IBGE

>Emprego na indústria brasileira tem pequena queda

Posted on março 12, 2011. Filed under: IBGE |

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O emprego na indústria recuou 0,1% em janeiro de 2011 ante dezembro do ano passado, na série livre de influências sazonais, segundo informou nesta sexta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário (Pimes) de janeiro. Em dezembro, o emprego industrial mostrou taxa negativa idêntica, também de 0,1% em relação a novembro.
Para o IBGE, o desempenho de janeiro mostra um quadro de estabilidade no emprego industrial. Isso reflete o menor dinamismo da produção industrial observado a partir do segundo trimestre do ano passado. De acordo com o IBGE, na comparação com janeiro de 2010, o emprego industrial cresceu 2,7% em janeiro deste ano. A ocupação na indústria acumula alta de 3,7% nos 12 meses encerrados em janeiro deste ano.
Regiões – O emprego industrial em janeiro deste ano avançou nas 14 áreas pesquisadas pelo IBGE, ante igual mês de 2010. Segundo o instituto, os destaques de aumento no emprego industrial, neste período de comparação, ficaram com as taxas positivas registradas em São Paulo (2,0%), Minas Gerais (4,2%), região Norte e Centro-Oeste (4,4%) e região Nordeste (2,1%). Na avaliação por setores, o emprego industrial avançou em 12 dos 18 ramos pesquisados em janeiro. Fonte: A Gazeta
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>Inflação oficial encerra 2010 no maior índice desde 2004, diz IBGE

Posted on janeiro 7, 2011. Filed under: IBGE, Inflação |

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O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou o ano de 2010 em 5,91%, segundo o IBGE. O resultado é maior que o registrado em 2009, quando o índice fechou em 4,31%. Com isso, o IPCA fechou na maior variação desde 2004. Os alimentos exerceram a principal influência, pois ficaram, em média, 10,39% mais caros de 2009 para 2010.
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>Safra brasileira bate recorde e cresce 11,6% em 2010

Posted on janeiro 6, 2011. Filed under: IBGE |

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O IBGE divulgou que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu 11,6% em 2010, na relação com o ano anterior, a produção foi de 149,5 milhões de toneladas, ante 134,0 milhões de toneladas de 2009. O indicador supera em 2,4% a safra recorde de 2008 (146,0 milhões de toneladas).
Colheita em Mato Grosso
Na comparação com novembro, o mês de dezembro registrou variações nas estimativas de produção de seis produtos: aveia em grão ( alta de 11,6%), cevada em grão (elevação de 1,3%), feijão em grão total (recuo 1,2%), milho em grão total ( crescimento de 0,7%), trigo em grão ( rendimento de 4,2%) e triticale em grão ( alta de 5,8%).
O IBGE também realizou, em dezembro, o terceiro prognóstico de área e produção para a safra de 2011, nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste e nos Estados de Rondônia, Maranhão, Piauí e Bahia. Neste terceiro prognóstico, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2011 é estimada em 145,8 milhões de toneladas, 2,5% inferior à registrada em 2010. Isso se deve, principalmente, à menor previsão da Região Sul (-8,8%).



PRINCIPAIS CULTURAS

A área colhida em 2010, de 46,6 milhões de hectares, apresenta decréscimo de 1,3% frente à de 2009. As três principais culturas — arroz, milho e soja — que, somadas, representam 90,9% da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondem por 83,5% da área colhida e registram, em relação ao ano anterior, variações de 6,3%, -6,5% e +7,1%, respectivamente. No que se refere à produção, o milho e a soja apresentam, nessa ordem, acréscimos de 9,4% e 20,2%, enquanto que o arroz, decréscimo de 10,1%.
Na região Sul, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas alcançou 64,1 milhões de toneladas; no Centro-Oeste, 52,5 milhões de toneladas; no Sudeste, 17,1 milhões de toneladas; no Nordeste, 11,9 milhões de toneladas; e no Norte, 4,0 milhões de toneladas. Comparativamente à safra passada, houve incrementos nas regiões Norte (6,0%), Sul (22,3%), Centro-Oeste (7,4%), Nordeste (0,9%), ao passo que, no Sudeste, houve queda de 0,7%.
O Paraná liderou a produção nacional de grãos em 2010, com uma participação de 21,6%, seguido pelo Mato Grosso, com 19,3%, e Rio Grande do Sul, com 16,9%. Estes estados representam juntos 57,8% do total nacional.
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>Segundo IBGE, Brasil perde 11.214 leitos para internação em quatro anos

Posted on novembro 19, 2010. Filed under: IBGE |

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O país perdeu 11.214 leitos para internação entre 2005 e o ano passado, segundo a Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária (AMS) 2009, divulgada nesta sexta-feira (19), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com o Ministério da Saúde. Do total de leitos existentes no período, apenas 35,4% eram públicos.
Leito hospitares diminuem no Brasil
A redução de leitos é verificada em quase todas as regiões do país, com exceção da Norte, onde houve crescimento anual de 1%. A maior queda foi registrada no Nordeste (-1,7%), seguida do Centro-Oeste (-1,4%).
A taxa de leitos por 1.000 habitantes caiu de 2,4 para 2,3 em todo o país. Somente a Região Sul, que apresentou 2,6 leitos por 1.000 habitantes, está dentro do parâmetro preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de 2,5 a 3.
As regiões mais desprovidas de leitos por habitante são a Norte (com 1,8 leitos por 1 000 habitantes) e Nordeste (com 2,0 leitos por 1 000 habitantes). Nelas, embora haja aumento dos leitos públicos e eles representem mais de 50% dos leitos disponíveis para internação, o incremento não foi suficiente para compensar a diminuição dos leitos privados e o aumento populacional.
Considerando os leitos privados disponíveis ao SUS esta redução ainda é maior, de -12,2% entre 2005 e 2009. O índice do país ficou em 1,6 por 1.000 habitantes, o que também não atinge o preconizado pelo Ministério da Saúde.
 
Estabelecimentos com internação
Assim como houve queda no número de leitos nos estabelecimentos de saúde, a AMS 2009 também mostra que o total de unidades que oferecem internação também diminuiu. Entre 2005 e 2009, o país perdeu 280 estabelecimentos com esse perfil.
A pesquisa mostra que os estabelecimentos com internação no país somaram 6.875 em 2009, correspondendo a 7,3% do total. Desses, 58,7% são privados e 41,3%, públicos.
 
Número de internações
A pesquisa apurou que em 2008 houve mais de 23 milhões de internações, sendo que cerca de 8 milhões foram em estabelecimentos públicos e o restante, em privados. Os dados mostram que houve uma queda relativa de 0,2% no total de internações em relação a 2004.
 
Emergência
Os serviços de emergência (para atendimento de pacientes com risco de vida), que podem ser oferecidos por unidades com ou sem internação, somam 6.995 estabelecimentos (2.712 no Sudeste, 1.791 no Nordeste, 1.228 no Sul, 673 no Centro-Oeste e 591 no Norte). O SUS é financiador de 79,4% dessas unidades.
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>Com censo 2010 doze cidades de Mato Grosso terá redução no repasse do FPM

Posted on novembro 6, 2010. Filed under: Alta Floresta, Barra do Bugres, Censo 2010, Chapada dos Guimarães, Colíder, Colniza, Denise, FPM, Guiratinga, IBGE, Marcelândia, Peixoto de Azevedo |

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A arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 12 das 141 cidades de Mato Grosso, o equivalente a 8,5% do total, vai diminuir a partir de 2011. Isso porque todas elas sofreram redução populacional nos últimos 10 anos. Os repasses são medidos pela oscilação do número de habitantes em cada município.
A redução foi confirmada no Censo realizado neste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou ontem, de forma preliminar, a quantidade de habitantes em todos os municípios brasileiros. Na análise do IBGE houve decréscimo populacional nos municípios cuja fonte econômica advém da pecuária e das indústrias madeireira e canavieira. 

 Cidade de Barra dos Bugres que teve decréscimo populacional

As cidade são:

  • Alta Floresta, 
  • Barra do Bugres, 
  • Chapada dos Guimarães, 
  • Colíder, 
  • Colniza, 
  • Denise, 
  • Guiratinga, 
  • Marcelândia, 
  • Peixoto de Azevedo, 
  • São José do Rio Claro, 
  • Tabaporã e 
  • Terra Nova do Norte.

Dez cidades tiveram aumento populacional
Já em situação mais confortável estão outros 10 municípios, ou 7,09% do total, que tiveram registro de aumento da população. Maior parte deles integra a fronteira agrícola de Mato Grosso. São eles:

  • Campo Verde, 
  • Lucas do Rio Verde, 
  • Nova Mutum, 
  • Primavera do Leste, 
  • Sapezal, 
  • Sorriso, 
  • Vera, 
  • Porto Esperidião, 
  • Porto Alegre do Norte, 
  • Juruena e 
  • Confresa.
 Lucas do Rio verde é destaque
Lucas do Rio Verde, por exemplo, está no topo dos que mais cresceram, com incremento populacional de pouco mais de 12 mil habitantes do ano passado para cá. Prefeitos dos municípios que sofreram redução ou aumento populacional têm até o dia 21 para questionar os resultados apontados pelo IBGE.

REVISÃO – O Instituto já se adiantou que vai revisar a contagem populacional, por determinação da Diretoria de Pesquisa do órgão, nos municípios de Colniza, Sinop, Terra Nova do Norte e na capital do Estado. Já as cidades de Alta Floresta, Denise, Nova Olímpia, Nova Bandeirantes, São Félix do Araguaia, São José do Rio Claro, Guiratinga, Chapada dos Guimarães, Colíder, Marcelândia e Tabaporã aguardam autorização para passar pelo mesmo processo.
Na região Centro-Oeste, Mato Grosso é o estado com a maior quantidade de processos de revisão (15), seguido por Goiás (6), Mato Grosso do Sul (2) e Distrito Federal (1). Em todo país, haverá revisão em 376 cidades.
Segundo o chefe do IBGE em Mato Grosso, Deovaldo Benedito Souza, a revisão será necessária para dar mais lisura ao Censo 2010. “Os municípios revisados serão aqueles que perderam FPM e com grande quantidade de domicílios vagos. Vamos verificar também o trabalho dos recenseadores”, revela Souza. O Censo 2010 mostrou que Mato Grosso conta com a segunda maior população da região Centro-Oeste, com 2.954.625, mas esta marca, após as revisões e a imputação dos domicílios fechados (21.764 mil), pode saltar para 3.026.446 habitantes. Quem não foi recenseado pode entrar em contato com o IBGE até o dia 21 deste mês para solicitar visita pelo telefone 0800-721-8181.
ANÁLISE – O IBGE analisa que o crescimento populacional de Mato Grosso se deu de forma natural, ou seja, pela diferença entre nascimentos e mortes. O fenômeno é conhecido na demografia como vegetativo. No passado, o Estado inflou em questão de décadas por um intenso processo migratório que trouxe para cá pessoas oriundas da região sul do país. Os municípios mato-grossenses que mais cresceram são aqueles que estão agregando valor à produção antes de exportá-la. O processo exige instalação de indústrias, o que demanda elevada quantidade de mão-de-obra. 
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>Censo 2010 informa que população brasileira é de 185,7 milhões

Posted on novembro 4, 2010. Filed under: Censo 2010, Diário Oficial, FPM, IBGE, população brasileira, TCU |

>Os dados iniciais do Censo 2010, publicados nesta quinta-feira no “Diário Oficial da União”, mostram que a população brasileira é de 185.712.713 de pessoas. A data de referência do levantamento é 1º de agosto de 2010.

População brasileira

Comparado com o Censo 2000, que registrou 169.590.693 de habitantes, o crescimento é de 9,5%. No entanto, o número registrou queda em comparação com as estimativas de população do IBGE, realizadas anualmente, que levam em conta taxas de natalidade, mortalidade e migração.

Em 2009, a estimativa era de que a população brasileira fosse de 191.480.630 de habitantes –o que representa uma queda de 3% no Censo 2010.

O mesmo aconteceu com a contagem do Estado e da cidade de São Paulo, que continuam como os mais populosos do país. De acordo com os dados divulgados pelo Censo 2010, o Estado tem 39.924.091 de habitantes e a cidade, 10.659.386.

Já a projeção de 2009 previa uma população de 41,4 milhões de habitantes para o Estado e 11 milhões para a cidade.

O IBGE repassa anualmente ao TCU (Tribunal de Contas da União) o número de moradores das cidades. Nos anos em que não há Censo, são enviadas as estimativas.
Os dados são usados para embasar os repasses da União, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), proporcionais ao tamanho da população.
Foram analisados, na coleta para o Censo 2010, os 26 Estados e 5.565 municípios brasileiros, incluindo o Distrito Federal. A população foi recenseada até o dia 31 de outubro de 2010, com a visita a mais de 67 milhões de domicílios.

O IBGE estabeleceu prazo de 20 dias, de 5 a 24 de novembro, para que os interessados apresentem reclamações ao instituto.

Fonte: Folha.com

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>Dólar baixo favorece o comércio, mas não a indústria

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: comércio, custos, dólar, eletrodomésticos, IBGE, Indústria, Mercado |

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O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que mostrou alta de 2% em agosto, em relação a julho. Em comparação com o mesmo mês de 2009, a expansão foi de 10,4%, mostrando que as pessoas estão comprando bastante.
O mercado esperava um número positivo, mas mais baixo, porque acabaram os incentivos fiscais. Mas na verdade, a demanda doméstica continua forte por vários motivos: com o dólar baixo, que cria problemas em outras áreas, produtos importados ficam mais baratos. Com isso, aumenta a capacidade de compra, ou seja, é possível comprar mais coisas com o mesmo salário. Um dos itens que mais cresceu foi móveis e eletrodomésticos (2,9%). Vendas de livros, jornais e revistas aumentaram 3,5%.
O que está acontecendo, mas não é bom, é a desaceleração na indústria. Está vendendo menos, exatamente por causa do dólar; enquanto o consumidor compra mais. Exporta menos, porque o produto brasileiro vai perdendo competitividade; com isso, tem de vender com preço mais alto para cobrir os custos.
A demanda continua forte também por causa de melhoria de salário, de emprego, mas parte vem também desse efeito do dólar. Bom para o consumidor, mas complicado para a indústria local.  Autor: Mirian Leitão
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>Economia brasileira cresceu 8,9% no 1º semestre

Posted on setembro 3, 2010. Filed under: Agropecuária, economia brasileira, IBGE, Indústria, Investimentos, O QUE É O PIB, PIB, sazonais, serviços |

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A economia brasileira cresceu 8,9% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2009, informou o Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 3. Foi o melhor desempenho histórico para um semestre desde o início da série, em 1996. Nos últimos 12 meses até junho, o PIB acumula alta de 5,1%. 
De acordo com agerente da Coordenação das Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, a expansão recorde teve como destaque a indústria, que mostrou bom desempenho no período, com alta de 14,2% no PIB do primeiro semestre ante o primeiro semestre de 2009.
No entanto, ela fez uma ressalva. “É importante destacar que estamos comparando este período com o recorde negativo do PIB semestral” disse, lembrando que, no primeiro semestre de 2009, o PIB caiu 1,9% ante igual período em 2008. Ou seja: o resultado está sendo influenciado por base de comparação mais fraca.
http://www.estadao.com.br/especiais/2010/09/pib_materia.swf
No segundo trimestre, a expansão do PIB foi de 1,2% ante o período de janeiro a março deste ano, superando as estimativas. Ainda segundo o instituto, o PIB do segundo trimestre somou R$ 900,7 bilhões. Segundo um levantamento realizado pelo serviço AE Projeções, com 42 instituições, a variação projetada pelos analistas para o PIB era de 0,30% a 1,12% em relação ao primeiro trimestre, já descontando os ajustes sazonais. A aposta média ficou em 0,70%.

Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB apresentou alta de 8,8% entre abril e junho deste ano, resultado que também superou o teto das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que variavam de 7,00% a 8,70%, com mediana de 8,00%.

No primeiro trimestre, o PIB subiu 2,7% em relação ao trimestre anterior e 9% ante o mesmo trimestre de 2009. Para os especialistas, esses números marcaram o auge dos incentivos fiscais e monetários, dados pelo governo para amenizar os efeitos da crise global.

Já o segundo trimestre foi marcado pela redução dos incentivos fiscais e pelo início do ciclo de alta e juros, para diminuir o aquecimento da economia e conter a inflação. Além disso, a Copa do Mundo afetou os negócios, especialmente nos dias de jogo da Seleção Brasileira.

Nesse período, a produção industrial sofreu três quedas mensais seguidas.

Investimentos em alta
A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil, registrou alta de 2,4% no segundo trimestre de 2010, na comparação com os três primeiros meses deste ano. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o indicador registrou alta de 26,5%, o maior crescimento nesta base de comparação desde o início da série histórica, em 1996.

Já a taxa de investimento (FBCF/PIB) registrou alta de 17,9% no segundo trimestre de 2010, contra 15,8% no segundo trimestre de 2009. Já a taxa de poupança bruta atingiu 18,1%, ante 16,0% do segundo trimestre de 2009.

Indústria, agropecuária e serviços
O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria subiu 1,9% no segundo trimestre deste ano ante o trimestre imediatamente anterior, de acordo o IBGE. Ainda segundo o instituto, na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB da indústria cresceu 13,8% entre abril e junho deste ano.

Segundo o instituto, o PIB da agropecuária subiu 2,1% no segundo trimestre ante primeiro trimestre. Na comparação com segundo trimestre de 2009, o PIB da agropecuária teve avanço de 11,4%.

Já o PIB do setor de serviços mostrou alta de 1,2% em base trimestral e, na comparação anual, avançou 5,6%.

Investimentos influenciam e importações crescem 38,8%
A alta de 38,8% registrada nas importações de bens e serviços no segundo trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 foi influenciada por uma alta dos investimentos, segundo a gerente de contas nacionais do IBGE, Rebeca Palis. Ela explicou que foram destaques na pauta de importação no período itens que podem ser considerados, em parte, investimento, como automóveis, caminhões, equipamentos elétricos e material elétrico.

A taxa de crescimento das importações (38,8%) foi mais de cinco vezes superior à das exportações (alta de 7,3%, na mesma comparação). Segundo Rebeca, o resultado foi influenciado pela variação da taxa de câmbio no período. No segundo trimestre de 2010, o câmbio estava em R$ 1,79, na média trimestral das taxas de compra e venda. Já no segundo trimestre de 2009, a taxa estava em R$ 2,07.

Consumo das famílias avança 0,8%
O consumo das famílias cresceu 0,8% no segundo trimestre de 2010 ante o primeiro trimestre. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o consumo das famílias registrou alta de 6,7%.
Já o consumo do governo cresceu 2,1% entre abril e junho deste ano na comparação com os três primeiros meses de 2010 e subiu 5,1% em relação ao segundo trimestre de 2009.
“A aceleração no consumo da administração pública é explicada pela época de eleições nas esferas federal e estadual”, disse Rebeca Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do IBGE.

O QUE É O PIB?
O Produto Interno Bruto representa o total de riquezas produzido num determinado período num país. É o indicador mais usado para medir o tamanho da economia doméstica. No Brasil, o cálculo é realizado pelo IBGE, órgão responsável pelas estatísticas oficiais, vinculado ao Ministério do Planejamento.

O cálculo do PIB leva em conta o acompanhamento de pesquisas setoriais que o próprio IBGE realiza ao longo do ano, em áreas como agricultura, indústrias, construção civil e transporte. O indicador inclui tanto os gastos do governo quanto os das empresas e famílias. Mede também a riqueza produzida pelas exportações e as importações. O IBGE usa ainda dados de fontes complementares, como o Banco Central, Ministério da Fazenda, Agência Nacional de Telecomunicações e Eletrobrás, entre outras.

O PIB pode ser medido de duas formas, para um mesmo resultado. Quando o PIB é analisado pela ótica de quem produz essas riquezas, entram no cálculo os resultados da indústria (que respondem por 30% do total), serviços (65%) e agropecuária (5%).

Outra maneira de medir o PIB é pela ótica da demanda, ou seja, de quem compra essas riquezas. Nesse caso, são considerados o consumo das famílias (60%), o consumo do governo (20%), os investimentos do governo e de empresas privadas (18%) e a soma das exportações e das importações (2%).

Fonte: Estadão

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>Safra de grãos no ano será a maior da série histórica da produção nacional

Posted on agosto 6, 2010. Filed under: agricultura, grãos, IBGE, levantamento sistemático da produção agrícola, lpsa, safra |

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Grãos Milho e a soja registram acréscimos de 4,4% e 19,8%, respectivamente, e o arroz, retração de 10,3% (Hemera Technologies)

Levantamento de julho estima produção 9,2% maior que a de 2009 informa IBGE

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 146,4 milhões de toneladas em 2010, passando a ser a maior da série histórica da produção nacional. Este volume é 9,2% maior que o obtido em 2009 (134,0 milhões de toneladas) e 0,3% maior que a estimativa de junho (145,9 milhões de toneladas), de acordo com a sétima estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A área a ser colhida em 2010, de 46,8 milhões de hectares, apresenta decréscimo de 0,9% frente a 2009. As áreas das três principais culturas, soja, milho e arroz, que respondem por 83,1% da área plantada, apresentam variações 7,2%, -6,5% e -5,9%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Quanto à produção destes produtos (90,9% do total produzido), o milho e a soja registram acréscimos de 4,4% e 19,8%, respectivamente, e o arroz retração de 10,3%.
 

A estimativa é de que o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas tenha a seguinte distribuição regional: região Sul, 63,1 milhões de toneladas; Centro-Oeste, 50,9 milhões de toneladas; Sudeste, 16,5 milhões de toneladas; Nordeste, 12,0 milhões de toneladas; e Norte, 3,9 milhões de toneladas. 
 
Comparativamente à safra passada, houve decréscimo apenas na região Sudeste (4,0%), enquanto as demais mostram incrementos: Norte, 1,7%; Nordeste, 2,3%; Sul, 20,3%; e Centro-Oeste, 4,3%.

Produção estimada para 2010 para sete produtos:

Algodão herbáceo – 3 milhões de toneladas
Café – 2.753.091 toneladas
Feijão – 3.373.673 toneladas
Milho – 53,5 milhões de toneladas
Soja – 68,3 milhões de toneladas
Sorgo – 1.539.298 toneladas
Trigo – 5,3 milhões de toneladas


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>Mato Grosso vive a década de ouro de sua história

Posted on junho 1, 2010. Filed under: atacado, bebidas, Calçados, comércio, combustíveis, Comunicação, crescimento, IBGE, Indústria, Indústria Têxtil, Mato Grosso, Metalurgia, PIB |

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Estado que mais cresce no país, com ritmo de crescimento comparável ao da China, em torno de 10% ao ano, Mato Grosso vive a “década de ouro” de sua história. Saiu de importador para exportador de energia – o principal gargalo do seu desenvolvimento nas últimas três décadas – assumiu a liderança na produção de soja e algodão, passou a ter o maior rebanho bovino comercial do país e, ao invés de só exportar matéria-prima, inicia um novo ciclo de desenvolvimento ao agregar valor à produção que transforma proteína vegetal em animal, ou seja, ao invés de vender o grão de soja, transforma-o em ração para aves e suínos e exporta a carne.
O resultado desta “revolução” é o fortalecimento econômico do Estado e a expansão do setor industrial, com a vinda de agroindústrias dos mais diferentes setores, como alimentação (esmagadoras de soja, processadoras de frangos e suínos, frigoríficos), bebidas, metalurgia, combustíveis, calçados, atacado, comunicação e indústria têxtil. Junto a essas empresas foram gerados milhares de empregos diretos, provocando um extraordinário crescimento sobre a arrecadação e a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios, que aponta o grau de desenvolvimento de um país, estado ou município.
Nos últimos oito anos desta década, por exemplo, a receita pública foi praticamente triplicada, saindo de R$ 3,2 bilhões, em 2002, para R$ 9,5 bilhões, em 2009. Já o PIB de Mato Grosso em 2002 foi de R$ 20,9 bilhões, saltando para R$ 42 bilhões em 2007 (último levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
“Podemos afirmar que Mato Grosso vive mesmo a década áurea da sua história”, define o superintendente de Indústria da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado, Sérgio Romani. Segundo ele, esse desenvolvimento vai ser intensificado nos próximos anos, com o advento da Copa de 2014, e continuará firme por muitos anos.
Ele diz que Mato Grosso passa por um processo de transformação ímpar. “Em um período de 12 anos – 1995 a 2007 – o nosso PIB (Produto Interno Bruto) cresceu quase 500%. Nenhum outro estado brasileiro registrou um índice tão elevado”. Frisou a importância dos incentivos fiscais como fator de atração de empresas ao Estado, mas lembrou que o grande chamariz dos investimentos continua sendo o potencial econômico do Estado e as oportunidades de negócio. “Só com a agricultura, por exemplo, Mato Grosso tem condições de triplicar sua produção sem derrubar sequer uma árvore”, pontua Romani.
“Mato Grosso tem crescido em ritmo semelhante à China, não há como segurar o nosso Estado”, diz o presidente da Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Jandir Milan, apoiado em um estudo econômico que traça o comparativo do crescimento industrial de Mato Grosso com a média brasileira e os estados vizinhos nos últimos 12 anos.
DADOS – O estudo mostra, com base no levantamento do IBGE, que o PIB estadual entre 1995 e 2007 saltou de R$ 7,319 bilhões para R$ 42,687 bilhões, alcançando o maior índice de crescimento entre os estados das regiões Centro-Oeste e Norte, com incremento de 483%.
Segundo Jandir Milan, a iniciativa privada investiu maciçamente graças ao bom ambiente econômico de Mato Grosso. Ele destaca ainda o bom desempenho do agronegócio e a verticalização da produção, ou seja, industrialização de matéria-prima e agregação de valores à produção.
Outro ponto favorável, na avaliação dos empresários, é que o governo federal manteve a postura agressiva de atração de investimentos e não deu ouvidos aos críticos dos incentivos fiscais. “Crescemos graças a estes incentivos e alcançamos resultados fabulosos. Os resultados aí estão em números, para quem quiser comprovar, e as indústrias não param de chegar ao nosso Estado”, afirma Sérgio Romani.
Ele lembra que os municípios que recebem as indústrias passam por uma transformação econômica. A tese do governo estadual é de que, além da geração de emprego e renda, um grande empreendimento acaba atraindo outras pequenas empresas prestadoras de serviço para atender suas necessidades.
“Um investimento puxa outro e aí a economia fica nesse ciclo virtuoso de crescimento”, afirma Romani. Para ele, o processo de industrialização está apenas começando, “mas Mato Grosso já vive uma nova era desenvolvimentista na atual década”. Fonte: Fiemt
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