IPI

>Vendas de veículos em Cuiabá registram alta em janeiro

Posted on fevereiro 5, 2010. Filed under: CUIABÁ, IPI, Mato Grosso, mercado de automóveis, Sincovid, venda de carros, vendas |

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O mercado de automóveis em Cuiabá mostrou que está se consolidando frente aos rastros deixados pela crise econômica mundial no ano passado. O comportamento apresentado em janeiro registrou um aumento de 27,19% no comparativo com o mesmo período do ano passado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos de Mato Grosso (Sincodiv-MT), Paulo Boscolo, os dados são mais positivos do que aparentam.

Isso porque, segundo ele, em janeiro de 2009, quando foram comercializados 1,743 mil carros, havia uma demanda de 3 meses reprimida nas concessionárias por conta da crise e o anúncio da redução do IPI abriu as portas para o crescimento das vendas. Em janeiro deste ano, as vendas representaram 2,217 mil veículos, o que significou um comportamento sólido do mercado, em um período cujas vendas normalmente apresentam queda. “Identificamos que quando comparados em dois períodos que se comportam de forma parecida, no caso o mês de janeiro, houve um saldo positivo, já que apresentou crescimento mesmo sem um incentivo além do praticado”.


O destaque ficou por conta da comercialização no setor de pesados, que registrou o maior aumento: 760%, passando de 25 veículos no ano passado para 215 vendidos este ano no mês de janeiro. Em seguida está o setor de ônibus que apresentou alta de 125%. “Essa situação já vinha sendo prevista por nós. Em anos eleitorais o setor de máquinas e equipamentos sempre sobe por conta da compra e entrega dos produtos”. Em geral, quem movimenta a comercialização de automóveis em Cuiabá e Mato Grosso, mensalmente, são os chamados veículos de passeio, segundo Boscolo.


Na comparação com dezembro de 2009, a comercialização de carros, incluindo todos os segmentos (autos, leves, pesados, ônibus, motos e semi-reboques) apresentou redução de – 25,90%. “Até fevereiro a queda é algo natural, já prevista por nós”. O setor de motos foi o único que apresentou queda nos dois comparativos: entre os meses de janeiro de 2009 e 2010 (-2,99%) e de dezembro de 2009 para janeiro 2010 (-37,87%).


Em Mato Grosso as vendas aumentaram 7,9% no geral, quando comparados os meses de janeiro de 2009 e 2010, mas apresentaram queda de 38,79% em janeiro deste ano quando comparada ao mês anterior, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Imposto – O fim da isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor de automóveis não deve influenciar nos preços, segundo Boscolo. A volta do imposto para o segmento foi anunciada para o final de março pelo governo federal. “Não acredito em alta dos preços. Se houver aumento deve ser lento e gradual”. Além disso, o presidente do Sincovid, Paulo Boscolo, afirma que caso haja uma alta generalizada, o próprio mercado deverá se autoregular, por meio da lei de oferta e procura.

Fonte: A Gazeta

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>Governo usa BNDES e libera R$ 80 bi para setor produtivo

Posted on dezembro 9, 2009. Filed under: BNDES, COFINS, IPI, PIS |

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O governo federal anunciou nesta quarta-feira um pacote com medidas de desonerações, linhas de crédito e eliminação de impostos em várias áreas, como bens de capital, refino de petróleo, produção de energia eólica e computadores. Ao todo, as desonerações anunciadas hoje pelo governo ultrapassarão R$ 3 bilhões em 2010.

O governo prorrogou a desoneração de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para bens de capital até 30 de junho de 2010. O benefício acabaria neste mês e a ampliação custará R$ 369 milhões aos cofres públicos.

Outra medida foi esticar até 2014 a isenção de PIS/Cofins para computadores.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ainda a concessão de nova linha de crédito ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no valor de R$ 80 bilhões para o financiamento de investimentos em 2010 e 2011.

Neste ano, o governo já havia capitalizado o BNDES em R$ 100 bilhões.

Outra medida é a prorrogação de linhas de financiamento com taxas mais baixas até junho do ano que vem, entre elas o Finame, que tem taxa de juros de 4,5% ao ano.

O governo criou ainda um instrumento chamado “Letra Financeira” que serão papéis de longo prazo emitidos por bancos privados para que esses bancos também possam oferecer crédito de longo prazo ao setor produtivo.

Os principais bens de capital desonerados são: válvulas industriais, árvores de transmissão, microscópios eletrônicos, hastes de bombeamento, congeladores industriais, partes de vários tipos de máquinas e equipamentos.

Computadores

O governo vai esticar até 2014 o abatimento de PIS e Cofins na venda de computadores. Segundo Mantega, a medida, que acabaria este ano, multiplicou a produção e venda de computadores no país.

Aliada à política de desoneração, o governo anunciou um programa de fornecimento de computadores a preços reduzidos à rede pública de ensino.

O preço médio de cada máquina sairá por R$ 450, com o abatimento de IPI, PIS e COFINS.

Energia

O governo anunciou também uma série de desonerações para o setor de energia. Serão zerados os seguintes impostos para indústria petroquímica das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste: IPI, PIS, COFINS e imposto de importação. A meta é intensificar a implantação de refinarias nas regiões beneficiadas, além de usinas de fertilizantes. A medida custará aos cofres públicos R$ 1 bilhão.

Será eliminado também o IPI de itens de turbinas de geração de energia eólica. A medida vem justamente no mês em que se realiza o primeiro leilão específico de energia eólica no país.

Mantega anunciou ainda um novo empréstimo da União para o Fundo da Marinha Mercante de R$ 15 bilhões. A ideia é financiar plataformas de perfuração e navios.

BNDES

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, anunciou ainda a ampliação do limite do Cartão BNDES dos atuais R$ 500 mil para R$ 1 milhão, cartão utilizado para financiar investimento de micro e pequenas empresas.

Coutinho disse ainda que o governo criará uma linha dentro do Finame para financiamento de empresas brasileiras em outros países, principalmente da América Latina e África.

Outra medida, que por enquanto funcionará como um projeto piloto, é a criação de uma linha de financiamento para pessoas físicas para a compra de ações de empresas na qual trabalham. A medida visa financiar pequenas empresas que terão que seguir uma série de regras de governança.

Desonerações

Mantega anunciou também a suspensão da cobrança de IPI, PIS/Cofins e Imposto de Importação incidente sobre bens e serviços relacionados a investimentos em refino de petróleo e indústria petroquímica no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A medida custará aos cofres públicos R$ 1 bilhão.

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>Governo prorroga benefício do IPI para material de construção e isenta para móveis até março de 2010

Posted on novembro 25, 2009. Filed under: construção, Guido Mantega, IPI, móveis, moveleiro, Receita Federal, tributos |

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O governo anunciou nesta quarta-feira a redução de tributos para setor moveleiro. Guido Mantega (Fazenda) informou que haverá isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até 31 de março de 2010 para móveis de madeira, aço e plástico e placas de madeira, que são usados na construção de móveis.

Mantega anunciou ainda a prorrogação da desoneração de material de construção civil até junho de 2010. A renúncia tributária total do governo será de R$ 900 milhões.


“O setor moveleiro vem se recuperando da crise mais lentamente”, justificou Mantega, lembrando que se trata de um setor que é extremamente dependente de exportações.


O ministro pediu para que as empresas moveleiras aproveitem o “embalo” dado pela desoneração para baixar um pouco mais a margem de lucro e aquecer ainda mais o mercado doméstico de móveis.


Mantega disse ainda que a região Sul será a mais beneficiada pela medida, já que lá se encontram a maioria dos grandes fabricantes de móveis do país. A redução do tributo vai ajudar também a formalização do setor, já que muitos se esquivam de pagar impostos.


Sobre a manutenção da desoneração para produtos de construção civil, a medida vale para cimento, tintas, vernizes, argamassas, materiais para banheiro, vergalhões, revestimentos. Para a maioria deles, a alíquota permanece zerado.


Questionado sobre o motivo para não realizar desonerações mais amplas, como a da folha de pagamento, Mantega afirmou que “gostaria de anunciar a desoneração da folha de pagamento”. “Mas priorizamos a desonera de determinados setores, principalmente aqueles que tem reflexo direto na demanda”, ressaltou.


Veículos

Na terça-feira, o governo anunciou a prorrogação da alíquota reduzida do IPI de carros flex. Anteriormente, os percentuais voltariam gradualmente aos patamares normais até janeiro. O governo prorrogou ainda a alíquota zero para caminhões novos até junho do ano que vem –o incentivo anterior previa o retorno da alíquota a 5% em janeiro de 2010.


As medidas foram feitas a exemplo do que ocorreu no setor de eletrodomésticos, em que a redução de IPI foi maior para equipamentos que consomem menos energia.


Desoneração

Antes das prorrogações dos benefícios anunciadas entre ontem e hoje, a previsão da Receita Federal era que a renúncia fiscal com as medidas somasse R$ 25 bilhões em 2009.


Ontem, o governo informou que a prorrogação do benefício para automóveis e caminhões somaria uma renúncia de mais R$ 1,3 bilhão. Hoje, com as medidas para o setor moveleiro de construção, o governo deixará de arrecadar outros R$ 900 milhões. Fonte: Folha de S. Paulo

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>Fiat aposta que a tendência é de alta

Posted on outubro 2, 2009. Filed under: desemprego, Fiat, Fiat na América Latina, IPI, mercado de automóveis, tendência |

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O mercado de automóveis no Brasil vai se manter aquecido apesar do fim do incentivo da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que começou a ser retirado nesta quinta-feira, acredita o presidente da Fiat na América Latina, Cledorvino Belini. Ele disse que espera que a conjuntura econômica amenize o efeito do fim do benefício fiscal sobre o mercado automobilístico.

“Esperamos que haja compensação pela redução de juros e das taxas de desemprego, o mercado deve se manter estável, mas é claro que não atingiremos novos recordes como o observado em setembro”, afirmou Belini em entrevista após o lançamento do Fiat 500, novo carro que está sendo comercializado pela empresa no mercado nacional. De acordo com o executivo, o incentivo via IPI resultou em um aumento nas vendas do setor equivalente a 300 mil unidades.

Segundo ele, o cenário para 2010 ainda é incerto, mas a expectativa é que o desempenho seja similar a 2009. Até o momento, segundo o executivo, o mercado brasileiro de automóveis registra um crescimento nas vendas de 4% ante igual período do ano passado. Para ele, estudos realizados pelo setor apontam que a perda de arrecadação do governo por causa da redução do IPI acabou sendo mais do que compensada com o aumento do total arrecadado com outros tributos como PIS/Cofins e ICMS.

Fonte: A Gazeta

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