Justiça Eleitoral.

>Banco do Brasil e Petrobras custeiam revista da CUT pró-Dilma

Posted on outubro 19, 2010. Filed under: Banco do Brasil, CUT, Justiça Eleitoral., Petrobras, Revista do Brasil, TSE |

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TSE proíbe circulação sob a alegação de que sindicato não pode fazer campanha

Na edição deste mês, “Revista do Brasil” traz na capa reportagem que saúda possibilidade de vitória da candidata

Proibida de circular pela Justiça Eleitoral pelo conteúdo favorável à campanha de Dilma Rousseff (PT), a edição deste mês da “Revista do Brasil”, vinculada à CUT (Central Única do Trabalhador), teve anúncios pagos por Petrobras e Banco do Brasil.
Revista Brasil, paga com dinheiro do povo brasileiro por 
meio do Banco do Brasil e Petrobras
A estatal e o banco confirmam que são anunciantes da revista, mas se recusaram a informar o valor repassado.
Ontem, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Joelson Dias determinou a interrupção da circulação da revista, cuja tiragem é de 360 mil exemplares mensais.
O responsável pela publicação, Paulo Salvador, disse, porém, que todas as revistas já foram distribuídas.
O entendimento do ministro é que a publicação faz defesa aberta da candidatura de Dilma. Pela Lei Eleitoral, sindicatos não podem contribuir direta ou indiretamente com campanhas políticas.
A decisão atende a um pedido da coligação de José Serra (PSDB). O mesmo ministro do TSE aplicou multa a Serra e ao diretório tucano na Bahia em julho por propaganda antecipada em maio.
Diz o TSE: “A representante noticia e traz elementos que demonstram a divulgação, por entidade sindical, ou criada por sindicatos, de mensagens de conteúdo aparentemente eleitoral, em publicações que distribuem e também em seus sítios na internet, o que, ao menos em tese, configuraria violação ao inciso da Lei Eleitoral”.
A edição barrada traz uma foto de Dilma na capa sob o título “A vez de Dilma – o país está bem perto de seguir mudando para melhor”.
Há, inclusive, foto de Dilma cumprimentando Marina Silva (PV) em evento com o presidente Lula. Também inclui reportagem sobre a derrota de oposicionistas da “velha guarda” no Senado.
Em meio à atual polêmica religiosa, a edição traz o bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentini, enaltecendo Lula e lembrando que Dilma é sua candidata.
A despeito da decisão do TSE, o conteúdo da revista estava na internet ontem.
O “conselho diretivo” da revista é formado por dirigentes da CUT e filiados ao PT, como o presidente da central, Artur Henrique, e Maria Izabel Noronha, a Bebel, que comandou greve de professores contra Serra.
A revista é produzida pela Editora Gráfica Atitude, administrada em rodízio pelos presidentes em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos e do Sindicato dos Bancários.
Já estiveram à frente da empresa, por exemplo, o deputado estadual eleito Luiz Cláudio Marcolino (PT), aliado do deputado federal Ricardo Berzoini (PT), e o vice-presidente da CUT, José Lopez Feijóo, membro do “Conselhão” do governo federal.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Mais uma deputada estadual milhonária em Mato Grosso

Posted on outubro 4, 2010. Filed under: deputada estadual, Juara, Justiça Eleitoral., Mato Grosso, milhonária, Vale do Arinos |

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Luciane Bezerra, deputada eleita   

Luciane Borba Azoia Bezerra, uma das surpresas entre as candidaturas eleitas à Assembleia, só entrou na disputa de última agora e, assim mesmo porque o marido, ex-prefeito de Juara Oscar Bezerra, se viu barrado pela Justiça Eleitoral. Ele teve o mandato cassado em 2008 e foi considerado inelegível por três anos. Foi condenado por causa da publicação no site da prefeitura acerca da inauguração de uma obra em período eleitoral, o que caracterizou promoção pessoal. A deputada eleita é filiada ao PSB, assim como Oscar, de cuja gestão fez parte e cuidou das ações sociais. Teve 14.294, a menor votação entre os 24 eleitos e/ou reeleitos. Luciane é pecuarista. Possui duas fazendas na região do Vale do Arinos, uma avaliada em R$ 6,5 milhões e, outra, em R$ 6,8 milhões. Acumula entre outros bens veículos, lotes urbanos e casas em Juara. Seu patrimônio está avaliado em R$ 15,1 milhões.

   Ela chega à Assembleia não só como uma das “caras novas” para reforçar a bancada feminina a ser representada também pela colega peemedebista Teté Bezerra, mas também na condição de mais rica do ponto de vista financeiro dos deputados da próxima Legislatura. Hoje, o mais afortunado é o ex-prefeito de Lucas de Rio Verde e empresário Otaviano Pivetta, que acumula bens que somam R$ 132,6 milhões, mas que está deixando o cargo no Legislativo daqui a dois meses.

    Depois de Luciane, vem o reeleito e também pecuarista Percival Muniz (PPS), com R$ 6,1 milhões e a ex-deputada federal Teté, que revela ser dona, entre os bens estimados de R$ 3,3 milhões, de uma aeronave, de uma fazenda de 4,6 mil ha em Paranatinga, de apartamentos e casas em Cuiabá e Rondonópolis.

   O deputado Sérgio Ricardo, reeleito para o terceiro mandato como o segundo mais votado (87.407 votos), apresentou declaração que aponta bens avaliados em R$ 2,1 milhões. O cacique político do PP José Riva, campeão de votos (93.594) assegura ter patrimônio de R$ 1,5 milhão. Depois vem o ex-presidente da Câmara Municipal de Cuiabá Luiz Marinho (PTB), com R$ 1,2 milhão em bens. Os demais deputados eleitos e/ou reeleitos juram que seus bens são inferiores a R$ 1 milhão.

Deputados eleitos e bens acima de R$ 1 mi
Luciane Bezerra – R$ 15,1 milhões
Percival Muniz     – R$ 6,1 milhões
Teté Bezerra        – R$ 3,3 milhões
Sérgio Ricardo    – R$ 2,1 milhões
José Riva             – R$ 1,5 milhão
Luiz Marinho        – R$ 1,2 milhão

Fonte: RDNews

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>Vídeo confirma nosso ‘furo’ sobre manobra para afastar Ayres Britto do caso Roriz

Posted on outubro 1, 2010. Filed under: Ayres Britto, Brasília, cadidato, Ficha Limpa, Justiça Eleitoral., ministro, Roriz, STF, Supremo Tribunal Federal, TSE |

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20:44 30.09.2010 – Atualizado à 00:07 – Gravação em vídeo, divulgada nesta quinta-feira, confirma revelação desta coluna, em 16 de setembro último, sobre entendimentos mantidos pelo ex-candidato a governador do DF Joaquim Roriz com o advogado Adriano Borges, genro do ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, para tornar o magistrado impedido de participar do julgamento do seu recurso no STF. O impedimento seria configurado com o simples ingresso de Borges no processo como um dos advogados de Roriz. Ele mantém um escritório de advocacia com sua mulher, Adriele, filha do ministro. Quando esta coluna apurava a notícia, Adriano Borges declarou que apenas havia sido “consultado” sobre a hipótese de atuar no caso e que recebera um advogado de Roriz para “ser gentil com o colega”, mas que recusou a oferta de trabalho.


Genro de ministro se ofereceu – Eládio Carneiro, advogado de Roriz, afirmou que Adriano foi quem se ofereceu para atuar no caso e que pedira “uma fortuna” a título de honorários, o que inviabilizou a parceria. Esta coluna divulgou inclusive e-mails de Adriano Borges informando seus dados para a procuração em que a defesa de Roriz subestabeleceria para ele a tarefa de defender o então cadidato.


Ayres Britto ainda não era relator – Toda a negociação ocorreu entre a impugnação da candidatura, no Tribunal Superior Eleitoral, e a apresentação do recurso extraordinário no STF. O ministro Carlos Ayres Brito já não integrava o TSE e ainda não havia sido indicado relator do caso no Supremo. Como o ministro já manifestara posição favorável à vigência imediata da Lei do Ficha Limpa, na ocasião já era listado entre os votos contrários à pretensão de Roriz, por isso torná-lo impedido abriria caminho para que o então candidato saísse vitorioso do STF.


Gravação revela a negociação – A gravação mostra uma reunião entre Joaquim Roriz e Adriano Borges, na tarde de 3 de setembro, no escritório do ex-governador, em sua casa no Setor de Mansões Park Way, de Brasília.

Adriano Borges: “Eu posso então colocar esse pro-labore e o êxito… Eu preciso fazer um ajuste com meu pessoal”.
Joaquim Roriz: “Eu gostaria da sinceridade sobre o voto do seu sogro”.
Adriano Borges: “A única coisa que eu tô precisando é que ele não leve… Com isso, ele não vai participar… Tá impedido”.
Joaquim Roriz: “Então é o êxito”.
Em seguida, Roriz comemora: “Com isso eu ganho folgado”.

 Queixa-crime contra ministro, filha e genro – O advogado Eri Varela, ligado a Roriz, anunciou que vai ingressar nesta sexta-feira no Supremo com uma queixa-crime contra o ministro Carlos Ayres Britto, sua filha, Adriele, e o genro, Adriano Borges. Varela foi quem apresentou a gravação em que Adriano e o então candidato discutem uma forma de interferir no resultado do julgamento que o STF faria sobre recurso que o ex-governador moveu contra sua inclusão na lei do Ficha Limpa decidida pela Justiça Eleitoral. No video, Borges e Roriz negociam honorários de R$ 4,5 milhões. Eri Varela diz ainda que a representação incluirá o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski, cujo nome é citado num trecho do vídeo.
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>A democracia de Lula

Posted on setembro 21, 2010. Filed under: Aécio Neves, cachorros, DEM, Dilma Rousseff, Justiça Eleitoral., Lula, Merval Pereira, opinião pública, PSDB |

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De Merval Pereira
Dando como liquidada a fatura eleitoral, com a eleição de sua candidata no primeiro turno, o presidente Lula resolveu soltar seus cachorros para cima dos que ainda resistem ao que pretende ser uma razia às hostes inimigas: os meios de comunicação e os partidos oposicionistas que têm a ousadia de andar elegendo senadores e governadores em alguns estados pelo país.
Em Minas, por exemplo, onde o ex-governador Aécio Neves, além de se eleger para o Senado, está elegendo seu candidato ao governo e mais o ex-presidente Itamar Franco para a segunda vaga do Senado, Lula foi em socorro de Hélio Costa, do PMDB, candidato de sua coligação, e para tal resolveu ameaçar os prefeitos que apoiam Antonio Anastasia.
Disse explicitamente que não será um candidato do DEM ou do PSDB que conseguirá trazer do governo federal petista as melhores verbas para Minas.
A linguagem de cabo-eleitoral estava na boca de quem pode concretizar a ameaça, neste e num próximo governo petista.
Uma atitude antirrepublicana a coroar tantos procedimentos aéticos cometidos pelo presidente da República durante a campanha eleitoral.
A reação negativa que provocou nos políticos mineiros, ciosos de seus compromissos com o estado a ponto de rejeitarem a candidatura Serra por a imaginarem em oposição aos interesses de Minas, foi imediata e pode se refletir em uma rejeição também ao PT.
Esse procedimento autoritário já acontecera em outros estados em que a oposição está vencendo, como quando disse em Santa Catarina que é preciso “extirpar o DEM”, ou quando, em Pernambuco, foi grosseiro com o ex-vice-presidente Marco Maciel chamando-o de “marco zero”, ou quando vai ao Rio Grande do Norte espezinhar especificamente o senador José Agripino Maia, do DEM.
Como sempre nessas ocasiões, o presidente Lula extrapola a luta partidária para se colocar em uma arena em que a regra é matar ou morrer, e para tanto se utiliza dos instrumentos do governo, como a TV estatal que filma todos os seus comícios para uso interno, ou as inaugurações improvisadas para estar à noite, “fora do expediente”, nos comícios de sua candidata previamente marcados em combinação com a agenda oficial.
Com seu comportamento marcadamente antirrepublicano, abusando do poder político que a presença eventual na Presidência da República lhe dá, e das regalias que o cargo lhe concede, Lula vai manchando essa campanha eleitoral e a provável vitória da candidata oficial.
E se irrita com os meios de comunicação que não se submetem a seus caprichos absolutistas, invertendo o sentido da História, como, aliás, é seu hábito fazer.
Ao discursar num comício ao lado da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, em Campinas, sábado passado, Lula vituperou contra jornais e revistas que, segundo ele, “se comportam como se fossem partido político”, e chegou ao auge de seus delírios de grandeza ao afirmar que ele, sim, formava a “opinião pública”.
Usou o plural majestático “nós” para se referir a si próprio e aos presentes ao comício como “a opinião pública”, que não precisa mais de “formadores de opinião” para se decidir.
Nas duas ocasiões — quando se dispõe a aniquilar a oposição e quando fala mal dos meios de comunicação — Lula está renegando suas próprias palavras, o que também já se tornou um hábito.
Ao final da campanha de 2002, vitorioso nas urnas, Lula fez questão de, em seu primeiro pronunciamento público, ressaltar que “a Justiça Eleitoral e a participação imparcial do presidente Fernando Henrique Cardoso no processo eleitoral contribuíram para que os resultados das eleições representassem a verdadeira vontade do povo brasileiro”.
Já com relação à imprensa, o presidente Lula, em 3 de maio de 2006, conforme relembrou em nota de protesto a Associação Nacional dos Jornais, declarou ao assinar a declaração de Chapultepec, um compromisso com a liberdade de expressão, que devia “à liberdade de imprensa do meu país o fato de termos conseguido, em 20 anos, chegar à Presidência. Perdi três eleições. Eu duvido que tenha um empresário de imprensa que, em algum momento, tenha me visto fazer uma reclamação ou culpando alguém porque eu perdi as eleições.”
Ao declarar que ele sim representa a “opinião pública” junto com o seu povo, o presidente Lula tenta inverter os termos da equação, distorcendo a própria gênese da “opinião pública”, ligada ao surgimento do Estado moderno no século XVIII, quando as forças da sociedade passaram a exigir espaço para suas reivindicações contra o absolutismo do reinado.
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>Pedro Henry e mais 51 candidatos estão em campanha mas podem ter os votos anulados pela Justiça Eleitoral

Posted on setembro 11, 2010. Filed under: deputado federal, eleições 2010, Justiça Eleitoral., Mato Grosso, MPF, PC DO B, Pedro Henry, PHS, PRB, PRP, PSC, PTC, PTN, TSE, votos |

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Pedro Henry (PP) 
 .

 Eleições 2010 – O deputado federal Pedro Henry (PP) e os deputados estaduais Gilmar Fabris, Chica Nunes, ambos do DEM, e José Riva (PP) integram a lista de 52 candidatos que fazem campanha sub judice, ou seja, estão recorrendo de decisões desfavoráveis, e que, se mantiverem a candidatura e não conseguirem homologar de vez seus nomes, podem ter os votos anulados pela Justiça Eleitoral. Entre os casos mais polêmicos estão os indeferimentos das candidaturas de Fabris e de Henry, que buscam a reeleição.

A situação do democrata é mais delicada porque ele recebeu parecer contrário do MPF e está a um passo de ter o nome “barrado” pelo TSE. Já o progressista se mostra confiante já que membros da Procuradoria Geral Eleitoral se manifestaram pela homologação de seu nome.
 
Como o TRE encerrou nesta quinta (9) o sistema de registro de candidaturas para preparar a cerimônia de lacre das urnas eletrônicas, que deve acontecer na próxima semana, se um dos políticos que concorrem em chapas majoritárias resolver desistir da candidatura, a tendência é que muitos eleitores não saibam da alteração.
 
Ocorre que após o lacre, o TRE pode fazer apenas a substituição do nome no sistema, mas não vai mais alterar a urna. Assim, quando o eleitor digitar o número de determinado candidato, pode estar votando em outro sem saber. Neste caso, estão recorrendo os candidatos ao Paiaguás Mauro Mendes (PSB) e Wilson Santos (PSDB). Ambos obtiveram o aval do TRE para disputar o pleito, mas foram acionados pela coligação “Mato Grosso Para Todos” (PC DO B, PRB, PTN, PSC, PTC, PHS e PRP), junto ao TSE. A situação de Wilson é mais confortável porque ele já obteve parecer favorável do MPF e o ministro do TSE Arnaldo Versiani deferiu, em decisão monocrática, o seu registro de candidatura, que ainda vai ser apreciado pelo Pleno. Já Mendes recebeu parecer contrário do MPF, mas sua defesa assegura que houve um equívoco e que seu nome vai ser homologado de vez pela instância superior.
 
Ao todo, 344 políticos de Mato Grosso se inscreveram junto à Justiça Eleitoral para disputar os cargos de governador, senador e deputados federal e estadual, mas 52 deles permanecem com registro indeferido, aguardando julgamento de recursos no TSE, ou deferidos na segunda instância, mas foram acionados pelo Ministério Publico Eleitoral ou por candidatos e coligações adversárias. Neste caso, também cabe ao TSE decidir se mantém a candidatura ou se reforma a decisão do TRE.
  

Candidatos da lista vermerlha com registros indeferidos:
 
Deputados estaduais …
Izolina Ferreira de Moraes
Leomar Amarante Mota
Levi Pires de Andrade
Silvio Carlos Duarte Miguel
Adilson Roque
Agda do Carmos Ojeda
Benedito Alencastro
Ernandes Vieira
Evanildo Reginaldo
Francisco da Silva Leite
Gilmar Fabris
Glauco Ninomiya
Isac Nascimento
Ivanildo do Carmo
Jardirene Rodrigues
José Francisco da Silva Filho
José Roberto de Araújo
Joselaine ulrich
Justino Santana
Lilian Karla Azevedo
Lourivaldo Rodrigues
Luiz Martins
Marcelo Garcia
Nelson Higino
Oscar Bezerra
Patricia Maciel
Saturnino Masson
Valquiria de Carvalho Azevedo
Vandely Martins Arruda
Wellington Soares



… deputados federais…
Alvaro José Ormond
Alediner Mesquita Borba
Aurika Eliza Simm
Cátia Hackbarth
Cláudio José da Silva
Dorgival da Silva
Ederson Dal Molin
Eduardo Gomes Silva
Francisco Wagner Lopes
Marcelo de Melo Costa
Nataniel Nazareno
Pedro Henry Neto
Sueli Dias
Willian Dias 


… e deferidos com recursos
José Riva – deputado estadual
Mauro Mendes – governador
Wilson Santos – governador
Chica Nunes – deputado estadual
Sérgio Bastos dos Santos – deputado estadual
Aluízio Leite – 1º suplente senador
Augusto César Taques – 1º suplente senador
Marta Maria Darsie – 2º suplente senador

Fonte: RDNews

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>Momento político

Posted on agosto 3, 2010. Filed under: Alfredo da Mota Menezes, Blairo Maggi, Cáceres, Justiça Eleitoral., Pedro Henry, reeleição |

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Por Alfredo da Mota Menezes
Pedro Henry está com problemas na Justiça Eleitoral para ser candidato à reeleição. Lembro que ele era para ser o candidato ao Senado em 2006 na chapa de Blairo Maggi. Teve outros problemas e teve que ceder a vaga a Jaime Campos.
Henry seria eleito senador naquela oportunidade. O que lha daria condições de pleitear hoje a candidatura do grupo ao governo do estado. Ao invés disso, está com dificuldade de ter o aceite da Justiça para sua reeleição.
Na política de longo prazo, avançar o sinal, na maioria das vezes, não dá certo. O Henry quis ir por atalhos e foi levado à incômoda situação de agora. Deixou de ser senador e governador.
Talvez como resultado da sua não confortável situação atual, o seu próprio grupo começa a apontar o dedo para ele como o culpado pelo desgaste dos governos Maggi e Silval na região de Cáceres. Estão dizendo que a região foi entregue a ele. Indicava o que fazer ou não fazer. Agora, na apuração dos resultados, é o lugar onde a coligação do Silval está com mais problemas junto ao eleitor.
Os fatos sugerem que Sérgio Ricardo está fazendo campanha para deputado de olho na de prefeito em 2012. Quer ser o mais votado em Cuiabá, com a massificação do seu nome nesta eleição, pensando em ser o prefeito da Copa.
O PP tem bons candidatos a deputados federais e estaduais, por causa disso resolveu sair sozinho para a eleição deste ano. Aí começaram a acontecer fatos inesperados.
Pedro Henry está com dificuldade em registrar sua candidatura. Chico Daltro foi ser vice do Silval. Eliene Lima tem um problema de saúde em família que faz com que ele diminua seu ritmo de trabalho pelo estado. Para deputado estadual, dois campeões de votos da sigla, Riva e Valter Rabello, estão com algum tipo de pendência na Justiça Eleitoral.
Numa atitude até inesperada, Blairo Maggi disse que não dá para comparar seu governo com o de Dante de Oliveira e nem outros com outros, pois o orçamento da frente é sempre maior do que o que passou. Não sei se é para conseguir os votos de antigos eleitores do Dante ou se essa diferente postura veio mesmo para ficar. Faltou dizer ainda que o Dante fez rigoroso ajuste fiscal, rigor que lhe custou a eleição ao Senado.
Um rumor tem crescido em Cuiabá: saber qual o resultado do inquérito sobre o superfaturamento dos maquinários repassados às prefeituras. O governo do Estado, numa atitude positiva, veio de público e disse que sumiu algo como 45 milhões de reais na compra daquelas máquinas. Pessoas também foram mandadas para o interior para saber se peças e componentes desses maquinários foram trocadas ou não.
Até agora ninguém sabe quem foi o culpado pelo desfalque apontado pelo próprio governo. Ninguém está entendendo esse silêncio barulhento perto de uma eleição disputadíssima.
Alfredo da Mota Menezes. E-mail: pox@terra.com.br; site: http://www.alfredomenezes.com
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>Dilma tem razão

Posted on julho 19, 2010. Filed under: Dilma, Justiça Eleitoral., Lula, Ricardo Noblat, Rio de Janeiro |

> Por Ricardo Noblat

Na última sexta-feira, no Rio de Janeiro, durante aquele que passará à História como o Comício dos Mil, Lula disse a certa altura do seu discurso para militantes encharcados, porém felizes: “Há uma premeditação de me tirarem da campanha política para não permitir que eu ajude a companheira Dilma a ser a presidenta da República deste país.”
Evitou nomear o responsável pela premeditação. É uma técnica muito sua. E que funciona diante de platéias dispostas a acreditar em tudo o que ele diz. Acusa sem identificar o acusado. Assume a condição de vítima. E em seguida destila toda a sua coragem para enfrentar vilões e superar injustiças.
De volta ao Rio. Lula: “Na verdade, o que eles querem é me inibir para fingir que eu não conheço a Dilma. É como se eu pudesse passar perto dela e eu passar de costas viradas e fingir que não a conheço. Mas eu não sou homem de duas caras. Eu passo perto dela e digo: é a minha companheira Dilma”.
Apesar da chuva, Lula estava no melhor da sua forma. Quem não se saiu bem foi Dilma mas é compreensível. Era seu primeiro comício de campanha. E, convenhamos: nem mesmo os políticos mais experientes, alguns deles oradores admiráveis, se sentiriam à vontade para falar depois de Lula. Dilma deve ser testada longe dele.
Para o crescente número de brasileiros decididos a votar em Dilma só por que Lula quer talvez não faça nenhuma diferença – mas para os que se preocupam com a consolidação da democracia entre nós é assustadora a vontade de Lula em eleger sua candidata a qualquer preço.
Uma coisa é um partido tentar se manter no poder. Quando chegam lá todos tentam. Nada mais legítimo. Outra é abusar do poder e ignorar leis e procedimentos para não acabar removido dali. A Justiça assistiu calada Lula abusar do poder que o cargo lhe confere fazendo campanha para Dilma desde 2007. Foi um ato pensado de Lula.
O jornalista José Roberto Toledo, de o Estado de S. Paulo, deu-se ao trabalho de contar o número de vezes em que Lula citou Dilma em discursos e entrevistas de 2003 para cá. 
Fixemo-nos apenas no período 2007-2010. Nos 336 discursos que fez em 2007, Lula citou Dilma em 63. Nas 176 entrevistas que concedeu, citou Dilma em 19.
Em 2008 o número de discursos caiu para 330. Dilma foi citada em 80 deles. O número de entrevistas aumentou para 213 e as menções a Dilma para 31. No ano passado, Lula mandou às favas todos os escrúpulos. Citou Dilma em 98 dos 313 discursos que fez. Concedeu 272 entrevistas, lembrando de Dilma em 87 delas.
Nos primeiros três meses deste ano, Lula se referiu a Dilma em 39 de 78 discursos. Apenas em março o nome de Dilma foi repetido por Lula 94 vezes em 20 discursos mais do que Deus (47). Foi em março que a Justiça Eleitoral multou Lula duas vezes por fazer propaganda eleitoral antecipada para Dilma.
Lula calou-se em abril. Em maio não resistiu: falou de Dilma seis vezes e ganhou mais quatro multas. Na semana passada, deu-se ao requinte de falar de Dilma para exaltá-la e de falar novamente para se desculpar por ter falado dela e dessa vez na presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Bateu seu recorde em matéria de cinismo.
Não se diga que Lula surpreendeu. Ele avisou no ano passado: “Meu projeto político é eleger Dilma”. Desde então não praticou um só ato de governo sem levar em conta os benefícios que poderia acarretar para sua candidata. De presidente da República passou a cabo eleitoral.
Um discurso de Dilma faz parte de um kit produzido e distribuído pelo governo com materiais de defesa do voto em mulheres três mil livros, 20 mil cartazes e 215 mil cartilhas. Um senador pelo Amapá e sua mulher, deputada federal, foram cassados pela Justiça Eleitoral sob a acusação de comprarem dois votos a R$ 26,00 cada um.
Anteontem, Dilma advertiu a Justiça: “Acho que não se pode na vida ter dois pesos e duas medidas”. Ela tem razão.
E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br
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>A conta que nunca vai ser paga

Posted on março 28, 2010. Filed under: Carlos Chagas, Casa Civil, Dilma Rousseff, eleições, Imposto de Renda, Justiça Eleitoral., PAC II |

>Por Carlos Chagas
A progressão, por enquanto, é aritmética: a primeira  multa foi de 5 mil, a segunda de 10 mil reais. Continuando as coisas como vão, é possível que a Justiça Eleitoral recorra à progressão geométrica. Sendo assim,  quando outubro chegar o presidente Lula estará devendo alguns bilhões pela prática de propaganda eleitoral antecipada.

O singular nessa história é que S. Exa. não vai pagar um centavo, menos pelos recursos interpostos às  decisões do Tribunal Superior Eleitoral, mais porque já encontrou a solução para poupar o seu dinheiro: em praça pública,  no interior de São Paulo, pediu que levantassem o braço quantos estivessem dispostos a pagar por ele. Foi uma floresta de braços.

Ficamos irritados ao receber multas,  seja do Imposto de Renda, seja do Detram. Muitas vezes pela injustiça, outras pela falta de fundos. Já com  o primeiro-companheiro é diferente. Ele ri, faz gozação e dá de ombros, mesmo reconhecendo a culpa.  Está debochando da decisão do Judiciário e, pelo jeito, continuará levando Dilma Rousseff a tiracolo, pedindo votos para a  candidata. 

Na mesma oportunidade, o presidente comentou que nem vento bate nas costas de político sem mandato, referindo-se à sua situação, depois de 31 de dezembro. Negativo. Se Dilma for eleita, ele funcionará como oráculo ostensivo. Se perder, assumirá a chefia da oposição.

 
 

QUEM SAI E QUEM FICA?

 

Marcada para quarta-feira a solenidade de demissão coletiva dos ministros candidatos às eleições de outubro,    ainda sobram dúvidas sobre o número dos presentes. Tem ministros perdendo o sono, sem saber se saem ou se ficam.  Também não estão definidos os nomes de todos os novos  ministros. Tudo indica que o presidente nomeará os secretários-executivos em exercício, com uma ou outra exceção. Resta saber quais.

Os ministros que permanecem mantém acesa a chama da esperança de aproveitamento  no governo Dilma Rousseff, se a candidata for eleita. Há também os que já pensam em cuidar da vida, mas, ao contrário de ex-ministros de outros governos, nenhum deles cogita fundar bancos. Nem mesmo Henrique Meirelles, por sinal um dos que hesita em ficar ou sair do Banco Central.

 
 

O PAC II

 

Será conhecido amanhã o PAC II, com direito a toda pompa e circunstância na festa de sua apresentação. Poderá ser a derradeira  aparição de  Dilma Rousseff como chefe da Casa Civil. Caberá a ela detalhar as novas obras propostas no plano, bem como explicar porque parte do PAC I não se realizou. Vai ser difícil, mas a candidata está aprendendo a fazer da limonada um limão, pela proximidade com o chefe.

A solenidade marcará o inicio do festival de despedidas do presidente Lula, a se estender até 31 de dezembro.

 

ATÉ VOCÊ, SERRA?

 

Causou mal-estar no ninho dos tucanos a crítica de José Serra aos jornais, numa imitação barata do presidente Lula. O governador chamou  a mídia de leviana, acentuando que nenhum dos dois grandes matutinos de São Paulo escapava.  Referiu-se, é evidente, ao “Estadão” e à “Folha”, sem perceber estar arremessando  “fogo amigo” contra os jornais que não escondem a simpatia por sua candidatura. 

Como no caso do primeiro-companheiro, Serra acusou a imprensa por registrar a inauguração de obras inacabadas. Fica difícil concordar com os dois, porque as imagens falam mais do que as palavras. Se o presidente inaugura conjuntos residenciais  semi-prontos, sem pintura nem ladrilhos, o governador entrega à população centros de saúde sem  os equipamentos necessários ao seu  funcionamento. De quem é a culpa?  Como sempre, dos meios de comunicação… Fonte: ClaudioHumberto

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>A salvo da lei

Posted on fevereiro 1, 2010. Filed under: Casa Civil, Câmara dos Deputados, Dilma Rousseff, Justiça Eleitoral., Lula, Michel Temer, Orçamento, PAC, paraiso, presidente Lula, TSE, Twitter |

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“O presidente Lula é hoje uma das maiores lideranças mundiais, para não dizer a maior. E vamos fazer mais”. (Dilma)

No último sábado, no interior de São Paulo, durante cerimônia pública de autorização de obras do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, os olhinhos da ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, brilharam quando Michel Temer (PMDB), presidente da Câmara dos Deputados, disse que ela está habilitada a “levar os brasileiros para o paraíso”.

Dilma comentou na hora: “Acho que qualquer pessoa, principalmente alguém que integra o governo Lula, pode ser escolhido. Mas concordo em gênero e número com o deputado Michel Temer, e gostaria muito de levar os brasileiros ao paraíso. Acho uma das maiores e melhores ambições que alguém pode ter”.

Se lhe parece que Dilma se referiu à sua própria candidatura, então saiba que ela transgrediu a lei. No exercício de cargo público, durante cerimônia custeada com dinheiro público, Dilma fez propaganda indireta de sua ambição. A lei estabelece o dia 5 de julho como o do início oficial da propaganda eleitoral. Sinto muito, gente, é a lei.

Pois o que vale para Deda Amorim deveria valer para Dilma e todo mundo. Ex-prefeito de Rodrigues Alves, no Acre, Deda foi condenado na semana passada pelo Tribunal Regional Eleitoral a pagar multa de R$ 5 mil por ter feito propaganda antes da hora. Deda valeu-se do seu twitter para dizer que será candidato a deputado. Apenas isso.

Também na semana passada, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia condenou o ministro Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional, e o PMDB a pagarem uma multa de R$ 25 mil pelo mesmo crime cometido por Deda. Um jornal do partido defendera a candidatura de Geddel ao governo da Bahia. Foi o que bastou.

Pelo rigor, tornou-se célebre uma decisão tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em junho de 2005. Por quatro votos contra três, o TSE cassou os mandatos de Idomar Antônio Aquilla e Paulo Cláudio Dolovitsch, respectivamente prefeito e vice-prefeito do município gaúcho de Ajuricaba, reeleitos um ano antes. Por quê?

Ora… Um funcionário da prefeitura, representando os dois, compareceu a reuniões para o sorteio do horário de propaganda eleitoral no rádio. O mesmo funcionário foi flagrado depois checando o resultado da apuração dos votos. E ficou comprovado o uso do fax da prefeitura para o repasse a um juiz de números de uma pesquisa de intenção de voto.

Um dia antes de Dilma admitir que “gostaria muito de levar os brasileiros ao paraíso”, Lula inaugurou a nova sede do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de São Paulo. E ali, ao lado de Dilma, fez o que mais tem feito com indisfarçável prazer desde o início do ano passado – agrediu a lei eleitoral.

“Eu penso que a cara do Brasil vai mudar muito e quem vier depois de mim, eu por questões legais não posso dizer quem é, espero que vocês adivinhem, vai encontrar um programa pronto, com dinheiro no Orçamento”, afirmou Lula. Que não satisfeito em desprezar a lei, agora debocha, escarnece dela. E por tabela, dos que deveriam aplicá-la.

Em maio do ano passado, em visita ao Complexo do Alemão, Lula ouviu a platéia ensaiada gritar o nome de Dilma para presidente. Respondeu com o cinismo habitual: “O Lula não falou em campanha. Vocês é que se meteram a cantar, a gritar o nome aí… Espero que a profecia que diz que a voz do povo é a voz de Deus esteja correta”.

Há pouco, em visita a Minas Gerais, Lula repetiu o mesmo truque: “Vocês ficam gritando o nome da Dilma. Se a Justiça achar que isto aqui é propaganda, cada um de vocês vai ser responsável por colocar um advogado para defendê-la, porque ela só pode falar em política depois do dia 3 de abril quando deixar o governo”.

A Justiça Eleitoral engole tudo calada porque lhe falta coragem para enquadrar um presidente com 80% de aprovação popular. De resto, há ministros que não disfarçam sua torcida pela eleição de Dilma. Um deles deve sua indicação para o cargo não a Lula – mas a dona Marisa.

e-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br – BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Eleições 2010: Lula diz que disputa será "nós contra eles"

Posted on outubro 16, 2009. Filed under: Dilma, eleições 2010, Justiça Eleitoral., Lula |

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UOL
No segundo dia da Caravana do São Francisco, Lula continuou injetando política num evento pseudoadministrativo.


Defendeu uma candidatura oficial única, de porteira fechada. Todos com Dilma Rousseff, sem defecções.


“Gostaríamos que tivesse só um candidato [governista]”, disse Lula. Por quê? Para poduzir “uma eleição plebiscitária”.


De um lado, Dilma, a continuadora de sua obra. Do outro, um rival tucano, que Lula enxerga como volta ao passado.


“Nós contra eles”, afirmou Lula. “Pão, pão pão, queijo queijo. Se isso não for possível, paciência”.

Noves fora Marina Silva, que vai às urnas como presidenciável do governista PV, também Ciro Gomes, o candidato multiuso do PSB, desafia os planos de Lula.


Quanto a Ciro, o presidente não se deu por vencido. Soou como se ainda ruminasse a idpeia de empurrar o aliado para a refrega de São Paulo.


“Vocês não perceberam que o Ciro e Dilma estão sempre juntos? […] Tem seis meses para maturar. Muita coisa vai acontecer. Aí vamos anunciar o candidato”.


Antecipando-se ao plebiscito, Lula ‘Nós’ da Silva fustigou José ‘Eles’ Serra. Na véspera, o presidenciável tucano fizera reparos às obras do São Francisco.


Lula fez graça: “Eu não sabia que o Serra tinha preocupação com o Nordeste, mas se tem perto das eleições, é bom sinal…”


“[…] O Serra que fique esperto para ver o que vamos inaugurar de irrigação no Nordeste nesses próximos meses, projetos parados por anos e não por nossa culpa”.


Em São Paulo, Serra foi à tréplica: “Não fiz nenhuma crítica. Disse que pararam as obras de irrigação…”


“…Se ajudar a ter um metro a mais de irrigação, vou ficar feliz. Se o que disse aumentar a irrigação, vou ficar contentíssimo”.


De resto, Lula reincidiu numa prática que já se tornou rotineira. Pôs-se a desancar o TCU. Atribui ao tribunal de contas os atrasos no cronograma das obras.


“Muitas vezes, o TCU diz que tem indícios de sobrepreço, e aí para, aí você tem que fazer todo um processo […]”.


Fazer obras no Brasil de hoje tornou-se, no dizer de Lula, “muito difícil”. O mais difícil ele não mencionou: o convívio do contribuinte com as malfeitorias.


Preferiu realçar que verbas não faltam. “Não existe nenhuma obra parada no Brasil por falta de dinheiro…”


“…Se tem alguma obra parada, é alguma coisa ou da Justiça ou de briga entre empresários ou do Tribunal de Contas. Porque falta de dinheiro não existe”.


Incomodada como o cheiro de campanha que exala da pa©aravana de Lula, a oposição decidiu encaminhar ao Planalto um pedido de informações.


O tucanato quer saber quanto custou a viagem de três dias. Cogita representar contra Lula e Dilma na Justiça Eleitoral.

Fonte: Escrito por Josias de Souza

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