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>O novo agronegócio inteligente

Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: agronegócio, delay tecnológico, equipamentos, insumos, inteligente, máquinas, PIB brasileiro, Produção, produtos, rastreabilidade, Tendências |

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Foi-se o tempo em que o campo era marcado pela distância das mais modernas tendências de mercado e pelo delay tecnológico. A realidade agora é outra e necessário dizer: completamente diferente. Desde a década de 90, com a intensificação da profissionalização do agronegócio brasileiro, as mudanças são cada vez mais expressivas e rápidas. Estão aí os espetaculares índices de produtividade para comprovar. Atualmente, o Brasil produz duas vezes mais na mesma área plantada do que há menos de três décadas. Paralelamente ao aumento da eficiência produtiva, o campo definitivamente encontrou o mesmo rumo no aperfeiçoamento da gestão dos negócios.

O Brasil está entre os principais exportadores de proteína animal e grãos do mundo. Além disso, a força do setor primário é expressa internamente: o agronegócio representa cerca de 33% do PIB brasileiro. Sem dizer que um terço da mão-de-obra está nas propriedades rurais.

A modernização se tornou, assim, mais do que necessária e a implantação de insumos, produtos, máquinas e equipamentos de última passou a fazer parte da rotina do produtor rural. Atualmente, são inúmeras as tecnologias destinadas a este setor, englobando, por exemplo, o monitoramento da produção em tempo real e a rastreabilidade de gado.

Mas e o controle desse fluxo de produção? E a gestão empresarial? Com suas raízes familiares, e uma imagem frequentemente associada à falta de credibilidade e organização, era mais do que evidente que novas preocupações estivessem em curso nos últimos anos. A realidade agora é a eficiência no controle dos processos para crescer.

Isso ajuda a explicar a crescente procura por soluções que atendam às necessidades de gestão das empresas. Falamos não só em grandes companhias, pois mesmo em pequenas e médias empresas agropecuárias adequações e inovações são necessárias à otimização do negócio e mesmo na melhoria da imagem, diminuindo possíveis barreiras comerciais, com aumento de participação no mercado.

Nunca foi tão grande o interesse pela implantação de sistemas de gestão informatizados, que integrem todas as áreas do negócio, como produção, financeiro, jurídico, RH, comercial e segurança, e compartilhe, em tempo real. Enfim, todas as informações importantes, de todos os departamentos acessíveis a partir de qualquer terminal da empresa, proporcionando agilidade para tomada de decisões, com foco no resultado econômico e financeiro.

Agilidade e confiabilidade das informações são fatores imprescindíveis para o sucesso de uma empresa nos dias atuais. É preciso ter acesso aos dados produtivos imediatamente e não apenas no fim de um período quando as perdas podem ser irreversíveis. Além disso, uma boa solução para a gestão da companhia agropecuária permite o acompanhamento detalhado de todas as operações, o que possibilita ao empresário visualizar e entender onde estão os gargalos do seu negócio em apenas um clique.

E aumento de eficiência não significa elevação dos custos. O investimento em um programa de gestão dos negócios da empresa agropecuária não chega a 1% da economia gerada em apenas um ano. E isso é comprovado. Cabe ressaltar ainda que é possível chegar à redução de custos de até 30% a partir de um bom controle gerencial integrado e online.

Essa é sem dúvida a nova cara do agronegócio: ágil, inteligente e marcado por competitividade crescente, com margens cada vez mais apertadas e definidas pelos detalhes. Após a mecanização do campo, o uso da genética, a informatização estratégica é a peça que faltava entre as principais ferramentas para o negócio rural. Nada como um controle seguro, organizado e minucioso para tornar isso realidade no agronegócio.

Autor: Osmair Barrichello é diretor da Compu-Software – Fonte: A Gazeta

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>Grupo de Agronegócio Amaggi anuncia expansão

Posted on novembro 12, 2009. Filed under: agronegócio, Amaggi, armazéns, Commodities, insumos |

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A Amaggi, uma das maiores empresas do país em beneficiamento e exportação de soja e seus derivados com sede em Mato Grosso, vai atuar no mercado de grãos em quatro estados nas regiões Norte e Nordeste. A empresa firmou parceria com a Louis Dreyfus Commodities para atuar no mercado de grãos da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. A joint venture tem como objetivos vender e comprar soja e milho, financiar produtores, trocar fertilizantes, sementes e insumos agrícolas e realizar vendas nos mercados doméstico e internacional.

A nova empresa, que se chama Amaggi & LDCommodities e está sediada no município de Luis Eduardo Magalhães (BA), deverá faturar R$ 700 milhões e movimentar um milhão de toneladas de grãos em cinco anos com investimento de US$ 100 milhões em armazéns e instalações portuárias na região. Segundo Pedro Jacyr Bongiolo, presidente do Grupo André Maggi, as negociações vêm acontecendo há um ano. “Dentro do planejamento estratégico de crescimento já estávamos contemplando estas regiões. Como a Louis Dreyfus já estava instalada lá surgiu a oportunidade de parceria. Por isso estamos apenas fazendo uma antecipação do que já tínhamos programado”.

Ambas empresas já estão consolidadas em outras regiões do país e esta joint venture é a oportunidade de unir experiências e trabalho em uma região promissora. Atualmente, a região conhecida como “Matopiba” (palavra formada pelas siglas dos quatro estados) produz 6 milhões de toneladas de soja. Na Bahia também são cultivadas 1,7 milhão de toneladas de milho.

“Como a região da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins é a nova fronteira agrícola do país, acreditamos que há grande possibilidade de expansão dos nossos negócios, principalmente com estudos e investimentos em novas alternativas logísticas”, afirmou Bongiolo, reforçando que faz parte do planejamento estratégico do Grupo André Maggi atuar em todos os estados brasileiros produtores de soja.

A joint venture que cria a Amaggi & LDCommodities terá estrutura própria administrativa e comercial. Serão 12 unidades de armazenagem de milho e soja com potencial de geração de aproximadamente 300 empregos diretos e 900 indiretos. A empresa inicia atividades com dois armazéns com capacidade de 60 mil toneladas cada, um em Luis Eduardo Magalhães (BA) e outro em Correntina (BA).

Fonte: A Gazeta


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