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>Pesquisa Vox Populi indica que haverá 2º turno na eleição para governador em MT

Posted on setembro 24, 2010. Filed under: Band, Eleição, eleições 2010, governador, Marcos Magno, Mato Grosso, Mauro Mendes, pesquisa, Pesquisa Vox Populi, Silval Barbosa, TV Cidade Verde, Wilson Santos |

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Os candidatos Silval, Mauro e Wilson Santos

Eleições 2010 – Pesquisa realizada no período de 17 a 20 de setembro, pelo instituto Vox Populi, divulgada nesta sexta-feira, 24 de setembro, pela Band TV Cidade Verde, canal 12,   revelou um quadro eleitoral diferente dos resultados divulgados por outros institutos na eleição para governador de Mato Grosso.

Na modalidade estimulada, apresenta o seguinte resultado:

Silval Barbosa (PMDB) – 42%
Mauro Mendes (PSB) – 20%
Wilson Santos (PSDB) – 17%
Marcos Magno (PSOL) – 1%
Ninguém/Branco/Nulo – 4%
Indecisos – 16%

Na modalidade espontânea, o levantamento aponta:

Silval Barbosa (PMDB) – 29%
Mauro Mendes (PSB) – 13%
Wilson Santos (PSDB) – 11%
Marcos Magno (PSOL) – 0%
Ninguém/Branco/Nulo – 3%
Não responderam – 44%

Rejeição

Wilson Santos (PSDB) – 25%
Marcos Magno (PSOL) – 17%
Silval Barbosa (PMDB) – 7%
Mauro Mendes (PSB) – 6%
Poderia votar em qualquer um deles – 16%
Não votaria em nenhum deles – 2%
NS/NR – 27%

A pesquisa foi registrada sob números 37.715/2010 e 31.696/2010 no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE), respectivamente. Foram entrevistados 1.000 eleitores. A margem de erro da pesquisa é de 3,1%, para mais ou para menos.
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>Secretário de Saúde de MT se demite antes de completar um mês no cargo

Posted on abril 28, 2010. Filed under: governador, hospitais, Kamil Fares, Secretário de Saúde, Unimed |

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O que teria ficado acertado após duas horas de reunião na última segunda-feira (26) entre o governador Silval Barbosa (PMDB) e o secretário de Saúde, Kamil Fares, não prosperou e o secretário deixa em definitivo a equipe governamental menos de 30 dias após ter assumido o cargo. Após escolhido para a função, no final do mês de fevereiro, e ter iniciado um intenso ritmo de trabalho para debelar a crise que o setor de saúde pública vive com imensas filas de espera e falta de gestão, o secretário teria sucumbido a interferências políticas e dificuldades financeiras e de falta de relacionamento, mesmo assumindo a função com todo apoio político do governador do Estado, inclusive estando aberto para que trouxesse pessoas de sua confiança para os cargos chaves da Secretaria de Estado da Saúde.
Kamil Fares
Kamil Fares chegou a implementar medidas de impacto elogiadas pelos profissionais da área médica com que nutre um relacionamento muito proficuo decorrente de vários anos de exercício da medicina e como representante do Sindicato dos Hospitais e nos últimos 6 anos de presidente da Unimed -Cooperativa Médica de Cuiabá. “Essa solidez de relacionamento não permitiram ao secretário construir uma base forte para enfrentar os graves problemas da área de saúde”, disse um profissional amigo de Fares, apontando que antes de assumir o cargo, o ex-secretário teria ido de encontro aos amigos e solicitado apoio para desmistificar o sentido incutido pelo ex-governador Blairo Maggi de que médico não saberia gerir administrativamente a saúde pública.
Maggi escolheu então gestores para a função, como o caso do promotor de Justiça, Marcos Machado e Augustinho de Freitas que permaneceu por mais de 4 anos como secretário. Aliás na gestão dele, a saúde teve como primeiro titular a professora e médica da UFMT, Luzia Leão, posteriormente substituída por pouco mais de 30 dias por Gabriel Novis Neves então secretário de Educação e este por Marcos Machado que era secretário de Administração e por fim por Augustinho Moro que ficou até o final do seu mandato.
No encontro que teve com o governador Silval Barbosa, o secretário teria apontado dificuldades de gestão, problemas de saúde e falta de apoio para solucionar os problemas da saúde pública, além da pressão exercída pelos deputados estaduais, mais precisamente pela CPI da Saúde. Interinamente responderá pela Secretaria de Saúde do Estado, o atual diretor-presidente do MT Saúde, Augusto Amaral, que também veio da Unimed. Fonte: A Gazeta
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>Eleições 2010: Novacki não crê que Jayme Campos se candidatará a governador para perder

Posted on janeiro 16, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Casa Civil, DEM, eleições 2010, Eumar Novacki, governador, Mato Grosso, PSDB, Senador Jayme Campos, Silval Barbosa |

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O secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki, afirmou ontem que não acredita que o senador Jayme Campos (DEM) será candidato ao governo do Estado em outubro próximo. O porta-voz do governo revelou ainda que o democrata não tem o perfil do candidato ideal, conforme apontam as pesquisas qualitativas.

Novacki rebateu as críticas tecidas pelo senador contra a gestão Blairo Maggi (PR). O DEM oficialmente está na base do governo, embora as duas siglas não apresentem as mesmas afinidades há cerca de dois anos, com críticas pontuais do senador democrata, considerado a maior liderança da sigla em Mato Grosso.

“O tempo dele no Executivo já passou”, disse o secretário-chefe da Casa Civil, se referindo à época em que o senador foi governador de Mato Grosso, na década de 90. “Respeito a história do senador e cada um foi importante no seu tempo”, acrescentou Novacki.

Segundo ele, o democrata tem conhecimento de pesquisas qualitativas, às quais também os governistas tiveram acesso, que apontam um perfil diferente do senador como o candidato ideal para a sucessão estadual. Para ele, neste contexto, quem melhor se enquadra neste perfil é o vice-governador Silval Barbosa (PMDB).

“As pessoas esperam um gestor no mínimo ousado”, definiu o secretário-chefe da Casa Civil. “Acredito que o senador não disputa a eleição porque não entra em disputa para perder. Ele (Jayme) já percebeu que as chances são reduzidas”, acrescentou Novacki.

Sobre as críticas do senador contra a gestão Blairo Maggi, o secretário disse que o democrata tem feito os questionamentos para ter mais espaço na mídia. Jayme apoiou as duas eleições de Maggi para o governo do Estado. “Ao invés de falar do governo, ele (Jayme) deveria mostrar as suas ações no Senado”, rechaçou Novacki.

O senador tem feito reiteradas críticas à gestão Maggi, principalmente pela condução política dada pelo governador. O clima de mal-estar ficou mais aparente após o republicano decidir, sem conversar com os partidos aliados, o apoio à candidatura do seu vice Silval Barbosa (PMDB) ao governo.

Apesar das críticas feitas pelo senador à administração estadual, algumas delas utilizando até a tribuna do Senado, como em relação às condições das rodovias ou à segurança pública, o democrata sempre questionou a falta de diálogo do governador com os partidos aliados.

Mesmo com o posicionamento de Jayme, o seu partido continua na base de sustentação do governador na Assembleia Legislativa. Os deputados estaduais do DEM, Dilceu Dal Bosco, José Domingos, Gilmar Fabris e Chica Nunes, dão sustentabilidade ao governo e até o momento não têm uma posição oficial de deixar a sustentabilidade.

Jayme Campos, eleito senador em 2006, oficializou esta semana a disposição de disputar o governo. O DEM tem um entendimento com o PSDB visando à eleição deste ano. O prefeito tucano Wilson Santos disputa internamente com Jayme a indicação para concorrer o governo pela oposição.Fonte: Diário de Cuiabá

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>Recebí a segunda carta do governador Silval Barbosa

Posted on janeiro 9, 2010. Filed under: carta, eleições, governador, legislação eleitoral, Silval Barbosa |

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Recebi uma carta do governador em exercício, Silval Barbosa, que me deixou de certa forma curioso. Nele ele diz que no dia 02/12/2009 enviou uma pessoa por nome Ana para saber o que eu tinha a dizer que pudesse colaborar com seu projeto de candidato a governador em 2010, a pedido de Blairo Maggi.



Na verdade ocorreu totalmente diferente, embora não lembrando a data certa, eu recebi sim em minha residência uma senhora, por sinal muito simpática, para fazer a tal pesquisa, e eu fiz questão de responder o questionário, assinalando as perguntas com escolha das respostas e escrevendo aquelas requeriam explicações, respondi tudo como realmente eu sei.


Pelo fato da entrevistadora ser uma pessoa simpática e comunicativa acabei fazendo brincadeiras com ela, era uma equipe grande que estava indo em todas as casas do bairro, com uma camiseta vermelha e uma tarja verde e amarela na frente, disse a ela o que estava fazendo era ilegal, perguntei se era voluntária, ela disse que não, que toda equipe era assalariada e que se eu tivesse interesse em trabalhar também, me indicou o endereço onde ir.


A questão é, antes eu já tinha recebido outra carta de Silval Barbosa agradecendo pela colaboração que dei ao responder sua pesquisa. Então parece o comando da campanha trabalha com dois banco de dados.


Outra coisa, quem está pagando esse grande número de pessoas para fazer tal trabalho?


A legislação eleitoral não veta fazer campanha antes de um determinado prazo para as eleições?


Se alguém puder, me responda.

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>Pesquisa Datafolha aponta Aécio Neves governador melhor avaliado do Brasil

Posted on dezembro 25, 2009. Filed under: Aécio Neves, Datafolha, governador, pesquisa |

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O mineiro Aécio Neves (PSDB) é o mais popular do ranking de dez governadores avaliados pelo Datafolha, em pesquisa realizada entre os dias 14 e 18 deste mês. O governador, que no dia 17 anunciou a decisão de retirar seu nome da disputa presidencial, obteve nota média de 7,5 numa escala de 0 a 10. Entre os moradores de Minas entrevistados na sondagem, 73% consideram o governo de Aécio ótimo ou bom, ante 19% que o avaliam como regular e 6% que acham péssima ou ruim sua administração.

O mineiro já liderava o ranking na sondagem anterior, feita em março deste ano, quando obteve 75% de aprovação e nota média 7,6. A alta popularidade de Aécio em Minas, segundo maior colégio eleitoral do país, explica a intenção de parte do PSDB de convencê-lo a disputar a eleição de 2010 como vice-presidente, com o governador José Serra (PSDB), numa chapa “puro-sangue”.

Os dois governadores com pior avaliação são José Roberto Arruda (sem partido-DF), na nona posição, e Yeda Crusius (PSDB-RS), que se manteve no décimo lugar. Ambos tiveram os nomes envolvidos em recentes escândalos de corrupção nos Estados que governam.

Arruda sofreu o desgaste político mais visível. Apontado como o protagonista de escândalo que supostamente arrecadava propinas de empresas que tinham contratos com o governo do Distrito Federal -esquema batizado de mensalão do DEM-, Arruda caiu da sexta posição na sondagem feita em março para a nona.

A nota média obtida pelo governador, que se desfiliou do DEM no dia 10 para evitar ser expulso, foi 4,8. Em março, ele obteve 6,4. Hoje, 40% acham o governo de Arruda ótimo ou bom, enquanto 22% o consideram regular e 37% acham a administração ruim ou péssima.

Antes do escândalo, Arruda era apontado como uma das estrelas do DEM com chances reais de ser reeleito. Sem partido, ele não poderá disputar a eleição de 2010 ao governo.

Ascensão e queda
Com o nome consolidado para disputar a Presidência da República pelo PSDB, o governador de São Paulo, José Serra, subiu da quinta para a quarta posição. A nota média obtida pelo tucano é 6,6, a mesma da sondagem feita em março. A avaliação do governo, porém, melhorou: 55% consideram a administração tucana ótima ou boa, 32% dizem que é regular, e 11% que é ruim ou péssima.

Também estão mais bem avaliados os governadores peemedebistas de Santa Catarina, Luiz Henrique, passando da oitava para a quinta colocação, e do Rio, Sérgio Cabral, que foi do nono para oitavo lugar. Já o peemedebista Roberto Requião, do Paraná, caiu da quarta para a sétima posição.

Embora os tucanos possam comemorar as boas posições de Aécio e Serra, a governadora Yeda Crusius, última colocada, é o pesadelo do PSDB.

Com nota média de 3,9, 50% dos entrevistados consideram o atual governo do Rio Grande do Sul péssimo ou ruim. Somente 12% acham o governo Yeda ótimo ou bom, e para 37% a administração da governadora é regular.

Relatório da CPI da Corrupção, instaurada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para apurar denúncias de irregularidades na administração de Yeda, isenta a governadora de participação em atos ilícitos. A Polícia Federal investiga suposto esquema de fraudes em contratos do governo do Rio Grande do Sul.

Nordeste
Os governadores de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do Ceará, Cid Gomes (PSB), permanecem bem avaliados e ocupam, respectivamente, a segunda e terceira colocação no ranking do Datafolha. Ambos são os pré-candidatos favoritos nos respectivos Estados até o momento e disputarão a reeleição em 2010.

Antes sétimo colocado, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), subiu uma posição. Sua nota média passou de 6,4 em março para 6,5. Fonte: Folha de S. Paulo

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>Eleição 2010? Em campanha para Senador Blairo Maggi estrapola o bom senso e quer comparar seu governo com o finado Dante de Oliveira.

Posted on novembro 28, 2009. Filed under: Blairo Maggi, Dante de Oliveira, Eleição 2010, governador, Maggi |

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O governador Blairo Maggi (PR), desafiou ontem, em Rosário Oeste, os tucanos a fazerem uma comparação entre o seu governo e o de Dante de Oliveira (1995/2002). “Estou preparado para comparar área por área. Tenho convicção que não perderemos em nenhuma”.

Não vamos aprofundar nas afirmações do governador, pois não são dignas de avaliação, mas de dó, um governante, que na ânsia de ser eleito a senador, tenta comparar-se a um ex-governate morto.

Parece que a única coisa que Blairo vê como resultado de uma gestão eficiente, uma listra preta, sinalizada de amarelo e branco, em vários trexos do estados. São obras de asfaltamento, a menina dos seus olhos.

Mas governador, não dá mesmo nem para tentar fazer comparação. Dante iniciou seu mandado com um estado falido, várias folhas de pagaamentos atrasadas, arrecadação pífia. Mas teve coragem, pegou o boi pelo chifre, pôs a casa em ordem. O estado não tinha possibilidade de crescimento nem implantação de indústrias, Dante conseguiu a construção da hidroelétrica de Manso, fez parceria, construiu a termoelétrica em Cuiabá, lutou e conseguiu gazoduto direto da Bolívia para Cuiabá, obras de grande valor quando se fala em reduzir o aquecimento global, mas que o governador descartou, e ambos estão paralisados.

Dante idealizou e implantou os consórcios de saúde em várias cidades polos do estados, obras que o senhor Maggi mantém em completo descaso e abandono. Hoje a saúde vive um caos em todos os cantos do estado.

Dante deu uma nova cara a educação em Mato Grosso, isso não precisa citar detalhes, os resultados das provas de havaliação a nível nacional vem mostrando a queda vertiginosa na qualidade da educação. É realizar uma pesquisa com os servidores da educação e eles serão unânimes em comprovar o que escrevo. Prtojetos como o “Arara Azul” foram reduzido ao simbolismo apenas.

A Ferronorte que FHC e Dante trouxeram até Alto Araguaia, e por ser inconviniente ao grupo empresarial do governador, ele pediu a Lula que não permitisse a continuação da mesma.

As hidrovias, luta constante de dante para viabilizar transporte mais barato dos produtos para exportação ficaram na estaca zero depois que Maggi assumiu.

Segundo a primeira dama Terezinha Maggi, em entrevistas nas rádios Cidade FM, e CBN Cuiabá, milhares de famílias passam fome o ano todo, e por isso ela emprenha tanto, para que no natal essas pessoas tenha pelo menos arroz, feijão e macarrão para comer, e não passem o 25 de dezembro como fome. Isso no estado maior produtos de alimentos do Brasil.

Tem muita coisa para escrever, mas o que realmente não dá para comparar o governador Blairo Maggi com o saudoso Dante de Oliveira, é que Maggi é um mentiroso assumido.

Elegeu combatendo com todo veemência os impostos sobre a energia e telefonia, prometendo acabar com o Fethab e depois de 7 anos diz que não pode reduzir os impostos e muitos menos acabar com o Fethab, pois afirmou que sem o tal, não conseguiria governar o estado. Chegou a chamar o falecido Dante de “santo”. Mas para um homem sem palavras, que diferença faz o que ele fala?

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>Eleições 2010: DEM de MT sugere esposa de Jaime Campos vice de Wilson Santos

Posted on setembro 15, 2009. Filed under: DEM de MT, eleições 2010, governador, Mato Grosso, Palácio Paiaguás |

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O DEM já começa a se articular nos bastidores para, numa composição com o PSDB na disputa para governador, indicar o nome da ex-primeira-dama do Estado Lucimar Sacre de Campos como vice. Ela é esposa do senador Jayme Campos. Essa sugestão já foi proposta por democratas ao prefeito cuiabano Wilson Santos, pré-candidato tucano ao Palácio Paiaguás. Santos se empolgou com a ideia. A eventual composição Santos-Lucimar só não avançou mais porque tratam-se de duas figuras que representam politicamente a Baixada Cuiabana. Assim, outras regiões ficariam “descobertas” na majoritária. Um dos adversários do grupo, vice-governador Silval Barbosa (PMDB), por exemplo, tem como principal base o Nortão. Silval, por sua vez, recebeu sugestão da Executiva do PR para ter como vice Mauro Mendes, presidente da Federação das Indústrias (Fiemt) e que disputou, sem êxito, a Prefeitura da Capital no segundo turno de 2008 contra Santos. Mendes seria o nome da Baixada Cuiabana na chapa de Silval.

Democratas e tucanos entendem que se Lucimar vier a compor a chapa, o seu esposo e senador Jayme Campos vai se empenhar de tal modo na campanha como se ele próprio fosse o candidato majoritário. Defensores da proposta destacam que Lucimar seria um nome “leve”, sem desgaste, contemplaria a ala feminina e lembram que ela acumula experiência na vida pública, com ações desenvolvidas na área social. Apesar do DEM (ex-PFL) manter o discurso de que o partido trabalha projeto próprio rumo ao pleito de 2010, nos bastidores já acertou para apoiar Santos à sucessão do governador Blairo Maggi. O próprio Jayme admite que é pré-candidato a governador, mas sem muita empolgação. Como ainda falta um ano para as eleições gerais, ele se mantém no páreo mais para valorizar o “passe” e inserir o DEM nos debates. Santos, por sua vez, começou a percorrer o interior, sinal de que deve mesmo renunciar ao mandato em abril para concorrer a governador.

Em âmbito nacional, DEM e PSDB são aliados há vários anos. Essa dobradinha se repetiria em Mato Grosso, mesmo levando para o mesmo palanque Santos e Jayme, que foram adversários ferrenhos na década de 1990, época em que o hoje prefeito era deputado estadual e, Jayme, governador (91/94).

Além de Lucimar Campos, outros quatro nomes do DEM são apresentados como alternativas para vice-governador: o do pecuarista e prefeito de terceiro mandato de Alto Garças, Roland Trentini, uma estratégia para atrair os segmentos do agronegócio, assim como do senador Gilberto Goellner, de Rondonópolis (Sul); do conselheiro aposentado do TCE, Oscar Ribeiro, que preside o DEM no Estado; e ainda o ex-prefeito de Sorriso e deputado estadual José Domingos, cuja base eleitoral concentra-se no Nortão.

Autor: RDNews

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