insegurança

>Acontece em Mato Grosso

Posted on junho 7, 2010. Filed under: Cavalhada, Cáceres, Creche, exponop, Festival de Pesca, insegurança, Pesca, Raio, Sinop, Tabaporã |

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Raio

O raio é uma das mais violentas manifestações da natureza. Manifestação que, em uma fração de segundos, pode produzir uma carga de energia tão alta cujos parâmetros podem chegam a: 125 milhões de volts; 200 mil ampères; 25 mil graus centígrados.

Exponop
  
Números bastante significativos elevaram a Exponop, que acontece em Sinop (a 500 km ao norte de Cuiabá), à terceira maior exposição do Norte de Mato Grosso. Em sua 26ª edição, o evento, que aconteceu no final de semana, é considerado hoje uma vitrine de investimentos em todos os setores dos estandes espalhados pelo parque de exposições da cidade. Ao todo, foram 165 expositores e a expectativa é que, nos 8 dias de feira o valor dos negócios, entre leilões e vendas, ultrapasse a marca dos R$ 30 milhões, superando o ano de 2009, que somou R$ 24 milhões. O público foi de cerca de 230 mil pessoas. Todas marcas superam a última Exponop.

Pesca

Município ao norte de Mato Grosso, situado em uma região de floresta, Tabaporã guarda belezas naturais que podem atrair muitos turistas em busca de um bom rio para pescarias, cachoeiras e corredeiras para a prática de rapel e rafting, entre outros atrativos. Para divulgar esse potencial e mostrar o cenário turístico para o estado de Mato Grosso, o município organizou o 1º Festival de Pesca, que integra o Campeonato Estadual de Pesca promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo (Sedtur). O evento aconteceu no final de semana e cerca de 40 equipes participaram. A Marinha do Brasil deu suporte com orientação, fiscalização e monitoramento aos pescadores. 

Insegurança

Clientes obrigados a sacar grandes quantias em espécies nos caixas dos bancos em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) têm que contar com a sorte ou proteção do acaso para não ser vítimas dos costumeiros assaltos, as chamadas “saidinhas dos bancos” como acontece com frequência em todo país. Nenhuma agência dispõe de cabines individuais de proteção visual em seus caixas para segurança dos clientes. Em quaisquer uma das 7 agências os saques de recursos e outras transações são vistas pelas demais pessoas no interior dos estabelecimentos. (Expressão Notícias) 

Creche

Cerca de 270 crianças de 2 e 3 anos, se amontoam em 14 salas de aulas sem ventilação e com parte das instalações elétricas danificada, na creche “Fazendo Arte”. Verdadeiro labirinto, a creche localizada no bairro da Cavalhada, em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), só tem uma saída – pela parte do fundo – o que coloca em risco a vida dos alunos, em caso de incêndio ou quaisquer outros incidentes.

A denúncia foi feita por pais de alunos e confirmada pela diretora Sirênia dos Santos Rodrigues. Ela afirma que já comunicou o fato à administração, mas até agora, nenhuma providência foi tomada para resolver a situação. (Expressão Notícias)

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>O medo não pode ser um estilo de vida

Posted on janeiro 4, 2010. Filed under: aventuras, Estilo de vida, insegurança, inseguro, medo, saudável |

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Por Roberto Shinyashiki

Viver preocupado e inseguro não pode ser uma opção de vida. Você já notou como o mundo está repleto de medo? As angústias estão mais presentes na vida das pessoas do que sua própria sombra. Muita gente vive em um estado de apreensão constante, como se viver fosse um peso a ser carregado a cada dia.


A insegurança é, provavelmente, a pior das doenças da humanidade. Não estou falando daquele medo saudável, que nos leva a ser cautelosos e a proteger a nós mesmos. Mas, sim, daquele medo irracional que muitas vezes fica tão grande que nos paralisa.


O medo de amar e não ser amado, intensificado por fantasias derrotistas, impede que você se lance à mais bela de todas as aventuras do ser humano: viver um grande amor.


O medo de não suportar as dificuldades à sua frente o impede de viver plenamente a vida.


O medo de não conseguir aquele emprego nos faz nervosos durante os testes e as entrevistas, pondo tudo a perder.


O medo de não fechar um negócio faz com que você nem ao menos marque a reunião com um cliente potencial.


O medo de viajar de avião faz com que você não consiga comprar a passagem aérea enquanto seus amigos vão se divertir.


A cara feia de uma amiga na hora do almoço logo se torna um exercício de tortura, pois você fica tentando imaginar o que a teria levado a se comportar daquela maneira. (“Será que teria a ver com algo que eu tenha feito?”)


Quando o medo está presente no seu coração, você fecha todas as suas portas para o amor, pois a insegurança faz com que a solidão seja mais suportável do que ver um novo amor terminando.


Muitas pessoas vão para seus encontros afetivos com tanta apreensão que qualquer coisa em seu caminho se transforma em motivo para desistência. Tem gente que, quando sai com alguém com quem está envolvida, tem de escutar sua mente repetir muitas vezes: “Eu sei que não dará certo”.


Um vendedor vai para uma reunião de negócios com a mente repetindo muitas vezes: “Eu sei que não dará certo”.


Um estudante vai para a prova com uma voz interior dizendo: “Eu sei que não dará certo”.


E adivinha o que acontece: acaba não dando certo mesmo!


O medo, aquela emoção natural de cuidado, de proteção, de atenção com o que pode apresentar riscos reais, atualmente está se transformando em uma paranoia sem limites.


O medo da violência nas ruas transforma-se em assombrações grandiosas, e as pessoas portam-se como crianças assustadas. Já não distinguem a realidade da fantasia e tudo as assusta. Muitos adultos passam a ter medo de coisas tão imaginárias quanto o bicho-papão. São adultos agindo como crianças indefesas, apavorando-se em plena luz do dia, pensando que seus medos são verdadeiros.

Muitas vezes, vejo terapeutas atuando com o objetivo de tranquilizar adultos que agem como crianças com medo do escuro. Vejo adultos pedindo ajuda a esses profissionais para adquirir coragem de ir à festa da empresa porque têm medo de que algo dê errado.


Para muitas pessoas, o medo atua como um microscópio que amplifica as dificuldades e que, muitas vezes, distorce um acontecimento simples, dando-lhe o aspecto de uma desgraça de enormes proporções.


Um homem inseguro é capaz de imaginar a esposa fiel como a pior das adúlteras.


Um chefe assustado pode interpretar o interesse do funcionário em participar de um congresso como um sinal de que ele está procurando outro emprego – ou até mesmo de que queira tomar o seu lugar. Resumindo: o medo faz com que interpretemos fatos simples como se fossem inimigos monumentais.


Viver inseguro tornou-se um estilo de vida. Mas isso não tem necessariamente de acontecer.

Autor: Roberto Shinyashiki é psiquiatra, escritor e conferencista – Fonte: A Gazeta

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