juros

>A campanha eleitoral e a expectativa de piora para economia em 2011

Posted on outubro 18, 2010. Filed under: Banco Central, campanha eleitoral, Dilma Rousseff, economia, Inflação, José Serra, juros, Orçamento federal. Banco Central, PIB, previsões |

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Enquanto Dilma Rousseff e José Serra praticamente ignoram o debate dos temas macroeconômicos, as expectativas de analistas e investidores para o próximo ano vêm piorando ao longo da campanha eleitoral.
A petista e o tucano ostentam a condição de economistas em seus programas de rádio e TV, mas pouco ou nada se sabe sobre o que pretendem fazer a respeito das políticas fiscal, de administração das receitas e gastos públicos; monetária, de controle dos juros e da inflação; e cambial, referente à relação entre o real e as moedas de outros países.

Nos três casos, o futuro presidente terá de tomar medidas para responder a incertezas que se acumularam nos últimos meses e tornaram o cenário para 2011, embora sem ameaça visível de crise, menos benigno do que parecia antes do início oficial da corrida ao Planalto.
A preocupação mais imediata é com a credibilidade do Orçamento federal. Desde o ano passado, o governo não tem conseguido cumprir as metas de superavit primário, ou seja, a parcela da arrecadação de impostos e outros recursos poupada para abater a dívida pública.
Segundo pesquisa do Banco Central, o mercado não acredita no anunciado superavit de 3,3% do Produto Interno Bruto em 2011. As projeções dos especialistas, que convergiam para 3% até julho, hoje estão em 2,8% do PIB. A diferença em relação à meta é de quase R$ 20 bilhões, ou um ano e meio de Bolsa Família.
PROMESSAS
Os candidatos, no entanto, têm proposto redução de tributos e aumento de gastos. Serra, na promessa mais cara da campanha, disse que vai elevar o salário mínimo a R$ 600 e reajustar em 10% as aposentadorias de maior valor; Dilma fala em reduzir a contribuição à Previdência.
As previsões para a inflação também se distanciaram da meta oficial -4,5% medidos pelo IPCA- ao longo do período eleitoral. Passaram de 4,8% para os 4,98% estimados no início da semana passada. Cresce, portanto, o risco de um aumento dos juros para conter a alta do consumo e dos preços: para o mercado, a taxa do Banco Central subirá dos atuais 10,75% para 11,75% ao ano.
Outra ameaça é o crescente deficit nas transações de bens e serviços com o exterior, resultado da baixa taxa nacional de investimento e da queda das cotações do dólar, que prejudicam as exportações e estimulam a compra de importados.
DISCUSSÃO AUSENTE
Analistas ouvidos pela Folha criticam a falta de debate sobre temas econômicos -com a ressalva de que, sem temores de ruptura com as atuais políticas, o impacto dessas incertezas sobre os investidores é limitado.
“Muitos aspectos deveriam estar sendo discutidos, como a questão dos gastos públicos, a necessidade de reduzir a carga tributária, de adotar uma agenda que favoreça investimentos. Mas não há preocupação com a solvência do país, como havia no passado”, diz Silvio Campos Neto, economista-chefe do Banco Schahin.
Segundo ele, muitos temas que deveriam estar sendo debatidos durante a campanha são impopulares, como um possível corte nos gastos públicos e uma nova reforma da Previdência.
Para José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, mesmo com a perspectiva de continuidade da política econômica, há espaço para mudança, por exemplo, em relação aos gastos do governo. E, no curto prazo, são necessárias medidas contra a valorização do real.
“É óbvio que alguma coisa será feita, não tenha dúvida. Mas nenhum dos dois [candidatos] falou nada a respeito disso até agora”, disse.
Thaís Zara, sócia da consultoria Rosenberg & Associados, defende “um debate mais aprofundado” em relação aos temas econômicos, mas ressalta que a piora nas expectativas do mercado financeiro observada nos últimos meses também está relacionada com o agravamento do cenário internacional.
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>Mercado financeiro mundial troca Serra por Dilma

Posted on julho 30, 2010. Filed under: Banco Central, Dilma Rousseff, investidores, José Serra, juros, mercados financeiros |

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Posições declaradas por José Serra em relação ao Banco Central, juros, papel do estado na economia, mudou o humor dos mercados financeiros e investidores.
Alguns investidores e especialistas políticos disseram que estão mais cautelosos sobre Serra do que sobre sua principal rival, Dilma Rousseff (PT). Serra, 68 anos, político veterano do PSDB, tem preocupado sobre Banco Central, juros e um maior papel do Estado na economia.
A aparente mudança na confiança causa uma reviravolta no senso comum relacionado à corrida presidencial, e pode mexer nos mercados de câmbio e de títulos se Serra permanecer forte nas pesquisas à medida que a eleição se aproximar, disseram investidores.
“O sistema financeiro secretamente prefere a Dilma”, disse Tony Volpon, chefe de pesquisa de mercados emergentes da Nomura Securities em Nova York.
Em muitos quesitos, Serra deveria ser o preferido do investidor. Ele ostenta um doutorado em economia pela Cornell University, uma vasta experiência no Executivo e um partido que realizou privatizações e reformas pró-mercado no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Dilma, por outro lado, funcionária pública de carreira, já foi guerrilheira e nunca foi eleita a um cargo público.
Ela, porém, abriu seu caminho para conseguir o apoio de investidores ao se distanciar de algumas propostas mais esquerdistas do PT. Dilma também prometeu continuar com políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que agradam os mercados e que ajudaram a impulsionar a economia nos últimos anos.
“Nenhum dos candidatos é o sonho de Wall Street, mas Serra é o maior risco. Ele traz mais incerteza e possibilidade de mudança”, disse Alexandre Barros, analista político que acompanha Serra desde que os dois eram ativistas estudantis em São Paulo, em 1962.
Xico Graziano, assessor de Serra, tentou amenizar as preocupações dos investidores: “Os investidores conhecem as qualidades do Serra e o modo dele entender a economia, não é segredo para ninguém.”
NERVOSISMO NO MERCADO?
Até agora, poucos investidores se preocuparam com as eleições de 3 de outubro, descartando qualquer um dos principais candidatos como populistas que ameacem a estabilidade econômica.
Mas esse sentimento de calma está em risco com a proximidade da eleição e a articulação mais clara dos candidatos sobre suas propostas e programas.
Serra disse nesta semana que as taxas de juros precisam ser reduzidas e que o real está “megavalorizado”.
“Com o Serra há preocupação com as taxas de juros e câmbio, embora eu pense que ele seria mais rígido na disciplina fiscal do que a Dilma”, disse Reginaldo Alexandre, diretor da Abamec (Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais) em São Paulo.
Dilma tem conseguido avanços nas pesquisas de intenção de voto, apoiada pelo crescimento da economia e pela alta taxa de aprovação de Lula, embora não tenha chegado a uma liderança clara.
“O mercado não precificou o risco de Serra porque ele acha que a Dilma vai vencer”, disse Rafael Cortez, analista político da consultoria Tendências.
Se a petista não estabelecer uma vantagem sólida sobre Serra em agosto, Volpon disse que “pode haver movimentos violentos (do mercado), especialmente na taxa de câmbio”.

PAPEL DO ESTADO
Serra também deu sinais mistos sobre o papel do Estado na economia. Ele criticou a criação de uma nova companhia estatal e o uso de recursos do Estado para o trem-bala, e prometeu restaurar os poderes das agências reguladoras.
Mas também elogiou as medidas de estímulo econômico de Lula e propôs mais desenvolvimento liderado pelo Estado.
“Defendo um projeto de desenvolvimento nacional para o Brasil, o ativismo governamental”, disse Serra.
Apesar de querer cortar os excessos do governo, Serra também quer dobrar o Bolsa Família de Lula, criticado durante anos por muitos de seus partidários.
Alguns analistas dizem que as posições variadas refletem sua estratégia de campanha. Ele pretende ser visto como uma mudança, mas não quer abandonar as políticas que tornaram Lula popular.
“A Dilma diz ao mercado o que ele quer ouvir. A mensagem de Serra é mais política, porque ele precisa ganhar votos”, disse Dany Rappaport, sócio da consultoria financeira InvestPort.
Mas Serra tem um histórico de intervenção governamental e é ligado à escola de pensamento que defende planejamento econômico, Estado forte, controles de capital e substituição de importações.
Como ministro do Planejamento, ele peitou a ala pró-mercado do governo Fernando Henrique e foi transferido ao Ministério da Saúde. Lá, ele fez a gigante farmacêutica suíça Roche diminuir os preços sob ameaça de quebrar a patente da empresa.
“Suas propostas refletem suas crenças –não é propaganda. Mas, de qualquer forma, isso gera incerteza”, disse Barros.
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>Mercado eleva previsão de crescimento do PIB pela 11ª semana consecutiva

Posted on junho 1, 2010. Filed under: Banco Central, câmbio, contas externas, crescimento do PIB, estimativa, Focus, Inflação, juros, Mercado |

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O mercado financeiro elevou levemente a estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010. De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada hoje pelo Banco Central (BC), no levantamento realizado junto a instituições financeiras a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de um avanço de 6,46% para 6,47%. Para 2011, a previsão foi mantida em 4,5%. É a 11ª semana consecutiva que o mercado eleva a previsão de crescimento do PIB.
No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 subiu de 10,9% para 11%. Para 2011, a projeção para o desempenho da indústria permaneceu em alta de 5%.
Inflação e juros
O mercado também manteve a previsão para a inflação a ser apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2010. De acordo com a pesquisa Focus, a expectativa para o índice no ano permaneceu em 5,67%, um patamar ainda distante do centro da meta do governo para a inflação no ano, que é de 4,5%. Para 2011, a estimativa ficou em 4,8%.
A estimativa para a taxa básica de juros (Selic) para o fim de 2010 manteve-se em 11,75% ao ano. A projeção para a taxa no fim de 2011 permaneceu em 11,5% anuais.
Câmbio e contas externas
Os analistas mantiveram a expectativa para o patamar do dólar no fim do ano. A moeda norte-americana no fim de 2010 deve ficar em R$ 1,80. Para o fim de 2011, a moeda americana continua em R$ 1,85.
A pesquisa registrou alteração nas previsões para o déficit nas contas externas em 2010. O déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 48,05 bilhões para US$ 48,10 bilhões. Para 2011, a expectativa avançou de US$ 57 bilhões para US$ 57,97 bilhões.
A previsão de superávit comercial em 2010 subiu de US$ 14,54 bilhões para US$ 15 bilhões. Para 2011, manteve-se em US$ 4,5 bilhões.
Analistas alteraram ainda a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2010 de US$ 37 bilhões para US$ 36,5 bilhões. Para 2011, o IED permanece em US$ 40 bilhões.
 
(Com Agência Estado e Veja)
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>Governo deve cortar R$ 10 bilhões do Orçamento para evitar que PIB cresça mais de 6% em 2010

Posted on maio 13, 2010. Filed under: gastos, juros, Orçamento, PIB, PIB brasileiro |

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Começa ter crise mundo afora, a inflação sobe muito no Brasil. Tem que aumentar juros e cortar gastos.

Arte dá idéia dos economistas do governo interferindo no mercado para freiar o 
crescimento do PIB brasileiro, que consideram muito alto.

A equipe do Jornal Valor, bem como jornalistas da Rádio CBN, estão acompanhando as reuniões da equipe econômica do governo, que deve anunciar na próxima semana um corte de cerca de R$ 10 bilhões nos gastos orçamentários. A informação foi dada há pouco pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que justificou que esta será uma forma de tentar desaquecer a demanda pública e, por consequência, reduzir riscos de aumento da inflação.

“Estamos avaliando se a demanda está normal ou se estamos com crescimento acima de 6%”, afirmou. Contribuem para a demanda geral os gastos públicos e os privados.

Mantega notou que, “se a demanda global estiver crescendo, uma maneira de diminuir as pressões públicas é cortando gastos de custeio da máquina federal” Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concordou que seja feito mais um contingenciamento de recursos no Orçamento 2010. O anúncio do bloqueio deverá ser feito na próxima semana, quando o governo enviará ao Congresso o ajuste bimestral na programação financeira.

Com informações do UOL
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>Banco Central sobre juros para 9,5%, a taxa mais alta do mundo

Posted on abril 29, 2010. Filed under: Banco Central, consultoria, Copom, juros, Selic, taxa |

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Como o mercado já esperava, o Comitê de Política Monetária, Copom, do Banco Central, aumentou nesta quarta-feira a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual, indo de 8,75% para 9,5% ao ano.

 
Já havia oito meses que a taxa não sofria nenhuma alteração. Estava em 8,75% desde julho do ano passado. E depois de 19 meses que ela aumentou, desde setembro de 2008, quando ela subiu de 13% para 13,75%. Depois disso, a Selic foi baixando ou ficando estacionada.
O economista Jason Vieira, da consultoria UpTrend, através de seus levantamentos informa que o Brasil é o país com a maior taxa de juros reais do mundo (4,5%), entre as nações com participação relevante na economia global. Em seguida, vêm Indonésia (3%) e China (2,8%). A menor taxa real, entre os 40 países da lista, é a da Índia, com -9,7%. Os EUA têm uma taxa real de -2,1% e ocupam o 34º lugar no ranking.
A taxa de juros reais representa a Selic, descontando-se a inflação projetada para os próximos 12 meses.
Os juros são usados como política monetária pelo governo para conter a inflação. Com juros altos, as prestações ficam mais caras e as pessoas compram menos, o que restringe o aumento dos preços.
Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros, que procuram o país.
Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais cuidadosas para tomar empréstimos e fazer expansões. Por causa disso, o emprego também não cresce tanto. É em razão desse efeito que os empresários reclamam contra os juros altos.
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>Agenda econômica da semana

Posted on abril 26, 2010. Filed under: Agenda econômica, Copom, investidores, juros, Selic |

>A reunião do Comitê de Política Monetária, Copom, na terça-feira e quarta-feira concentram a atenção dos investidores nos próximos dias.

Nela, será decidia a nova taxa de juros básica, Selic, que vigora até o próximo encontro, em 8 e 9 de junho.

Apesar da ampla maioria do mercado acreditar na alta do juro, a discussão deve girar em torno de quanto será o aumento nesta reunião.

Na quarta-feira, o Fomc , nos EUA, também se reúne para decidir o juro básico norte-americano.

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>Paulistanos preferem fazer compras à vista, diz pesquisa

Posted on janeiro 14, 2010. Filed under: ACSP, Ceal, CNBB, crédito, eletrodomésticos, HOTELARIA, Itaú, juros, LATO SENSU, móveis, pesquisa, resort Breezes de Búzios, SuperClubs |

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Mesmo com oferta de crédito disponível, o paulistano gosta é de pagar à vista, segundo levantamento da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Mais de 70% dizem que não se sentem confortáveis em dividir as compras em várias parcelas. A realidade, porém, é outra. “É a velha história do que se deseja versus o que se consegue fazer. Mesmo que prefiram à vista, um grande número de compras precisa ser feito a prazo”, diz Sandra Turchi, superintendente da ACSP.

Produtos mais caros são geralmente adquiridos a prazo, como móveis e eletrodomésticos. Já os mais baratos podem ser pagos no ato da compra. Quase 95% dos alimentos e 74% do vestuário são adquiridos à vista. “O crédito é visto como uma necessidade, e não como uma opção”, segundo Márcio Aranha, superintendente-geral da associação.

Quando desejam evitar os juros, os consumidores da baixa renda juntam dinheiro para dar uma entrada e dividir em menos parcelas, quando a prestação cabe no orçamento. Alguns chegam a recorrer à poupança para pagar à vista.

Ainda que os juros sejam indesejados, a maioria (53,1%) desconhece as taxas praticadas. Entre as classes D e E, a desinformação é maior -73,5% não sabem quanto representa a taxa embutida nas parcelas.

Há receio de perda de controle sobre o orçamento, principalmente nas classes baixas. “Como o acesso ao crédito foi muito facilitado, muitos desses consumidores já tiveram alguma experiência ruim. Já se endividaram, então, estão mais precavidos”, diz Turchi.

Segundo a pesquisa, 72,4% dos entrevistados das classes D e E receiam comprar a prazo por medo de não conseguirem pagar. O levantamento abordou 800 pessoas em novembro.

DE OLHO NA HOTELARIA
A BSH International, consultoria especializada em investimentos hoteleiros e turísticos, fechou contrato com o grupo hoteleiro jamaicano SuperClubs para gerenciar os ativos do resort Breezes de Búzios, que será inaugurado neste ano. “Após o fechamento desse contrato, de R$ 125 milhões, a BSH passará dos atuais R$ 190 milhões em ativos hoteleiros gerenciados para R$ 315 milhões”, afirma José Ernesto Marino Neto, presidente da empresa. A SuperClubs fará a gestão operacional do empreendimento. A meta da BSH é alcançar R$ 400 milhões até o fim do ano.

“LATO SENSU” 1
A inclusão das centrais sindicais no processo de licenciamento de obras de impacto ambiental comprovado, ponto que foi incluído no Programa Nacional de Direitos Humanos e desagradou aos empresários, é só uma questão “lato sensu”, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente).

“LATO SENSU” 2
“A Secretaria dos Direitos Humanos contatou os ministérios para saber de cada um quais eram as ações que tinham a ver com direito das pessoas, da saúde do trabalhador, direitos humanos em geral, “lato sensu”.” Minc diz que o trabalhador vai opinar, mas não terá poder de veto, como teme a indústria. “Houve uma primeira portaria, que foi republicada com modificações.”


CANDIDO BRACHER
O presidente do Itaú BBA tem na cabeceira os livros “Libertação”, de Sándor Márai (Cia. das Letras), e “Contos da Montanha”, de Miguel Torga (Nova Fronteira)

NO PANAMÁ
Marcus Vinicius Pratini de Moraes, presidente do Ceal (Conselho Empresarial da América Latina) no Brasil, irá falar em encontro com empresários, na próxima semana, no Panamá, sobre a retomada do crescimento brasileiro após a crise financeira internacional e sobre os efeitos desse novo cenário na parceria com os países da América Latina.

QUILOMBOLAS
O escritório Siqueira Castro Advogados vai defender, em caráter “pro bono”, os interesses da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) na causa dos quilombolas, pela regulamentação da identificação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos.

Fonte: Folha de S. Paulo

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