desqualificar a Fundação de Apoio ao Ensino Superior (Faesp), órgão da Universidade de Mato Grosso (Unemat). A Faesp é uma fundação privada que arrecada dinheiro público por convênio com a instituição de ensino superior, mas até hoje, nunca prestou contas dos valores arrecadados por meio da universidade. Para que o concurso fosse mantido, foi necessário um Termo de Conduta, ajustado com o MPE.

As provas estavam sendo aplicadas em Cuiabá, Várzea Grande, Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Diamantino, Juara, Juína, Rondonópolis, São Félix do Araguaia, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra, Vila Rica, Cáceres e Nova Xavantina.

Na sexta-feira, agentes da Polícia Federal apreenderam documentos na casa da professora Geysa Atala Curvo, coordenadora de concurso e vestibulares da Unemat , entidade responsável pela organização e elaboração das provas. Ainda não há informações sobre os motivos do mandato de apreensão. Fonte: www.24horasnews.com.br

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