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>Egito, a revolução sem líderes

Posted on fevereiro 17, 2011. Filed under: líderes |

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Por Arnaldo Jabor

Estou no Egito – 1995. Arrasto-me por dentro de um túnel estreito, em direção ao remoto fundo da pirâmide, o túmulo de Quefrem. São 50 metros a percorrer neste buraco de tatu milenar. Um mendigo rasteja atrás de mim gemendo “batkisk, batkish!” – que quer dizer “esmola”. Sou tomado pelo pânico da morte, mas não tenho volta. Há que se rojar na pedra suja até a cripta do faraó, com o coração disparado, o suor frio na alma, o terror de não ter escape a não ser cair no túmulo do rei, lugar onde a morte se abrigou há 4 mil anos. O mendigo me implorava ajuda até quando chegamos á cripta vazia: “Batkish”! Eu e o mendigo me olhando no buraco do fim. Ele rosnava uns lamentos melódicos e eu pensei que fosse enlouquecer, mas fui salvo por uns americanos que chegaram bufando do túnel.
A sensação de pequenez, de insignificância, era letal, debaixo de milhões de toneladas de pedras amontoadas.
Eu me sentia uma metáfora da vida de hoje, arrastando-me para longe da miséria, em busca de uma revelação frustrada na tumba e na vida – não havia luz no fim do túnel.
Voltei de quatro como um verme para o deserto e minha angústia aumentou quando saí ao sol e vi (juro que é verdade) um pobre cameleiro de camisola suja e com um boné do Banco do Brasil na cabeça, que me sorriu: “Brasil? Bebeto e Romário”.
O irreal me tomou de vez, quase desmaiei entre camelos, na vertigem de fatos simultâneos, tudo ao mesmo tempo sem linearidade, sem continuidade: Bebeto, Romário, Quefrem e a Esfinge me olhando. Não havia tesouros ou resposta e me senti como o mendigo, pedindo a esmola de algum Sentido.
Em torno das pirâmides, vivi o Egito bem antes do Onze de Setembro, antes da Internet e redes sociais. Eu vi o Egito como o grande museu de uma paralítica sociedade, as casas do Cairo com o lixo no teto, os gritos dos “muezzins” nas mesquitas, os rostos da miséria, a zona geral do país sem rumo sob a ditadura; eu vi a espantosa civilização de milênios no Vale dos Reis, seis meses antes de um grupo terrorista degolar 60 turistas alemães em frente à casa da faraó-mulher Hatshepsut, onde estive. Eu fui ao templo de Ramsés II em Abu Simbel, e vi sua mulher Nefertari num baixo-relevo rendado e vi que era a Naomi Campbell, uma núbia negra, deslumbrante e tudo começou a pesar na minha cabeça, tudo misturado, a manequim de 4.000 anos, o milênio junto com a modernidade, e tudo pesou como uma pedra que cresce e me lembrei do conto de Camus com esse nome, “A Pedra que Cresce”, no Brasil, Iguapé, onde se passa o relato misterioso de uma situação absurda e reveladora.
Revolução online – Foi aí que, neste exato momento do texto que lês, caro leitor, chegou-me a notícia de que o Mubarak tinha renunciado. E dos milênios a.C. pulei para 2011.
Na TV, milhões de pessoas celebram o feito extraordinário: um povo sem líderes fez uma revolução sozinho e, sem Lenins ou Guevaras, mudou a historia de 6 mil anos.
Há muito tempo esperamos uma boa noticia, alguma imagem de vitória, neste mundo empacado em impasses, no Oriente, na crise financeira na América e Europa, na falta de solução para o terror. E, de repente essa notícia gloriosa diante de mim. Creio que a visão de uma revolução ao vivo, online, vai influir muito alem do Oriente Médio; talvez chegue até aqui perto, para temor de tiranetes vagabundos como Chávez ou guerreiros gagás como Fidel.
Volto a dizer: no Egito e Tunísia, o “novo” foi uma vitória sem lideres. A revolta e a luta vieram de dentro dos corpos, insuflado por um grande Ser sem nome, que vive e respira dentro das redes sociais, na internet – a sociedade não está mais sozinha, há um link entre os cidadãos do mundo.
A tecnociência nos trouxe, sem querer, uma porosidade política que vai estreitar o abismo entre o Estado e a Sociedade. O Poder não deterá o mesmo “poder” de antes. Não mais a “democracia” de invasão que os USA tentaram impor ao Iraque e Afeganistão.
Claro que já começam as questões: quem vai organizar o regime, será que os islamitas vão dominar o processo? Ninguém sabe, como ninguém sabia também que isso aconteceria no Egito e Tunísia.
E este é um desafio mais profundo: a mutante e veloz aprendizagem das massas, a multiplicação infinita dos desejos sociais e individuais. Já percebemos que, diante desta novidade, só dispomos de fórmulas políticas lentas, que não sabem acolher as rapidíssimas mutações. Essa mistura de demandas e de fatos novos esbarram no arcaísmo de instituições analógicas para populações da era digital.
Comparem a leveza eufórica dos revoltosos com a resistência do atraso nos Estados Unidos, do ódio careta dos republicanos que querem impedir ferozmente que Obama reforme a Saúde, combata o desemprego, e diminua impostos para os pobres.
Vejam a obtusidade dos escravos de Hugo Chávez, ou a bovina sujeição de pobres diabos a senhores feudais, no grande “maranhão” que querem para o Brasil.
Quando as informações circularem mais e mais na cabeça dos povos, vai ficar difícil a impunidade eterna dos canalhas.
A tecnociência cria novas formas de liberdade social.
Enquanto filósofos puros quebram a cabeça para evitar a “des-humanização” da vida, enquanto procuram um nexo racional de salvação, pode ser que respostas inesperadas sejam “pensadas” sozinhas nos trilhões de sinapses dos computadores.
Pode até acontecer que esta explosão de liberdade árabe, esta festa na velocidade da luz provoque conflitos até mais duros, com Israel por exemplo; mas, mesmo assim, a verdade será bem-vinda, porque é melhor a roda da Historia girando, do que esta época encalacrada em que vivemos.
Democracia empurrada pela garganta dos países árabes ou a aliança de paz espúria com ditadores vão agonizar e morrer. Mesmo que haja desgraças e catástrofes políticas, creio que a verdade da tragédia é melhor que a continuação desta ópera bufa. Fonte: A Gazeta
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>Parceria vai fomentar formação de líderes empresariais em Mato Grosso

Posted on junho 2, 2010. Filed under: Educação, Facmat, Fecomércio, gestores, líderes, Liderança, Mato Grosso, vestibular |

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Convênio firmado entre a Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (Facmat) e a Faculdade Aiec (Associação Internacional de Educação Continuada) vai propiciar a qualificação de empresários mato-grossenses. A parceria visa formar líderes. A previsão é que cerca de 5 mil gestores sejam capacitados em um primeiro momento com a divulgação do curso nas 66 associações em Mato Grosso e cerca de 10 mil empresas associadas nos próximos 3 anos. A Aiec é uma instituição especializada na formação de administradores de empresas à distância.
As aulas são oferecidas via Internet e uma vez por mês os alunos se encontram para avaliações e atividades presenciais. Por enquanto Cuiabá será a única sede do núcleo estadual. O diretor da Facmat, Jonas Alvez de Souza, explica que outros núcleos regionais devem surgir ao passo que surgirem as necessidades. Para o presidente licenciado da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Pedro Nadaf, este é um modo de qualificar os empresários de uma região que cresce no ritmo dos Tigres Asiáticos.
O presidente da Aiec, Vicente Nogueira Filho, ressalta que o curso vem atender uma demanda reprimida e evitar que aconteça no Estado o que acontece no país como um todo. “No Brasil, conforme os grupos vão expandindo a atuação, os empresários são importados de outros países porque não há mão-de-obra qualificada local. Temos poucos centros de qualificação de diretores”. Os associados da Facmat podem fazer o vestibular no dia 18 julho e receberão 5% de desconto na mensalidade. Alves explica que as expectativas no momento estão projetadas sobre as turmas que irão se formar ao longo do tempo.Fonte: A Gazeta
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>Câmara aprova fim do "fator previdenciário" e aumento de 7,7% aos aposentados

Posted on maio 5, 2010. Filed under: aposentadoria, DEM, fator previdenciário, líderes, PPS, PSDB, PSOL, Responsabilidade Fiscal |

>Em menos de duas horas, no dia em que a Lei de Responsabilidade Fiscal completou dez anos, o Planalto sofreu duas derrotas que, segundo cálculos dos técnicos do Câmara, criam uma despesa adicional de R$ 5,6 bilhões a partir do ano que vem ? R$ 1,8 bilhão já terão de ser gastos neste ano.

O governo foi derrotado ontem na votação da MP de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo ? os deputados aprovaram um índice de 7,7% ? e o fim do fator previdenciário a partir de 1.º de janeiro do próximo ano.

De forte apelo popular em ano eleitoral, os deputados preferiram transferir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o desgaste político com o vetar das propostas. A MP ainda será votada no Senado, onde os líderes da base já anunciaram apoio aos 7,7%. “Foi a noite da irresponsabilidade fiscal”, reagiu o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP).

Os 7,7% de reajuste aprovados ontem à noite, retroativos a 1.º de janeiro deste ano, em vez da proposta negociada na semana passada, de 7%, são a soma da inflação passada e 80% da variação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2008. A MP assinada pelo presidente Lula, em vigor desde o início deste ano, fixou 6,14%, resultado da recomposição da inflação mais 50% do crescimento do PIB.

O governo alega não ter condições para pagar aos aposentados mais que os 7%. Esse índice representa cerca de R$ 1,1 bilhão a mais do que será gasto com os 6,14%. Para pagar os 7,7%, serão mais R$ 700 milhões.

Bancadas liberadas. Na votação de ontem, a oposição tentou aprovar 8,7%, mas foi derrotada pelos governistas. Discursaram a favor do índice apenas o DEM, o PSDB, o PPS e o PSOL. Nessa votação, o placar registrou 193 votos contrários e 166 votos a favor, com uma abstenção.

O impacto do fim do fator previdenciário nos cofres públicos é estimado em R$ 3,8 bilhões em 2011, segundo estudo dos técnicos que acompanham o assunto na Câmara. O fator é usado para calcular o valor das aposentadorias levando em conta a alíquota de contribuição, o tempo de contribuição, a idade e a expectativa de vida do trabalhador.

O mecanismo do fator previdenciário foi aprovado no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) para desestimular aposentadorias precoces e beneficiar trabalhadores que se mantivessem no mercado de trabalho. Até mesmo o PSDB, partido do ex-presidente, liberou a bancada para que os deputados votassem como quisessem. O placar registrou 323 votos a favor, 80 contra e duas abstenções.

A emenda aprovada foi apresentada pelo líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC). “Representa a volta do cálculo justo, uma vez que os aposentados vinham sofrendo um achatamento do poder de compra por causa da corrosão inflacionária”, justificou Coruja.

Na votação que resultou no reajuste de 7,7% para as aposentadorias, nem mesmo o PT ficou unido na defesa do parecer do relator, Cândido Vaccarezza, que previa os 7%. O PT liberou os deputados da bancada. Todos os demais partidos, de oposição e governistas, encaminharam o voto a favor da proposta de 7,7%, apresentada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), e defendida pela própria base. Com a evidente vitória da proposta, a votação foi simbólica, sem o registro dos votos no painel eletrônico, poupando os petistas fiéis ao governo, que votariam contra, de terem seus nomes expostos.

Líder derrotado. A votação de ontem foi mais uma derrota do líder do governo. Desde o fim de fevereiro, Vaccarezza perdeu votações importantes na Câmara. Contrariando o governo, os deputados da base incluíram o uso do dinheiro do Fundo Social para recompor o valor de aposentadorias no projeto do marco regulatório de exploração do pré-sal e a distribuição dos royalties entre todos os Estados.

Os líderes da base argumentaram que não podiam votar um índice menor do que o acertado pelos senadores, de 7,7%, porque seria um grande desgaste político com os aposentados em ano eleitoral. Os deputados temem que o Senado apareça como responsável por um aumento mais generoso para os aposentados do que a Câmara. Fonte: Estadão

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>Revista "Time" elege Lula um dos líderes mais influentes do mundo

Posted on abril 29, 2010. Filed under: Barack Obama, Bolsa-Família, Fome Zero, influentes, líderes, Lula, Revista Time |

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  • Em perfil assinado por Michael Moore, a história de vida de Lula é ressaltada; cineasta<br>chama o presidente brasileiro de verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina Em perfil assinado por Michael Moore, a história de vida de Lula é ressaltada; cineasta
    chama o presidente brasileiro de “verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina”


    • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito nesta quinta-feira (29) pela revista americana “Time” um dos líderes mais influentes do mundo. Lula aparece na lista com 25 nomes ao lado de J.T Wang, presidente da empresa de computadores pessoais Acer, o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o presidente americano Barack Obama e Ron Bloom, assessor sênior do secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Essa é a segunda vez que o brasileiro aparece em uma lista da publicação. A primeira foi em 2004.

      Em um primeiro momento, a revista divulgou a lista das personalidades mais influentes sem indicar os critérios de classificação. No site, o presidente brasileiro aparece na primeira colocação da lista de “líderes”, ao lado do número 1. O UOL Notícias entrou em contato com o departamento de Relações Públicas da revista, que esclareceu que a lista das pessoas mais influentes do mundo não é elaborada em forma de ranking. Segundo a assessoria, “a Time não faz distinção no nível de influência das 100 pessoas que aparecem na lista.”

      No perfil escrito pelo cineasta Michael Moore, o programa Fome Zero (praticamente substituído pelo Bolsa Família) é citado como destaque no governo do PT como uma das conquistas para levar o Brasil ao “primeiro mundo”. A história de vida de Lula também é ressaltada por Moore, que chama o presidente brasileiro de “verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina”.

      A revista relembra que Lula decidiu entrar para a política quando, aos 25 anos, perdeu sua primeira esposa Maria, grávida de oito meses, pelo fato de os dois não terem acesso a um plano de saúde decente. Ironizando, Moore dá um recado aos bilionários do mundo: “Deixem os povos terem bons cuidados com a saúde, e eles causarão muito menos problemas para vocês”.

      Moore afirma que quando os brasileiros elegeram Lula pela primeira vez em 2002, os “barões do roubo”, que transformaram o país em um dos locais mais desiguais do planeta, nervosamente verificaram os medidores de combustível de seus jatos particulares.

      Entre os líderes em destaque também estão a ex- governadora do Alasca e ex-candidata republicana à Vice-Presidência dos EUA, Sarah Palin; o diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn; os primeiros-ministros japonês e palestino, respectivamente Yukio Hatoyama e Salam Fayyad, e o chefe do Governo da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

      A lista mostra os 100 nomes de pessoas mais influentes do mundo em diversas áreas –líderes da esfera pública e privada, heróis, artistas, pensadores, entre outros.

      Outras posições de destaque
      Lula apareceu no ranking da “Time” pela primeira vez em 2004, dois anos depois de ser eleito pela primeira vez à Presidência. Na ocasião, Lula ganhou destaque pela posição na reunião da OMC (Organização Mundial do Comércio) no México, em setembro passado, quando liderou uma coalizão de nações em desenvolvimento que se recusaram a negociar novas regras de investimento estrangeiro até que os EUA e a União Europeia prometessem o fim dos subsídios agrícolas à exportação.

      O perfil do presidente em 2004 afirmava que “ao contrário dos radicais contra a globalização, Lula, 58, insiste que não quer destruir a nova ordem mundial. Ele só quer que funcione de forma mais justa.” O texto lembrava também os escândalos de corrupção que caíram sob seu governo, mas ressaltava que, apesar de alegações, ele havia se tornado porta-voz do novo mundo em desenvolvimento.

      Líderes mais influentes do mundo:

      Luiz Inácio Lula da Silva
      J.T. Wang
      Almirante Mike Mullen
      Barack Obama
      Ron Bloom
      Yukio Hatoyama
      Dominique Strauss-Kahn
      Nancy Pelosi
      Sarah Palin
      Salam Fayyad
      Jon Kyl
      Glenn Beck
      Annise Parker
      Tidjane Thiam
      Jenny Beth Martin
      Christine Lagarde
      Recep Tayyip Erdogan
      General Stanley McChrystal
      Manmohan Singh
      Bo Xilai
      Mark Carney
      Irmã Carol Keehan
      Xeque Khalifa bin Zayed al-Nahyan
      Robin Li
      Scott Brown

      Ano passado, Lula ganhou destaque internacional quando foi eleito personagem do ano pelo jornal espanhol El País e pelo francês Le Monde.

      Mais categorias
      O ex-presidente americano Bill Clinton aparece em destaque na categoria dos “heróis” pelo trabalho realizado no Haiti depois do terremoto de 12 de janeiro por meio da ONU (Organização das Nações Unidas). Segundo seu perfil, escrito pelo cantor Bono Vox, da banda irlandesa U2, “sem ele, o universo não seria tão amigável para os seres humanos.”
      Ao lado de Clinton aparecem: a sul-coreana Kim Yu-na, que conseguiu o primeiro ouro em patinação artística para seu país em Vancouver; o opositor iraniano Mir Hussein Musavi, e o ator Ben Stiller por seu trabalho na reconstrução de escolas no Haiti.

      A cantora Lady Gaga aparece na categoria “artistas” e recebe elogios da colega Cyndi Lauper, que mostra sua admiração pelo trabalho da nova-iorquina de 24 anos. Lauper destaca que “a arte de Lady Gaga capta o período em que estamos agora” e rasga elogios à postura polêmica de Gaga: “ela mesma é a arte. Ela é a escultura.”

      Além disso também aparecem a cantora Taylor Swift, os atores Ashton Kutcher e Neil Patrick Harris, assim como o produtor e popular juiz do programa de talentos “American Idol”, Simon Cowell.

      Outros que estão na lista artística são: o humorista Conan O”Brien, que abandonou seu programa na rede de televisão americana “NBC”; a cineasta Kathryn Bigelow, primeira mulher a ganhar o Oscar de melhor direção por seu filme “Guerra ao Terror” e a apresentadora Oprah Winfrey.

      Ex-governador do Paraná aparece em lista
      Na lista dos “pensadores”, o urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, aparece em destaque por seu “maravilhoso legado de sustentabilidade urbana”, destacado pelo prefeito de Vancouver.

      A revista “Time” também inclui uma análise de quem de sua lista são os mais influentes na internet, através de uma análise do número de seguidores e de conexões que essas pessoas acumulam nas redes sociais Facebook e Twitter. Fonte: Notícias UOL

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