Gilmar Mendes

>Supremo retoma julgamento de Battisti

Posted on novembro 18, 2009. Filed under: Cesare Battisti, Gilmar Mendes, julgamento, STF, Supremo |

>

<!– function paginaSlideShow215501(id, num) { var index = -1; for (var i = 1; i 1) { //alert(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)); document.getElementById(“img_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +eval(index – 1)).style.fontWeight = ‘bold’; } else if (index != -1) { document.getElementById(“img_” +id+ “_” +index).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +index).style.fontWeight = ‘bold’; } break; default: document.getElementById(“img_” +id+ “_” +num).style.display = ”; document.getElementById(“link_” +id+ “_” +num).style.fontWeight = ‘bold’; } } //–>

O Supremo Tribunal Federal retomou há pouco, por volta das 14h30, o julgamento do pedido de extradição do terrorista italiano Cesare Battisti, condenado em seu país à prisão perpétua e preso no Brasil desde 2007. A sessão do STF mais uma vez conta com os protestos dos manifestantes pró-Battisti, que querem ganhar o processo no grito. A votação está empatada, mas ainda falta o voto do presidente do Supremo, Gilmar Mendes.

Presente para o natal em super promoção submarino

Mini Robossauro I – Cinza e Marrom 24.9 Mini Robossauro I - Cinza e Marrom

Mini Robossauro I – Confira meno preço aqui


Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>E agora, José?

Posted on julho 20, 2009. Filed under: ética, Brasília, E agora, Gilmar Mendes, imprensa, José Sarney, José?, Lula, Petrobras |

>

Brasília, sem qualquer sombra de dúvidas, é um lugar fantástico. Tudo passa por aqui. Aqui, onde o poder é, na verdade, virtual, porque o poder real, que é o poder financeiro e econômico, fica mais ao sul, em São Paulo, onde de fato as coisas acontecem.

Mas só acontecem porque, aqui, são geradas e fora daqui executadas. Mas o Poder, como expressão de influenciar as decisões e a vida das pessoas, é aqui.

Aqui a qualidade de vida não fica a dever nada a qualquer outra capital brasileira e tem-se ainda a sensação de estar vivendo em outro mundo, onde somos espectadores de um grande teatro.

Você cruza, a cada instante, mesmo fora do Congresso, com figuras importantes da vida nacional que fazem parte do seu dia a dia nos telejornais. Pessoas que entram na sua casa e que, ao serem entrevistados, parecem ser os ser capazes de transformar o mundo em que vivemos. Os grandes reformadores das mazelas da sociedade. Todos têm soluções na ponta da língua, só não sabem fazer executá-las.

Brasília é capaz de conviver com a crise que hoje toma conta do Senado da República e se espalha para todo o país, sem que os atores desse drama tenham a exata dimensão da forma como ele entra na casa e na vida das pessoas.

A crise hoje localizada no Senado já passou pela Câmara com mensalões e sanguessugas, pelo Executivo com Waldomiros Diniz, pelo Judiciário no embate entre o presidente Gilmar Mendes e o ministro Joaquim Barbosa, que levou o debate pra sarjeta, ao acusar seu colega de manter asseclas em Mato Grosso.

No TCU, com decisões de ministros altamente eivadas de suspeição, sem contar as estatais, entre elas a Petrobrás que é, hoje, o grande gancho da briga política pra 2010.

A Petrobras, e aí vai ser a grande discussão, não rege seus contratos pela Lei 8.666. Tem regime próprio, através de decreto assinado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. São mais de cinqüenta mil contratos. Isso mesmo: cinqüenta mil contratos em execução com uma legislação própria. E frágil. E daí? Será que querem mesmo investigá-la?

As grandes discussões, quase agressões, a que se assiste nos embates dos plenários da Câmara e do Senado, transformam-se em conversas amigáveis nos restaurantes, pontos de encontro após o horário do teatro transmitido pelas TVs.

Alguém em sã consciência, mesmo aqueles que se acham os maiores moralistas, acredita que o presidente Sarney é o único responsável por todas as mazelas que tomam conta do noticiário da vez?

Os outros senadores, de olho na renovação de dois terços do Senado em 2010, querem, agora, mostrarem-se de vestais, guardiães da moral, como se tudo que está sendo mostrado hoje fosse novidade, fosse algo que nunca, jamais tivessem sequer ouvido falar… É o DEM, que há mais de 10 anos comanda a Secretaria do Senado, aquela que autoriza licitações, atos secretos, pagamentos nebulosos, pra se livrar da acusações agora diz que não tem nada com isso.

E o país finge que acredita nisso também. A grande maioria não gosta de lembrar que, durante o processo eleitoral, qualquer que seja ele, sempre se procura um jeitinho de se beneficiar: o apoio a A ou B dependendo do emprego pro filho, a bolsa de estudos da filha, o contrato de fornecimento para beneficiar a empresa, enfim, aquelas coisas todas que conhecemos, mas que são atribuídas apenas à classe política, como se ela fosse a única responsável. Nessa hora é muito fácil mandar e-mails, comentar nas rodas, discursar que esse país precisa tomar jeito.

Mas qual é, na verdade, a responsabilidade de cada um de nós?

Quando se fala em ética – sempre a que se cobra dos outros – a gente não se lembra, por comodidade ou vergonha, de que somos os primeiros a sonegar impostos, a ofertar a propina ao guarda quando nos flagra na infração de trânsito, não nos lembramos dos pedidos de desconto feito aos profissionais liberais, dispensando-os do recibo que gerará imposto, porque é melhor, muito melhor, sonegar

Quantos de nós já não ouvimos que é preciso sonegar porque o governo cobra impostos demais e oferece serviços de menos. Entremos, então, no jogo.

O que quero dizer com tudo isso é que essa é a cara do Brasil. O Congresso Nacional representa um corte vertical na sociedade brasileira. Lá estão representantes de todos os segmentos. Bons e ruins. Não se pode, de repente, querer expiar todos os pecados de um povo, sem colocar também na balança qual é o verdadeiro papel que desempenhamos.

É muito fácil acusar alguém. A imprensa faz isso todos os dias e aniquila vidas. Erros enormes já foram cometidos e nós continuamos a pré-julgar. O benefício da dúvida, algo tão difícil de ser conseguido nos direito individuais, só se aplica quando nós somos os acusados.

Os outros, quando acusados, são condenados sumariamente e citados como exemplo de corrupção e outras coisas mais. E a nossa corrupçãozinha, aquela que nós não temos coragem de repartir com nossas mulheres, nossos filhos e que são, às vezes, piores do que as alardeadas pela imprensa que atingem as pessoas públicas? Aquelas coisas que fazemos e que não temos coragem de falar sobre elas em qualquer roda de amigos e familiares.

Mas, na verdade, o que vale é a pressão de que a imprensa exerce no imaginário popular. E Sarney é a bola da vez. Será o cordeiro oferecido por Lula para o sacrifício, para matar a sede de sangue do povo.

Pobre Sarney, que poderia ser o presidente da Academia Brasileira de Letras e terminar sua biografia com as sujeiras feitas ao longo da sua longa carreira debaixo do tapete, mas resolveu ser presidente do Senado pela terceira vez. E contrariou o PT, pois já havia prometido seu voto.

Pra salvar a filha, o filho, o neto e outros parentes, entrou em um jogo que os dias de hoje já não admitem. Deu-se mal e vai ser crucificado. Sua biografia vai ser marcada, não pelo processo de redemocratização, mas do presidente patrimonialista que, em defesa apenas dos seus, comprometeu a sua biografia.

Vamos viver, acredito. Apesar do recesso, que não se vai implantar, dias de novo terrorismo. Vai ser uma guerra que tem dia e hora pra acabar: 03/10/2010.
Quem serão os atores principais? sso é tema para outra conversa. Desta vez, recheada de temperos


Autor:Ricarte de Freitas – e-mail ricartef@gmail.com
Fonte: Olhar Direto

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...