Lina Vieira

>Agenda de Lina Vieira que registra reunião com Dilma aparece

Posted on outubro 17, 2009. Filed under: Agenda, Dilma Rousseff, Lina Vieira, Palácio do Planalto, Receita Federal |

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Foi em 9 de outubro do ano passado

Agenda da ex-secretária da Receita Federal registra o dia em que ela se reuniu com Dilma para tratar de uma investigação contra a família Sarney

HISTÓRIAS DIFERENTES
Lina Vieira anotou em sua agenda pessoal a data e o assunto da reunião no Palácio do Planalto, que a ministra Dilma Rousseff (à dir.) nega ter existido

Em agosto passado, primeiro numa entrevista e depois em depoimento no Congresso, a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira acusou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, de tê-la convocado para uma reunião no Palácio do Planalto. Na conversa, a ministra teria pedido que Lina interferisse no andamento de uma investigação tributária que incomodava a família do presidente do Senado, José Sarney. Se comprovado, o encontro criaria sérios constrangimentos legais à ministra, pré-candidata do PT à Presidência da República. Dilma, porém, sempre negou com veemência a existência da reunião. A ex-secretária, por sua vez, nunca apresentou provas convincentes, além do próprio testemunho, de que a conversa realmente existira. O dia? Lina não se lembrava. O mês? Lina dizia que fora próximo ao fim de 2008, talvez em dezembro. Quando questionada sobre a imprecisão, justificava afirmando que todos os detalhes estavam registrados em sua agenda pessoal. E a agenda? Perdida em meio a uma infinidade de documentos empilhados quando de sua mudança de Brasília para Natal, onde mora. Dois meses após deixar todas essas perguntas no ar, a agenda que pode ajudar a aclarar o caso finalmente apareceu – e, segundo Lina, mostra o dia, a hora e o assunto tratado no encontro com a ministra-chefe da Casa Civil.

A ex-secretária da Receita fez uma anotação a mão em 9 de outubro de 2008, logo em seguida à reunião com Dilma. Ela escreveu: “Dar retorno à ministra sobre família Sarney”. De acordo com um amigo de Lina, a quem ela confidenciou ter achado a agenda, bem como detalhes ainda não revelados sobre o encontro, a reunião ocorreu pela manhã, próximo ao horário do almoço, fora da relação de compromissos oficiais da ministra. Convocada às pressas para a reunião, a ex-secretária conta que chegou a desmarcar o bilhete de um voo entre Brasília e São Paulo, emitido para o início da tarde de 9 de outubro, por causa da convocação inesperada. A passagem foi reemitida para as 19h30, quando Lina embarcou com destino a São Paulo. A ex-secretária também está de posse de outro documento que, acredita, pode esclarecer quem está falando a verdade. Trata-se de um CD-ROM com todas as mensagens eletrônicas trocadas entre ela e seus assessores durante os onze meses em que comandou a Receita Federal. Procurada por VEJA em Natal, Lina disse que a polêmica com Dilma produziu grandes transtornos a ela e sua família e que, por isso, não gostaria mais de se manifestar sobre o caso. “Agora eu só falo sobre esse assunto ao Ministério Público, caso seja convocada”, afirmou.

COMPANHEIROS
Franklin Martins e o senador José Sarney: o ministro diz que é mentira a versão de que o governo tentou ajudar a família do senador na Receita

A descoberta da agenda de Lina acontece em um momento especial para a ministra Dilma Rousseff, que, com a saúde recuperada, volta a empinar sua candidatura à Presidência. Apesar de ainda patinar nas pesquisas, a ministra tem conseguido apoios importantes, resultado de sua dupla jornada como ministra e candidata à sucessão de Lula. Nos últimos dez dias, sempre fora de seu expediente como ministra, Dilma, a candidata, abraçou Jader Barbalho no Pará, discursou numa conferência do PCdoB na Bahia, seduziu PDT e PR em jantares individuais em Brasília e fez as últimas costuras em torno do anúncio, previsto para esta semana, no qual o PMDB vai declarar a intenção de apoiar sua candidatura à sucessão do presidente Lula. A candidata ainda arrumou tempo para ser homenageada em um culto evangélico em São Paulo e, quatro dias depois, tomar um banho de “axé” numa igreja da Bahia. A agenda de Dilma, a candidata, está cada vez mais parecida com a agenda de Dilma, a ministra. Na semana passada, ao acompanhar o presidente Lula em uma visita de três dias a Pernambuco, a ministra dormiu em um barracão, fez discursos exaltados e chegou a participar de “inauguração” até de auditório de canteiro de obra. A obra, a transposição do Rio São Francisco, teve apenas 15% de sua totalidade executada até agora. Ainda que a ministra não seja oficialmente candidata, a estrutura de sua campanha impressiona. Dilma já tem marqueteiro (João Santana, o mesmo de Lula), dois coordenadores de campanha (o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel) e um guru para a internet com fama internacional (Ben Self, uma das estrelas da campanha que ajudou a eleger Barack Obama presidente dos Estados Unidos em 2008). O estrategista informal é Fran-klin Martins, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação.

O registro feito pela ex-secretária em sua agenda pessoal não é, obviamente, prova irrefutável de que a reunião realmente ocorreu e, consequentemente, de que Dilma não disse a verdade. Mas sua existência é um avanço considerável, sobretudo quando analisado em conjunto com informações já conhecidas. Na ocasião da denúncia, Lina chegou a ser desafiada por Franklin Martins, que a chamou de mentirosa. Em agosto passado, o senador Romero Jucá, um dos principais defensores do governo no Congresso, divulgou um relatório com as entradas oficiais de Lina no Palácio do Planalto. De acordo com Jucá, a ex-secretária esteve no Planalto quatro vezes – em outubro de 2008 e nos meses de janeiro, fevereiro e maio de 2009. O único ingresso registrado no ano passado, portanto, ocorreu em 9 de outubro, às 10h13. Lina, segundo os registros oficiais, deixou o Planalto às 11h29 do mesmo dia. Na época, interessava ao governo divulgar a informação porque, embora afirmasse não lembrar com exatidão a data do encontro, Lina dizia que a reunião teria ocorrido no fim do ano, provavelmente em dezembro. A falta de registro de um ingresso de Lina naquele mês, portanto, seria um indício de que a ex-secretária mentia ao confirmar o encontro com a ministra. Agora, com o surgimento da agenda, e da anotação de que o encontro com Dilma ocorreu no mesmo dia 9 de outubro, a tentativa de desmentir a ex-secretária pode acabar confirmando sua versão.

Fonte: Veja

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>Lina rompe silêncio e fala sobre as exonerações e demissões na Receita Federal

Posted on agosto 26, 2009. Filed under: demissões, exonerações, Lina Vieira, Receita Federal |

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A ex-secretária de Receita Lina Vieira divulgou na noite desta terça-feira uma nota em que chama a exoneração de dirigentes da Receita de “perigoso recuo”. Nesta semana, cinco servidores ligados a ex-secretária foram exonerados pelo atual chefe da Receita, Otacílio Cartaxo, e outros 12 pediram para deixar os cargos em retaliação ao que eles alegam ser uma mudança de rumo na Receita.

“Esses colegas são pessoas sérias, de competência inquestionável, cujo único pecado foi o compromisso com um projeto de uma Receita Federal independente e focada nos grandes contribuintes”, escreve Lina.

“As instituições de Estado somente poderão exercer o seu papel constitucional se compostas por servidores que primem pela ética no serviço público, imunes a influências políticas de partidos ou de governos. Os governos passam, o Estado fica e, com ele, os servidores públicos.”

É a primeira vez que a ex-secretária se manifesta depois de ter confirmado no Senado que se encontrou com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), no final do ano passado, quando teria lhe sido pedido para que agilizasse a fiscalização em empresas da família do senador José Sarney (PMDB-AP). Dilma nega o encontro e a conversa.

Entre os que foram exonerados está Iraneth Weiller, que era chefe de gabinete de Lina e do atual secretário. Ela confirmou à Folha a versão da ex-secretária.

Leia a íntegra da nota:

“Nota à imprensa

As duas demissões e os doze pedidos de exonerações dos servidores que integraram a minha equipe, durante o período em que estive à frente da Receita Federal do Brasil, representam um perigoso recuo no processo de fortalecimento das Instituições de Estado do Brasil.

As instituições de Estado –como é caso da Receita Federal– somente poderão exercer o seu papel constitucional, se compostas por servidores que primem pela ética no serviço público, imunes a influências políticas de partidos ou de governos. Os governos passam, o Estado fica e, com ele, os servidores públicos.

Esses colegas são pessoas sérias, de competência inquestionável, cujo único pecado foi o compromisso com um projeto de uma Receita Federal independente e focada nos grandes contribuintes.

Natal (RN), 25 de agosto de 2009.
Lina Vieira”

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Receita Federal sabe a data da reunião de Dilma e Lina

Posted on agosto 25, 2009. Filed under: Dilma Rousseff, Lina Vieira, Receita Federal |

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A memória pode ter traído a ex-secretária Lina Vieira, mas a Receita Federal sabe exatamente o dia em que ela se reuniu com a ministra Dilma Rousseff. Sabe, mas esconde a prova. É que, ao retornar do encontro, Lina consultou a situação dos processos envolvendo um dos filhos do senador José Sarney. Todos os ingressos nos sistemas da Receita ficam registrados, com nome do usuário, dia e hora do acesso.

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>Lina não entende porque a ministra Dilma nega encontro e aceita acareação

Posted on agosto 18, 2009. Filed under: CPI da Petrobras, Defensoria Pública, Justiça, Lina Vieira |

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Lina Vieira confirma encontro com Dilma, mas diz que não há registro em sua agenda

A ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira disse nesta terça-feira que aceita participar de acareação com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) no Senado para esclarecer o encontro que tiveram no ano passado –quando Dilma teria lhe pedido para agilizar as investigações sobre familiares do senador José Sarney (PMDB-AP).

Em depoimento à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Lina Vieira disse que está disposta a sentar lado a lado da ministra para apresentar sua versão dos fatos. “Estou disposta a qualquer coisa que possa ajudar a esclarecer [o encontro]”, afirmou.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS), que questionou a ex-secretária sobre a acareação, disse não passar pela sua cabeça que Lina Vieira inventou um encontro com Dilma. “Eu tenho o maior respeito pela senhora. Não passa pela minha cabeça que Vossa Excelência iria inventar uma coisa dessas, não ia ganhar coisa nenhuma. Mas não dá para entender porque a ministra não pode dizer”, afirmou.

Lina Vieira prestou depoimento por mais de três horas à CCJ e confirmou a versão revelada à Folha de que Dilma lhe pediu para agilizar as investigações da Receita sobre a família Sarney. Ao encerrar o depoimento, a ex-secretária disse que fala a verdade e está disposta a provar a sua versão dos fatos –uma vez que o encontro é negado por Dilma.

“Eu não mudo a verdade no grito, nem preciso de agenda para dizer a verdade. A mentira não faz parte da minha biografia”, afirmou.

A ex-secretária classificou o pedido da ministra de “incabível”. “Eu só achei o pedido da ministra incabível porque a Receita trabalha com critérios. Não há necessidade de ninguém pedir nada para a Receita. A Receita é uma instituição de Estado. Não estamos ali para atender governo A, B ou C. Essa é nossa posição. É incabível porque a Receita trabalha com informações impessoais”, afirmou.

Lina disse que, depois que Dilma lhe pediu para agilizar as investigações sobre a família Sarney, retornou à Receita Federal para analisar o processo –mas constatou que a Receita já havia acelerado as investigações a pedido do Poder Judiciário.

“Eu pedi ao meu subsecretário que me desse as informações a respeito das fiscalizações que estavam sendo tocadas pela Receita. Eu não disse a ele o assunto, eu não disse a ninguém o assunto. Depois que eu retornei, eu fui apurar. Pedi um relatório geral de fiscalizações, eu não comentei nenhum tipo de assunto”, afirmou.

A ex-secretária disse que dois servidores da Casa Civil, um homem e uma mulher, a viram entrar no gabinete de Dilma no final do ano passado. “Eu não sou fantasma, eu tomei café, me serviram café. Certamente há registros de que eu estive lá”, afirmou.

Apesar de Dilma negar o encontro, Lina Vieira apresentou detalhes de sua conversa com a ministra.

“Cheguei no quarto andar do palácio, não tinha ninguém me recebendo. Veio a Erenice Guerra [secretária-executiva da Casa Civil], fui para sala onde estavam duas pessoas e ali fiquei aguardando. Eu não perguntei o nome dessas pessoas. Tomei uma água, um café. Não demorou muito. Dali eu saí e fui para a sala da ministra conduzida pela Erenice. Nós conversamos amenidades. Como foi muito rápido, eu não me lembro dos móveis, ela só me fez esse pedido. Foi simpática”, afirmou.

Fonte: Folha de S. Paulo

Senado: oposição continua obstrução

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Os líderes do PSDB, Arthur Virgílio (AM) e do DEM, José Agripino (RN) comunicaram há pouco, no Senado Federal, que seus partidos vão continuar obstruindo as votações em Plenário. Eles explicaram que a obstrução é uma resposta ao contingenciamento, anunciado na semana passada pelo governo, de parte dos recursos orçamentários destinados às emendas coletivas de bancada.

CPI: governo promete arquivar
requerimentos da oposição

Orlando Brito
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Senador Romero Jucá

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O relator da CPI da Petrobras, senador Romero Juca (PMDB-RR), afirmou hoje (18) que a base governista vai rejeitar todos requerimentos da oposição. Segundo ele, a medida será tomada ainda nesta terça onde o governo tem maioria de 8 votos a 3. Ao todo, são 66 requerimentos apresentados pelo PSDB. Os tucanos, entre outras coisas, a convocação da ex-secretaria Lina Vieira e da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Jucá disse que os requerimentos serão rejeitados em retaliação a convocação de Lina Vieira na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Começa reunião da CPI da Petrobras

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Começou por volta de 15h25 desta terça (18) a reunião da CPI da Petrobras que vai ouvir o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Haroldo Lima, e o diretor de gás natural e biocombustíveis da ANP, Vitor de Souza Martins, irmão do ministro Franklin Martins (Propaganda), sobre supostas fraudes no pagamento de royalties e de acordos e indenizações. A reunião abre a segunda fase da investigação do planejamento feito pelo relator e líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR). Há a possibilidade também de votação de requerimento para depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, mas Jucá já avisou que todos os requerimentos da oposição que até agora não foram votados serão rejeitados pela comissão.

Tucanos querem explicações de Dilma

Antonio Cruz/ABr

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A “tropa de choque” tucana: Tasso, Guerra e Virgílio

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O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou na reunião da Comissão de Constituição e Justiça hoje, no Senado, que é preciso aprofundar as investigações sobre o suposto encontro entre a ex-secretária da Receita, Lina Vieira, e a ministra Dilma Rousseff. “A ministra Dilma, nos últimos meses, foi acusada constantemente por faltar a verdade. Acho que ela deveria prestar esclarecimento à CCJ”, afirmou. No mesmo tom, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), também lembrou do episódio em que o currículo da ministra Dilma no portal Lattes estava incorreto, pois ela não teria titulo de mestre e nem tampouco era doutoranda. Tasso concluiu o discurso criticando a atuação da base governista, afirmando que após o juiz Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, ter “censurado o jornal O Estado de S.Paulo, agora os senadores do governo tentam impedir que o Senado ouça depoimentos importantíssimos”.

Flexa pede ‘gravações’ do Planalto

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Foi rejeitado o requerimento do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) apresentado durante o depoimento da ex-secretaria da Receita Lina Vieira, onde pedia que a CCJ solicite as fitas de gravações da garagem do Palácio do Planalto do mês de dezembro, mês quando Lina afirma ter encontrado Dilma Rousseff. O presidente da comissão no momento, Wellington Salgado (PMDB-MG), disse que negou o requerimento porque usou o mesmo padrão adotado por Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da CCJ, no começo da reunião de hoje. Demóstenes não acolheu os requerimentos de Romero Jucá (PMDB-RR), que tentavam impedir o depoimento de Lina. Flexa Ribeiro avisou então que retornaria seu pedido.

Procuradoria pede cassação de Deda

Roosewelt Pinheiro/Abr
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Governador Marcelo Deda

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A Procuradoria Geral Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral a cassação do governador de Sergipe, Marcelo Deda (PT), e de seu vice, Belivaldo Chagas Silva (PSB), por abuso de poder político e econômico antes da campanha das eleições de 2006. O caso se refere a showmícios que Deda, então prefeito de Aracaju, promoveu para comemorar a inauguração de obras. Em sua defesa, o governador afirmou que os mesmos fatos já teriam sido analisados em outro processo Tribunal Regional Eleitoral, onde já teria sido inocentado. No parecer, a vice-procuradora geral eleitoral, Sandra Cureau, já deixou claro que os processos “são autônomos”.

Fotografia é história
Antes e depois


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Ontem à tarde o clima seco castigou o cerrado de Brasília. Vários focos de incêndio surgiram, queimando grandes áreas outrora verdes. Graças à ação dos bombeiros, o fogo foi contido. O serviço de meteorologia ainda não prevê a chegada de chuvas.
Como foiSempre faço fotos do fenômeno das queimadas da vegetação da cidade, muito comum nessa época do ano na região do Centro-Oeste. Mas dessa vez, ao invés de mostrar a ação do fogo dentro da paisagem da capital, concentrei-me no detalhe da impressionante ação das chamas. Aliás, dois. Na primeira imagem, a solitária folha caída sobre a grama ainda com o matiz de verde esmaecido sendo consumida pelo calor. Na segunda, a mesma folha já calcinada e retorcida depois de atingida pelas labaredas. Orlando Brito.

Câmara votará MP dos municípios

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O Plenário da Câmara dos Deputados deve votar nesta semana a Medida Provisória 462/09), que garante o repasse extra de R$ 1 bilhão ao Fundo de Participação dos Municípios. A medida tem o objetivo de recompor perdas geradas pela queda de arrecadação de tributos federais. O texto, editado pelo deputado Sandro Mabel (PR-GO), dispensa de estudos de impacto ambiental para realizar obras nas faixas de domínio de rodovias federais existentes. Aos municípios que se tornaram inadimplentes porque não fizeram a prestação de contas de convênios com a União até 31 de dezembro de 2008, Mabel concede o parcelamento das dívidas relativas a esses convênios em até 120 vezes. As sessões ordinárias do Plenário serão realizadas terça (18), quarta (19) e quinta (20) à tarde.

SUS terá vacina gratuita contra pneumonia, meningite e otite em 2010

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A partir de 2010, o SUS (Sistema Único de Saúde) passará a oferecer de forma gratuita a todas as crianças com até um ano uma vacina contra a bactéria pneumococo, que provoca meningite bacteriana, pneumonia e otite média, além de algumas formas de bronquite e sinusite. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as doenças pneumocócicas são as principais causas de morte de crianças menores de cinco anos que poderiam ser prevenidas com a vacinação. A entidade recomenda que todos os países incluam a vacina contra doenças pneumocócicas nos calendários pediátricos de rotina.

CCJ regulamenta Defensoria Pública

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A regulamentação da autonomia dada à Defensoria Pública é um dos principais pontos que deve ser votado nesta quarta (19) pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Segundo o relator da matéria, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), com as novas medidas, será sanado um dos problemas mais significativos da instituição no Brasil, que é a falta de defensores em cerca de 60% das cidades. De autoria do Poder Executivo, a proposta regulamenta a autonomia funcional, administrativa e orçamentária da Defensoria Pública, estabelece os direitos das pessoas assistidas e cria mecanismos de participação da sociedade civil na administração e na fiscalização da instituição. O projeto pretende adequar a legislação à Reforma do Judiciário.

TRF solta suspeitos de fraudar PAC

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O TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região concedeu habeas corpus libertando 5 dos 11 presos pela Polícia Federal na semana passada sob suspeita de envolvimento em fraudes nas licitações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Cuiabá e Várzea Grande (MT).

CCJ: Justiça teria pedido ‘agilização’

Antonio Cruz/ABr
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A ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, em depoimento na CCJ

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Ao responder pergunta do senador Almeida Lima (PMDB-SE), a ex-secretária da Receita Lina Vieira disse que houve um pedido do Judiciário, registrado nos autos, para agilização e aprofundamento das investigações acerca do contribuinte Fernando Sarney. A ex-secretária também afirmou que existem vários processos envolvendo o nome de Fernando Sarney. Lina explicava não considerava ter prevaricado quando não comunicou ao seu superior o pedido que recebeu da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para “agilizar” as fiscalizações nas empresas de Fernando Sarney. Para a ex-secretária, ela não agiu errado porque não tomou qualquer atitude para atender a solicitação de Dilma, pois, ao chegar da reunião, constatou que o processo corria dentro da normalidade.

Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br
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>Morro de medo de Dilma Rousseff!

Posted on agosto 17, 2009. Filed under: Collor, Dilma Rousseff, eleições 2010, Lina Vieira, Marina Silva, medo, Receita Federal |

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Quem tem medo da doutora Dilma?


Ela personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora

VOU CONFESSAR: morro de medo de Dilma Rousseff. Não tenho muitos medos na vida, além dos clássicos: de barata, rato, cobra. Desses bichos tenho mais medo do que de um leão, um tigre ou um urso, mas de gente não costumo ter medo. Tomara que nunca me aconteça, mas se um dia for assaltada, acho que vai dar para levar um lero com os assaltantes (espero); não me apavora andar de noite sozinha na rua, não tenho medo algum das chamadas “autoridades”, só um pouquinho da polícia, mas não muito.

Mas de Dilma não tenho medo; tenho pavor. Antes de ser candidata, nunca se viu a ministra dar um só sorriso, em nenhuma circunstância.

Depois que começou a correr o Brasil com o presidente, apesar do seu grave problema de saúde, Dilma não para de rir, como se a vida tivesse se tornado um paraíso. Mas essa simpatia tardia não convenceu. Ela é dura mesmo.

Dilma personifica, para mim, aquele pai autoritário de quem os filhos morrem de medo, aquela diretora de escola que, quando se era chamada em seu gabinete, se ia quase fazendo pipi nas calças, de tanto medo. Não existe em Dilma um só traço de meiguice, doçura, ternura.

Ela tem filhos, deve ter gasto todo o seu estoque com eles, e não sobrou nem um pingo para o resto da humanidade. Não estou dizendo que ela seja uma pessoa má, pois não a conheço; mas quando ela levanta a sobrancelha, aponta o dedo e fala, com aquela voz de general da ditadura no quartel, é assustador. E acho muito corajosa a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que está enfrentando a ministra afirmando que as duas tiveram o famoso encontro. Uma diz que sim, a outra diz que não, e não vamos esperar que os atuais funcionários do Palácio do Planalto contrariem o que seus superiores disserem que eles devem dizer. Sempre poderá surgir do nada um motorista ou um caseiro, mas não queria estar na pele da suave Lina Vieira. A voz, o olhar e o dedo de Dilma, e a segurança com que ela vocifera suas verdades, são quase tão apavorantes quanto a voz e o olhar de Collor, quando ele é possuído.

Quando se está dizendo a verdade, ministra, não é preciso gritar; nem gritar nem apontar o dedo para ninguém. Isso só faz quem não está com a razão, é elementar.

Lembro de quando Regina Duarte foi para a televisão dizer que tinha medo de Lula; Regina foi criticada, sofreu com o PT encarnando em cima dela -e quando o PT resolve encarnar, sai de baixo. Não lembro exatamente de que Regina disse que tinha medo -nem se explicitou-, mas de uma maneira geral era medo de um possível governo Lula. Demorei um pouco para entender o quanto Regina tinha razão. Hoje estamos numa situação pior, e da qual vai ser difícil sair, pois o PT ocupou toda a máquina, como as tropas de um país que invade outro. Com Dilma seria igual ou pior, mas Deus é grande.

Minha única esperança, atualmente, é a entrada de Marina Silva na disputa eleitoral, para bagunçar a candidatura dos petistas. Eles não falaram em 20 anos? Então ainda faltam 13, ninguém merece.

Seja bem-vinda, Marina. Tem muito petista arrependido para votar em você e impedir que a mestra em doutorado, Dilma Rousseff, passe para o segundo turno.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Dilma tem mestrado? Dilma reuniu com Lina Vieira? Dilma é candidata a presidente do Brasil?

Posted on agosto 12, 2009. Filed under: Lina Vieira, mestrado pela Unicamp, ministra Dilma Rousseff |

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A ministra Dilma Rousseff colheu o que plantou. Tinha mestrado pela Unicamp, mas não tinha. Disse a um grupo de empresários paulistas que o governo coletava despesas de Fernando Henrique Cardoso ao tempo em que estivera no Planalto e, semanas depois, convenceu-se que tudo não passava de um “banco de dados”. Isso num governo em que não houve nada parecido com o mensalão, no qual José Sarney não é “uma pessoa comum”.

http://www.estadao.com.br/fotos/dilma292(2).jpg

Agora a ministra está numa enrascada. É a palavra dela contra a da ex-secretária da Receita Lina Vieira, bacharel em direito pelo Mackenzie de São Paulo, com 33 anos de serviço público. Durante os 11 meses em que ela ficou no cargo, deixou uma frase inesquecível. Referindo-se aos festins de parcelamento e perdão de dívidas de sonegadores, disse que “o bom contribuinte se sente um otário”. Passado um mês de sua demissão, o governo ainda não ofereceu uma explicação que faça nexo e mereça respeito.

Numa entrevista aos repórteres Andreza Matais e Leonardo Souza, Lina Vieira disse que, no final do ano passado, a ministra Dilma perguntou-lhe “se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney”.

A então secretária entendeu que a ministra estava interessada em “encerrar” a investigação.
(Trata-se de uma blitz nas contas do Sarneystão, que já resultou 17 ações fiscais, atingindo 24 pessoas e empresas, entre elas Fernando Sarney, que já foi indiciado em inquérito da Polícia Federal. Não há notícia de que a Receita tenha lavrado alguma autuação como consequência dessa devassa.).

Dilma Rousseff desmente: “Encontrei com a secretária da Receita várias vezes e com outras pessoas junto em grandes reuniões. Essa reunião privada a que ela se refere, eu não tive.”
Uma das duas está mentindo. Caso para os sapos de Manuel Bandeira:
“Meu pai foi rei! Foi!”
“Não foi! Foi!”

A denúncia da ex-secretária ampara-se numa insinuação. Admitindo-se que houve o encontro e, nele, o pedido, “agilizar” não significa “encerrar”. Tanto é assim que, em setembro de 2007, durante a administração do doutor Jorge Rachid, um juiz federal exigiu que a Receita apressasse seu trabalho. Como até hoje não se sabe por que Lina Vieira foi mandada embora, a insinuação merece o benefício da suspeita.

A ministra e a ex-secretária podem mostrar à choldra que farão um esforço para desmascarar a mentira. Por enquanto, falta base material ao testemunho de Lina Vieira. Ela não lembra a data do encontro com Dilma Rousseff e acredita que poderá consultar suas agendas ao desencaixotar a mudança que mandou para o Rio Grande do Norte. Tomara que consiga, porque o registro de encontros como esse faz parte da boa prática da administração pública. Fica combinado que não se pode exigir de Dilma Rousseff a prova de que não se encontrou com Lina Vieira.

Pela narrativa da ex-secretária, a conversa aconteceu no Palácio do Planalto. Mesmo na hipótese absurda de não haver registro em qualquer das duas agendas, haverá pelo menos algum vídeo da chegada de Lina Vieira à Casa Civil. Ela conta que entrou pela garagem. Novamente, deve haver registro. O encontro, pedido pela secretária-executiva (põe executiva nisso) Erenice Guerra, deveria ser “sigiloso”. Sigiloso é uma coisa, clandestino, bem outra.

(Elio Gaspari – Folha de São Paulo)
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