Inovação

>Cresce o investimento de grandes empresas em inovação

Posted on outubro 27, 2010. Filed under: ABDI, Comércio Exterior, desenvolvimento, Indústria, Inovação, investimento |

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Cresce o número de grandes empresas brasileiras que investem em inovação tecnológica para aumentar a competitividade no mercado interno, de acordo com a pesquisa Sondagem de Inovação, divulgada nesta terça-feira (26) pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A segunda edição do levantamento trimestral constatou que 71,5% das 1,650 mil grandes empresas industriais com mais de 500 empregados inovaram no lançamento de produtos ou no processo de fabricação no trimestre de abril a junho. Percentual semelhante aos 71,4% registrados no trimestre anterior. A pesquisa também aponta que 27% do universo analisado ampliaram os investimentos próprios em pesquisa e desenvolvimento e 47% mantiveram o mesmo nível do trimestre anterior.
Na avaliação do presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri, “são números excelentes, que indicam a consciência do empresariado sobre a necessidade de inovar para garantir presença no mercado”.
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>O caminho do empreendedorismo

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: caminho, CLT, criar, descobrir, Embraer, empreendedores, empreendedorismo, emprego, experiência, Inovação, jovem, mercado de trabalho, Petrobras, Sem-categoria |

>Luiz Gonzaga Bertelli*

O mercado de trabalho está mudando e os jovens precisam saber como construir carreira em território instável. Não é de hoje que o emprego com carteira assinada e todos os benefícios garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) vem perdendo espaço para novas modalidades de contratação. Criar e gerenciar seu próprio negócio – e, consequentemente, sua força de trabalho – pode não ser a garantia de um futuro profissional livre de percalços, mas com certeza fará a diferença na falta de uma ocupação.
Esse assunto me motivou até a escrever o livro Formando empreendedores – Guia para o estudante que sonha com negócio próprio ou com sucesso na carreira profissional, lançado e distribuído gratuitamente aos estudantes há quase quatro anos. A obra traz depoimentos de diversos especialistas, que abordam a realidade do mercado; a relação entre o empreendedorismo dos cidadãos e o desenvolvimento do Brasil; a formação e o perfil do empreendedor; conselhos sobre como vencer os entraves que sempre aparecem em projetos; sistemas de proteção – como incubadoras de empresas -; a importância e o valor da marca, entre outras dicas.
O grande exemplo de empreendedorismo brasileiro é Ozires Silva, ex-presidente da Embraer e da Petrobras, que não contente em ter realizado um sonho pessoal, que era integrar a Força Aérea Brasileira, entendeu que o país deveria ter uma fábrica de aviões e mobilizou-se para estimular pessoas a aderir a esse ideal e auxiliá-lo. Com isso fundou a Embraer que, em 1970, iniciou a produção brasileira de aviões.
O empreendedorismo também pode ser praticado em menor escala pelo jovem no seu dia-a-dia. Trata-se do intraempreendedorismo, que é a aplicação das ideias de inovação dentro da própria empresa em que atua como estagiário, aprendiz ou mesmo empregado. Essa habilidade também pode se manifestar como a tão valorizada iniciativa ou proatividade. Ou seja, o jovem que não tem experiência para criar projetos ou descobrir novas áreas de atuação também não pode ficar em seu canto, esperando que alguém lhe passar alguma atividade. Ele precisa mostrar-se interessado, propor soluções, tirar dúvidas e absorver o máximo de informação sobre sua área de atuação. Um futuro profissional preparado para atuar com autonomia dentro e fora de uma empresa terá sempre uma ocupação garantida.

*Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) e diretor da Fiesp
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>Você acredita que se pratica corrupção no governo?

Posted on novembro 3, 2009. Filed under: compras, Controladoria-Geral da União, corrupção, empreiteiras, Inovação, jornalismo, licitações |

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Corrida para a corrupção
Ninguém se lembra, nem o jornalismo, de que fraudes em licitações são crimes, e seus autores, criminosos

As suspeitas de fraudes que recaem sobre compras do governo federal no montante de R$ 5,75 bilhões, sob exame na Controladoria-Geral da União, alertam para a dedução de que a nova Lei de Licitações, à espera de votação final no Senado, está na direção oposta à necessária. Adaptada às queixas de Lula, que coincidem com a conveniência das empreiteiras e dos fornecedores, a nova lei procura maior rapidez nas licitações, quando deveria procurar maiores empecilhos às variadas formas de falcatrua. Note-se, a propósito, que aqueles quase R$ 6 bilhões de suspeitas referem-se a gastos feitos apenas no sistema chamado de pregão, em maioria para pequenas compras e serviços.


A vocação fraudulenta nas licitações oficiais brasileiras submete o processo licitatório a esta regra: quanto mais eficiente na rapidez, mais exposto a diferentes modos de corrupção. Daí que ocupar-se de formalismos ágeis, mais que de restrições aos métodos consagrados pela fraudulência, é retrocesso. No sentido de que apresenta uma inovação apenas ilusória, sem repressão maior ao crime.


Por aqui, aliás, ninguém se lembra, nem mesmo o jornalismo, de que as fraudes em licitações são crimes, e seus autores, criminosos como o são os assaltantes dos bens de uma casa ou de um transeunte. Com um agravante: o que tomam dos cofres públicos poderia destinar-se à educação, à assistência à saúde, a melhorias públicas. Logo, são também crimes contra a sociedade.

Inovação indispensável, no caso de uma lei para combater de fato a corrupção das licitações, seria a separação absoluta da comissão de licitação em três outras: a de preparação dos editais, a de seleção das propostas de preço e a de habilitação. A que fique como última etapa no processo (a de preços ou a de habitação) em muitos casos poderia até ser designada na última hora, de surpresa, digamos que por sorteio na Controladoria. E sempre sem conhecer os precedentes do processo.


Atrasaria muito? Não, porque as mesmas etapas são cumpridas também por comissão única, ou seja, conhecida e contatável com vasta antecedência pelos interessados. A centralização facilita entendimentos das duas partes, governo e concorrentes, e por isso é um dos fatores primordiais nas fraudes de licitações.


Os R$ 5,75 bilhões em exame na Controladoria-Geral da União, como mostrou a repórter Fernanda Odilla na Folha, referem-se a gastos do governo entre 2005 e abril deste ano. Daí para cá, enquanto a proposta de nova lei transitava na Câmara sob ação do lobby das empreiteiras, e chegava ao Senado sob as mesmas atenções, pode-se assegurar que as licitações também seguiam e seguem, até hoje, os seus hábitos. E nada sugere que deles sejam afastadas daqui para a frente.

A evidência
É mesmo possível que a greve de policiais no ano passado e a crise econômica tenham influído, como argumenta a PM paulista, para o aumento da criminalidade em São Paulo, na comparação dos terceiros trimestres deste ano e de 2008. Mas não há dúvida de que, na explicação, haja a persistência da recusa policial ao pior. Em contrapartida à relevância devida ao pior pelo jornalismo.


A verdade é que a violência tem aumentado pelo país afora, inclusive com a adoção de novas modalidades aqui e ali, como os assaltos a moradias no Rio, antes especialidade paulista. E o aumento geral não é decorrência, forçosamente, de menor ação policial. É uma tendência, como a gangrena. Uma tendência que vem se cumprindo há tanto tempo quanto sendo negada, ou escondida por governos e grande parte dos meios de comunicação. Fonte: Folha de S. Paulo

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