Indústria

>Cresce o investimento de grandes empresas em inovação

Posted on outubro 27, 2010. Filed under: ABDI, Comércio Exterior, desenvolvimento, Indústria, Inovação, investimento |

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Cresce o número de grandes empresas brasileiras que investem em inovação tecnológica para aumentar a competitividade no mercado interno, de acordo com a pesquisa Sondagem de Inovação, divulgada nesta terça-feira (26) pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A segunda edição do levantamento trimestral constatou que 71,5% das 1,650 mil grandes empresas industriais com mais de 500 empregados inovaram no lançamento de produtos ou no processo de fabricação no trimestre de abril a junho. Percentual semelhante aos 71,4% registrados no trimestre anterior. A pesquisa também aponta que 27% do universo analisado ampliaram os investimentos próprios em pesquisa e desenvolvimento e 47% mantiveram o mesmo nível do trimestre anterior.
Na avaliação do presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri, “são números excelentes, que indicam a consciência do empresariado sobre a necessidade de inovar para garantir presença no mercado”.
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>Dólar baixo favorece o comércio, mas não a indústria

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: comércio, custos, dólar, eletrodomésticos, IBGE, Indústria, Mercado |

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O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que mostrou alta de 2% em agosto, em relação a julho. Em comparação com o mesmo mês de 2009, a expansão foi de 10,4%, mostrando que as pessoas estão comprando bastante.
O mercado esperava um número positivo, mas mais baixo, porque acabaram os incentivos fiscais. Mas na verdade, a demanda doméstica continua forte por vários motivos: com o dólar baixo, que cria problemas em outras áreas, produtos importados ficam mais baratos. Com isso, aumenta a capacidade de compra, ou seja, é possível comprar mais coisas com o mesmo salário. Um dos itens que mais cresceu foi móveis e eletrodomésticos (2,9%). Vendas de livros, jornais e revistas aumentaram 3,5%.
O que está acontecendo, mas não é bom, é a desaceleração na indústria. Está vendendo menos, exatamente por causa do dólar; enquanto o consumidor compra mais. Exporta menos, porque o produto brasileiro vai perdendo competitividade; com isso, tem de vender com preço mais alto para cobrir os custos.
A demanda continua forte também por causa de melhoria de salário, de emprego, mas parte vem também desse efeito do dólar. Bom para o consumidor, mas complicado para a indústria local.  Autor: Mirian Leitão
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>Economia brasileira cresceu 8,9% no 1º semestre

Posted on setembro 3, 2010. Filed under: Agropecuária, economia brasileira, IBGE, Indústria, Investimentos, O QUE É O PIB, PIB, sazonais, serviços |

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A economia brasileira cresceu 8,9% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2009, informou o Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 3. Foi o melhor desempenho histórico para um semestre desde o início da série, em 1996. Nos últimos 12 meses até junho, o PIB acumula alta de 5,1%. 
De acordo com agerente da Coordenação das Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, a expansão recorde teve como destaque a indústria, que mostrou bom desempenho no período, com alta de 14,2% no PIB do primeiro semestre ante o primeiro semestre de 2009.
No entanto, ela fez uma ressalva. “É importante destacar que estamos comparando este período com o recorde negativo do PIB semestral” disse, lembrando que, no primeiro semestre de 2009, o PIB caiu 1,9% ante igual período em 2008. Ou seja: o resultado está sendo influenciado por base de comparação mais fraca.
http://www.estadao.com.br/especiais/2010/09/pib_materia.swf
No segundo trimestre, a expansão do PIB foi de 1,2% ante o período de janeiro a março deste ano, superando as estimativas. Ainda segundo o instituto, o PIB do segundo trimestre somou R$ 900,7 bilhões. Segundo um levantamento realizado pelo serviço AE Projeções, com 42 instituições, a variação projetada pelos analistas para o PIB era de 0,30% a 1,12% em relação ao primeiro trimestre, já descontando os ajustes sazonais. A aposta média ficou em 0,70%.

Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB apresentou alta de 8,8% entre abril e junho deste ano, resultado que também superou o teto das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que variavam de 7,00% a 8,70%, com mediana de 8,00%.

No primeiro trimestre, o PIB subiu 2,7% em relação ao trimestre anterior e 9% ante o mesmo trimestre de 2009. Para os especialistas, esses números marcaram o auge dos incentivos fiscais e monetários, dados pelo governo para amenizar os efeitos da crise global.

Já o segundo trimestre foi marcado pela redução dos incentivos fiscais e pelo início do ciclo de alta e juros, para diminuir o aquecimento da economia e conter a inflação. Além disso, a Copa do Mundo afetou os negócios, especialmente nos dias de jogo da Seleção Brasileira.

Nesse período, a produção industrial sofreu três quedas mensais seguidas.

Investimentos em alta
A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil, registrou alta de 2,4% no segundo trimestre de 2010, na comparação com os três primeiros meses deste ano. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o indicador registrou alta de 26,5%, o maior crescimento nesta base de comparação desde o início da série histórica, em 1996.

Já a taxa de investimento (FBCF/PIB) registrou alta de 17,9% no segundo trimestre de 2010, contra 15,8% no segundo trimestre de 2009. Já a taxa de poupança bruta atingiu 18,1%, ante 16,0% do segundo trimestre de 2009.

Indústria, agropecuária e serviços
O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria subiu 1,9% no segundo trimestre deste ano ante o trimestre imediatamente anterior, de acordo o IBGE. Ainda segundo o instituto, na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o PIB da indústria cresceu 13,8% entre abril e junho deste ano.

Segundo o instituto, o PIB da agropecuária subiu 2,1% no segundo trimestre ante primeiro trimestre. Na comparação com segundo trimestre de 2009, o PIB da agropecuária teve avanço de 11,4%.

Já o PIB do setor de serviços mostrou alta de 1,2% em base trimestral e, na comparação anual, avançou 5,6%.

Investimentos influenciam e importações crescem 38,8%
A alta de 38,8% registrada nas importações de bens e serviços no segundo trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 foi influenciada por uma alta dos investimentos, segundo a gerente de contas nacionais do IBGE, Rebeca Palis. Ela explicou que foram destaques na pauta de importação no período itens que podem ser considerados, em parte, investimento, como automóveis, caminhões, equipamentos elétricos e material elétrico.

A taxa de crescimento das importações (38,8%) foi mais de cinco vezes superior à das exportações (alta de 7,3%, na mesma comparação). Segundo Rebeca, o resultado foi influenciado pela variação da taxa de câmbio no período. No segundo trimestre de 2010, o câmbio estava em R$ 1,79, na média trimestral das taxas de compra e venda. Já no segundo trimestre de 2009, a taxa estava em R$ 2,07.

Consumo das famílias avança 0,8%
O consumo das famílias cresceu 0,8% no segundo trimestre de 2010 ante o primeiro trimestre. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o consumo das famílias registrou alta de 6,7%.
Já o consumo do governo cresceu 2,1% entre abril e junho deste ano na comparação com os três primeiros meses de 2010 e subiu 5,1% em relação ao segundo trimestre de 2009.
“A aceleração no consumo da administração pública é explicada pela época de eleições nas esferas federal e estadual”, disse Rebeca Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do IBGE.

O QUE É O PIB?
O Produto Interno Bruto representa o total de riquezas produzido num determinado período num país. É o indicador mais usado para medir o tamanho da economia doméstica. No Brasil, o cálculo é realizado pelo IBGE, órgão responsável pelas estatísticas oficiais, vinculado ao Ministério do Planejamento.

O cálculo do PIB leva em conta o acompanhamento de pesquisas setoriais que o próprio IBGE realiza ao longo do ano, em áreas como agricultura, indústrias, construção civil e transporte. O indicador inclui tanto os gastos do governo quanto os das empresas e famílias. Mede também a riqueza produzida pelas exportações e as importações. O IBGE usa ainda dados de fontes complementares, como o Banco Central, Ministério da Fazenda, Agência Nacional de Telecomunicações e Eletrobrás, entre outras.

O PIB pode ser medido de duas formas, para um mesmo resultado. Quando o PIB é analisado pela ótica de quem produz essas riquezas, entram no cálculo os resultados da indústria (que respondem por 30% do total), serviços (65%) e agropecuária (5%).

Outra maneira de medir o PIB é pela ótica da demanda, ou seja, de quem compra essas riquezas. Nesse caso, são considerados o consumo das famílias (60%), o consumo do governo (20%), os investimentos do governo e de empresas privadas (18%) e a soma das exportações e das importações (2%).

Fonte: Estadão

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>Empresas são atraídas a Cuiabá pela Copa 2014

Posted on agosto 21, 2010. Filed under: construção, construção civil, Copa, Copa 2014, CUIABÁ, Hidrelétricas, Indústria, Mato Grosso, Road Show, Tendências |

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A construção civil cresce em números representativos no Estado e o anúncio da Copa em Cuiabá acelerou o processo, juntamente com programas do governo federal de incentivo à aquisição da casa própria, como é o caso do Programa Minha Casa Minha Vida. Para este ano, a expectativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon) é de que o crescimento seja equivalente ao nacional, de 10%, com possibilidades de superar. Pensando nisso, um grupo de empresas está realizando o Road Show, um circuito de palestras pelas 12 cidades sede da Copa com as tendências e novidades que podem acrescentar tanto em grandes obras como em empreendimento de menor porte.
Todo este incremento faz com que o mercado demande por tecnologias que proporcionem economia de tempo e dinheiro, e solucionem problemas como a falta da mão-de-obra. De olho neste mercado, a SH, indústria e fornecedora de fôrmas, andaimes e escoramentos investe em mercados em crescimento, como é o caso de Mato Grosso. O grupo que trabalha há 40 anos no país e tem bases nas regiões Nordeste e Sudeste, possui um escritório em Cuiabá e visa inaugurar uma unidade no Estado.
O diretor comercial da SH, Wolney Henriques do Amaral, diz que antes de montar uma unidade é preciso que o mercado aponte uma demanda que garanta negócios por um prazo mínimo de 10 anos, situação que aparenta ser a realidade estadual.
A SH comercializa e aluga fôrmas para concretagem, por exemplo, que eliminam o uso de tijolos e aceleram o processo de construção. O gerente da unidade de Brasília, que administra Mato Grosso, Carlos Batalha, explica que os equipamentos são uma solução para a carência de mão-de-obra e a corrida contra o tempo.
O presidente do Sinduscon, Cezário Siqueira, diz que a tecnologia é uma carência no Estado em virtude da distância dos centros de distribuição. “Verificamos que o aluguel de tecnologias como essa é viável, mas devido ao preço do frete e à carência de manutenção, temos que improvisar e desenvolver técnicas que supram a deficiência”.
A SH já atua no Estado em parceria com duas construtoras e na construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), mas pretende ampliar os negócios e viabilizar a tecnologia. De acordo com o Sinduscon, há muita demanda por mão-de-obra qualificada e nunca houve tanto investimento por iniciativa dos empresários na qualificação profissional e por isso a técnica é bem vinda. Fonte: A Gazeta
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>PIB cresce 2,7% no 1º trimestre de 2010 com destaque para indústria

Posted on junho 8, 2010. Filed under: Agropecuária, Indústria, PIB, reflexos |

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O PIB cresceu 2,7% em relação ao quarto trimestre de 2009. Nessa comparação, a maior alta foi na indústria (4,2%), seguida por agropecuária (2,7%) e serviços (1,9%).
Em relação ao primeiro trimestre de 2009, a alta foi de 9%. O crescimento reflete a base fraca de comparação com 2009, período com reflexos da crise financeira internacional.
No acumulado dos quatro últimos trimestres, o crescimento chegou a 2,4%, com alta nos serviços, estabilidade na indústria e queda na agropecuária.
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>Mato Grosso vive a década de ouro de sua história

Posted on junho 1, 2010. Filed under: atacado, bebidas, Calçados, comércio, combustíveis, Comunicação, crescimento, IBGE, Indústria, Indústria Têxtil, Mato Grosso, Metalurgia, PIB |

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Estado que mais cresce no país, com ritmo de crescimento comparável ao da China, em torno de 10% ao ano, Mato Grosso vive a “década de ouro” de sua história. Saiu de importador para exportador de energia – o principal gargalo do seu desenvolvimento nas últimas três décadas – assumiu a liderança na produção de soja e algodão, passou a ter o maior rebanho bovino comercial do país e, ao invés de só exportar matéria-prima, inicia um novo ciclo de desenvolvimento ao agregar valor à produção que transforma proteína vegetal em animal, ou seja, ao invés de vender o grão de soja, transforma-o em ração para aves e suínos e exporta a carne.
O resultado desta “revolução” é o fortalecimento econômico do Estado e a expansão do setor industrial, com a vinda de agroindústrias dos mais diferentes setores, como alimentação (esmagadoras de soja, processadoras de frangos e suínos, frigoríficos), bebidas, metalurgia, combustíveis, calçados, atacado, comunicação e indústria têxtil. Junto a essas empresas foram gerados milhares de empregos diretos, provocando um extraordinário crescimento sobre a arrecadação e a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios, que aponta o grau de desenvolvimento de um país, estado ou município.
Nos últimos oito anos desta década, por exemplo, a receita pública foi praticamente triplicada, saindo de R$ 3,2 bilhões, em 2002, para R$ 9,5 bilhões, em 2009. Já o PIB de Mato Grosso em 2002 foi de R$ 20,9 bilhões, saltando para R$ 42 bilhões em 2007 (último levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
“Podemos afirmar que Mato Grosso vive mesmo a década áurea da sua história”, define o superintendente de Indústria da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado, Sérgio Romani. Segundo ele, esse desenvolvimento vai ser intensificado nos próximos anos, com o advento da Copa de 2014, e continuará firme por muitos anos.
Ele diz que Mato Grosso passa por um processo de transformação ímpar. “Em um período de 12 anos – 1995 a 2007 – o nosso PIB (Produto Interno Bruto) cresceu quase 500%. Nenhum outro estado brasileiro registrou um índice tão elevado”. Frisou a importância dos incentivos fiscais como fator de atração de empresas ao Estado, mas lembrou que o grande chamariz dos investimentos continua sendo o potencial econômico do Estado e as oportunidades de negócio. “Só com a agricultura, por exemplo, Mato Grosso tem condições de triplicar sua produção sem derrubar sequer uma árvore”, pontua Romani.
“Mato Grosso tem crescido em ritmo semelhante à China, não há como segurar o nosso Estado”, diz o presidente da Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), Jandir Milan, apoiado em um estudo econômico que traça o comparativo do crescimento industrial de Mato Grosso com a média brasileira e os estados vizinhos nos últimos 12 anos.
DADOS – O estudo mostra, com base no levantamento do IBGE, que o PIB estadual entre 1995 e 2007 saltou de R$ 7,319 bilhões para R$ 42,687 bilhões, alcançando o maior índice de crescimento entre os estados das regiões Centro-Oeste e Norte, com incremento de 483%.
Segundo Jandir Milan, a iniciativa privada investiu maciçamente graças ao bom ambiente econômico de Mato Grosso. Ele destaca ainda o bom desempenho do agronegócio e a verticalização da produção, ou seja, industrialização de matéria-prima e agregação de valores à produção.
Outro ponto favorável, na avaliação dos empresários, é que o governo federal manteve a postura agressiva de atração de investimentos e não deu ouvidos aos críticos dos incentivos fiscais. “Crescemos graças a estes incentivos e alcançamos resultados fabulosos. Os resultados aí estão em números, para quem quiser comprovar, e as indústrias não param de chegar ao nosso Estado”, afirma Sérgio Romani.
Ele lembra que os municípios que recebem as indústrias passam por uma transformação econômica. A tese do governo estadual é de que, além da geração de emprego e renda, um grande empreendimento acaba atraindo outras pequenas empresas prestadoras de serviço para atender suas necessidades.
“Um investimento puxa outro e aí a economia fica nesse ciclo virtuoso de crescimento”, afirma Romani. Para ele, o processo de industrialização está apenas começando, “mas Mato Grosso já vive uma nova era desenvolvimentista na atual década”. Fonte: Fiemt
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>Fábrica de tecido Vicunha iniciará operação antes do previsto em Cuiabá

Posted on maio 29, 2010. Filed under: CUIABÁ, empregos, Indústria, tecido, Vicunha Têxtil |

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A instalação da indústria têxtil Vicunha em Cuiabá vai ser antecipada em 12 meses. A intenção é iniciar as atividades dentro de 24 meses, não mais em 36 como prevê o protocolo assinado pelo grupo. O início das obras estão dependendo da construção da rede de água tratada e esgoto na região da BR-070, onde a indústria será edificada. A rede de saneamento está dentro dos compromissos assumidos para incentivar a escolha por Cuiabá e a prefeitura ficou responsável pela execução da obra.
 Uma das plantas da Vicunha Têxtil, que também instalará em Cuiabá

O superintendente do grupo, Marcel Imaizumi afirma que a empresa tem encontrado situações favoráveis para esta antecipação. Segundo Imaizumi, quanto antes a fábrica iniciar as atividades é melhor porque a concorrência está incrementando a produção e Vicunha precisa se colocar de maneira mais agressiva no mercado. “Em 2011, o segmento têxtil estará movimentado e vai ser um ano de muita concorrência. Por isso queremos acelerar a vinda para Cuiabá”.
Para atrair a fábrica que deve gerar 2 mil empregos diretos e 40 mil em toda cadeia produtiva indiretamente, o governo estadual e a prefeitura de Cuiabá propuseram um conjunto de benefícios, como a isenção de 96% do Imposto sobre Mercadoria e Prestação de Serviço (ICMS) durante 15 anos, um desconto de 60% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), a doação de um terreno e instalação da rede de esgoto, água, de um posto policial e de saúde nas imediações da indústria.
Mas o superintende Marcel Imazumi cita 2 fatores como os mais importantes para a escolha de Cuiabá, que seriam a proximidade da matéria-prima, Mato Grosso é o maior produtor de algodão, e questão logística, pela proximidade com a região Sudeste. “Em Mato Grosso estamos a pouco mais de 1 mil quilômetros do grande centro. Assim vamos conseguir reduzir o tempo para a entrega de nossas mercadorias de 5 para 3 dias”, explica Imaizumi.
A Vicunha pretende alcançar, na unidade do Estado, a produção de 6 milhões de metros de tecido por mês. Atualmente a capacidade de produção das 4 unidade existentes são de 14 milhões de metros, sendo 13% voltados para a exportação. A marca registrou uma queda na comercialização internacional, que antes da crise detinha 32% da produção dos tecidos comercializados. O superintendente Marcel Imaizumi, porém, informa que o foco da empresa é o mercado nacional porque dependente da estabilidade cambial. Fonte: A Gazeta
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>Votorantim instalará nova fábrica de cimento em MT, vai gerar 420 empregos

Posted on abril 28, 2010. Filed under: cimento, Copa de 2014, fábrica, Indústria, Mato Grosso, Votorantim |

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Mato Grosso terá uma nova fábrica da Votorantim (fabricante do cimento Itaú). O anúncio foi feito pela empresa nesta terça-feira (27), ao divulgar a construção de 8 novas fábricas em 7 estados brasileiros. Segundo informações repassadas pela empresa, a unidade terá capacidade para produzir 1,2 milhão de toneladas por ano e estará em operação em 2012. Segundo o secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, a nova unidade demandará investimentos de R$ 350 milhões e será responsável pela geração de 420 empregos diretos e indiretos. A localização da fábrica, segundo Nadaf será revelada nos próximos dias.
O secretário completa ainda que as negociações para que a Votorantim instalasse mais uma fábrica em Mato Grosso (já existe uma na cidade de Nobres) durou cerca de 40 dias e disputou com o Mato Grosso do Sul. Ele diz que pesou na decisão pelo Estado o fato de Cuiabá ser sede dos jogos da Copa de 2014 e que muitas obras serão realizadas na Capital para o evento esportivo. A empresa será enquadrada no Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic) e a assinatura do protocolo de intenções será realizada no dia 4 de maio. “Somente na construção da unidade serão ofertados 1,2 mil empregos”.
Em novembro do ano passado, a Votorantim anunciou aporte de R$ 14,3 milhões para ser aplicado no primeiro semestre de 2010. Os recursos são destinados à instalação de mais uma ensacadeira automática, paletizadora, além da ampliação do depósito que terá a capacidade de armazenagem dobrada, passando de 30 mil toneladas para 60 mil toneladas. Atualmente, a unidade tem capacidade para produzir 1,1 milhão de toneladas/ano.
Investimento global – A Votorantim investirá R$ 5 bilhões em 22 novas fábricas (no período de 2007 a 2013), com a geração de cerca de 7 mil novos empregos diretos e indiretos. Deste total, 9 unidades já estão em operação, 5 em construção e 8 plantas na fase de projeto, a que inclui a unidade de Mato Grosso. O objetivo da empresa é se antecipar à crescente demanda por materiais básicos de construção no Brasil para manter o pleno abastecimento do mercado atual e futuro.
A estratégia é trabalhar com capacidade ociosa visando estar preparada para atuar em um mercado em crescimento com grandes obras de infraestrutura, indústrias, alto consumo no varejo e evolução no segmento de moradia popular. Além do Mato Grosso, as outras fábricas em projeto estão localizadas no Maranhão, com capacidade para 750 mil toneladas/ano e previsão para operar em 2011; Goiás (2 mi/t ano com operação em 2012); Paraná (2 mi toneladas/2012; Ceará (750 mil toneladas/2011); Pará (duas unidades, 750 mil toneladas ano/2012 e 1,2 mi de toneladas/2013); Bahia (1,2 milhão de toneladas/2013. Fonte: A Gazeta
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>Síntese econômica

Posted on novembro 14, 2009. Filed under: Economês, Eletropaulo, FGV, Fiemt, Indústria, Mato Grosso, Síntese econômica |

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A produção de outubro da indústria paulista deve subir 3,3% na comparação com setembro. É o que indica o Sinalizador da Produção Industrial (SPI) de São Paulo, divulgado nesta sexta-feira. Em setembro, o índice avançou 1,6%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, FGV, e a AES Eletropaulo, responsáveis pela elaboração do indicador, na comparação com outubro de 2008, o SPI registrou recuo de 3,7%.

Indústria 1

A quarta edição do maior evento da indústria brasileira terá a participação de 36 representantes do setor industrial mato-grossense. O grupo, composto por diretores do Sistema Federação das Indústrias de MT, Sistema Fiemt, presidentes e executivos dos sindicatos filiados à instituição, estará em Brasília nos próximos dias 17 e 18 de novembro para participar do Encontro Nacional da Indústria (Enai), que reunirá outros 1500 empresários representantes do setor industrial de todo o país.

Indústria 2

Mato Grosso levará para o encontro as questões discutidas em âmbito regional, com o objetivo de fortalecer a indústria e a economia. Durante o Enai, os líderes empresariais consolidarão as propostas que a indústria apresentará aos candidatos à Presidência da República nas eleições de 2010. A agenda da indústria conterá propostas nas áreas de inovação e competitividade, relações trabalhistas e sindicais, infraestrutura, meio ambiente, comércio exterior e política econômica. Fonte: A Gazeta

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>Síntese Econômica

Posted on outubro 28, 2009. Filed under: Açúcar, Aeronáutica, Economês, Indústria, Madeira |

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Aeronáutica

A empresa aeronáutica norte-americana Goodrich Corporation inaugura hoje, em São Carlos, na região de Ribeirão Preto (SP), a sua primeira unidade na América Latina. A empresa, que tem sua matriz em Charlotte, faz manutenção de aeronaves civis e militares e injetou inicialmente U$ 4 milhões na unidade brasileira e já conta com 12 funcionários há vários meses, mas a meta é chegar a 50 trabalhadores e aplicar outros US$ 30 milhões nos próximos anos no país. A Goodrich também fornece sistemas e serviços para o mercado de aeronaves, segurança e defesa em todo o mundo.


Atividades

Na primeira etapa de atividades em São Carlos, a empresa, instalada no Centro de Manutenção da TAM, num condomínio com espaço de 4,6 milhões de metros quadrados, fará a manutenção do compartimento localizado abaixo da asa do avião, item conhecido como “capota”. Nesse centro aeronáutico, outras 20 empresas do setor ainda deverão se instalar. Os aviões Airbus da TAM serão os primeiros a receberem os serviços de manutenção dos funcionários da Goodrich, que tem como diretor-geral Ed Bevier.


Indústria

O indicador de nível de atividade (INA) da indústria paulista subiu 4,3% em setembro ante agosto, com ajuste sazonal, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A alta representa o melhor desempenho mensal desde abril de 2008. No cálculo sem ajuste sazonal, o INA subiu 2,7% no mês passado ante o mês anterior, no melhor resultado para meses de setembro desde o ano de 2003.


Economês

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou o orçamento do fundo para 2010. Os valores aprovados são os mesmos do orçamento de 2009. Assim, os programas vinculados à área de habitação popular terão um orçamento de R$ 18 bi em 2010. Saneamento básico terá à disposição R$ 4,6 bilhões. Outros R$ 4 bi vão para concessão de descontos nos financiamentos habitacionais a pessoas físicas.


Madeira

O Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadores de Madeira de Mato Grosso) é um dos expositores da VIII Feira de Máquinas e Produtos do Setor Madeireiro, que será realizada de hoje a 31 de outubro no Hangar Centro de Exposições da Amazônia, em Belém (PA). Paralelamente ao evento, será promovido o IX Congresso Internacional de Compensado e Madeira Tropical, com foco para setor madeireiro. O Cipem irá apresentar a produção do setor de base florestal em MT e divulgar a Promadeira 2010.


Açúcar

O preço médio do açúcar refinado e cristal registraram alta de 7,22% no varejo em setembro de 2009 em relação ao mês anterior, de acordo com pesquisa realizada em todo o Brasil pelo grupo GfK, especializado em pesquisa de mercado. Nos últimos 12 meses, a alta média acumulada é de 43,05%. Nos primeiros nove meses de 2009, a alta acumulada é de 36,29%. A alta de setembro é um pouco menor que a elevação registrada em todo o ano de 2008, quando o preço médio subiu 9,7%. Em 2007, o preço do açúcar no varejo caiu 0,24%.

Fonte: A Gazeta


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