gás

>Usina antipoluente

Posted on novembro 25, 2010. Filed under: gás |

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Em tempos de energia sustentável , obtida sem a destruição de recursos naturais, qualquer iniciativa para proteger o meio ambiente é válida. Como esta da foto que representa a maior usina de energia solar da Europa, inaugurada esta semana em Rovigo, norte da Itália.

A usina de 70 megawatts foi construída em nove meses pelo grupo norte-americano SunEdison e poderá abastecer cerca de 17 mil residências.

Segundo a empresa, ela vai evitar a emissão de 40 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera, o que seria equivalente a retirar 8 mil carros de circulação.

Um exemplo a ser seguido, heim?

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>Plataforma de gás afundou no Mar do Caribe, informou Hugo Chávez através do seu Twitter

Posted on maio 13, 2010. Filed under: Aban Pearl, gás, Globovision, Hugo Chávez, Mar do Caribe, Plataforma, seguidores, Twitter |

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  • Página do presidente Hugo Chávez no Twitter é a mais seguida da Venezuela
    Página do presidente Hugo Chávez no Twitter é a mais seguida da Venezuela
    • O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou no Twitter que uma plataforma de gás afundou no Mar do Caribe.

      Chávez disse que a plataforma Aban Pearl afundou na madrugada desta quinta-feira (13) e que todos os 95 funcionários foram evacuados com sucesso.

      Dois navios da Marinha estão patrulhando a área, segundo a mensagem.

      O ministro da Energia disse que o incidente não representa nenhuma ameaça para o meio ambiente.

      Twitter

      Há poucos dias, Chávez disse que contratou 200 pessoas para ler as mensagens que recebe em sua conta de Twitter, aberta há pouco mais de uma semana.

      A conta de Chávez já é a mais seguida do país com 255.374 mil seguidores no domingo, ultrapassando a da TV Globovision.

      Com o nome de “chavezcandanga”, a conta do presidente venezuelano tem atraído cerca de 20 mil novos seguidores diariamente.

      A equipe de ajudantes de Chávez o ajudará a responder às mais de 50 mil mensagens que já recebeu. Fonte: UOL

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      >A culpa é nossa: Usina termelétrica de Cuiabá não recebe mais gás da Bolívia

      Posted on fevereiro 4, 2010. Filed under: Bolívia, CUIABÁ, gasoduto, gás, Petrobras, termelétrica, Usina, Usina termelétrica de Cuiabá |

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      Gastou-se uma fortuna para se construir um gasoduto e a usina termelétrica de Cuiabá não recebe mais gás da Bolívia. Não vem nem gás para abastecer os carros ou a indústria.

      Comenta-se que a Petrobras pediu ao governo boliviano que enviasse para Cuiabá o restante do gás que ela compra do país e não estaria consumindo. Evo Morales bateu o pé, disse que não manda, prefere vender para a Argentina.

      E tem mais: ouvi dizer que tem grupo internacional querendo construir uma termelétrica em San Matias para, aproveitando o “nosso” gás, vender energia no estado. Se ocorrer, adeus à nossa termelétrica. Evo Morales deu prioridade e buscou empréstimos do BNDES para construir rodovias da Bolívia para o Brasil. Aquela que liga a MT não entrou na lista. Há uma bronca dos bolivianos com MT que merece análise.

      A culpa é nossa. Tratamos muito mal os bolivianos e entrou no governo dali um nacionalista, orgulhoso do seu povo, que estaria mandando recado para cá de que não aceitam mais o tratamento que damos a eles.

      Nós brasileiros falamos que os EUA nos tratam com arrogância, fazemos aqui a mesma coisa com os bolivianos. E não deveria ser. Precisamos deles para o gás, comércio de fronteira e regional, para o combate ao roubo de carros, tráfico de drogas e armas e também a febre aftosa. Mesmo assim os tratamos muito mal.

      Eles reclamam que não obedecemos tratados internacionais como o de Roboré ou o de comércio fronteiriço. A Receita Federal e a Polícia Federal têm criado resoluções e portarias nessa relação sem levar em conta esses tratados. Reclamam os bolivianos que são medidas discriminatórias, que tratam a todos como marginais.

      E para complicar, o governo Maggi entendeu de se afastar de um trabalho que havia de aproximação com eles. Virou-lhe as costas e hoje sofremos as consequências. Não manter o relacionamento entre os dois interesses foi um dos atos mais estranhos do atual governo.

      Terá que ser reconstruído mais tarde. Nós precisamos dos bolivianos mais do que eles da gente. Não acredito que o Silval Barbosa teria tempo, em plena campanha eleitoral, para começar a reconstruir essa ligação com os bolivianos. O outro governo, ganhe quem ganhar, deve retomar esse caminho. Reconstruir as pontes dinamitadas de uma relação de fronteira que deve existir entre interesses mútuos.

      Tem cada absurdo nesse relacionamento. Conto um, li o processo. Bolivianos de San Matias tentaram colocar um ônibus entre aquela cidade e Cáceres. Empresas de transportes do estado não aceitaram.

      Para enrolá-los foi mandado para um órgão em Brasília para analisar o pedido deles. Não permitiram com a alegação de que o bagageiro era em cima do ônibus. O interessado tinha enormes ligações políticas no país, sua filha estava na política, com laços em Santa Cruz de La Sierra e La Paz. Uma falta de tato nossa que impressiona. Era somente um ônibus e não uma frota.

      Acho que o que está havendo é uma resposta do nacionalista Evo Morales contra a arrogância que tratamos seus nacionais na fronteira. E a culpa é nossa. A parte maior cabe ao governo porque grupos e interesses no estado têm a mania de andar só se o governo pautar o caminho.

      Não adianta gritar que o governo boliviano é isso ou aquilo. É um país independente e soberano, e que MT tem que aprender a lidar. Havia um início de trabalho nessa direção. Resolvemos acabar. Terá que ser recomeçado. O interesse é nosso.

      Autor: Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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      >Seis empresas que arremataram Blocos Exploratórios desistiram

      Posted on julho 9, 2009. Filed under: gás, licitação, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Paranatinga, petróleo, Santa Rita do Trivelato, Sorriso |

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      Seis empresas que arremataram blocos na 10ª Rodada de Licitação de Blocos Exploratórios desistiram dos contratos. O leilão foi realizado em dezembro do ano passado, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), quando 17 companhias arremataram áreas para futuras explorações. As empresas que desistiram foram Alvorada Petróleo, Silver Marlim, Synergy Group, Severo Villares Projetos e Construções, Nord Oil & Gas e o consórcio formado entre a STR Projetos e a Agemo. As desistências não afetam Mato Grosso.

      As empresas haviam arrematado 14 blocos e agora terão que arcar com um prejuízo de R$ 50 mil por bloco desistido. Os contratos deveriam ser assinados em abril deste ano, quando a Petrobras – que arrematou as seis bacias ofertadas em Mato Grosso (Bacia do Parecis) – , assinou os contratos para concessão dos 27 blocos que arrematou sozinha ou em parceria.

      No Estado, as seis bacias ofertadas estão localizadas em Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Sorriso, Nova Mutum, Nova Ubiratã e Santa Rita do Trivelato em uma área de 14,025 mil km2. O secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, afirma que a desistência dessas empresas não afeta o Estado, já que as bacias foram arrematadas pela Petrobras.

      Informações do Sistema de Informações Gerenciais de Exploração e Produção (SIGEP), da ANP, divulgadas no dia 6 deste mês, mostram que os seis contratos da Bacia do Parecis têm como concessionária a Petróleo Brasileiro S.A.

      A desistência das companhias foi confirmada na reunião da comissão de licitação realizada na sexta-feira passada (3). Fecharam contrato com o órgão regulador o consórcio formado pelas empresas Comp (30%), Sipet (10%), Orteng (11%), Cenug (24,5%) e Codemig (24,5%); além das empresas Integral de Servicios Tecnicos e a Shell. Agora, os segundos colocados no leilão para os blocos com mais de uma oferta serão chamados. Os demais voltam para a agência.

      Fonte: A Gazeta

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