genética

>Fazendas de Mato Grosso se destacam na pecuária nacional

Posted on julho 28, 2010. Filed under: Fazenda Jaó, genética, Mato Grosso, Nova Xavantina, Pecuária |

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Mato Grosso mais uma vez é destaque na pecuária nacional. Desta vez, as estrelas foram as equipes das fazendas Jaó, em Nova Xavantina (a 637 quilômetros de Cuiabá) e Reunidas da Serra Negra, em Vila Bela da Santíssima Trindade (547 quilômetros da Capital). Com uma nova fórmula de produzir carne com qualidade, conquistaram o prêmio Bem-Estar Animal da Merial cujo objetivo é incentivar as boas técnicas de manejo e mostrar como elas podem contribuir para o aumento da rentabilidade.
Ver a pecuária como uma atividade profissional. Este foi um dos pensamentos que levou a equipe da Fazenda Jaó a conquistar o prêmio da Merial. Com gestão eficiente, treinamentos constantes e olho na rentabilidade, a equipe conseguiu superar todas as metas propostas. Mas não é só isso. Os funcionários seguem corretamente o programa sanitário e não economizam esforços na hora de qualificar a mão-de-obra. Os cuidados se estendem para a fábrica de ração e confinamento. A empresa também investe no abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica e divisão de pastos.
Na fazenda Reunidas Serra Negra o cotidiano não é muito diferente. Os animais produzidos são referência de qualidade genética, nutrição e manejo. A mão-de-obra é um ponto muito importante para o pecuarista Antônio Sanches, há cinco anos no programa Soma. Ele conta que mesmo com os treinamentos constantes já trocou 80% da mão-de-obra. Todos os bimestres são realizados cursos para melhorar o manejo que prioriza o bem-estar animal, a aplicação racional de medicamentos, entrada de confinamento e principais enfermidades de bovinos.
O gerente de relacionamento com pecuaristas da Merial, Adilson Moura, explica que a empresa oferece aos seus clientes não apenas produtos, mas soluções integradas que visam o aumento de produtividade. “Para obter eficácia no uso dos medicamentos é preciso considerar uma série de aspectos, inclusive promover tratamentos com mais adequação aos animais”.
Moura destaca ainda a importância de se divulgar estes conceitos. O gerente chama a atenção para cuidados como as instalações do curral, tronco de contenção, seringa, brete e embarcador e condução com paredes fechadas para evitar que os animais se machuquem. Isso sem falar na substituição dos ferrões, choques, pancadas e gritos por bandeiras.
Este conjunto de ações garantem maior eficácia no controle do rebanho e evita que o animal se machuque ou comprometa a produtividade tanto no ganho de peso, como na qualidade do couro. “Nosso principal objetivo é o de fomentar a utilização do manejo de bem-estar animal e a aplicação correta dos produtos Merial afim de proporcionar a melhor saúde animal para os bovinos tendo como conseqüência a maior lucratividade para os clientes cadastrados no Soma”.
A premiação da Merial acontece anualmente e é destinada aos pecuaristas que integram o programa de relacionamento da empresa. Na eleição, a equipe técnica avalia a forma de aplicação dos produtos, armazenamento dos medicamentos e vacinas, manejo das agulhas e seringas, conservação da vacina durante a aplicação e o registro dos procedimentos. Neste ano, as propriedades foram vistoriadas e os funcionários receberam treinamento para implementação destes conceitos.
Fonte: A Gazeta
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>Pecuária: Produtores investem em outras raças

Posted on março 22, 2010. Filed under: arroba, Carrefour, Criadores, cruzamentos, Estância Celeiro, Fazenda Sereno, frigorífico, GAP Genética, genética, lucros, nelore, pecuaristas, Pecuária, Produtores, raças, touros |

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Na busca por precocidade do rebanho e melhor qualidade de carne, pecuaristas introduzem animais resultantes de cruzamentos.


Cresce o número de pecuaristas que investem em raças resultantes de cruzamentos como uma forma de aumentar a produtividade do rebanho de maneira rápida, eficiente e econômica. Este é o caso de Daniel Vilela de Oliveira, que sempre trabalhou com nelore e há quatro anos começou com a raça angus em busca de precocidade, tanto no sistema reprodutivo quando no abate, e de uma carne de melhor qualidade que consegue preços diferenciados no mercado. Daniel é vice presidente da Associação de Criadores do Sul de Mato Grosso (Criasul) e disse que muitos estão fazendo esse tipo de investimento. “Acredito que na nossa região, existem cerca de 35 propriedades com gado de raças de cruzamento, que permitem um melhor acabamento e um marmóreo da carne.”



Com um plantel de 1.400 vacas matrizes nelore e 1.050 meio sangue angus, ele se diz muito satisfeito com os resultados, especialmente com o ganho de peso no confinamento e no semi-confinamento. “Este é o tipo de investimento para quem gosta de acompanhar a tecnologia”, ressalta, acrescentando que nos Estados Unidos, 99% do rebanho é fruto de inseminação e no Brasil esse volume é de 5 a 6% no máximo. Os animais de Daniel estão divididos em duas fazendas, uma de cria em Pedra Preta e outra de cria e engorda em Rondonópolis. Daniel adianta que vai começar a testar uma nova raça, a wagyu, oriunda do Japão, cuja carne é a mais nobre e mais cara do mundo. Outros produtores da região já introduzem a raça inglesa senepol



Localizada também em Rondonópolis, a Fazenda Sereno, da GAP Genética, trabalha exclusivamente com animais da raça brangus. A GAP Genética, cuja sede é em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, tem tradição de 100 anos no trabalho com as raças inglesas – angus, devon e hereford. Jorge Luiz de Oliveira Santana, da fazenda Sereno, explica que em 1984 a empresa resolveu fazer um programa para o Brasil Central de melhoramento genético e de carnes, em parceria com a Argentina. Ele destaca que as raças inglesas e holandesas puras, por serem de climas frios e temperados, têm problema de adaptação no Centro-Oeste por causa do calor e das pastagens. Resolvemos esta questão com a raças como a brangus, um cruzamento de angus e nelore, sendo 62.5% de gens do angus e 37.5% do nelore, proporcionando uma ótima combinação para as características de produção e adaptação. A raça nelore confere ao brangus rusticidade e um excelente rendimento de carcaça, além de grande variabilidade genética, fator importante para o trabalho de seleção. Já a angus aporta mais precocidade e tamanho corporal adequado ao sistema de produção extensivo.



Santana explica ainda que é possível aproveitar as variações entre as raças e reter a heterose (vigor híbrido), implantando um sistema de cruzamento direto ou absorvente. As raças sintéticas refletem os caracteres das raças formadoras, maximizando as características desejáveis e reduzindo as não desejadas, trabalho feito através de sistemas de seleção como o Programa Natura, aberto a todo produtor que utiliza do cruzamento entre nelore e angus. Ele avalia as características de ganho de peso, conformação, precocidade e musculatura, nas fases de desmama (sete meses) e sobreano (18 meses). Estas avaliações servem como base para calcular as Diferenças Esperadas na Progênie (DEP”s) para a classificação dos animais de acordo com seus desempenhos.


A fazenda Serena tem um sistema de produção que integra agricultura e pecuária. Dos 9 mil hectares (ha) da propriedade, dois mil são utilizados para a criação de 3.600 cabeças de gado. São comercializados touros e carne para o Carrefour e para a Estância Celeiro. Santana destaca que antes de ser produtor de carne é preciso ser produtor de pasto. Tanto que 400 ha são utilizados para o plantio de sementes de capim brachiaria, além do cultivo de soja e cana-de-açúcar (em sistema de arrendamento).



Quanto ao mercado, ambos os produtores se dizem muito satisfeitos com os resultados. Santana destaca que, além do ganho direto com o frigorífico, a redução da idade de abate e o aumento no desfrute também se refletem em lucros. “Chegam a pagar pela arroba da vaca um valor aproximado do preço do boi. No caso de um boi castrado, com um bom acabamento, são acrescidos de R$ 3, a R$ 5 por arroba”, exemplifica, acrescentando que em São Paulo, esse acréscimo pode ser até de R$ 7, ou seja, 10% a mais por arroba.


Daniel cita o programa da Estância Celeiro que dá 3% de bonificação no valor da carne de melhor qualidade. Ele finaliza dizendo que o mercado para este tipo de produto está se abrindo e que o consumidor está cada vez mais exigente. Fonte: A Gazeta
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>Europeus suspendem compras de soja norte-americana

Posted on maio 26, 2009. Filed under: compradores, Europa, genética, União Européia |

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Compradores da União Européia voluntariamente decidiram suspender as compras de soja dos Estados Unidos depois de ter sido identificado em carregamentos do produto traços de milho geneticamente modificado, informou um porta-voz da UE em Washington.

Fontes de tradings européias disseram que carregamentos de farelo de soja dos EUA para a Espanha e a Alemanha continham traços de milho transgênico proibido na Europa.

“O setor industrial de soja decidiu por conta própria paralisar todas as compras de soja dos EUA no momento”, disse Mattias Sundholm à Reuters.

Segundo ele, há uma determinação para localizar todo o montante dos carregamentos e devolvê-los, a não ser que já tenham sido consumidos.

O porta-voz não soube dar mais detalhes, como a quantidade total com problemas, mas informou que os volumes continham traços das variedades de milho transgênico MON-88017 e MIR-604.

Representantes do governo dos EUA e de associações do setor no país não responderam a pedidos de mais informações sobre o problema.

O caso levanta preocupações sobre o fornecimento de produtos como farelo de soja para a UE.

“O principal problema é que o bloco não permite nem mesmo porções marginais, traços de OGMs (Organismos Geneticamente Modificados) que não estão autorizados para uso. Isso nos coloca em uma situação de risco no comércio”, afirmou um representante da Associação Espanhola de Importadores de Cereais.

Fontes disseram que 50 mil toneladas de farelo de soja norte-americano contaminado foi descarregado e isolado em Tarragona, maior porto espanhol.

Outras fontes na área de trading disseram que havia suspeita de mais contaminação e que carregamentos em outros locais seriam testados, mas não houve confirmação dessa informação.

A Europa é um grande comprador de farelo de soja, matéria-prima para a produção de animais. A Espanha compra bastante da América do Sul, além dos EUA, mas Brasil e Argentina estão chegando à entressafra.

“A Argentina não terá mais soja a partir de outubro e o Brasil está em uma situação similar. Com a China comprando 2 milhões de toneladas (por mês), soja vai se tornar um produto de luxo”, afirmou um trader.

Fonte: Reuters Brasil

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