lucros

>Setor de álcool e açucar deve aumentar margens de lucros

Posted on junho 8, 2010. Filed under: Açúcar, Álcool, Cosan, crescimento, lucros |

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Os resultados das companhias do setor de açúcar e álcool devem demonstrar o último crescimento do recente ciclo de alta nos preços, segundo estima a corretora Spinelli.
Avanço da Cosan em distribuição deve reduzir sua exposição à volatilidade

O relatório assinado pelo analista Max Bueno e enviado aos clientes aponta que esse efeito é ainda reflexo do recente carregamento de preços registrado no ano passado.
“A quebra de safra na Índia, que passou de exportadora a importadora de cana-de-açúcar, deprimiu os estoques em todo o mundo, em níveis bem abaixo da média histórica”.
No Brasil, as chuvas muito intensas reduziram a produtividade da safra de cana, apesar da expansão do volume.
“Esperamos um patamar de rentabilidade razoável”, informa o analista. “A própria Açúcar Guarani já deu uma mostra. A empresa geralmente mostra um piso de rentabilidade para o setor, por ter um custo de estrutura mais pesado. Eles já reportaram expansão de margem.”
Bueno aponta que devem se diferenciar as empresas que estiverem expostas a outras estratégias de negócios. O analista cita, por exemplo, a Cosan, que avança no setor de distribuição de combustíveis.
“A tendência para a Cosan é que ela tenha uma volatilidade cada vez menor, uma vez que a atuação nesse outro setor equilibra a margem de rentabilidade da empresa”.
A Açúcar Guarani também tem apostado na diversificação de negócios, com ativos mais estáveis. Bueno considera o investimento na produção de amidos como um elemento equilibrador da rentabilidade da companhia. Fonte: Brasil Econômico
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>Pecuária: Produtores investem em outras raças

Posted on março 22, 2010. Filed under: arroba, Carrefour, Criadores, cruzamentos, Estância Celeiro, Fazenda Sereno, frigorífico, GAP Genética, genética, lucros, nelore, pecuaristas, Pecuária, Produtores, raças, touros |

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Na busca por precocidade do rebanho e melhor qualidade de carne, pecuaristas introduzem animais resultantes de cruzamentos.


Cresce o número de pecuaristas que investem em raças resultantes de cruzamentos como uma forma de aumentar a produtividade do rebanho de maneira rápida, eficiente e econômica. Este é o caso de Daniel Vilela de Oliveira, que sempre trabalhou com nelore e há quatro anos começou com a raça angus em busca de precocidade, tanto no sistema reprodutivo quando no abate, e de uma carne de melhor qualidade que consegue preços diferenciados no mercado. Daniel é vice presidente da Associação de Criadores do Sul de Mato Grosso (Criasul) e disse que muitos estão fazendo esse tipo de investimento. “Acredito que na nossa região, existem cerca de 35 propriedades com gado de raças de cruzamento, que permitem um melhor acabamento e um marmóreo da carne.”



Com um plantel de 1.400 vacas matrizes nelore e 1.050 meio sangue angus, ele se diz muito satisfeito com os resultados, especialmente com o ganho de peso no confinamento e no semi-confinamento. “Este é o tipo de investimento para quem gosta de acompanhar a tecnologia”, ressalta, acrescentando que nos Estados Unidos, 99% do rebanho é fruto de inseminação e no Brasil esse volume é de 5 a 6% no máximo. Os animais de Daniel estão divididos em duas fazendas, uma de cria em Pedra Preta e outra de cria e engorda em Rondonópolis. Daniel adianta que vai começar a testar uma nova raça, a wagyu, oriunda do Japão, cuja carne é a mais nobre e mais cara do mundo. Outros produtores da região já introduzem a raça inglesa senepol



Localizada também em Rondonópolis, a Fazenda Sereno, da GAP Genética, trabalha exclusivamente com animais da raça brangus. A GAP Genética, cuja sede é em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, tem tradição de 100 anos no trabalho com as raças inglesas – angus, devon e hereford. Jorge Luiz de Oliveira Santana, da fazenda Sereno, explica que em 1984 a empresa resolveu fazer um programa para o Brasil Central de melhoramento genético e de carnes, em parceria com a Argentina. Ele destaca que as raças inglesas e holandesas puras, por serem de climas frios e temperados, têm problema de adaptação no Centro-Oeste por causa do calor e das pastagens. Resolvemos esta questão com a raças como a brangus, um cruzamento de angus e nelore, sendo 62.5% de gens do angus e 37.5% do nelore, proporcionando uma ótima combinação para as características de produção e adaptação. A raça nelore confere ao brangus rusticidade e um excelente rendimento de carcaça, além de grande variabilidade genética, fator importante para o trabalho de seleção. Já a angus aporta mais precocidade e tamanho corporal adequado ao sistema de produção extensivo.



Santana explica ainda que é possível aproveitar as variações entre as raças e reter a heterose (vigor híbrido), implantando um sistema de cruzamento direto ou absorvente. As raças sintéticas refletem os caracteres das raças formadoras, maximizando as características desejáveis e reduzindo as não desejadas, trabalho feito através de sistemas de seleção como o Programa Natura, aberto a todo produtor que utiliza do cruzamento entre nelore e angus. Ele avalia as características de ganho de peso, conformação, precocidade e musculatura, nas fases de desmama (sete meses) e sobreano (18 meses). Estas avaliações servem como base para calcular as Diferenças Esperadas na Progênie (DEP”s) para a classificação dos animais de acordo com seus desempenhos.


A fazenda Serena tem um sistema de produção que integra agricultura e pecuária. Dos 9 mil hectares (ha) da propriedade, dois mil são utilizados para a criação de 3.600 cabeças de gado. São comercializados touros e carne para o Carrefour e para a Estância Celeiro. Santana destaca que antes de ser produtor de carne é preciso ser produtor de pasto. Tanto que 400 ha são utilizados para o plantio de sementes de capim brachiaria, além do cultivo de soja e cana-de-açúcar (em sistema de arrendamento).



Quanto ao mercado, ambos os produtores se dizem muito satisfeitos com os resultados. Santana destaca que, além do ganho direto com o frigorífico, a redução da idade de abate e o aumento no desfrute também se refletem em lucros. “Chegam a pagar pela arroba da vaca um valor aproximado do preço do boi. No caso de um boi castrado, com um bom acabamento, são acrescidos de R$ 3, a R$ 5 por arroba”, exemplifica, acrescentando que em São Paulo, esse acréscimo pode ser até de R$ 7, ou seja, 10% a mais por arroba.


Daniel cita o programa da Estância Celeiro que dá 3% de bonificação no valor da carne de melhor qualidade. Ele finaliza dizendo que o mercado para este tipo de produto está se abrindo e que o consumidor está cada vez mais exigente. Fonte: A Gazeta
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>Comece janeiro no verde

Posted on dezembro 20, 2009. Filed under: 13º salário, eficaz, férias, ferramenta, festas, fluxo de caixa, lucros, Natal, organização, verde |

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O fluxo de caixa é a ferramenta mais eficaz para as empresas que pretendem ter total controle de entradas e saídas de seus recursos financeiros. É o instrumento de auxílio ao executivo nas tomadas de decisões mais importantes da organização, como prever as necessidades de captação de recursos e os períodos em que haverá sobras para aplicar esses excedentes de caixa nas opções mais lucrativas.

Em dezembro, o fluxo de caixa deve ser administrado com cautela. Nesta época, os gastos aumentam com o pagamento do 13º salário aos colaboradores, festas corporativas e benefícios especiais como cestas de Natal. Mas é em janeiro que a situação tende a piorar, já que nesse mês a carga tributária é maior, além do acúmulo de pagamento das férias.

Para quem não quer iniciar o ano no vermelho, é importante saber que o planejamento de um fluxo de caixa pode ser realizado diariamente, mensalmente ou trimestralmente e é considerado também como um indicador de desempenho da empresa. Para os empreendedores da área de comércio, é recomendado que aproveitem os lucros com o aumento das vendas em dezembro, preparando-se para os gastos em 2010.

Em alguns casos, é comum as empresas se perderem nas despesas de final de ano e terem grandes problemas financeiros no início do próximo período fiscal. As causas podem estar relacionadas a falta de programação de um fluxo de caixa eficaz e bem alimentado. O mecanismo dessa ferramenta não é tão complexo quanto parece, mas é necessário que exista uma atualização constante do movimento financeiro, e, sobretudo, comprometimento com as informações. Além disso, é importante que a planilha seja de fácil entendimento e esteja sempre disponível para consultas do administrador.

Por ser um momento delicado para as contas da organização, é preciso maior atenção às relações com o contador, peça chave para que o sucesso financeiro seja possível. Sendo assim, a confiabilidade em seu contador deve ser repensada neste período. Esta é a hora de analisar os erros ocorridos durante a gestão que se encerra, para transformá-los em ações certas e produtivas para o próximo ano.

Autora: Dora Ramos é fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Site: http://www.fharos.com.br – Fonte: A Gazeta

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