Infraero

>Os segredos do lobista

Posted on setembro 25, 2010. Filed under: Anac, Anatel, BNDES, Casa Civil, Correios, Dilma Rousseff, Erenice Guerra, governo Lula, Infraero, Os segredos do lobista, roubalheira |

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Personagem-chave na central de corrupção da Casa Civil, o ex-diretor dos Correios Marco Antônio de Oliveira admite que cabia a ele prospectar clientes para o esquema e que ‘era tudo uma roubalheira”. Para receber propina, ele indicava contas secretas do genro em Hong Kong

Diego Escosteguy e Rodrigo Rangel

Olhando nervosamente para os lados, Marco Antônio de Oliveira, ex-diretor dos Correios e discreto lobista do grupo que tomou de assalto a Presidência da República, inclina-se na cadeira, aproxima-se do interlocutor e sentencia a meia voz: “A Casa Civil virou uma roubalheira”.

Marco Antônio é tio de Vinícius Castro, o ex-assessor da Casa Civil que, ao encontrar 200 mil reais em propina em sua gaveta na Presidência, exclamou: “Caraca! Que dinheiro é esse?”.

Embora desconhecido do grande público, trata-se de um personagem influente no governo Lula. Já foi diretor da Infraero no primeiro mandato do petista, quando a estatal reluzia no noticiário policial, e, desde 2008, ocupava a estratégica Diretoria de Operações dos Correios. Em ambos os cargos, sempre conviveu com acusações de malfeitorias.

A relativa má fama nunca foi obstáculo para que ele mantivesse uma inexplicável proximidade com a cúpula do governo Lula – proximidade que se revelava em conversas freqüentes com próceres da administração petista, como o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

Também eram recorrentes os encontros no apartamento funcional de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil, quando ela era braço-direito da candidata petista Dilma Rousseff.

Marco Antônio, o tio, e Vinícius Castro, o sobrinho, integram, numa rentável associação com outra família, a Guerra, a turma que, até recentemente, fazia e acontecia na Casa Civil.

Conforme revelou VEJA em suas duas últimas edições, esse grupo – cujo poder de barganha provinha da força política da agora ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra e de sua ex-chefe, Dilma Rousseff – montou uma central de negócios dentro do Palácio do Planalto, com atuação conhecida nos Correios, no BNDES, na ANAC, na Anatel e na Infraero.

Participavam também Israel Guerra, um dos filhos da ex-ministra, familiares dela e Stevan Knezevic, outro assessor da Casa Civil. Todos caíram – ou quase todos. Marcelo Moreto, um soldado-raso da turma, continua com um carguinho na Presidência.

“Essa roubalheira levou minha família à ruína”, admite Marco Antônio, em conversas gravadas com a reportagem no Rio de Janeiro e em Brasília. O lobista Marco Antônio, como se nota, é um homem amargurado, disposto, talvez, a usar as informações que dispõe para se vingar das tais pessoas que levaram sua família à ruína.

Ele guarda muitos segredos — alguns já revelados e confirmados pelos fatos, como a participação da ex-ministra Erenice Guerra e seu filho em achaques a empresários que pretendiam ganhar contratos no governo.

Marco Antônio também é um personagem-chave para esclarecer uma grande interrogação que ainda existe desde o início do escândalo: a suspeita de que os dividendos resultantes das traficâncias da Casa Civil também abasteciam o caixa da campanha do PT.

Todos os episódios de lobby conhecidos até o momento tiveram o ex-diretor dos Correios, um confesso “prospectador de clientes”, como facilitador.

Em todos eles também surgiram versões segundo as quais parte do dinheiro captado pela família Guerra e seus sócios serviria ora para saldar “compromissos políticos”, ora “para a campanha de Dilma Rousseff”.

Ao menos foi isso o que afirmaram os empresários Fábio Baracat e Rubnei Quícoli. Baracat, em entrevista a VEJA e em depoimento à Polícia Federal na última quinta-feira, contou que pagou propina ao grupo para resolver pendências da MTA Linhas Aéreas junto a ANAC e a Infraero – e também para conseguir mais contratos dessa empresa com os Correios, sempre sob os cuidados da diretoria comandada precisamente por Marco Antônio.

Quícoli, por sua vez, ainda vai depor. Sua história embute uma acusação extremamente grave. Ele agia em favor da empresa ERDB, que contratou o grupo da Casa Civil para tentar obter um financiamento no BNDES.

Na semana passada, em entrevista a VEJA, Quícoli voltou a acusar Erenice, seu filho e o lobista Marco Antônio de exigirem 5 milhões de reais para a campanha presidencial de Dilma Rousseff e de Hélio Costa, candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais.

Na semana passada, VEJA investigou as circunstâncias dessas tratativas – e descobriu que elas não se restringiram a um simples, isolado e despretensioso pedido de doação para campanha. Em entrevistas gravadas com os principais personagens desse episódio, a reportagem confirmou que houve reuniões sigilosas entre as partes envolvidas, viagens internacionais para tratar dos acertos e até mesmo trocas de emails com detalhes financeiros da negociata. Ou seja: foram cumpridas todas as etapas comuns a esse tipo de negociata.

O caso começa em outubro do ano passado, quando o lobista Rubnei Quícoli aproximou-se da turma de Erenice Guerra, em busca do “apoio político” para assegurar a liberação de um empréstimo no BNDES. Marco Antônio confirmou a aproximação.

Após as primeiras conversas, conta Quícoli, surgiu a fatura. As duas famílias exigiam o pagamento de 40. 000 mensais, uma taxa de sucesso e, de quebra, o tal bônus antecipado de 5 milhões de reais: “O Marco Antônio disse que tinha que entregar o dinheiro na mão da Erenice, pois ela precisava pagar umas contas da Dilma e também pretendia também ajudar o Hélio Costa”. Quícoli afirma que Marco Antonio não precisou que espécie de “contas” Dilma precisaria quitar.

Naquele momento, em meados de maio deste ano, as negociações emperraram, em razão de divergências quanto ao modo de pagamento dos 5 milhões. Primeiro, os lobistas queriam receber em dinheiro vivo – ou na conta da empresa Sinergy no Banco do Brasil. A Sinergy é uma das engrenagens financeiras da turma. Está em nome de um primo de Marco Antônio.

Temeroso de que um depósito numa pequena firma de consultoria fosse chamar demasiada atenção, Quícoli pediu uma alternativa. Marco Antonio ofereceu uma opção mais discreta: a propina deveria ser depositada diretamente em contas no exterior – e indicou duas em Erenice Guerra,, ambas pertencentes ao empresário Roberto Ribeiro.

Dono de uma locadora de carros e de uma fábrica de cigarros, Roberto Ribeiro é genro do lobista Marco Antônio e mora em Miami, nos Estados Unidos. Para convencer Quícoli de que a transação era segura, Marco Antônio fez o genro vir ao Brasil.

Os três reuniram-se no hotel Intercontinental da Alameda Santos, em São Paulo, na tarde do último dia 12 de junho, um sábado. Em uma hora e meia de negociação, Marco Antônio e o genro acalmaram Quícoli: “Eles tentaram me convencer de que não haveria problema em usar aquelas contas”.

Procurado por VEJA, o empresário Roberto Ribeiro confirmou que veio ao Brasil e se encontrou no hotel com o sogro e o lobista Quícoli. Mas apresentou uma versão para lá de estranha: “Quícoli me foi apresentado pelo Marco Antonio. Ele disse que Quícoli possuía dinheiro no exterior e poderia investir nas minhas empresas. Nada se falou sobre dinheiro de campanha”.

E por que diabos ele enviara os dados das contas antes mesmo do encontro? “Quícoli disse que tinha dinheiro em contas na Ásia, e que precisava me pagar por lá. As contas pertencem a parceiros comerciais meus”.

Fica evidente, portanto, que alguém está mentindo. Ou as contas seriam efetivamente o canal para o pagamento da propina, como acusa o lobista Quícoli, ou serviriam para uma transação sem qualquer nexo financeiro. Todas as evidências convergem para a primeira alternativa.

O pagamento, aparentemente, acabou não sendo feito – e ninguém apresenta explicações razoáveis para isso. Quícoli se limita a afirmar que “não quis pagar propina”, mas assegura: “Marco Antônio disse que era só depositar o dinheiro que tudo daria certo”.

Marco Antônio, é claro, diz que nem cobrou. Ao fim, seria mais um caso de negociata que não deu certo? É cedo para saber. Quícoli está longe de ser um sujeito probo – já foi condenado por receptação de moeda falsa e por ocultar carga roubada.

Todos os elementos que ele apresentou até o momento, porém, confirmaram-se. Frise-se também que ainda não se sabe se o lobista Marco Antônio usava o nome de Dilma e de Erenice com o consentimento delas. Ambas negam.

Reconheça-se que existe a hipótese de que ele tenha vendido o nome delas para fazer negócios próprios. Caberá às autoridades averiguar isso.

É inegável, contudo, que o ex-diretor dos Correios detinha estatura política e proximidade com o governo para fazer esse tipo de pedido heterodoxo sem se passar por louco.

Além dos importantes cargos que ocupou, Marco Antônio era de tal modo próximo à Presidência que, logo após deixar os Correios, em maio deste ano, foi levado pelo ministro Paulo Bernardo ao Palácio da Alvorada, para conversar com o presidente Lula. No encontro, segundo Marco Antônio, Lula discutiu a possibilidade de que o leal funcionário viesse a ocupar a presidência da Infraero num possível governo Dilma.

A candidata, aliás, pediu a ele que, informalmente, fizesse estudos para acompanhar a viabilidade do projeto do trem-bala. Erenice é amiga da esposa do ex-diretor, a ponto de visitá-la frequentemente.

À PF, Marco Antonio também pode fornecer preciosas pistas sobre a compra do remédio Tamiflu. Conforme revelou VEJA na semana passada, Vinícius Castro admitiu ter recebido 200 mil reais de propina, dentro da Presidência, em razão dos contratos fechados pelo governo sem licitação com o laboratório Roche, que fabrica o remédio.

Vinícius narrou ao tio que a malfeitoria estava na quantidade de Tamiflu que o governo adquiriu. Diz Marco Antônio: “Compraram Tamiflu demais. Ninguém compra milhões em remédio sem contrapartida. Houve rolo. O Vinícius me contou: ‘Eu vi ‘A’ recebendo, ‘B’ recebendo, ‘C’ recebendo”. Ele viu a distribuição, um entregando envelope para o outro”.

Para quem ainda se assombra com desfaçatez, o ex-diretor dos Correios explica o sentido do ato: “É preciso entender como funciona corrupção em repartição pública. Se o camarada que está perto de você recebe, você tem que receber também. Essa é a regra”.

Segundo o tio, Vinícius cedeu gostosamente à chantagem, embora tenha manifestado alguma preocupação. “Uma vez o Vinícius veio me pedir conselhos, temendo que a compra do Tamiflu desse problema. Descobri depois que esse dinheiro do Tamiflu foi operado pelo marido da Erenice (o engenheiro José Roberto Camargo Campos). Lá atrás eu alertei o Vinícius que esse Tamiflu iria dar m… Disse a ele: ‘É melhor você sair desse assunto’”, afirma o ex-diretor.

Na semana passada, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, indicado pelo PMDB, negou saber de qualquer irregularidade, cuja possibilidade de ocorrer, segundo ele, seria nula, pois o Tamiflu é o único medicamento disponível no mundo para o tratamento da gripe suína. Sendo assim, não haveria brechas para interessados em fazer lobby. A compra se daria de qualquer maneira.

Caberá ao lobista Marco Antonio esclarecer os limites do que qualifica de “roubalheira”, seja a da Casa Civil, a da família Guerra ou algum elo comum entre elas.

Fonte: Blog do Noblat

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>Aeroporto e a Copa

Posted on setembro 10, 2010. Filed under: aeroporto, Agecopa, Copa 2014, Fifa, Infraero |

>Revista semanal trouxe uma entrevista com o todo poderoso secretário executivo da Fifa, o francês Jerôme Valcke. Ele é o cara que gruda no pé de quem estiver pela frente sobre as obras para uma Copa do Mundo.

Na entrevista, ele fala que o Brasil não pode perder um dia sequer na sua programação para a Copa de 2014. Fala ainda que o maior problema do Brasil está nos aeroportos. Num trecho da entrevista diz que “se avaliarmos que algumas dessas cidades-sede não estão conseguindo se preparar a contento, infelizmente elas terão de ser cortadas”.

Os fatos indicam que a Agecopa tem, até agora, feito seu dever de casa. O caso do aeroporto é do governo federal, da Infraero. Aí é que está a preocupação. Tem algo no ar preocupando todo mundo.

Publiquei nesta coluna, em janeiro deste ano, artigo reclamando do aeroporto que serve Cuiabá. Falava que estava uma porcaria o atendimento a quem chegava nos vôos. Mostrava ainda números de passageiros, cargas e serviço postal do aeroporto em comparação com outros do país. Os dados levantados colocavam o aeroporto regional numa posição que deveria merecer mais atenção da Infraero.

A Infraero respondeu ao artigo, que também foi publicado em janeiro, em que ela dizia que estava praticamente tudo resolvido.

Em sua resposta, a Infraero escreveu ainda que o projeto “para o novo aeroporto estava pronto para atender a demanda atual e a Copa de 2014” e que o processo “licitatório estava em andamento”.

Escreveu também que seriam ampliadas todas as áreas do terminal e que se teriam seis pontes de embarques e desembarques. Que o estacionamento seria ampliado, também o pátio de aeronaves e as vias de acesso ao aeroporto. Dizia, por fim, que “a previsão de término das obras é dezembro de 2012”.

Agora se fica sabendo que não se tem ainda licitação da obra. Que as intervenções físicas serão menores do que se falava e que não estariam previstas obras nas vias de acesso. Estavam previstas antes, segundo o comunicado anterior da Infraero.

Será que parte do dinheiro destinado ao nosso aeroporto vai nutrir outros lugares que tem pressão política e eleitoral mais forte? O que de fato está acontecendo? Da parte do estado parece que tudo corre dentro do programado. Brasília e a Infraero é que se colocam de forma dúbia.

Época de eleição é momento de pressão, gente. Se não forem confirmados agora alguns comprometimentos, deveríamos olhar com mais cuidado a ameaça do francês secretário executivo da Fifa.

ALFREDO DA MOTA MENEZES é professor universitário e articulista político.
pox@terra.com.br – site: http://www.alfredomenezes.com

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>Fifa visita Cuiabá e recebe garantia que prazos serão cumpridos para Copa 2014

Posted on maio 14, 2010. Filed under: aeroporto, COL, Copa 2014, Copa das Confederações, Copa do Pantanal, Fifa, Infraero, Mobilidade Urbana |

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A sede da Copa do Pantanal está cumprindo rigorosamente todos os compromissos e prazos estabelecidos pela FIFA para a realização da Copa 2014. A garantia foi dada esta manhã pelos diretores e técnicos da Agecopa aos arquitetos do Comitê Organizador Local (COL), órgão que fiscaliza em nome da FIFA os trabalhos desenvolvidos pelas doze sedes brasileiras.
Equipe da Fifa em visita a obra do Verdão em Cuiabá

As obras de construção da Arena Multiuso – Novo Verdão começaram no dia 26 de abril, oito dias antes do prazo final (3 de maio) e prosseguem em ritmo acelerado. A demolição do antigo estádio deve ser concluída em um mês, segundo estimativa do consórcio Santa Bárbara /Mendes Júnior. Paralelamente à principal obra física para a Copa 2014, estão sendo projetados os dois Centros de Treinamento, o Fan Park (espaço adequado para grandes públicos assistirem aos jogos) e a ampliação do aeroporto Marechal Rondon, a cargo do governo federal por meio da Infraero.
A Agecopa também já finalizou os projetos das principais intervenções no sistema viário por intermédio do Plano de Mobilidade Urbana. Os projetos que incluem a construção de viadutos, trincheiras, duplicação ou alargamento de pistas, pontes e os dois corredores exclusivos para ônibus, BRTs (Bus Rapid Transit) vão garantir mais qualidade no transporte coletivo e individual, facilitando o deslocamento da população e visitantes durante e depois da Copa.
Parte destas obras devem ficar a cargo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, órgão do Ministério dos Transportes, já que estão localizadas nas rodovias federais BR-163, 364 e 070, nos trechos em que elas cortam o perímetro urbano sobrepondo-se às avenidas Fernando Corrêa, Miguel Sutil e FEB, respectivamente.
Vistoria: A equipe do Departamento de Estádios do Comitê Organizador Local (COL) da Copa 2014 visitou esta manhã o canteiro de obras da nova Arena. Os arquitetos Carlos De La Corte e Tiago Pelakauskas e o engenheiro Fábio Carvalho vistoriaram a obra e checaram o cumprimento do cronograma dos trabalhos que devem estar concluídos em dezembro de 2012, a tempo de Cuiabá se candidatar a sede da Copa das Confederações em 2013. A vistoria técnica dos estádios brasileiros começou no dia 5 de maio em São Paulo e será concluída no dia 20 de maio, em Salvador.
Carlos de La Corte defendeu tese de doutorado sobre os estádios brasileiros, comparando-os com estádios europeus desde a década de 80 até o ano 2000. Ainda recém-formado se filiou à Iaks (The International Association for Sports and Leisure Facilities), a principal organização internacional dedicada a instalações esportivas e recreativas. O arquiteto é hoje o principal avaliador de estádios a serviço da FIFA, que receberá relatórios detalhados sobre a situação das obras em cada cidade-sede. (Assessoria).
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>Aeroporto de Cuiaba, o 2º maior do Centro-Oeste, recebe R$ 80 milhões de investimento

Posted on outubro 3, 2009. Filed under: Aeroporto de Cuiabá, aeroporto Marechal Rondon, Copa de 2014, Infraero, terminal de desembarque |

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O presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Murilo Marques Barboza, anunciou o investimento na ordem de R$ 80 milhões para a execução da obra de melhoria no terminal de desembarque do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. O anúncio foi feito durante uma visita de cortesia ao governador Blairo Maggi nesta sexta-feira (02) no Palácio Paiaguás. Barbosa esteve acompanhado de Yuri Bastos, secretário de Estado de Desenvolvimento do Turismo.


Segundo dados da Infraero, o aeroporto Marechal Rondon ocupa o segundo lugar no Centro-Oeste com relação ao número de passageiros que recebe e também ao número de voos diários com que opera. Levantamento relativo ao período de janeiro a julho de 2009 revelou o trânsito de 903 mil passageiros no local. O primeiro lugar na região é ocupado pelo Aeroporto Internacional de Brasília.


De acordo com Bastos, o projeto da Infraero envolve as melhorias necessárias para atender às demandas geradas pela Copa. “A execução da ampliação e dos melhoramentos se estenderá até 2012. As obras têm data para começar e para terminar”.


A visita do presidente da Infraero a Cuiabá estava marcada desde setembro com o objetivo de conhecer o estágio das obras pessoalmente. “Quero ver as obras, ouvir meus assessores e avaliar a situação. Preciso saber de todos os detalhes para avançarmos nas demandas”, disse ele em entrevista concedida no mês passado. “Minha visão para Cuiabá transcende a Copa de 2014. A Infraero estará presente antes, durante e depois”, frisou Barboza na ocasião reforçando que “Cuiabá é uma cidade com muito potencial e que o aeroporto não será um problema”.

Fonte: A Gazeta

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>Infraero garante obra pronta para Copa de 2014

Posted on setembro 16, 2009. Filed under: aeroporto Marechal Rondon, Copa de 2014, Infraero, Turismo |

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O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza garantiu hoje (15), em reunião com a bancada de Mato Grosso e o secretário estadual de Turismo, Yuri Bastos, que Cuiabá não deixará de ser uma das cidades-sede da Copa do Mundo em 2014, se depender da empresa na ampliação do aeroporto de Várzea Grande, Marechal Rondon.

“Se depender do aeroporto para que Cuiabá se garanta como sede da Copa, o problema já está superado”, garantiu Barboza.

Com forma de mostrar trabalho, o presidente da Infraero já marcou uma visita as obras do aeroporto, nos dias 1 e 2 de outubro, para conferir in loco o andamento da execução que foram paralisadas.

Ele alertou aos parlamentares e o secretário que eles estão muito preocupados com aeroporto, mas têm que pensar no acesso viário das cidades próximas ao modal de transporte aéreo”, afirmou Barboza.

Otimista, Barboza não colocou nenhum empecilho e garantiu que as obras do Marechal Rondon estarão prontas até dezembro de 2012, data estabelecida pela Fifa para término das obras.

A bancada de Mato Grosso e também o secretário Yuri Bastos que representou o governador do Estado na reunião, destacaram que o aeroporto é o “calcanhar de Aquiles” para garantir a Copa. Mas tanto o secretário, quanto os parlamentares saíram contentes com resultado da reunião.

Fonte: Olhar Direto

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