José Riva

>Assembleia Legislativa de MT afasta José Riva por decisão judicial

Posted on agosto 13, 2010. Filed under: Assembleia Legislativa de MT, José Riva, Mato Grosso, TRE, TSE |

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O presidente em exercício da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), deputado estadual Mauro Savi (PR), encaminhou nota nesta sexta-feira (13) informando o cumprimento da decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) de afastar imediatamente o deputado José Riva (PP), presidente eleito da Casa, de suas funções como parlamentar, já que teve seu mandato cassado por compra de votos e caixa “dois” na campanha eleitoral de 2006 e já deveria ter deixado o cargo há mais de uma semana.

 José Riva

O presidente do TRE-MT, desembargador Rui Ramos, havia encaminhado ofício nessa quinta-feira (12) à Mesa Diretora da AL determinando o afastamento imediato do então presidente Riva.

O deputado José Riva, também por meio de nota, afirmou que respeita as decisões do TRE e da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e que continuará lutando na Justiça para ter restabelecido seu diploma.
O deputado informa que não foi pessoalmente notificado, mas que mesmo assim cumprirá rigorosamente tudo o que preconiza a lei. José Riva ingressou com recurso ordinário com pedido de efeito suspensivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aguarda confiante a decisão da instância superior.
“Estou tranquilo. Sempre respeitei as decisões judiciais, e não vou me abater. Lutarei até o último recurso porque tenho convicção de que a Justiça se dará. Enquanto isso, seguirei firme no meu propósito de continuar lutando pelo mandato”, informou Riva.
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>Deputado José Riva tem mandato cassado por comprar votos

Posted on julho 27, 2010. Filed under: candidatura, cassou, Ficha Limpa, José Riva, Tribunal Regional Eleitoral de MT, TSE |

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José Riva

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O Tribunal Regional Eleitoral de MT, cassou nesta terça  (27), por unanimidade, o mandato do presidente da Assembléia, José Geraldo Riva (PP), que foi denunciado pelo Movimento de Combate a Corrupção. Segundo o processo, Riva e o vereador Edemar Galio (PP), estavam comprando votos. O TRE conlcuiu que as provas são “robustas”. 
Com esse julgamento, Riva se enquadra na lei da ficha-limpa, e ficará com registro interrompido. Sua candidatura depende agora da decisão do TSE.
Em 2009, Riva entrou com um processo pedindo censura ao blog Prosa e Política, que  na época foi impedido de “emitir opinião pessoal” sobre qualquer um dos mais de 118 processos do deputado, por improbidade. Já este ano, Riva moveu ainda, três processos pedindo a prisão de blogueiros, além de indenização de dois milhões de reais.
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>Polícia Federal já prendeu 75 pessoas na Operação Jurupari, muitos atuais e ex-servidores da AL e do governo de MT – Confira a lista

Posted on maio 21, 2010. Filed under: Crimes Ambientais, Daldegan, Janete Riva, José Riva, Operação Jurupari, Polícia Federal, sistema prisional, Ubiratan Spinelli |

>A Operação Jurupari foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (21) para reprimir a extração, transporte e comércio ilegal de produtos florestais na Amazônia mato-grossense, principalmente aqueles provenientes do interior e entorno de áreas protegidas federais, como Terras Indígenas e Parques Nacionais.

Após interrogatório, os presos serão encaminhados ao Sistema Prisional e responderão pelos crimes de formação de quadrilha; corrupção ativa/passiva; furto; grilagem de terras; falsidade ideológica; inserção de dados falsos em sistema de informática, além de diversos crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais.

Também foi decretado seqüestro e indisponibilidade dos bens de todos os envolvidos, bem como o afastamento preventivo de todos os servidores indiciados. A medida se fundamentou na prova pericial produzida, que comprova, além de diversos dos envolvidos possuírem movimentações financeiras incompatíveis com seus rendimentos declarados à Receita Federal. O valor mínimo dos danos ambientais causados pelos investigados, nestes últimos anos, somado, é de aproximadamente R$ 900 milhões.

As investigações começaram a dois anos através de exames periciais prévios realizados pelo órgão. Foram apuradas irregularidades praticadas por servidores, engenheiros e proprietários em pelo menos 68 empreendimentos e propriedades rurais.

Dentre os presos, além de madeireiros e proprietários rurais, estão engenheiros florestais e servidores públicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) que eram responsáveis por produzir e aprovar licenciamentos e Planos de Manejo Florestal fraudulentos, necessários à legalização e comércio de madeiras extraídas no interior dessas áreas públicas.

Até o momento já foram cumpridos 60 mandados de Mato Grosso e outros Estados.  As prisões foram decretadas pelo Juiz Federal, Julier Sebastião da Silva, a pedido do procurador da República Mário Lúcio Avelar.

Nas cidades de Fernandópolis (SP) e Vitória (ES) foram cumpridos dois mandados de prisão. Em Ourinhos (SP) um mandado de busca e apreensão.

Em Porto Alegre (RS), União da Vitória (PR) e São José do Rio Preto (SP) os mandados ainda nao foram cumpridos.

De acordo com a assessoria da PF ainda não há informações sobre os mandados das cidade de Araçatuba (SP) e Salto Grande (SP).

Nomes das pessoas que tiveram prisão decretada:

01. Ademir Ribeiro de Souza
02. Adilson José Figueiredo – assessor do deputado José Riva.
03. Aécio de Campos Moreira
04. Afrânio Cesar Migliari – ex-secretário adjunto da Sema e atual adjunto da Seder.
05. Alessandro Yukio Figueiredo Matsubara – engenheiro florestal.
06. Alex Sandro Antonio Marega – secretário adjunto de Mudanças Climáticas da Sema.
07. Aluísio Pires de Souza
08. Amauri de Carvalho Lopes
09. Amauri Ferreira Dutra
10. Amélio Antônio Pupulim Júnior – engenheiro florestal
11.Anderson Neves dos Santos
12.Angeli Katiúcia Guterres dos Santos – engenheira florestal
13.Antonio Jose de Góis – assessor do prefeito de Sinop, Juarez Costa.
14.Benedito Rosevil – laranja do esquema.
15.Carlos Antônio Azóia – genro do deputado Riva.
16.Carlos Vitor Timo Ribeiro Junior – servidor da Sema.
17.Clovis Irineu Kreidloro
18.Cristiano Volpato – assessor parlamentar de Riva.
19.Dalton Benoni Martini
20.Dioni Brazovski Domiciano
21.Eder Albuquerque de Siqueira
22.Endei Blasius
23.Edson Goncçalves dos Santos
24.Emanuel Pereira Borges
25.Fabiano Thiel
26.Frank Rogieri de Souza Almeida
27.Gabriel Dionísio Mancilla
28.Gerson Raul Monteiro da Silva
29.Giuliano Curvo Muniz
30.Gulherme Rodrigues Costa
31.Idelfonso Antônio Nogueira Júnior
32.Jacymar Capelasso
33.Janete Gomes Riva – esposa do deputado José Riva.
34.Joares Panho Dutra
35.Job Moreira Ribeiro
36.José Claudenir Gualdi
37.Juares Domingos dos Santos
38.Jurandyr Barros de Carvalho Filho
39.Karyn Daniela de Arruda Gomes Rebeschini
40.Lene Ferreira de Miranda – engengeira de Cuiabá
41.Lourival de Souza Guimarães Filho
42.Luana Ribeiro Gasparotto
43.Luciana da Silva Estevam – coordenadora de geoprocessamento da Sema.
44.Luis Henrique Chaves Daldegan – ex-secretário da Sema.
45.Luiz Carlos Bedin – produtor rural
46.Magali Pereira Leite
47.Marcelle Dallarmi Rodrigues Fortes
48.Marcelo Mendonça – proprietário rural de Alta Floresta
49.Marcelo Souza Faria
50.Marco Antônio França de Paula
51.Marilena Terumi Mariama de Almeida
52.Marizette Caovilla
53.Mauro Gilberto Santi Sagin – engenheiro florestal
54.Mauro Lúcio Trondoli Matricardi
55.Naur Celestino Tedeschi
56.Nei Frâncio
57.Odair Gilberto Dias Junior
58.Paulo Rogério Riva – ex-prefeito de Tabaporã e irmão do deputado Riva.
59.Poliane Jorgina Freitas
60.Priscila Evelyn Leão Barros
61.Reinaldo de Souza Bilio
62.Reinaldo Mastrangelli Cipriano da Silva
63.Robertson Ruas Baganha
64.Rodrigo Bressani Spinelli – filho do ex-conselheiro Ubiratan Spinelli.
65.Rodrigo Sandri Zacchi
66.Rubens Baldissera Júnior
67.Sidnei Ari Bellincanta
68.Silvio Cesar Correa Araújo – chefe de gabinete do governador Silval Barbosa.
69.Sílvio Cesar da Silva
70.Solange Souza Kreidloro
71.Ubiratanb Francisco Vilela Spinelli – ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.
72.Vinícius da Silva Martins
73.Vinícius Tiago Paes Simão dos Santos
74.Vitor Airton Gimenes
75.Wanderley Batista de Brito – engenheiro florestal.

Fonte: Olhar Direto

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>Polícia Federal ocupa Assembleia Legislativa de MT e faz buscas na residência do deputado José Riva

Posted on maio 21, 2010. Filed under: Assembleia Legislativa, José Riva, Polícia Federal |

>A Assembleia Legislativa de Mato Grosso amanheceu ocupada pela Polícia Federal numa operação de apuração de denuncias existente no poder legislativo.

Em outra frente agentes da PF faz busca e apreensão na residência do deputado José Riva, presidente da AL.

Em operação, PF faz prisão na AL

A Polícia Federal cumpre 91 mandados de busca e apreensão e 91 mandados de prisão preventiva em diversos municípios de Mato Grosso e nos Estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande Sul e Espírito Santo, nesta sexta (21), durante a Operação Jurupari. Os agentes federais já cumpriram mandados nas residências de diversos deputados e alguns assessores. Um deles funcionário do presidente da Assembleia, deputado José Riva, já estaria preso na sede da PF.
  

O objetivo da operação é reprimir a extração, transporte e comércio ilegal de produtos florestais na Amazônia mato-grossense, principalmente aqueles provenientes do interior e entorno de áreas protegidas federais, como Terras Indígenas e Parques Nacionais.
  

A PF já investigava os envolvidos há 2 anos. Foram apuradas irregularidades praticadas por servidores, engenheiros e proprietários em pelo menos 68 empreendimentos e propriedades rurais. Dentre os presos, além de madeireiros e proprietários rurais, estão engenheiros florestais e servidores públicos da secretaria estadual do Meio Ambiente que eram responsáveis por produzir e aprovar licenciamentos e Planos de Manejo Florestal fraudulentos, necessários à legalização e comércio de madeiras extraídas no interior dessas áreas públicas.
  

Dentre as principais irregularidades constatadas estão fraudes na concessão de licenciamentos e autorização de desmatamentos, até mesmo no interior de áreas protegidas, como Terras Indígenas, disponibilidade de créditos florestais fictícios, e que permitem o desmatamento e retirada ilegal de madeira, de áreas não documentadas, especialmente de terras públicas e áreas protegidas, como terras indígenas, assentamentos do Incra e unidades de conservação e transporte, processamento e comercialização destes produtos florestais pelas serrarias e madeireiras, as quais recebem o produto “esquentado” com documentação fraudulenta, abastecendo e incentivando, portando, todo o esquema.

  (8h30)Riva concede coletiva e avisa que não está envolvido no caso
  
Riva convocou coletiva para as 9h para explicar que a Mesa Diretora, sob sua presidência, não tem qualquer envolvimento nesta nova operação da PF. Embora servidores da AL tenham sido detidos, o deputado afirma que cada um deve responder pelos seus atos. Fonte: RDNews

Dentro de instantes publicaremos informações mais completas. Aguarde.

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>Por falar em liberdade de expressão…

Posted on novembro 15, 2009. Filed under: Assembleia Legislativa, blogs, jogo, José Riva, juiz, Liberdade de Expressão, liminar, Mato Grosso, Ministério Público |

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Adriana Vandoni

Recebi no final da tarde desta sexta-feira (13), um mandado de cumprimento de liminar concedida pelo juiz Pedro Sakamoto, ao deputado estadual José Riva (PP), presidente da assembléia legislativa de Mato Grosso, afastado das funções de ordenador de despesas por determinação do juiz Luiz Bertolucci, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Mato Grosso.


O deputado entrou com uma ação contra mim e mais quatro pessoas alegando que nós “maculamos a sua honra” ao relatarmos em nossos blogs, processos que os Ministérios Públicos Estadual e Federal movem contra ele. Ok, cada um com sua queixa. Ele se queixa disso contra mim. O Ministério Público Estadual e o Federal se queixam de outras coisas contra ele. Cada um na sua.


O interessante é a decisão do juiz Sakamoto, que em tempos de grandes questionamentos da Liberdade de Expressão, e logo após o Presidente do Supremo Tribunal Federal dizer que tentativas de censura podem ser recorridas diretamente no STF, concede uma liminar nos seguintes termos:


“[…] se abstenham [os réus] de emitir opiniões pessoais pelas quais atribuam àquele [Riva] a prática de crime, sem que haja decisão judicial com transito em julgado que confirme a acusação, sob pena de multa de R$ 1.000,00 (mil reais) por ate de desrespeito a esta decisão e posterior ordem de exclusão da notícia ou opinião”. (em anexo)


O juiz nos proíbe emitir opinião. Cada cabeça, uma sentença. Na semana passada o ministro do STF, Celso de Mello, em uma sentença proferida em favor do jornalista Juca Kfouri, escreveu: “o texto da Constituição da República assegura ao jornalista, o direito de expender crítica, ainda que desfavorável e mesmo que em tom contundente, contra quaisquer pessoas ou autoridades”.


É claro que esta decisão do juiz será respeitada por mim, pois não tenho o costume de transgredir as leis e as normas de boa conduta, quer em situações como esta, quer no trato com bens públicos. Da mesma forma que nunca fui sequer suspeita de receber ilicitamente nenhum vintém, não serei acusada de desrespeitar a decisão de um juiz, mesmo considerando censora e opressora. Irei recorrer pelos meios legais, como uma cidadã de bem faz.


Continuo, se assim ainda me permitir o nobre magistrado juiz Pedro Sakamoto, com a mesma opinião que já tinha antes de José Riva e continuo esperando o dia de vê-lo respondendo às acusações que lhe são feitas pelos Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal como qualquer cidadão deste país que vive conforme as leis brasileiras. Não será esta concessão de liminar que me acovardará ou intimidará.


Eu, diferente do homem citado por Rui Barbosa, não me apequeno ou me encolho “de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus”, pelo contrário. Sinto-me grande, forte e confiante que o caminho que escolhi trilhar é o certo, o da honradez, da honestidade e da justiça. E por este caminho estou disposta a superar toda e qualquer adversidade que possa aparecer, e ei de transpô-las, uma a uma, sem nunca lançar mão de métodos ilícitos, tortuosos ou nebulosos.

Como já escrevi dias atrás, volto a escrever: o jogo, enfim, começou.

Fonte: CludioHumberto

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>Possível candidato a governador de MT em 2010, José Riva, em entrevista no Jornal A Gazeta

Posted on agosto 3, 2009. Filed under: eleições 2010, governador de MT, Jornal A Gazeta, José Riva |

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Valéria Cristina Carvalho
Da Redação

Em entrevista ao jornal A Gazeta, Riva fala como foi o trabalho na Assembleia no primeiro semestre de 2009, sobre o relacionamento com os deputados e os projetos mais importantes que passaram pela Casa nos primeiros seis meses do ano. O deputado comenta também a decisão de divulgar a lista de presença dos deputados em plenário, medida que causou um certo dissabor a alguns parlamentares. Riva garante, no entanto, não ter restado qualquer mal estar e que a determinação foi tirada em senso comum.

Sobre o governo do Estado, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso afirma que o relacionamento é bom e que tem havido diálogo. Ele frisa ainda que os deputados têm trabalhado para não ter seus projetos vetados pelo governador Blairo Maggi, coisa que geralmente é muito comum. Nesse sentido, Riva aponta que vai começar a conversar com o governo sobre as 23 emendas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Os deputados querem mostrar ao governo que elas foram apresentadas para aperfeiçoar a peça que dá os direcionamentos para formação da Lei Orçamentária Anual (LOA).

A Gazeta- Depois que o senhor determinou a publicação da presença dos deputados em plenário houve redução das faltas?

José Geraldo Riva – Na realidade, a questão da lista de presença não foi para punir ou impedir a falta do deputado. Nós decidimos pela divulgação para que os deputados não marquem compromissos em horários de sessão plenária. É uma forma de dar transparência ao nosso trabalho e mostrar à sociedade que estamos trabalhando em prol do Estado. Não questiono a ausência porque tem deputado que prioriza o seu trabalho de outra forma. E, às vezes, é tão importante quanto o trabalho em Plenário.

Gazeta – Os deputados reclamaram da decisão? Ficou algum mal estar?

Riva – De forma nenhuma. A decisão da divulgação da lista, inclusive, foi uma decisão unânime tomada no Colégio de Líderes da Assembleia. Definimos também que será aceita somente a justificativa de falta por missão oficial, quando esta for a serviço do Poder Legislativo. Sendo assim, será considerada falta qualquer viagem ou compromissos durante a sessão ordinária, que não forem pela AL.

Gazeta – Como foi o trabalho do primeiro semestre na Casa?

Riva – Foi um trabalho marcado pela participação da sociedade em discutir projetos importantes. Um exemplo disso foi a discussão do Zoneamento Socioeconômico Ambiental que ocorreu em diversos municípios do Estado. A cada audiência pública, havia mais de 1,5 mil pessoas reunidas para tratar desse assunto. Agora a AL está com todas as reivindicações em mãos para poder montar o projeto para ser apreciado neste segundo semestre.

Gazeta – Quais foram os projetos mais importantes votados?

Riva – Foram muitos, todavia posso citar alguns extremamente relevantes e que mudarão o cenário de Mato Grosso, como o Programa de aquisição de Máquinas Rodoviárias, destinado aos 141 municípios, para recuperação de estradas vicinais, e a aprovação da LDO, com emendas importantes para o gerenciamento das finanças do Estado. Aprovamos também a isenção fiscal para todos os produtos que envolvem a Copa do Mundo, ou seja, são todos projetos que já estão em fase de execução.

Gazeta – Qual é o índice de aproveitamento dos projetos de autoria dos deputados aprovados em termos de sanção do governo?

Riva – Nós estamos fazendo um trabalho bem completo nas comissões para viabilizar os projetos, pois antes tínhamos muita coisa rejeitada por problemas técnicos ou inconstitucionalidade. E com esse rigor que a Casa passou a ter, nós tomamos a iniciativa de que, quando o projeto for rejeitado pela Comissão, ele seja enviado como anteprojeto para o Executivo, que poderá transformá-lo, posteriormente, em um projeto de lei.

Gazeta – Como está o relacionamento da Assembleia com o governo?

Riva – Estamos tendo um relacionamento harmônico, onde o governo respeita a independência do Poder Legislativo e todo momento que a Assembleia precisou fazer o contraponto foi feito, é que às vezes a sociedade confunde, porque isso não é feito de forma pública. Não necessariamente um projeto precisa ser debatido em plenário, há momentos em que ele é discutido com o governo e suas secretarias. Por isso nossa relação é boa, o governo respeita as decisões desta Casa e os deputados têm sido sempre ouvidos.

Gazeta – A LDO foi aprovada com 23 emendas, o senhor acredita que a maior parte vai ser acatada pelo governo?

Riva – Acredito que a maior parte das emendas será aceita pelo governo e a Assembleia vai fazer um trabalho para mostrar ao Executivo a importância delas. Algumas emendas instrumentalizam uma melhor condição de fiscalização do Legislativo em relação às ações do Executivo. É importante deixar claro que o governo nunca foi empecilho para que a AL desempenhasse seu papel fiscalizador e, na verdade, o planejamento público gera muita desconfiança da sociedade porque ele não é impositivo, enquanto que o Executivo tem muita força na caneta. Mas a AL faz a sua parte e a aprovação da LDO é um exemplo, as emendas são sempre no sentido de aperfeiçoar a fiscalização, melhorar, e estabelecer novas diretrizes que não foram contempladas pelo governo.

Gazeta – O senhor especificamente tem uma que pode não ter apoio, que é a que estabelece repasse de 1% da RCL para a Defensoria, o senhor chegou a discutir essa proposta com o governo?

Riva – Ainda não, mas nós vamos começar a discutir a partir de agora, pois eu entendo que o acesso à Justiça pela camada social menos favorecida é uma obra social extremamente relevante, muitas vezes mais importante que uma obra física, e temos que aparelhar a Defensoria para facilitar o acesso dessas pessoas à Justiça.

Gazeta – O novo organograma da Assembleia reduziu o número de secretarias, algumas passaram a ser superintendências, o que isso significa na prática?

Riva – Do ponto de vista de redução de despesa pode até ser pouco relevante, porém na questão de praticidade do funcionamento da Casa, melhora muito. Um dos exemplos é a própria TV Assembleia. Em que pese a atuação relevante do secretário Vanderlei, nós entendemos que com a TV sendo uma superintendência da Secom, vamos unificar a política de comunicação da AL, fortalecendo e dando mais unidade, sem tirar a autonomia que a TV AL já possui. A Assembleia entende que essa diminuição de secretarias, de 11 para 6, não significa que o serviço prestado pela Casa vai piorar, acreditamos, inclusive, que a melhora será imediata.

Gazeta – 2010 é um ano eleitoral, com disputa para a Assembleia, entre outros cargos, o senhor acha que vai prejudicar muito os trabalhos na Casa?

Riva – Com certeza não. Logicamente que tem que ter um tratamento diferenciado e vamos procurar concentrar as sessões deliberativas sempre às quartas-feiras. Posso afirmar que nunca deixamos de votar as matérias importantes e prejudicar os trabalhos do Executivo por ser ano eleitoral. Mas é um ano diferente na Assembleia e a mesa diretora vai garantir a continuidade dos trabalhos.

Gazeta- E quais são seus planos especificamente para 2010. Muitos já lançam seu nome para governo. O que o senhor pretende?

Riva – Ainda tenho um ano e meio de mandato como deputado estadual e pretendo cumpri-lo da melhor forma, sem faltar com meus deveres, antes de pensar em qualquer disputa. Porém, sempre deixei clara minha vontade de disputar um cargo no Senado Federal, pois entendo que poderei ajudar muito o meu Estado por lá. Eu vejo condições para isso. O PP já vem discutindo nas bases e com a sociedade o que é melhor para Mato Grosso para poder definir o planejamento estratégico do que queremos para 2010, sem aceitar imposições. Hoje eu não descarto nenhuma candidatura, seja a Senado, a governo, deixando claro que nunca pensei em concorrer a esse cargo, ou até mesmo uma reeleição a deputado estadual. Quem vai dizer o que é melhor é a sociedade, através do meu partido, durante as diversas reuniões que estamos promovendo no Estado todo.

Nome: José Geraldo Riva

Idade: 50 anos

Naturalidade: Guaçuí (ES)

Estado civil: Casado, 3 filhos

Formação: Bacharel em Direito

Ocupação: Deputado estadual pela quarta vez, presidente da Assembleia Legislativa


Valéria Cristina Carvalho
Da Redação A Gazeta

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>Maggi chama cúpula do PR e confirma candidatura ao Senado

Posted on março 31, 2009. Filed under: Blairo Maggi, eleições 2010, José Riva, Senado |

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O governador Blairo Maggi desmarcou compromissos em sua agenda nesta tarde e convocou as lideranças do Partido Republicano para uma reunião às pressas no Palácio Paiaguás. O chefe do executivo confirmou sua candidatura ao Senado, o que descarta a possibilidade dele assumir algum Ministério no governo Lula, uma vez que teria que deixar o cargo logo em março para a disputa.


Além disso, também foram discutidos assuntos como a sucessão de Maggi em 2010, o rumo do partido, além de estreitar os laços entre governo e PR, já que existe uma certa insatisfação por parte da cúpula republicana com a falta espaço no Estado. A reunião também serviu para uma espécie de “lavação de roupa suja interna”.

A reunião pegou de surpresa até assessores mais ligados ao governador que haviam se deslocado até a Assembléia Legislativa onde o chefe do executivo participaria da audiência pública que discutiu a questão das comarcas de Mato Grosso.

Participaram o líder do governo na Assembléia, Mauro Savi, o vice líder, João Malheiros, o presidente da Executiva Regional, Moisés Sachetti, o deputado federal Homero Pereira e o secretário geral, Emanuel Pinheiro. O deputado federal Wellington Fagundes foi convidado, mas já tinha outro compromisso agendado e não pôde participar.

Estranhamente, o deputado Sérgio Ricardo, também do PR e que tem reafirmado sua disposição em disputar a sucessão de Blairo Maggi e ocupa o segundo cargo em importância na Assembléia Legislativa, não foi convidado a participar da reunião.

Savi, que saiu durante a reunião, conversou com os jornalistas e confirmou que o governador não definiu ainda se deixa o governo em dezembro, passando o cargo para o vice Silval Barbosa (PMDB), ou se cumpre o prazo legal, ficando até abril do próximo ano. “Isso é uma questão pessoal do governador”, declarou.

Savi também garantiu que o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes, Luiz Antonio Pagot, não será mesmo candidato a governador. O que também seria inviável, já que Maggi briga por uma vaga na majoritária e pelo arco de aliança que pretende ser mantido, não há possibilidade de um partido ter dois cargos nesta briga pela majoritária. Isso também inviabiliza a candidatura de qualquer outro republicano ao cargo de governador.

Com a confirmação de Maggi candidato ao Senado pelo PR, o quadro de candidaturas majoritárias pelo arco de alianças que o elegeu governador em 2006, se é que ele será mantido, começa a ficar restrito aos nomes do vice-governador, Silval Barbosa e Jaime Campos (DEM ). A outra vaga ao Senado pela aliança, ficaria com o deputado José Riva (PP), que por diversas vezes manifestou essa intenção.

Resta saber como fica o PT dentro dessas aliança, que tem a senadora Serys Slhessarenko como candidata à reeleição e o deputado federal Carlos Abicalil também cotado para o governo.

O deputado federal Homero Pereira (PR) revelou que o partido deverá realizar pesquisas qualitativas para saber o que o eleitorado quer para 2010. Além disso, também passado ao governador Blairo Maggi um resumo do que foi discutido nas reuniões com os demais partidos. Até o momento, o PR já sentou com a cúpula do PMDB, PT e PSB. Tenta-se agendar encontros com lideranças do DEM e PP.

“Temos cinco grandes partidos e quatro vagas para majoritária. Resta saber se algum partido terá sabedoria para abrir mão de um desses cargos, ou quem sabe algum partido seguirá com outro arco de aliança”, resumiu Homero.

O parlamentar informou ainda que o PR tem atualmente quatro nomes para a disputa ao governo, caso a candidatura de Blairo Maggi não se viabilize para o Senado: Sérgio Ricardo, Maurição, Wellington Fagundes e Mauro Mendes, que ainda depende de um recurso no Tribunal Superior Eleitoral, já que teve o registro de candidatura cassado e foi considerado inelegível por três anos.

No entanto, a preferência do partido é seguir com Maggi para o Senado.

Fonte: Olhar Direto

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>Eleições 2010: DEM e PP buscam aliança em Mato Grosso

Posted on março 19, 2009. Filed under: DEM e PP buscam aliança em Mato Grosso, eleições 2010, Gilberto Goellner, Jaime Campos, José Riva |

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Após PT, PR e PMDB iniciarem as articulações para aliança em 2010, o DEM agora resolveu ir atrás do PP, que desmarcou uma reunião com os peemedebista nessa semana. O encontro foi marcado para a próxima segunda-feira (23), às 17h, na sede do Diretório Regional do Democratas.

O fato é que o senador Jaime Campos, principal nome dos democratas para o governo do Estado, quer se aliar ao deputado José Riva (PP), pois sabe da sua influência política nos municípios. A aliança entre PP e DEM seria, na realidade, uma troca de favores entre Riva e Jaime, já que o deputado também pretende disputar as eleições e chegar ao Senado.

Dentre os assuntos que serão discutidos na reunião, estão a situação administrativa eleitoral do Estado, programas e ações do governo, reforma política, reflexo da eleição nacional nas futuras alianças e sem dúvida, eleições de governador, senadores,deputados estaduais e federais.

O presidente Oscar Ribeiro, manifestou a simpatia do Democratas pela oportunidades em receber o PP, que considera uma das mais expressivas forças partidárias e participante ativo do processo de desenvolvimento de Mato Grosso.

Estarão presentes pelo DEM, os senadores Jaime Campos e Gilberto Goellner, os deputados Dilceu Dal´Bosco, Gilmar Fabris, José Domingos e Walace Guimarães, os ex-deputados Zéca D´Ávila e Haroldo Arruda, o ex-vereador Luiz Marinho, o ex-governador Júlio Campos, a ex vice-governadora Iraci França, o membros do conselho consultivo do partido Juarez Pizza e Sérgio Teixeira. Fonte: Olhar Direto

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