gestão

>JBS Friboi

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: Cremonini, gestão, JBS, JBS Friboi, transparente |

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A JBS Friboi, em comunicado divulgado ontem, confirma que estaria disposta a receber uma “oferta formal” pelo grupo italiano Cremonini relativa à sua participação de 50% na joint venture Inalca JBS. Desde o início de julho, as duas companhias travam uma batalha legal sobre a joint venture, criada no final de 2007, na qual a JBS comprou 50% da Inalca, então subsidiária do Cremonini, por 225 milhões de euros. Na última iniciativa do Cremonini, o grupo italiano abriu dia 14 uma ação civil em Modena, na Itália, sobre uma série de comunicações que teriam sido feitas a bancos de Modena pela JBS e que poderia prejudicar a imagem da joint venture e de sua gerência. Sobre o assunto, a JBS esclareceu, na nota, que anunciou às instituições financeiras que já não poderia garantir novos empréstimos por conta de “gestão não transparente da Inalca JBS.
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>Lula deve vetar aumento de 7,7% para aposentado

Posted on maio 25, 2010. Filed under: Aposentados, Benefícios, gestão, Orçamento, planejamento, presidente Lula, Reajuste |

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Presidente Lula, que deve vetar aumento de 7,7% para os aposentados


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está “propenso a vetar” o reajuste de 7,7% aprovado no Congresso para aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.

“O presidente se mostrou preocupado porque quer manter as contas equilibradas não só neste ano, mas também para entregar a seu sucessor”, disse Paulo Bernardo, após reunião de coordenação política entre Lula e ministros. “Por conta disso, ele ficou propenso a vetar… ele não tomou a decisão ainda.”

Segundo o ministro, seria importante dar um sinal claro de compromisso fiscal vetando não só a extinção do fator previdenciário, cálculo usado para reduzir o valor dos benefícios de quem se aposenta mais cedo, mas também o índice de reajuste.

“O que nós assumimos é o compromisso é dar 6,14%. O projeto que veio do Congresso não nos dá alternativa de vetar os 7,7% e voltar aos 6,14%. Então nós estamos estudando.”

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>Gestão pública e corrupção

Posted on maio 7, 2010. Filed under: corrupção, gestão, pública |

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por Juacy da Silva
A administração pública brasileira, da mesma forma que em diversos outros países, principalmente os subdesenvolvidos, sofre de diversos males que acabam refletindo tanto na qualidade das obras e serviços prestados à população quanto no elevado custo dos/das mesmas.
Males como a baixa qualidade do produto final, a morosidade, a falta de capacitação ou desatualização dos servidores públicos, o apadrinhamento político-partidário acabam desaguando no tráfico de influência, no nepotismo e na corrupção. Costuma-se dizer que em vários setores da administração pública o emaranhado burocrático facilita práticas corruptas. O criar dificuldades para vender facilidades é uma prática corriqueira e recorrente.
A famosa propina, denominada no México de “La mordida”, aqui no Brasil é largamente aceita. Nesta equação nefasta é comum as pessoas ou até mesmo os organismos de controle acabar esquecendo que nesta teia de relações criminosas existem dois lados que se complementam: o corrupto e o corruptor. O corrupto é o servidor público que recebe propina ou faz “exigências” para apressar a tramitação de um processo ou passar informações privilegiadas e o corruptor é a pessoa ou empresa que se dispõe a “molhar a mão do corrupto”. Ambos são criminosos.
A propina vai de uma “simples” tentativa de suborno a um agente de trânsito ou policial para livrar a pessoa de uma multa até altas percentagens que, segundo o noticiado pela imprensa, podem variar de 10% até 30%. Convenhamos é muita grana para ser dividida entre integrantes de verdadeiras quadrilhas que existem nos organismos públicos e no meio empresarial brasileiro.
Casos como o que estão sob investigação em Mato Grosso, em São Paulo, Espírito Santo e outros Estados indicam, por exemplo, venda de sentenças por parte de magistrados. Casos como do mensalão, dos anões do orçamento, a máfia das ambulâncias ou de operações como Arco de Fogo, Hygea, Pacenas e tantas outras demonstram que esses casos já conhecidos e/ou em processo de investigação representam a dilapidação de milhões ou até bilhões nos cofres públicos.
Parece que nem bem um caso começa a cair no “esquecimento” da opinião pública surgem outros para avivar o povo, os eleitores e contribuintes de que nosso país, nossos estados e nossos municípios estão prestes a serem dominados totalmente pelo crime organizado de colarinho branco.
A despeito da existência de tantos organismos públicos de controle, desde os organismos policiais, Ministério Público Federal e estaduais, dos Tribunais de Contas da União e dos Estados, da CGU Controladoria Geral da União, do Poder Legislativo nas três esferas de governo (que tem como uma de suas missões básicas a fiscalização dos poderes constituídos), das ONGs e outras instâncias populares, parece que as quadrilhas que estão instaladas na administração pública acabam prosperando e mantendo seu poder e influência.
Ouro aspecto já bem conhecido, denunciado e pouco apurado é a relação entre dinheiro sujo, fruto da corrupção, e o financiamento das campanhas políticas através do famoso e vergonhoso caixa dois.
Parte do dinheiro roubado dos cofres públicos, advindo de esquemas de superfaturamento, de obras e serviços fictícios (fantasmas), o uso de notas frias, empresas de fachadas e os famosos “laranjas” acabam por desvirtuar o processo político e macular a democracia. Se a conquista ou manutenção do poder acontecem de forma corrupta o reflexo na administração pública é mais do que real. Quem financia candidatos com dinheiro de caixa dois, roubado dos cofres públicos, advindo dessas práticas mencionadas certamente irão exigir dos eleitos determinados privilégios e facilidades no futuro e ai o ciclo vicioso é instalado.
A queda de dois secretários estaduais (de infra-estrutura e de administração) do governo de MT, que fazem parte do grupo que detém o controle político do Estado há mais de sete anos decorreu de uma denúncia anônima e revelou um esquema altamente prejudicial às finanças públicas. Conforme as apurações até agora vindas a público são mais de R$ 36 milhões de reais para uma aquisição de máquinas e equipamentos destinados as prefeituras no valor de R$ 241 milhões, ou seja, em torno de 15% de superfaturamento.
O interessante é que esta grande aquisição foi utilizada para turbinar a imagem dos gestores estaduais, inclusive de vários candidatos as próximas eleições. Para melhorar a imagem tais pré-candidatos apareceram sorridentes na imprensa e agora para procurar os culpados quem aparece “chorando” ou se desculpando são seus subalternos.
Nunca é demais esperar que se existem indícios de práticas delituosas nesta mega-aquisição, os organismos de controle deveriam também investigar mais a fundo o que aconteceu em outras licitações milionárias em várias outras secretarias ao longo dos últimos anos em nosso Estado! Pode ser que o grande culpado seja apenas o “mordomo”, como nos filmes policiais!

Juacy da Silva é professor universitário, mestre em sociologia. E-mail: professo.juacy@yahoo.com.br; 
Site http://www.justicaesolidariedade.com.br – Fonte: A Gazeta

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>Totvs investe R$ 2 milhões na nova sede em Mato Grosso

Posted on novembro 29, 2009. Filed under: agroindústrias, CEO, Datasul, ERP, gestão, Logocenter, Mato Grosso, Microsiga, portfólio, RM Sistemas, Totvs |

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Agronegócio foi o grande responsável pelo crescimento da empresa de software. Presidente da companhia, Laércio Cosentino, esteve presente à inauguração

Laércio Cosentino e Jonkel Melo: em busca de novas ferramentas e soluções para as empresas

Maior empresa brasileira de software, inovação e suporte à gestão e uma das líderes mundiais em mercados emergentes, a Totvs – oriunda da fusão das marcas RM Sistemas, Microsiga e Logocenter – reforçou sua presença em Mato Grosso com a inauguração da nova sede, totalizando investimentos de quase R$ 2 milhões. O grande destaque da inauguração ficou por conta da presença do presidente da companhia, Laércio Cosentino, considerado uma das personalidades mais influentes da América Latina no segmento de gestão empresarial.

“A nova sede da Totvs consolida definitivamente a presença da nossa companhia no Centro-Oeste e sinaliza novas conquistas para Mato Grosso nos próximos anos”, anunciou Cosentino, acrescentando que o objetivo é fortalecer as ações da empresa e “dar complementariedade aos produtos na região”.

O CEO da Totvs em Mato Grosso (principal executivo), Jonkel Magalhães Melo, fez questão de destacar a determinação da equipe da Totvs, que “fez e faz a diferença nesta empresa que acredita e investe em pessoas”.

Com 1,6 mil metros quadrados de área, o novo empreendimento da Totvs, em Mato Grosso, está localizado à rua Joaquim Murtinho, no Centro da Capital. Com amplas salas e uma grande estrutura de treinamento que tem o objetivo de suprir a forte demanda de mão-de-obra qualificada, a nova sede marcará o início de um novo ciclo de crescimento para a empresa.

A sede possui quatro andares, todos com sistema de sonorização integrado com 20 salas, auditório para 90 pessoas, espaço gourmet com adega, estacionamento para 20 carros e sistema de segurança de alta tecnologia. Um dos destaques da nova obra, que leva a assinatura do arquiteto Sérgio Santos, é o sistema de Tecnologia de Informação (TI), com serviços IBM, garantindo ainda mais qualidade na prestação de serviços da Totvs Mato Grosso.

PORTFÓLIO – Após a fusão das marcas RM Sistemas, Microsiga e Logocenter e a fusão com a Datasul, a Totvs trouxe um rico portfólio de produtos para Mato Grosso e região, com soluções integradas a partir do sistema ERP de gestão empresarial, integrado ao segmento de agroindústrias.

O resultado deste trabalho culminou na ampliação da carteira de clientes da Totvs, assumindo com eles o desafio de ajudar e melhorar sua gestão, seja agregando melhores práticas, seja otimizando as práticas existentes através dos benefícios decorrentes da ação das ferramentas de gestão.

“A Totvs mantém o compromisso de continuar em busca constante da satisfação dos seus clientes, prestando suporte de alto nível com o objetivo de superar suas expectativas em todas as regiões atendidas pela empresa”, afirma o CEO, Jonkel Magalhães Melo.

Em Mato Grosso, o grupo conta com duas filiais, sendo uma em Rondonópolis e outra em Porto Velho (RO), que atende também o Acre, além da sede em Cuiabá, onde funciona a área administrativa, de gestão, venda e atendimento aos clientes. Atualmente, conta com uma carteira de mais de 300 clientes e 90 colaboradores na região.

Fonte: Diario de Cuiabá

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