investimento

>Cresce o investimento de grandes empresas em inovação

Posted on outubro 27, 2010. Filed under: ABDI, Comércio Exterior, desenvolvimento, Indústria, Inovação, investimento |

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Cresce o número de grandes empresas brasileiras que investem em inovação tecnológica para aumentar a competitividade no mercado interno, de acordo com a pesquisa Sondagem de Inovação, divulgada nesta terça-feira (26) pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A segunda edição do levantamento trimestral constatou que 71,5% das 1,650 mil grandes empresas industriais com mais de 500 empregados inovaram no lançamento de produtos ou no processo de fabricação no trimestre de abril a junho. Percentual semelhante aos 71,4% registrados no trimestre anterior. A pesquisa também aponta que 27% do universo analisado ampliaram os investimentos próprios em pesquisa e desenvolvimento e 47% mantiveram o mesmo nível do trimestre anterior.
Na avaliação do presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri, “são números excelentes, que indicam a consciência do empresariado sobre a necessidade de inovar para garantir presença no mercado”.
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>Grupo chinês investe R$ 350 milhões em Rondonópolis

Posted on outubro 26, 2010. Filed under: Açúcar, algodão, café, carvão, chinês, instalação, investimento, logística, minério de ferro, Noble, Rondonópolis, Sindibio, soja |

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O município de Rondonópolis (localizado a 212 Km de Cuiabá) foi escolhido como alvo de um investimento de R$ 350 milhões pelo grupo chinês Noble, para a instalação de uma unidade mista de processamento de soja e produção de biodiesel. O anúncio da instalação foi oficializado nesta segunda-feira (25) por representantes da empresa e pelo prefeito municipal José Carlos do Pátio (PMDB) após um ano de negociação.

O início da construção da indústria está previsto para 2012 em uma área do Distrito Industrial de aproximadamente 40 hectares. Durante coletiva de imprensa os empresários não se pronunciaram por determinação do grupo, mas a secretária de Desenvolvimento da cidade, Elizabeth Amorim, afirmou que a escolha de Rondonópolis foi principalmente pela localização. “Fomos escolhidos devido ao bom momento econômico e político. Além disso, a logística foi fundamental”, disse ao comentar o fato de estarem no cruzamento das BRs-136 e 364 além da ferrovia que está em construção.
O Noble vai gerar cerca 600 empregos na região, visto que a previsão é de uso de mão-de-obra local, na produção de 200 mil toneladas de biodiesel por ano e de 1,3 milhão de toneladas de soja processada.
O prefeito José Carlos do Pátio disse que está muito satisfeito pela conquista de mais uma empresa na cidade, o que significa desenvolvimento não só para Rondonópolis, município líder em exportação em Mato Grosso há alguns anos, mas para todo o Estado.
O secretário do Sindicato da Indústria de Biodiesel de Mato Grosso (Sindibio), Rodrigo Prosdóximo Guerra, ressalta que a instalação da usina pode significar mais uma concorrente ou mais uma parceira para as indústrias locais. “É mais um player que se instala e isso pode ser bom ou ruim, vai depender de como será o relacionamento com as empresas da região”.
Está será a primeira indústria esmagadora e produtora de combustível do Noble Group no país. O grupo chinês está presente em 38 países e atua em diferentes segmentos, como algodão, minério de ferro, soja, carvão, café, açúcar.
Em 2009, o faturamento global da empresa foi de US$ 31,2 bilhões. No porto de Santos, maior complexo portuário do Brasil, sua movimentação foi de aproximadamente US$ 95 milhões em 2009. No segmento energético, o grupo trabalha com petróleo bruto, querosene, bioetanol, carvão térmico e carvão de coque (usado para facilitar a produção de ferro e aço) e outros.
Fonte: A Gazeta
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>Investidor, eu?

Posted on setembro 5, 2010. Filed under: Bovespa, investidor, investimento, poupança, Renda |

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Na década passada um grupo de 210 moradores da cidade de Bauru se reuniram e criaram um clube de investimento para aplicar na bolsa de valores – Bovespa – e com o capital montar uma escola infantil de grande porte. Começaram com uma aplicação mensal de R$ 50 reais cada um. Em dois anos construíram o educandário que conta com mais de 200 alunos, 20 profissionais contratados e renda líquida acima de R$ 300 mil.
O exemplo mostra que é possível a qualquer cidadão comum investir. E mais importante ainda: Apresenta o quanto podemos apostar na geração de empregos e na formação de um patrimônio que tenha função social, gerando resultados benéficos para toda sociedade.
Um país não vive sem poupança, sem investimentos. É com recursos advindos dela que a nação investe em saneamento, educação, transportes, moradia. O Japão é um exemplo a ser seguido: após as consequências desastrosas da 2ª guerra mundial, o sofrimento dos japoneses ensinou o povo a ser precavido, poupar e se transformar em uma das maiores economias mundiais.
Para que investir se eu não sei qual futuro terei? Por que vou investir agora e não gozar do que ganhei se nem sei quantos anos viverei? São frases como essas, ditas no dia-a-dia e plantadas no passado por quem nem conhecemos, que ficaram populares e merecem uma reflexão mais profunda.
Quando casamos pensamos em viver quantos anos? E o plano de ter filhos é para conviver com eles apenas alguns meses? Analisando a questão percebemos que os planos são de vida e não de morte. Então, por que quando se trata de dinheiro invertemos os valores e fazemos planos de morte?
Nossos hábitos de ganhar para gastar e de viver pensando somente em consumir trazem resultados indigestos e consequências calamitosas. Vemos famílias se esfacelarem por questões financeiras todos os dias, brigas homéricas entre casais, pais e filhos, patrões e funcionários, e até amigos perdem amizade por questões envolvendo dinheiro.
Outra dificuldade é o costume de achar que investir é para ricaços, o que não é verdade. Investir é para todos e já existe até a possibilidade de comprar Títulos do Tesouro Nacional com apenas duzentos reais. Acesse o site, leia, informe-se, veja as corretoras credenciadas, cadastre-se e receba uma senha. Pronto! Já estás em condições de comprar títulos do governo federal com segurança do capital, da renda, da liquidez e do sigilo.
Para quem quer negociar junto ao gerente de banco, procure os fundos administrados por eles: oferecem bons rendimentos e segurança. Mas cuidado com as taxas cobradas, elas podem pegar parte grande do capital aplicado.
Outra opção, além de comprar ações, são os clubes de investimentos, como o de Bauru. Junte alguns amigos, chame seu consultor, o contador e pronto. Todos juntos aprendendo coisas novas, se divertindo e ainda ganhando dinheiro. Pense nisso, mas pense agora!
Saulo Gouveia Carvalho (www.seubolso.net)
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>Campo tem prejuízos por causa de endividamento

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agronegócio, algodão, endividamento, Estados Unidos, exportação, incentivos, investimento, Mato Grosso, prejuízos |

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O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura (Mapa), Célio Porto, afirma que além dos problemas de logísticas, o endividamento do produtor rural pode causar prejuízos para Mato Grosso. Porto diz que há 15 anos o endividamento atinge os empresários do campo e isso diminuiu o ritmo de expansão do agronegócio no Estado, mesmo não cessando o crescimento.
Para Célio Porto, a única alternativa para a situação estaria no início de um novo governo. Segundo o secretário, políticas de incentivos são lançadas neste período, o que pode trazer um alternativa para o problema. Outra situação que pode dificultar a exportação e investimento na ampliação da produção é, de acordo com Célio Porto, o câmbio. “Em 2010 os preços eram menores apenas dos de 2008, mas com a desvalorização do dólar frente ao real, a renda do produtor ficou comprometida”.
Algodão – O algodão mato-grossense, apesar de ter o envio reduzido em 33% este ano com relação aos 7 primeiros meses de 2009, está mais valorizado devido o aumenta da demanda. Para Célio, os problemas internacionais com relação à baixa tributação do algodão norte-americano só terão solução após 2013, quando o congresso dos Estados Unidos pode reverter a tarifa e que enquanto isso o crescimento da demanda mundial foi suficiente para valorizar o produto brasileiro. Fonte: A Gazeta
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>Como saber qual o retorno econômico de um investimento? O que fazer?

Posted on agosto 1, 2010. Filed under: ações, aplicação, Econômico, imóvel, investimento, Oportunidade, poupança, Saulo Gouveia |

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Quem ainda não se viu numa encruzilhada precisando aprovar um projeto, mas não consegue convencer os donos da grana? Quem ainda não ficou com uma baita dúvida ao querer colocar seu suado dinheirinho em um empreendimento e não se convence? Para aprovar uma despesa a mais como saber qual o retorno econômico? O que fazer?
Para decidir, primeiro escreva os motivos positivos e os contras, depois tire uma cópia. Jogue o original fora. Deixe-a de molho por trinta dias. Veja-a de novo. E se achar necessário, espere mais uma semana e torne a lê-la. Se depois disso continuar achando que vale a pena, passe para o passo a seguir.
Para saber se o retorno é atrativo, é simples. Pegue uma folha em branco divida ao meio e de um lado coloque todo o montante que você vai gastar e do outro todas as entradas previstas. Some todos os valores para ter uma noção do tamanho total do projeto e descobrir se as entradas superaram as saídas. Se o resultado for positivo, resta agora saber se o valor que sobra compensa o dinheiro aplicado. É também preciso saber se você tivesse colocado em outra aplicação daria mais.
Veja o seguinte exemplo: colocando R$ 100 mil agora em um projeto e recebendo ao longo de cinco anos 30 mil reais líquidos anuais, teremos um total de entradas de R$ 150 mil. Vale a pena? Se descontarmos 10% – do custo de oportunidade – ao ano cai para R$ 93,1 mil reais. Percebeu? Esse projeto não compensa. Para ser viável o retorno deverá ser acima dos R$ 100 mil iniciais.
Lembrete: O custo de oportunidade – os 10% – é a taxa que compara o empreendimento escolhido com outra aplicação, como ações, poupança ou imóvel. Se não souber fazer essa conta peça ajuda a um financista. Os especialistas em finanças sempre tomam as decisões entre duas – ou mais – alternativas. É melhor comprar ou alugar? Qual projeto tem prioridade? É melhor produzir ou terceirizar? Sempre comparam para saber qual é a taxa atrativa ou qual é o custo da oportunidade.
Se por acaso você precisar convencer alguém de aprovar seu projeto, a viabilidade financeira é o primeiro passo e o capacitará a envolvê-lo. Essa é a linguagem que o pessoal do financeiro gosta de ouvir, por isso, é importante falar do que eles vão ganhar. Assim caro leitor você não vai entrar numa fria, pois o seu planejamento lhe mostrará claramente o que fazer. Quem sabe pode superar com mais serenidade períodos turbulentos e realizar planos e objetivos de longo prazo. Saberá de onde vem e para onde vai seu dinheiro. Pense nisso, mas pense agora!
Autor: Saulo Gouveia – Fonte: A Gazeta
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>Cliente morto não paga. Não?

Posted on julho 16, 2010. Filed under: cliente morto, cuidados, curiosidade, custos, fraudes, ingenuidade, investimento, Reicarnations bank |

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rbO Reincarnation Bank, isso mesmo, Banco da Reencarnação, cobra do cliente uma taxa para cuidar do patrimônio enquanto ele não volta para sua nova vida. Quando o cliente reencarnar, desde que não seja um hamster ou algo parecido, pode resgatar seu dinheiro. Como saber que é você mesmo que está voltando? Com testes de regressão!!! Dá para acreditar?!
Quando se trata de tirar dinheiro dos outros não há limite para a criatividade. Por isso achei interessante comentar este episódio. Porque o pior é que há pessoas que depositam seu dinheiro no tal banco. Na prática ele não “rouba” seu dinheiro. O patrimônio fica depositado lá e ele cobra taxas de administração, como cliente morto é fiel, esse fluxo de recursos para o banco é eterno.
Ainda muito difícil de acreditar! Mas veja, há muitos investidores mortos também no Brasil e que continuam a fazer os pagamentos. Um caso clássico é o do fundo 157. Ainda hoje há muitos cotistas desconhecidos, muitos deles mortos, e que continuam a pagar taxa de administração. No passado, os bancos brasileiros meteram a mão no patrimônio desses fundos cobrando taxas de administração altíssimas. Nos anos 90 a CVM tentou por ordem neste mercado e conseguiu achar muitos cotistas, mas vários ainda são desconhecidos. O mesmo acontece com as ações de empresas como Petrobras, Bradesco, Itaú e outras grandes empresas brasileiras que ainda têm muitos clientes desconhecidos, vários morreram sem nem saber que seram sócios destes negócios.

Por Mara.luquet

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>Grupo Votorantim instalará nova fábrica em MT, com investimento de cerca de R$ 350 milhões

Posted on maio 7, 2010. Filed under: Baixada Cuiabana, cimento, investimento, Mato Grosso, Nobres, Votorantim |

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O Grupo Votorantim vai instalar mais uma fábrica de cimento em Mato Grosso, desta vez  com possibilidade da instalação no distrito da Guia, cerca de 30 km de Cuiabá, com capacidade para produzir 1,1 milhão de toneladas, o investimento será em torno de R$ 350 milhões, com geração de cerca de 1.200 empregos na construção da fábrica, e cerca de 500 empregos diretos e indiretos quando a fábrica entrar em operação.
Na quinta-feira, 6 de maio, foi assinado protocolo entre a Votorantim Cimentos e o Estado de Mato Grosso, a empresa que já tem uma unidade instalada na cidade de Nobres, a 151 Km de Cuiabá, com a nova unidade vai dobrar a produção de cimento no estado. “Vamos inclusive atender a um pedido do governador Silval Barbosa de instalar a nova unidade no distrito da Guia, município de Cuiabá, para fomentarmos a economia da baixada Cuiabana”, disse o diretor de Planejamento, Luiz Alberto de Castro Santos, apontando que serão edificadas 8 novas indústrias no Brasil que potencializarão a produção de cimento fazendo da empresa a maior da América do Sul.
“É um rico momento que Mato Grosso vive e que deve ser enaltecido, pois os incentivos fiscais concedidos por nós é que permitiram a chegada desta nova indústria, mais precisamente em Cuiabá”, disse Silval lembrando que a indústria era disputada por pelo menos outros 4 Estados. O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Minas e Energia, Pedro Nadaf, responsável pelo fechamento do contrato com a Votorantim pontuou que os méritos são dos governadores Blairo Maggi e Silval Barbosa que com responsabilidade administram um Estado que é a nova fronteira do desenvolvimento nacional. “Uma empresa deste tamanho e envergadura só vem para cá graças a política de incentivos fiscais condenadas por muitos e por causa do compromisso assumido pelos governantes”, disse Nadaf.
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>Petrobras prepara capitalização para junho, deve ser a maior já feita com venda de ações no mundo

Posted on fevereiro 19, 2010. Filed under: capitalização, investimento, petróleo, Petrobras, venda de ações |

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Bancos de investimento nacionais e estrangeiros se preparam para levantar cerca de US$ 50 bilhões em dinheiro novo ainda em junho para a Petrobras. A operação, que depende de autorização do Congresso, deve se tornar a maior captação de recursos do mundo por meio da venda de ações.

O volume que será levantado nos mercados globais tem por base o preço de US$ 5 o barril, o piso do intervalo estabelecido pelo governo, e que tende a ser confirmado pelos consultores independentes. Esse preço é uma estimativa de quanto valeria, em valores atuais, o petróleo que será extraído no futuro (daqui a 15 ou 20 anos) na camada de pré-sal. A parte do governo na capitalização será dada por meio da cessão de 5 bilhões de barris desse petróleo.

Segundo os bancos de investimento, não está descartada a possibilidade de que o valor fique pouco abaixo de US$ 5 o barril, aumentando a atratividade do investimento e facilitando a captação de recursos.

Junto com o aporte do governo, estimado em US$ 25 bilhões se o petróleo ficar em US$ 5 o barril, a capitalização da Petrobras pode atingir US$ 75 bilhões, superando o aumento de capital de US$ 19 bilhões do Bank of America em 2000 e a abertura de capital do chinês ICBC (Banco Industrial e Comercial da China), de US$ 19,1 bilhões em 2006.

Os recursos vão para a exploração das reservas de petróleo na camada de pré-sal, cujas estimativas motivaram o governo a rever o marco regulatório do setor, privilegiando a estatal e a União, dona das reservas.

Na operação, participam 12 dos principais bancos de investimento de alcance global, que têm o Banco do Brasil como uma espécie de “líder informal” do grupo devido à sua proximidade com o governo. Os líderes definitivos da operação, no entanto, só serão escolhidos após a aprovação no Congresso e o desenho final da capitalização.

Esses bancos já iniciaram as consultas aos principais clientes institucionais, a maioria fundos de pensão e de investimento nacionais e estrangeiros, para saber se eles deverão aportar recursos novos para manter sua participação na estatal. Isso porque os atuais acionistas, incluindo a União e os trabalhadores que compraram ações por meio do FGTS, têm preferência na hora de comprar os papéis. O acionista que decidir não “acompanhar” a oferta de ações poderá vender seu direito para um terceiro.

Trata-se do negócio mais importante do ano para os bancos de investimento com presença no Brasil. Os honorários desses bancos devem bater em US$ 100 milhões cada um, dependendo do montante que conseguirem trazer para a Petrobras. O valor equivale às receitas de um ano de trabalho das respectivas áreas desses bancos.

Cronograma
Junho é a data limite para fazer uma captação desse porte nos mercados internacionais, pouco antes das férias de verão no Hemisfério Norte, que vão até setembro. Para atingir a meta, a aprovação do projeto de lei no Congresso, que tramita em regime de urgência, precisa ocorrer até abril.

Se algo der errado, a capitalização só poderá acontecer em setembro, um mês antes da eleição presidencial, período sujeito a turbulências nos mercados. A Câmara deve analisar o assunto nos próximos dias 2 e 3 de março.

Segundo a Petrobras, a capitalização ainda não tem uma data acertada nem foi definido o valor do barril de petróleo que será utilizado para desenhar a operação. “Somente depois da aprovação pelo Congresso será possível definir uma data para a operação. A estimativa é que, em até 90 dias após aprovado o projeto, a capitalização esteja concluída. Não existe ainda valor estimado para o barril”, afirmou, em nota, a assessoria da estatal.

A Petrobras afirma ainda que a União não definiu as áreas de exploração de petróleo que serão cedidas à estatal. “Somente após isso as certificadoras poderão estimar o valor do barril. E depois a Petrobras e a União irão negociar o valor”, informou.
Fonte: Folha de S. Paulo

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>Cinco dicas de investimentos em papéis em sua carteira de fevereiro

Posted on fevereiro 7, 2010. Filed under: BM FBovespa, dinheiro, Fertilizantes Heringer, Ibovespa, investimento, Localiza, Marfrig, São Martinho, sugestões, Tractebel |

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A SLW divulgou seu portfólio com cinco sugestões de papéis que não estão entre os mais visados da BM&FBovespa, mas que devem apresentar bom desempenho neste segundo mês do ano, na opinião de seus analistas. Em relação ao portfólio anterior, a corretora optou por não efetuar nenhuma alteração.

Em janeiro, a carteira “off índice” apresentou desempenho positivo de 2,03%, superando a performance do Ibovespa, que acumulou queda de 4,65% no mesmo período. Vale lembrar que o mesmo se repetiu no acumulado do último ano, com o índice paulista subindo 82,66% enquanto o portfólio recomendado viu uma valorização de 169,52%.

Confira as recomendações:

Empresa Código Preço-alvo Upside* Peso
Tractebel TBLE3 R$ 29,82 52,53% 20%
Marfrig MRFG3 R$ 25,73 14,81% 20%
Localiza RENT3 R$ 24,06 27,24% 20%
São Martinho SMTO3 R$ 21,84 28,47% 20%
Fertilizantes Heringer FHER3 R$ 16,63 50,49% 20%
*Potencial de valorização com base na cotação de 4 de fevereiro

Tractebel

A corretora reitera sua recomendação de posicionamento nas ações depois da fraca performance dos papéis em 2009. Em vista do saudável balanço patrimonial da companhia, os analistas mantêm sua “expectativa de que a empresa continuará levando vantagens na condução de seus negócios, principalmente na negociação de energia com consumidores livres”.

Marfrig

Contando com plantas em diversos países, a companhia não sofreu tanto quanto suas pares com os efeitos da crise. O destaque do ano deverá ficar com a absorção da compra da Seara. “A partir da segunda metade do ano as sinergias devem começar a aparecer nos resultados da empresa e que a companhia aumente sua presença no mercado nacional na divisão de frangos”.

Localiza

Os resultados do último trimestre de 2009 já devem apontar uma melhora na divisão de aluguel de carros, tendência que deverá se estender por 2010, ano em que é esperado “um bom resultado, visto que temos um cenário de juros baixos, crédito disponível e ocorre o início das obras de infraestrutura que devem impulsionar o desempenho da divisão de aluguel de carros” o principal negócio da empresa.

São Martinho

Fechando o último ano com forte alta, em reflexo da recuperação da economia e dos preços do açúcar, a companhia encontra um cenário benigno para 2010. As boas perspectivas para o setor neste ano e o bom resultado da empresa em 2009 ainda não foram precificados nas ações, que se encontram defasadas, o que sugere um bom momento de entrada para os papéis.

Fertilizantes Heringer

Com um desempenho abaixo do que foi reportado pelo Ibovespa, os analistas da SLW esperam que a performance deste mês supere o benchmark. Aliado a isso, os fundamentos de análise e perspectivas de resultados continuam fazendo da compra desses papéis um investimento atraente.

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>Investimento: Corretora recomenda compra de ações da Klabin

Posted on outubro 24, 2009. Filed under: compra de ações, Corretora, investimento, Klabin |

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A Ágora elevou nesta sexta-feira (23) seu preço-alvo das ações preferenciais da Klabin (KLBN4) de R$ 4,30 para R$ 4,90 por ação para dezembro de 2009. A recomendação de compra foi mantida pela corretora, em função das perspectivas de crescimento da companhia para os próximos anos.

A Ágora apresentou boas perspectivas para o desempenho da companhia no próximo ano, no entanto, para 2009, a corretora ainda vê números fracos. Entre suas projeções, a equipe de análise espera que a Klabin apresente um decréscimo no volume de vendas de 5% ao final deste ano, em função da piora na atividade econômica mundial.

Contudo, os analistas veem uma recuperação em 2010, quando as vendas da companhia deverão apresentar aumento de 16%.

No mesmo sentido, as expectativas para o Ebitda (geração operacional de caixa) da Klabin são de que ele fique em R$ 694 milhões em 2009, queda de 4,8%, mas se recupere no próximo ano, subindo 29,1% e totalizando R$ 896 milhões.

Reversão do prejuízo

Outra projeção positiva da Ágora é que a companhia atingirá um lucro líquido no montante de R$ 544 milhões em 2009, revertendo o prejuízo líquido de R$ 349 milhões apurado no último ano.

Os analistas também esperam que a Klabin tenha seu fluxo de caixa livre de volta ao campo positivo ainda este ano, em função da conclusão do projeto de expansão da capacidade na unidade de Monte Alegre, no Paraná, em 2008.

Riscos

Quanto aos riscos, a corretora destacou que os resultados da Klabin são muito influenciados pela taxa de câmbio, uma vez que cerca de 30% de sua receita é proveniente das exportações e cerca de 50% do atual endividamento está atrelado ao dólar. “Consideramos baixo o risco financeiro da Klabin, apesar do aumento da alavancagem financeira em 2008”, concluiu a Ágora.

Fonte: UOL Economia

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