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>Em Rosário Oeste Carlos Bezerra zomba de Walter Rabelo

Posted on março 12, 2010. Filed under: agricultura, Carlos Bezerra, gozação, PMDB, reeleição, Rosário Oeste, Teté Bezerra, Walter Rabello |

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 O jornalista Romilson Dourado, do dinâmico site RD News, escreveu assim a reunião do PMDB. em Rosário Oeste. Com o velho discurso que o “eterniza” como cacique regional do PMDB e como marqueteiro de si próprio, o deputado Carlos Bezerra, em pré-campanha à reeleição, voltou a repetir, em reunião com cerca de 80 pessoas nesta quinta à noite, no Cinema, em Rosário Oeste, que seu governo foi o que mais investiu na área social. Ele se mostrou eufórico também com a voltar da legenda ao comando do Estado, sob Silval Barbosa, duas décadas depois do próprio Bezerra ter ocupado a cadeira de governador.
    
 Entre elogios à própria gestão e pedido para a militância eleger candidaturas peemedebistas nas eleições deste ano, Bezerra, que preside o PMDB há mais de uma década, fez alguns comentários pouco convincentes. Disse, por xemplo, que não queria que sua esposa, ex-deputada federal Teté Bezerra, fosse candidata a deputada estadual. Em seguida, assegurou que o nome de Teté surgiu das bases e não tem como contrariar o desejo da militância. Estavam presentes alguns líderes do PMDB, como o prefeito de Rosário Oeste Joemil Araújo e o casal Bezerra, além de representantes de outras siglas. Os demais eram trabalhadores rurais, um dos setores mais explorados pelo partido.
   
Para Bezerra, Teté será “puxadora” de votos do partido na disputa à vaga na Assembleia. O quociente eleitoral deve chegar a 65 mil votos. Ele disse até que recebe muitas críticas porque tem a esposa na condição de pré-candidata e que muitos chamam-no de cacique político, pecha que, segundo Bezerra, deveria ser abolida. Argumenta que a esposa aceitou concorrer ao pleito porque “tem serviço prestado”, “possui experiência política” e também porque o PMDB se vê desfalcado, desde as saídas do Legislativo dos hoje prefeitos Juarez Costa, de Sinop, e Zé do Pátio, de Rondonópolis.
    
No momento do discurso em que lembrava das perdas de vagas na AL, o cacique se referia ironicamente e em tom de gozação a Walter Rabello, embora não tenha citado o nome do então peemedebista eleito deputado em 2006 e que, dois anos depois, foi cassado por infidelidade partidária. Rabello migrou para o PP. “Não estou me lembrando o nome daquele, como é que chama mesmo aquele violeiro!”, perguntou Bezerra. Depois que alguem da plateia respondeu “É Walter Rabello”, o cacique completou: “É isso, um cantador que mudou de partido e ficou sem mandato”. A bancada peemedebista é composta na AL por Adalto de Freitas, o Daltinho, Nilson Santos e Antonio Brito. Destes, Brito não vai à reeleição.
   
Carlos Bezerra, que exerceu os mandatos de deputado estadual, prefeito de Rondonópolis, governador e senador e ocupa vaga na Câmara Federal pela segunda, fez rasgados elogios a si próprio. Disse que o PMDB volta agora ao governo do Estado com Silval, que toma posse no próprio dia 31. Aproveitou que a maioria dos presentes era agricultores para dizer que o seu companheiro de legenda já assumiu compromisso de priorizar os trabalhadores rurais. Segundo Bezerra, a gestão Silval vai fortalecer a agricultura familiar através da Empaer. Em seguida, disse que sua administração, de 87 a 90, teve “muitos avanços na agricultura”.
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