Grupo André Maggi

>Guia Exame deste ano coloca trading mato-grossense no topo da lista

Posted on julho 27, 2009. Filed under: Grupo Amaggi, Grupo André Maggi, Guia Exame, Revista Exame |

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Desde que estreou no cenário nacional ao fazer parte do ranking das 500 maiores empresas do Brasil, a trading mato-grossense, Amaggi, holding do Grupo André Maggi, não saiu mais da seleção elaborada pela revista Exame. Mais do que se manter, a empresa conquistou avanços anuais. Depois da chegada ao Guia ‘Melhores e Maiores’ em 2003, outros dois balanços anuais servem de marco: a chegada em 2007 ao ‘clube do bilhão’, ao faturar US$ 1,14 bilhão e encerrou 2008, ano marcado pela adversidade, com o segundo maior crescimento no País em vendas no setor de atacado, ao registrar 64%. A Amaggi é a maior empresa privada de Mato Grosso.

A Edição deste ano revisou o faturamento em dólares do exercício 2007, para baixo, de US$ 1,14 bilhão para US$ 949,6 milhões, o que permite a expansão de 64% em volume de vendas de um ano para o outro.

Em pleno ano de crise – 2008 – que mudou o rumo da economia global e mexeu justamente com o poder de consumo das grandes nações, a Amaggi, com 75,3% de sua receita originada nas exportações de grãos, obteve faturamento de US$ 1,55 bilhão.

A holding pertencente à família do governador Blairo Maggi – está sediada em Rondonópolis, 210 quilômetros ao sul de Cuiabá -, gerou US$ 26,3 milhões em impostos e quitou uma folha de pagamento mais impostos na ordem de US$ 14,4 milhões aos seus 938 empregados.

Classifica no setor de ‘atacado’, a Amaggi, dentro da seleção das 500 maiores do Brasil, ficou à frente de empresas de renome internacional dos setores energia, farmacêuticas, siderurgia, telecomunicações, autoindústria, de bens de capital e de consumo e também de química e petroquímica, assim como empresas de capital estrangeiro. Entre as 500 empresas por faturamento, a Amaggi, 100% de capital nacional, obteve a 114ª posição, avançando 80 colocações em relação ao anuário passado, onde figurou na 194ª posição. A primeira colocada é a Petrobrás, com faturamento de US$ 92,40 bilhões e crescimento anual de 9,8%.

É na análise por indicadores que a mato-grossense se destaca mais. Em receita operacional bruta, ou seja, faturamento é a 10ª entre as empresas do setor de atacado. No mesmo setor, a Amaggi está em 2ª no aumento das vendas, já descontada a inflação, é a 7ª em liderança de mercado, 8ª em rentabilidade, 9ª em liquidez corrente e a 6ª em riqueza criada por empregado. Neste último indicador, por exemplo, a mediana entre 17 empresas do setor de atacado ‘ranqueadas’ é de um salário de US$ 125,79 por empregado. A média da Amaggi foi de US$ 333,56.

Deixando a setorização de lado – o atacado – no ranking de 20 grandes extraídos das 500 maiores, a Amaggi detém o 11º lugar entre as que mais cresceram das 500, o 21º em vendas entre as 50 maiores das 500, 17º entre as maiores exportadoras.

AMAGGI – A relação da Exame onde a Amaggi foi incluída leva em conta todas as empresas cujo foco de negócios está na venda por atacado, como é o caso da empresa, que compra e vende grãos (soja, milho), farelo e óleo (soja), produz sementes de soja, importa e comercializa fertilizantes e químicos. Diferentemente dos anos anteriores, esta edição da “Melhores e Maiores” engloba o Anuário do Agronegócio, que até o ano passado era uma edição independente.

Questionado sobre a performance positiva da companhia, em pleno ano marcado por variantes inesperadas e alheias à atividade da Amaggi, o presidente do Grupo André Maggi, Pedro Jacyr Bongiolo, explica que os números refletem o planejamento da Amaggi.

“Adotamos um planejamento estratégico de médio e longo prazo, que é atualizado a cada dois anos. Toda a plataforma para suportar esse crescimento, como a conclusão do terminal no Guarujá (TGG), a construção da fábrica de Lucas do Rio Verde, a implementação da frota da Hermasa, entre outros, foi concluída, o que permitiu à empresa aumentar seu market share (participação no mercado) em algumas regiões e voltar a atuar em regiões novas como o Paraná, através dos seus escritórios de Maringá e Cascavel”.

A empresa também se preparou de forma proativa contra os danos da crise financeira, mudando o seu perfil de endividamento e alocando recursos apropriados para os investimentos. “Seguindo o nosso plano estratégico que incluía a criação dessa plataforma de crescimento, que ficou pronta antes da crise, restou apenas colocar em prática o que fora planejado”, declara.

Jacyr salienta que quando a crise começou a se acentuar, a partir de setembro do ano passado, praticamente 90% da meta de comercialização da Amaggi já estava concluída. Segundo ele, em razão do alto preço da soja no mercado internacional em 2008, o produtor vendeu mais cedo seus produtos, diferentemente do praticado em outros períodos. “Com isso, quando surgiu a crise, o programa de comercialização já estava praticamente concluído, restando apenas os embarques acontecerem para serem registrados nos livros”, pontua.

Fonte: Diário de Cuiabá

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>Amaggi compra 51% da Denofa S.A.

Posted on julho 14, 2009. Filed under: Amaggi, Denofa, esmagamento de soja, Grupo André Maggi |

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Ampliando os negócios no mercado europeu, o Grupo André Maggi fechou a compra de 51% das ações da empresa norueguesa Denofa S.A. A empresa tem como principal atividade o esmagamento de soja e tem capacidade para processar 430 mil toneladas/ano e atua também no beneficiamento do óleo de colza (canola), em uma planta localizada na Polônia. O grupo mato-grossense, acionista majoritário da empresa, adquiriu ações da Agrenco (40%) e da Norgrain (11%). Os 49% restantes da composição acionária são da Norgrain.

O presidente do Grupo André Maggi, Pedro Jacyr Bongiolo, afirma que a planejamento do grupo é crescer como produtor de soja, tradding, neste último com atuação não só no mercado nacional como também fora do Brasil. Ele conta que a empresa mantém um escritório na Holanda desde 2008 e sempre busca ampliar os negócios.

No caso da Denofa, explica ele, a empresa já atua no mercado dando prioridade à soja não transgênica, o que também faz parte dos negócios do grupo estadual. “Com a empresa teremos condições de enviar a produção não transgênica de Mato Grosso para a Europa, para ser processado lá e atender o mercado europeu, que é mais criterioso e exigente quanto a este produto. Lá este produto tem mais valor”.

Bongiolo acrescenta que a empresa recém-adquirida já tem mercado comprador consolidado a exemplo da própria Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia. “Já éramos fornecedores de soja para a empresa e agora teremos um destino garantido do nosso produto, além de poder comprar a soja de outros fornecedores”.

A soja importada pela Denofa, principalmente a não transgênica, é esmagada e comercializada na forma de óleo, farelo e lecitina. Toda a produção da Denofa é 100% não transgênica e livre de Salmonella, o que a torna referência no mercado escandinavo por sua preocupação com a qualidade e a sanidade. O Grupo André Maggi é composto por quatro divisões de negócios: Amaggi, Divisão Agro, Hermasa e Maggi Energia.


Fonte: A Gazeta

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