Jaime Campos

>Jaime é condenado a devolver R$ 7 milhões ao Estado para se auto-promover

Posted on setembro 27, 2010. Filed under: Ação Popular, Comunicação, condenado, Jaime Campos, Mato Grosso, propaganda, Serys, Serys Slhessarenko, TV Brasil Oeste, Tv Centro América, TV Rondon |

>

O ex-governador Jaime Campos (DEM) foi condenado ao ressarcimento de mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos por uso indevido da máquina pública, na época em que foi governador de Mato Grosso (1991-1994).

Serys Slhessarenko e Jaime Campos

O juiz da Vara Especialização de Ação Popular, Luís Aparecido Bertolucci Júnior, acatou uma ação proposta pela senadora Serys Slhessarenko (PT) em desfavor do político, em 1991.

A condenação teve seus valores calculados em Cruzeiro (moeda vigente no período em que a ação foi proposta). De acordo com o advogado de Serys, Alexandre Slhessarenko, os valores corrigidos ultrapassam os R$ 7 milhões.

Na ação, a senadora alegou que Jaime Campos teria utilizado a peça publicitária “Mato Grosso Verdade” para se auto-promover, exaltando seu nome e suas ações, não como forma de divulgar as ações do Governo do Estado, mas como promoção pessoal.

Segundo o processo, a propaganda não trazia qualquer informação educacional, cultural ou de interesse público.

Além do ressarcimento aos cofres públicos, Jaime Campos foi condenado ao pagamento de R$ 10 mil referente às despesas processuais e R$ 3 mil referente aos honorários periciais.

Veículos de comunicação

Na época, a ação também foi proposta em desfavor dos veículos de comunicação que exibiram a propaganda, TV Centro América, TV Rondon e TV Brasil Oeste (hoje arrendada à Igreja Mundial do Poder de Deus). No entanto, as empresas não foram condenadas por terem segundo a decisão, “atuado no exercício legitimo de suas atividades”.

“Deixo de condenar as empresas televisivas e a responsável pela elaboração/confecção da peça publicitária, haja vista a ausência de má-fé ou o intuito de fraudar a lei, assim como pelo fato de terem atuado no exercício legítimo de suas atividades”, diz um trecho da ação.

Outro lado

Jaime Campos afirmou não lembrar deste processo. No entanto, destacou que irá recorrer da decisão.
Fonte: Midianews

Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleições 2010: A disputa para o Senado em Mato Grosso

Posted on janeiro 19, 2010. Filed under: Abicalil, Blairo Maggi, candidato, disputa para o Senado em Mato Grosso, eleições 2010, Jaime Campos, PR, PSDB, PT, Senado, Serys |

>

Se confirmada a retirada da candidatura de Geraldo Riva do PP ao Senado sobram três viáveis candidaturas para duas vagas em Mato Grosso. Uma do PT, outra do PR com Blairo Maggi e outra da oposição (candidatura como a do Pedro Taques ainda é uma incógnita). Três nomes disputando duas vagas, chance enorme para qualquer um deles.

O PT precisa definir ainda quem será o candidato, se Serys ou Abicalil. Na oposição a coisa também não está ainda definida. Se o candidato a governador do grupo for Jaime Campos, o PSDB deverá indicar o candidato ao Senado. Pelas pesquisas o nome até agora é o de Antero de Barros.

Se o candidato a governador for o Wilson Santos, o DEM não tem um nome eleitoralmente viável para a vaga de Senado. Gilberto Goellner diz que não vai à reeleição. Júlio Campos disse que foi “vetado”, vai a deputado federal. O PTB não tem também um nome com densidade eleitoral para a disputa. Parece que o DEM ficaria, nessa hipótese, com a vaga de vice na chapa do Wilson.

Até nessa hipótese sobraria uma vaga para, digamos, o Antero se for levado em conta as pesquisas de opinião pública. Dá até para especular que o grupo aceitaria o PSDB, mesmo não sendo a sigla forte de antes, com duas vagas na majoritária.

Mesmo se o PP for para essa composição, com Jaime ou Wilson como cabeça de chapa, não se vê outro nome nesse partido, além do Riva, com vontade de peitar a candidatura ao Senado. Então, em tese, se teria o Blairo, Antero, Serys ou Abicalil.

Chamo a atenção do leitor para um detalhe importante: os candidatos, a partir de certo momento, serão cuidadosos em falar mal do outro. Por quê? Por causa do chamado “segundo voto”.

O eleitor terá direito de votar em dois nomes para o Senado. Alguém que gosta do Blairo vota nele e escolherá outro nome. Se algum dos candidatos vem falando coisas ruins a respeito dele, o eleitor dele pode não votar nesse nome. Críticas serão feitas, mas dentro de certos limites.

O melhor exemplo de segundo voto foi na eleição de 2002 em que disputavam duas vagas o Dante, Jonas Pinheiro e a Serys. É comum aceitar que a Serys se beneficiou bastante do segundo voto. Alguém que votava no Dante votava nela para não votar no Jonas. Outro que votasse neste a incluía para não votar no Dante.

Sugerem os fatos que nesta eleição alguém da oposição, mesmo sem fazer críticas duras, pode se beneficiar do segundo voto como a Serys se beneficiou como oposição naquela eleição.

Um candidato agora da oposição tem chances de se eleger ao Senado. Primeiro, que é difícil a situação fazer os dois. Segundo, que há uma tendência maior de alguém da oposição, tanto no plano nacional como no estadual, se beneficiar um pouco mais com o segundo voto.

Não acredito, por fim, que ocorra agora o que ocorreu com Garcia Neto, Bezerra e Dante que deixaram o governo para serem candidatos ao Senado e não foram eleitos. O Blairo está bem avaliado perante o eleitor. Mas só para esquentar a conversa: Dante saiu do governo com aprovação perto de 80% e perdeu a eleição. A maior quebra de paradigma que o Blairo deixará será mudar essa estranha escrita.

Autor: Alfredo da Mota Menezes – Fonte: AGazeta. E-mail: pox@terra.com.br; http://www.alfredomenezes.com

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Senador Jaime Campos é condenado devolver dinheiro pago a aliado político a título de "pensão de mercê"

Posted on janeiro 15, 2010. Filed under: DEM, improbidade, Jaime Campos, liminar, Ministério Público, pensão de mercê, Senador Jaime Campos |

>

MidiaNews
Senador Jaime Campos, que, por decisão da Justiça,
terá que devolver dinheiro à Prefeitura de VG


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Várzea Grande, obteve decisão favorável no julgamento do mérito de uma ação civil pública proposta contra o ex-prefeito da cidade, Jaime Veríssimo de Campos, por ato de improbidade administrativa.

O agora senador pelo DEM foi condenado a devolver aos cofres do Município todos os valores pagos, a título de “pensão de mercê”, ao ex-vereador João Simão de Arruda. Ele também terá que pagar multa civil de cinco vezes o valor mensal que recebia na época em que foi aprovada a lei que instituiu a pensão.

De acordo com o autor da ação, promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, a sentença proferida pelo juiz Rodrigo Roberto Curvo terá que ser cumprida, solidariamente, pelo ex-vereador João Simão de Arruda, pois ele também foi acionado pelo Ministério Público na referida ação. A Promotoria de Justiça foi notificada da decisão na quarta-feira (13).

Segundo o MP, a ação civil pública contra o ex-prefeito de Várzea Grande foi proposta em 2004. Consta nos autos, que a “pensão de mercê” ao ex-vereador foi concedida em junho de 2001. Na ocasião, ele passou a receber 10 salários mínimos mensais. Os pagamentos foram efetuados até março de 2004.

“Tal pensão foi concedida, sob o argumento de que o ex-vereador necessitava do amparo do Poder Público. Na época, ele não havia conseguido reeleger-se para novo mandato no Legislativo Municipal”, informou o representante do Ministério Público.

Durante as investigações, conforme o MP, foi constatado que João Simão de Arruda era servidor público aposentado do quadro da Polícia Rodoviária Federal e recebia em torno de R$ 6 mil por mês.

“A aludida lei que instituiu a referida pensão ofende os princípios da Administração Pública, notadamente, o da finalidade, impessoalidade, razoabilidade e moralidade, que estão intimamente relacionados”, afirmou o juiz, em sua decisão.

Entenda o caso

Em 2004, quando o Ministério Público propôs a ação civil pública contra o ex-prefeito e o ex-vereador, foi concedida uma liminar determinando a suspensão do pagamento da pensão e a indisponibilidade de bens dos acusados.

Jaime Campos e João Simão de Arruda recorreram da decisão, por meio de agravo de instrumento, e conseguiram suspender a liminar que garantia a indisponibilidade de bens, mas a pensão continuou suspensa.

O julgamento de mérito da ação foi realizado no dia 18 de dezembro de 2009, mas somente nesta quarta-feira o MP foi notificado da decisão.

Outro lado

O senador Jaime Campos não foi localizado pelo MidiaNews em seu telefone celular, até a edição desta matéria.

Fonte: Mídia News

Com informações da Assessoria de Imprensa do MPE


Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleição 2010: Ibope aponta Mauro Mendes na liderança com 34% em Cuiabá

Posted on dezembro 24, 2009. Filed under: CUIABÁ, Eleição 2010, Ibope, Jaime Campos, juiz federal, Julier Sebastião, Liderança, Mauro Mendes, Senador, Silval Barbosa, Wilson Santos |

>

Pesquisa do Ibope realizada em Cuiabá, a qual A Gazeta teve acesso com exclusividade, revela que, se as eleições fossem hoje, o empresário Mauro Mendes (PSB) seria eleito governador de Mato Grosso com 34% dos votos, seguido do prefeito da Capital, Wilson Santos (PSDB), com 18%. A grande surpresa foram as intenções de voto ao juiz federal Julier Sebastião da Silva, que aparece tecnicamente empatado em terceiro lugar com o vice-governador Silval Barbosa e o senador Jaime Campos.

O senador Jaime Campos (DEM) e o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) ficaram com com 8% das intenções de voto, e o juiz Julier Sebastião (sem filiação partidária) aparece empatado com os dois, com 7%. Conforme a legislação eleitoral, o juiz pode se filiar a um partido político até seis meses antes da eleição, ou seja, em abril de 2010.

Os números do Ibope sobre a perspectiva eleitoral para 2010 demonstram que, mesmo com a máquina estatal a seu favor, e com o intenso apoio do governador Blairo Maggi, o vice-governador Silval Barbosa aparece com baixo percentual de intenção de votos em Cuiabá, tecnicamente empatado com o juiz Julier Sebastião, que sequer confirmou publicamente a intenção de disputar o governo do Estado. Em todos os cenários avaliados, Silval Barbosa obteve, no máximo, 15% das intenções de voto. Ao menos 17% dos eleitores sondados disseram que votariam em branco ou nulo, e 8% não souberam, ou não quiseram responder à pesquisa.

A pesquisa foi encomendada por um grupo de empresários de Cuiabá e realizada na modalidade estimulada, quando o eleitor é apresentado a um cartão com o nome dos postulantes ao cargo. O intervalo de confiança estimado é de 95% e margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. A sondagem foi realizada entre os dias 13 e 17 de novembro, com 504 entrevistados residentes na Capital.

No cenário dois da pesquisa estimulada, onde é omitido o nome do senador democrata Jaime Campos, as intenções de voto para o pré-candidato ao governo, Mauro Mendes, saltam de 34% para 37%.

A sondagem considerou quatro cenários, com os nomes dos postulantes ao cargo (Mauro Mendes, Wilson Santos, Jaime Campos e Silval Barbosa). Em todos os cenários, o Mauro Mendes (PSB) lidera a corrida pelo Palácio Paiaguás.

Contudo, o percentual de intenção de votos atribuído ao empresário é menor do que o efetivamente obtido na eleição de 2008, quando ele disputou o cargo de prefeito de Cuiabá com o prefeito Wilson Santos, do PSDB.

No ano passado, Mauro Mendes obteve 39,53% dos votos válidos no segundo turno, somando um total de 114.432 votos. Na pesquisa do Ibope, em todos os cenários, ele não ultrapassou 38%.

Os números da pesquisa indicam que o eleitorado de Mauro Mendes não é fiel e que ele não está conseguindo capitalizar possível desgaste da administração do tucano Wilson Santos frente à prefeitura de Cuiabá.

Ainda no cenário dois da pesquisa, na ausência de Jaime Campos, o prefeito de Cuiabá Wilson Santos sobe apenas um ponto percentual e fica com 19% das intenções de voto, enquanto o vice-governador Silval Barbosa surge em terceiro lugar, com 9%, mais uma vez tecnicamente empatado com o juiz Julier Sebastião (7%). Votos brancos e nulos somaram 19% e 9% não souberam ou não quiseram responder.

Nome – Quando a pesquisa estimulada omite o nome do prefeito Wilson Santos, o eleitorado migra de maneira quase uniforme para os demais postulantes ao cargo de governador, sem direcionar o voto para nenhum candidato em especial.

Neste cenário, o empresário Mauro Mendes cresce quatro pontos percentuais e obtém 38% das intenções de voto, contra os 34% quando compete com todos os demais pré-candidatos.

O senador Jaime Campos e o vice-governador Silval Barbosa sobem três pontos percentuais e ficam em segundo lugar, ambos com 11% das intenções de voto. Mas, devido à margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, eles continuam empatados tecnicamente com o juiz Julier Sebastião, que obteve o índice de 9%.

O número de votos brancos e nulos sobre de 17% para 20% e o quantitativo de pessoas que não souberam ou não quiseram responder aumenta em quatro pontos percentuais, de 8% para 12%.

Mas, conforme a pesquisa, o eleitorado se comporta de forma diferente na mão inversa. Ou seja, na simulação que omite o nome do pré-candidato Mauro Mendes, as intenções de voto em Wilson Santos saltam seis pontos percentuais, de 18% para 24%, a maior variação de todas os cenários, e coloca o tucano em primeiro lugar na corrida pelo Palácio Paiaguás.

Caso Mauro Mendes não seja candidato, o vice-governador Silval Barbosa, que obteve neste cenário da pesquisa 15% das intenções de voto, vai para o segundo turno com o prefeito Wilson Santos. O senador Jaime Campos está, nesta simulação, tecnicamente empatado com Silval Barbosa, com 13% das intenções de voto. E o juiz Julier Sebastião surge em terceiro lugar, com 10%.

Avaliação – Conforme a pesquisa Ibope, o governo Blairo Maggi (PR) continua bem avaliado pelo eleitorado de Cuiabá, onde 57% dos entrevistados responderam que a gestão é ótima ou boa. Outros 31% disseram que a administração de Blairo Maggi é regular e apenas 9% a classificaram como ruim ou péssima. 2% não souberam ou não quiseram responder ao questionário da pesquisa.

Já o prefeito da Capital, Wilson Santos (PSDB), teve a aprovação de 29% dos entrevistados, que classificaram sua gestão como ótima ou boa. O mesmo percentual de entrevistados disse que a gestão de Wilson Santos na prefeitura de Cuiabá é regular. 40% classificaram como péssima a atual administração da prefeitura e 2% não souberam ou não quiseram responder. Transferência de votos – Apesar da boa avaliação por parte do eleitorado, a pesquisa revela que o governador Blairo Maggi não transfere votos para os candidatos. 57% dos entrevistados disseram que o apoio político de Blairo Maggi não afetaria sua decisão no momento de escolher o próximo governador do Estado. E apenas 28% disseram que esse apoio poderia influenciar em sua decisão.

Já o presidente Lula surge com maior potencial de transferir votos. De acordo com a pesquisa, 51% disseram que não votariam em um candidato por indicação do líder petista, mas 38% confirmaram que votariam em um candidato apoiado por ele. O presidenciável do PSDB, José Serra, é o que surge com menor capacidade de influenciar o eleitor de Mato Grosso. 67% apontaram que o apoio de Serra não afetariam sua decisão e apenas 14% disseram que votariam em um candidato ao governo indicado por ele.

Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Sinop realisará encontro com a presença de Wilson Santos, Jaime Campos e José Serra

Posted on outubro 29, 2009. Filed under: Jaime Campos, José Serra, Nilson Leitão, Sinop, Wilson Santos |

>

Lideranças políticas de Sinop (município localizado a 520 km de Cuiabá) confirmaram a realização de um encontro regional para o próximo dia 14 com as cúpulas de PSDB, DEM e PTB. A expectativa é de que os líderes “selem um acordo público e tácito” em relação a um pacto visando às eleições gerais de 2010, inclusive com a participação do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).


O objetivo dos três partidos é discutir as propostas para o pleito do próximo ano, o atual cenário político de Sinop, Mato Grosso e Brasil, haja vista a presença de pré-candidatos nas três esferas, além de definir estratégias conjuntas de comportamento em relação à base situacionista.

São esperados para este encontro suprapartidário, além do presidenciável José Serra (PSDB), o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), o senador licenciado Jaime Campos (DEM) e o senador em exercício Osvaldo Sobrinho (PTB), além de deputados, prefeitos e vereadores das três siglas.

O local do encontro ainda não está definido. Segundo o organizador do evento, o ex-prefeito de Sinop Nilson Leitão, estão sendo convidados correligionários, filiados e simpatizantes dos três partidos, de todas as cidades do Norte, Médio-Norte, Baixada Cuiabana e Araguaia.

Entre os líderes confirmados para o evento, o deputado estadual Dilceu Dal Bosco já anunciou candidatura à reeleição, mas também “namora” a possibilidade de ser vice-governador; Leitão pode ir a federal, mas também com possibilidade de ser vice; e Wilson e Jaime disputam entre si para saber quem encabeçará a chapa majoritária; já Sobrinho articula candidatura ao Senado. Fonte: Olhar Direto

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Jaime Campos é condenado por improbidade

Posted on outubro 17, 2009. Filed under: Jaime Campos, Tribunal de Justiça, Várzea Grande |

>

O ex-prefeito de Várzea Grande por trës mandatos e hoje senador licenciado Jayme Campos (DEM) foi condenado por improbidade administrativa sob a acusação de ter utilizado de autopromoção ao utilizar o site da prefeitura como ferramenta de publicidade pessoal. A decisão é da Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça. Ele já havia sido condenado em primeiro grau. Apelou ao TJ e não conseguiu reverter a derrota jurídica.

Com a condenação, o democrata terá de pagar multa equivalente a 20 vezes o valor do último salário recebido quando comandava o segundo maior município do Estado, acrescido de juros, além de 50% do valor das despesas processuais. Ele recebia cerca de R$ 15 mil quando deixou a Prefeitura de Várzea Grande, em 31 de dezembro de 2005.

Em sua defesa, Jayme alegou que os documentos que fundamentaram a condenação seriam constituídos por matéria jornalística, o que, em tese, o redimiria da culpa, já que a resposabilidade seria do veículo de comuicação. Quanto à publicidade institucional, o ex-prefeito garante que tiveram apenas a finalidade de informar os serviços prestados à comunidade, pois deram ênfase ao resultado do trabalho desenvolvido durante a sua gestão. O democrata alegou ainda que a vinculação da sua imagem às obras do município seria de inteira responsabilidade da empresa de publicidade contratada para divulgar tais atos.

No entendimento da relatora do recurso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, Jayme atentou contra os princípios constitucionais, em especial os da impessoalidade, legalidade e moralidade administrativa, bem como cometeu ato de improbidade ao veicular a própria imagem em propaganda institucional. A matéria jornalística veiculada no site da prefeitura mostrou fotos do então prefeito abraçando uma senhora em uma solenidade de entrega de cobertores a famílias carentes, seguido por um texto que destacava a ação individual do democrata.

Acompanharam o voto o desembargador Márcio Vidal (revisor) e a juíza substituta de Segundo Grau Marilsen Andrade Addario (vogal). (Flávia Borges)

Fonte: RDNews
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleição 2010: Jaime Campos pode levar oposição a derrota

Posted on outubro 15, 2009. Filed under: derrota, Eleição 2010, Jaime Campos, Oposição |

>

A eleição para governador no estado de Mato Grosso em 2010 tem feito os analistas políticos ficarem com os cabelos mais brancos. Até para errar em criar cenários a respeito dos possíveis candidatos a governador, porque são poucos os que colocaram seus nomes de forma pública para avaliação em pesquisas quantitativas e qualitativas.

Particularmente quero escrever sobre o que penso sobre as candidaturas das oposições. Tenho acompanhado os movimentos do senador Jaime Campos e Wilson Santos. É interessante como a situação está fazendo um verdadeiro “pari gato”, enquanto Jaime cruza os céus de Mato Grosso em seu jatinho tentando cooptar o maior número de cabos eleitorais, e dar tampinha nas costas do eleitorado.

Minha convicção é que por mais que Jaime cresça nas pesquisas e arregimente partidos e grupos políticos, ele não ganha eleição. É o tipo de candidatos muito fácil de ser desconstruído.
Além do mais não se reciclou, seu jeito de falar ainda é de “coronel”, suas práticas não inspiram confiança, e se as oposições o escolherem como candidato, certamente será derrotado, ao contrario de Wilson, que se mostra atento as tendências e as comunica muito bem.

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Sobrinho do senador Jaime Campos afirma que "todo político é ladrão"

Posted on setembro 25, 2009. Filed under: Cachimbocó, Grupo Cidade Verde, Jaime Campos, Júlio Campos, Maksues, Rádio Cidade |

>

O polêmico empresário Júlio Campos Neto, filho do ex-governador Júlio Campos e sobrinho do senador Jayme Campos, disparou sua metralhadora verbal para todo lado, em entrevista na quarta (23) ao programa Caximbocó, da rádio Cidade FM, em Cuiabá. Um ano depois, Neto revelou que foi ele quem, durante o início da campanha eleitoral do ano passado, negociou com o empresário Roberto Dorner, dono da TV Rondon, que era afiliada da Rede TV! (hoje retransmite o SBT), para tirar do ar o deputado e apresentador Maksuês Leite (PP), até então líder nas pesquisas de intenção de voto à Prefeitura de Várzea Grande.

Júlio Campos Neto em entrevista ao programa Cachimbocó da Rádio Cidade

Naquele momento, a candidatura de Maksuês representava ameaça à de Júlio Campos, que havia se aposentado do TCE e “atropelado” o colega de partido Wallace Guimarães para poder ser o candidato do DEM (ex-PFL). Por fim, Maksuês desistiu e sua esposa Mara Rúbia (PP) foi indicada vice da chapa de Júlio. Os dois “morreram abraçados” nas urnas, com a vitória à reeleição do prefeito Murilo Domingos (PR). Hoje Maksuês é proprietário da TV Cuiabá, afiliada da Rede TV!.

Júlio Neto argumenta que já estava chateado com Maksuês porque este havia lhe ofendido no programa que apresentava na TV Rondon. “Eu peguei o telefone e liguei para o doutor Roberto Dorner e falei: o senhor quer ter amizade com quem, comigo ou com o deputado Maksuês? Agora você escolhe. Se você mantiver ele na televisão, acabou a nossa amizade. E se você não arrancar ele da TV, vamos resolver o problema aí”, narrou Júlio Neto. Segundo o filho do ex-governador, Dorner lembrou de um acordo comercial com Maksuês e que só poderia rompê-lo se Júlio Neto pagasse a multa. “Se você pagar, então, ele (Maksuês) tá fora”, avisou Roberto Dorner, segundo a versão contada por Júlio Neto.

Ele disse que fez o pagamento e comunicou ao pai-candidato Júlio Campos: “Pai, agora espera. Acho que vai acontecer com o Maksuês igual aconteceu com Walter Rabello. Sem a TV, vai entrar em parafuso”. Segundo Júlio Neto, a partir daí o seu tio Jayme Campos entrou em ação, em defesa de uma composição do DEM com o então adversário PP. “Jayme disse que era amigo do Riva e ficou com medo do dinheiro da Assembleia e disse que Maksuês (apoiado pelo deputado) tinha de indicar a mulher dele para vice. Eu disse, então, até logo para vocês que são professores e que estão na política há vários anos”.

Júlio Neto conta que, numa reunião no gabinete do deputado Roberto França, na Assembleia, se posicionou contrário e foi convidado a se retirar da sala. Diz que, a partir da composição da chapa Júlio-Mara, pensou em se distanciar mas, em defesa da candidatura do pai, passou a percorrer os bairros para pedir voto. Lembra que era barrado nas reuniões. “Começou a campanha e Júlio Campos se reunia com a velha guarda e eles não deixavam eu dar opinião. Falavam para eu sair da sala. Você vai lá pra fora, conversar com Leonardo Leão”.

Na entrevista, marcada por momentos bem humorados do programa apresentado por Marcos Schmitz e com participação de Edson Guilherme, João de Oliveira e Ariê de Campos, o Babatinha, Júlio Neto disse que considera o tio Jayme “o rei da Várzea Grande” e que a candidatura do seu pai foi conduzida pelo prestígio do senador. “O rei da Várzea Grande chama Jayme Campos”. Perguntado se, dessa forma, não estaria desconsiderando a força política de Júlio no município, Neto argumentou que Júlio foi prefeito em 1976, quando Várzea Grande tinha 40 mil habitantes e que Jayme veio a ser prefeito por três mandatos numa cidade hoje com mais de 200 mil habitantes. “O povo não gostou da união (de Júlio com Maksuês) e votou no dormindo. Ruim por ruim, vamos no mais ruim mesmo”, declarou Júlio Neto, numa alusão ao apelido de “dormindo”, atribuído ao prefeito reeleito Murilo Domingos. Na sua avaliação, a aliança DEM-PP, que uniu os dois adversários políticos, foi uma repetição da composição JúlioCampos-Carlos Bezerra, na eleição majoritária de 98, quando os dois, então inimigos políticos, perderam para governador e senador, respectivamente.

Em outro momento da entrevista ao programa Caximbocó, Júlio Neto disse que procurou Jayme para pedir ajuda financeira. A conversa foi o seguinte:

– Tio, perdemos e estamos sem dinheiro, endividados, descapitalizados. Então, eu tenho essa camioneta financiada, já paguei 24 parcelas. O senhor assume 12 (restantes) e me devolve as 24 que já paguei.

Em resposta, Jayme retrucou:

– Júlio Neto, eu não sou garagem!”
– Você é o bonzão para mandar a gente se juntar com o Maksuês, mas para ajudar agora diz que não é garagem, mas tudo bem!

Apesar desses conflitos, Júlio Neto afirma respeitar o tio-senador. Ele conta que, logo em seguida, o pai começou a brigar com Wallace Guimarães, a quem ameaçava expulsá-lo do DEM. “Pelo pai, a gente faz qualquer coisa. Aí eu fui de ponta de lança pra cima dele: seu traidor, baixinho, vagabundo, você tem de ser expulso”, narra Júlio Neto, vibrando como se tivesse comemorando o ato de bravura. Depois, disse que avisou para o pai que, se Wallace não deixasse o DEM, ele (Júlio Neto) se desfiliaria do partido. “Eu sou homem e você não vai comigo, pai? A minha palavra vale mais que cheque. Eu sou cria de seo Fiote (avô Júlio Domingos de Campos, já falecido)”, conta Júlio Neto, que acabou deixando o DEM. Observa que logo em seguida o primeiro partido que o convidou para filiação foi o PSDB, que combateu os Campos por muitos anos.

Ele afirma que Júlio nunca quis ser conselheiro do TCE, mas sim político. Perguntado sobre a classe política, o filho do ex-governador disparou contra a Justiça e contra o prefeito Murilo: “Não acredito na Justiça brasileira, que só pega ladrão de galinha e não pega prefeito. Duvido que tem um juiz ou desembargador que vá peitar o braço do governador Blairo Maggi em Várzea Grande”, instigou Júlio Neto, para quem a gestão Murilo cometeu crimes eleitorais. O empresário declarou ainda que é amigo do ex-deputado e hoje conselheiro do TCE Campos Neto, mas que nunca votou no primo.

“Ele (Campos Neto) não é um cara para quem eu telefono, não posso dizer que ele é um grande amigo. Não votei nele, mas lá em casa a turma votou nele”, ponderou, ao lembrar que seus votos para deputado nas últimas eleições foram para Gilmar Fabris e Sérgio Ricardo. No caso de Sérgio, afirma ter sido pressionado pela mãe Isabel. Sérgio apresentava programa na TV do Grupo Futurista de Comunicação. Já no caso de Fabris, afirma ter votado por pressão do pai. Revela que só se arrependeu mesmo de ter dado voto para o hoje presidente Lula. “O Lula prometeu acabar com a corrupção, com o sistema político brasileiro, com a compra de voto e não cumpriu o que prometeu”.

Perguntado se está preparado para disputar e ocupar cargo eletivo, Júlio Neto fez um comentário surpreendente: “Se eu entrasse hoje, eu ia ser o primeiro a me corromper. Primeiro, porque eu não tenho estrutura financeira e empresarial ainda para ser independente. Segundo, porque tenho um filho (Júlio Davi) para criar. Se eu entrasse na política hoje seria ladrão. Aliás, quem não seria ladrão!”.

Antes, no início da entrevista, ao discorrer sobre futuro político, Júlio Neto havia dito que prefere continuar a atividade empresarial para cumprir sua missão e que só iria disputar eleições quando perceber o chamado de Deus. “Eu sou muito emocional e espiritual. Não acredito que a política e os políticos são meios para melhorar as condições de vida do povo, com políticas de transformação. Um político que quer ser transformador, um revolucionário como Che Guevara, acaba ficando isolado e fora do sistema. Eu estou totalmente discrente da política e acho que posso contribuir mais como empresário que gera empregos e paga impostos”.

Trajetória

Ao comentar sobre sua trajetória, Júlio Neto afirma que começou, com 17 anos, com criação de cavalo árabe. Depois, passou a administrar um loteamento e condomínio fechado de alto padrão, no distrito de Sousas, em Campinas (SP). Com a decisão do pai de disputar o governo em 98, voltou para Cuiabá com o propósito de ajudá-lo. “O Júlio entrou na campanha contra o Dante e ele não é de entregar os pontos. Quando ele entra na política, põe todas as fichas, mais a cueca e mais cheque sem fundo para 60 dias. E foi tudo”, conta Júlio Neto, ao lembrar da derrota nas urnas e das dívidas milionárias.

A partir daí, diz ele, o Grupo Futurista de Comunicação, que congregava rádios como Antena FM e Industrial, e as TVs Rondon e Brasil Oeste, passaram a fazer oposição ao governo Dante. “Sem o apoio do governo é difícil de viver e naquela época o mercado publicitário era muito pequeno. Aí o Grupo Futurista caiu e o Grupo Gazeta de Comunicação cresceu e virou essa potência que é hoje e teve vários casos, como Secomgate e outros problemas, mas eu não critico o Dorileo Leal, não. Ele é o papa da comunicação, é um grande empresário”.

Júlio Neto conta que em 2002, após ter concluído o curso de Administração em São Paulo, retornou com a disposição de ajudar o pai na campanha para deputado, mas este acabou sendo nomeado conselheiro do TCE. Foi, então, auxiliar a mãe, professora Isabel Campos, a administrar as empresas. Lembra que encontrou a rádio Industrial com sete folhas dos funcionários atrasadas, equipamentos sucateados e móveis estragados. “O prédio só faltava pegar fogo, e, pegou. Eu dei um choque de gestão”. Diz que, quando se preparava para viajar para os EUA para fazer curso de inglês, sua mãe descobriu que estava com câncer no ovário. “Aí eu fiz uma promessa de que, se minha mãe sobrevivesse a uma cirurgia, eu parava de fumar. Deu tudo certo e tem 6 anos que não fumo mais”.

Em seguida, em tom de brincadeira, Júlio Neto observou, olhando para Edson Guimarães, um dos entrevistadores do Caximbocó, e disse: “Eu escutei uma frase do Edson Guilherme: é dando que se recebe”. Ele conta que hoje as emissoras foram arrendadas e estão sendo administradas pelo empresário Luiz Carlos Beccare, dono do Grupo Cidade Verde. “O Beccare cumpre com a palavra. É um dos maiores administradores”. Júlio Neto afirma, por fim, que hoje administra a Imobiliária e Empreendimento Santa Laura e vai lançar um condomínio de alto padrão numa área de 180 ha, na estrada da Guia.

Fonte: RDNews

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleição 2010: Licença de 121 de Jaime Campos deixa Maggi e Pagot em saia justa

Posted on setembro 3, 2009. Filed under: Advocacia Geral da União, Dnit, Eleição 2010, Jaime Campos, Senado Federal |

>

Se não assumir a vaga como primeiro suplente do senador Jaime Campos trinta dias após a aprovação da licença, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), Luiz Antônio Pagot renúncia automaticamente e não poderá mais ocupar a função para o qual foi eleito juntamente com o segundo suplente, Osvaldo Sobrinho (PTB).

Todo o processo para Pagot assumir o Dnit demorou 6 meses

Essa é a previsão legal do Regimento Interno do Senado Federal em seu artigo 5º que estipula o seguinte: “o primeiro suplente convocado para a substituição de senador licenciado, terá o prazo de trinta dias improrrogáveis para prestar o compromisso. Se dentro dos prazos estabelecidos o suplente não tomar posse, considerar-se-à como tendo renunciado ao mandato.


Então deixar de assumir a suplência, representa que Pagot perde o direito a continuar como primeiro suplente pelos cinco anos que ainda durar o mandato do senador Jaime Campos, ou até fevereiro de 2015. Se essa for a decisão, Osvaldo Sobrinho, não apenas assume o Senado como também se torna o primeiro e único suplente.


O problema que num primeiro momento parece bem menor do que aparenta, é pior, quando para assumir como senador da República, Luiz Antônio Pagot, tem que ser exonerado da função de diretor do Dnit e para retornar ao cargo, após o término da licença, é necessária uma nova indicação do presidente da República, um novo parecer da Comissão de Infraestrutura do Senado e a aprovação pelo plenário. Dá primeira vez, o processo de indicação, sabatina e nomeação levou mais de seis meses para ser concluído por causa do senador Mário Couto (PSDB/PA) que colocou empecilhos.


Mesmo que Luiz Antônio Pagot, assuma a vaga de suplente e logo após se licencie passando a função para Osvaldo Sobrinho, ele terá que ser exonerado do Dnit. Esse foi o teor da consulta que Pagot solicitou a Advocacia Geral da União na esperança de poder se licenciar do Dnit, assumir o Senado e no mesmo momento se licenciar, mas sua estratégia política não obteve resposta nem amparo legal por parte de juristas.

Fonte: A Gazeta

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Eleição 2010: Jaime Campos assume postura de candidato a governador e ataca Luiz Pagot

Posted on setembro 2, 2009. Filed under: 9, Dnit, Eleição 2010, Jaime Campos, Luiz Antônio Pagot, Mega FM 95 |

>

Com um discurso de candidato ao Governo do Estado, o senador Jaime Campos (DEM) não poupou o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), Luiz Antônio Pagot (PR), da sua língua afiada.

O parlamentar garante que não armou nenhum imbróglio para Pagot com o pedido de licença de 120 dias, uma vez que o diretor pode perder o mandato caso não assuma a vaga agora.

“Pagot tem um problema de ordem pessoal. Porque caso eu seja eleito governador ele perderia quatro anos de mandato”, afirmou durante entrevista no programa Chamada Geral, na Mega FM 95,9.

Jaime aproveitou para desmerecer Pagot como candidato. Segundo o senador, apesar do diretor ter realizado alguns arrastões e lançado sua candidatura, o desenvolvimento nas pesquisas à época foi “pífio”. Ele também não acredita que o fato do republicano acompanhar Wellington Fagundes (PR) pelo Estado em campanha para o Senado não irá ajudar. “O perfil de Pagot não está de acordo com a população mato-grossense”.

O democrata também questiona o fato do PR ter solicitado para Pagot não tomar nenhuma decisão antes de conversar com o partido. “Porque o PR pediu para ele esperar, já que Pagot iria anunciar para Gilberto Carvalho (chefe de gabinete do Lula) sua preferência em permanecer no Dnit?”, interroga.

Fonte: Olhar Direto

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

« Entradas Anteriores

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...