JBS

>JBS Friboi

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: Cremonini, gestão, JBS, JBS Friboi, transparente |

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A JBS Friboi, em comunicado divulgado ontem, confirma que estaria disposta a receber uma “oferta formal” pelo grupo italiano Cremonini relativa à sua participação de 50% na joint venture Inalca JBS. Desde o início de julho, as duas companhias travam uma batalha legal sobre a joint venture, criada no final de 2007, na qual a JBS comprou 50% da Inalca, então subsidiária do Cremonini, por 225 milhões de euros. Na última iniciativa do Cremonini, o grupo italiano abriu dia 14 uma ação civil em Modena, na Itália, sobre uma série de comunicações que teriam sido feitas a bancos de Modena pela JBS e que poderia prejudicar a imagem da joint venture e de sua gerência. Sobre o assunto, a JBS esclareceu, na nota, que anunciou às instituições financeiras que já não poderia garantir novos empréstimos por conta de “gestão não transparente da Inalca JBS.
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>Fusão bilionária: JBS Friboi é líder mundial em carnes

Posted on setembro 19, 2009. Filed under: Friboi, Fusão, JBS |

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A JBS Friboi se tornou ontem a maior empresa de processamento de proteína animal do mundo. Com a aquisição nos Estados Unidos da Pilgrim”s Pride e a associação com a Bertin SA, o grupo comandado por Joesley Batista conseguiu superar a americana Tyson Foods, que ocupou o posto durante os últimos anos. Após o anúncio a empresa passa a acumular uma receita líquida de US$ 26,7 bilhões, 2,4 vezes maior do que da BRF, que uniu num mesmo grupo Sadia e Perdigão. “Passamos a Tyson e estamos apenas começando. Chegamos até aqui e com capacidade para continuar investindo”, disse Batista.

Com a aquisição da Pilgrim”s e a fusão com a Bertin, a nova composição do grupo JBS se altera. Foi criada uma holding, onde a família Batista possui 60% do capital e a família Bertin os 40% restantes. Essa holding possui aproximadamente 60% das ações da JBS SA, sendo que os 40% restantes estão pulverizados entre os acionistas minoritários, incluindo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na prática, e em valores aproximados, a família Batista passa a controlar 36% das ações da JBS, a família Bertin possui 24%, o BNDES, que tinha participação nas duas empresas, fica em aproximadamente 23% dos papéis e os 17% restantes ficam distribuídos no mercado. Ao mesmo momento que a JBS se tornou a maior empresa de proteína do mundo, ela conseguiu diversificar sua atuação no mercado de carnes, seguindo o exemplo de sua concorrente Marfrig.

A empresa, que já era a maior no segmento de bovinos, com a compra da Pilgrim”s passou a ocupar a segunda colocação no ranking americano de carne de frango com uma marca líder de vendas e assumiu a liderança global no segmento de couros, com a incorporação das operações da Bertin. “A Pilgrim”s passa a ser uma das marcas de nossa subsidiária americana e a Bertin, junto com todas as suas marcas, vira também uma marca da subsidiária brasileira da JBS”, disse Batista. Para financiar toda essa operação, a JBS pretende usar parte dos recursos que tem em caixa e giram ao redor de US$ 1,5 bilhão. Para complementar o restante dos recursos, Batista disse que a empresa estuda uma emissão privada de ações da subsidiária americana, que levantaria outros US$ 2,5 bilhões. Além disso, a empresa retomará, a partir de janeiro de 2010, o processo da oferta pública de ações da JBS USA, que capitalizaria a empresa em mais de US$ 2,5 bilhões. “O processo de IPO nos Estados Unidos foi prorrogado por conta da compra da Pilgrim”s. Adicionaremos ao processo toda a documentação complementar e reapresentaremos à SEC”, disse Batista, referindo-se à Securities and Exchange Commission.

Fonte: A Gazeta

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