Luiz Inácio Lula da Silva

>Deputado do partido da base de apoio a Lula quer controle da comunicação em MT

Posted on outubro 26, 2010. Filed under: Abert, ABI, Anatel, Assembleia Legislativa, comunicação em MT, Comunicação Social, deputado Mauro Savi, Luiz Inácio Lula da Silva, Mato Grosso |

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Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Mauro Savi (PR) é o autor de um pré-projeto de lei que sugere a criação do Conselho Estadual de Comunicação Social (Cecs) para monitorar o conteúdo divulgado pelos órgãos de imprensa em Mato Grosso. A justificativa é instituir um fórum que possibilite ao Estado presença na defesa dos interesses públicos, o que autoriza a formulação de políticas estaduais voltadas para a valorização e fiscalização dos princípios constitucionais referentes à comunicação. Na prática, permite que o poder público, por meio de órgão colegiado, exerça funções “consultivas, normativas, fiscalizadoras e deliberativas” em relação aos veículos de comunicação.
Proposta semelhante já foi aprovada no Ceará e tramita em Alagoas, Bahia e Piauí, mesmo enfrentando resistências de entidades da sociedade civil e estudiosos da comunicação. Nos bastidores, comenta-se que se trata de uma estratégia do governo federal para incentivar os Estados a criar mecanismos que controlem o conteúdo da mídia diante da tentativa fracassada de encaminhar tal pedido ao Congresso Nacional.
No primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) houve uma movimentação para criar o Conselho Federal de Jornalismo, o que não se concretizou. Recentemente, fracassou o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH), que previa um “marco legal” para condicionar a concessão e renovação de outorgas dos serviços de radiodifusão.
Outra atribuição do Conselho é fiscalizar o cumprimento “por parte dos responsáveis, pelas atividades de comunicação sob controle direto ou indireto do poder público do Estado”. A formação se daria por 20 membros, 10 representantes de entidades da sociedade civil e mais 10 do poder público, dois da Secretaria Estadual de Comunicação, um da Secretaria Estadual de Cultura, um da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, um da Secretaria Estadual de Educação, da Imprensa Oficial do Estado, da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e dois deputados estaduais.
Pelo lado das entidades da sociedade civil estariam um representante da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), um da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e TV (Abert), um do Sindicato dos Radialistas do Estado, um do Sindicato dos Jornalistas e um de Agência do Estado.
Fonte: A Gazeta
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>Difícil, não impossível

Posted on outubro 10, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, eleições, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Luiz Inácio Lula da Silva, Serra |

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Eleições – Desde 1989, quando as eleições passaram a ser realizadas em dois turnos, esta será a quarta vez que o eleitor leva para a segunda etapa a decisão sobre quem deve presidir o país. E até agora sempre quem venceu no primeiro round arrebatou com folga o segundo. Collor de Mello derrotou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva nos dois turnos. Depois de perder duas seguidas para Fernando Henrique Cardoso no primeiro turno, Lula venceu as duas fases da disputa com José Serra, em 2002, e com Geraldo Alckmin, em 2006. Portanto, o queijo e a faca estão nas mãos de Dilma Rousseff.
Viradas são raras e sempre surpreendentes. Dificílimas? Sim. Impossíveis? Não. Prova disso é que se repetem a cada eleição nas disputas estaduais.

Em 1994, ninguém imaginava a possibilidade de Eduardo Azeredo tornar-se governador de Minas depois de amargar uma derrota fragorosa no primeiro turno. Hélio Costa fechou a etapa inicial com 48,3% contra 27,2% do tucano, que, menos de 30 dias mais tarde, se elegeu para o Palácio da Liberdade com 17 pontos de frente. Essa é, possivelmente, a origem da comparação que fazem do ex-ministro peemedebista com um cavalo paraguaio, “bom de largada e ruim de chegada”. Dito que Costa voltou a comprovar agora. Largou disparado e terminou sem qualquer chance de alcançar o tucano Antônio Anastasia.

No mesmo ano, Cristovam Buarque também virou para cima de Antônio Bezerra no Distrito Federal. Perdeu no primeiro e levou no segundo turno.

Mas foi em 1998 que o país viu uma das mais vigorosas viradas. O governador Mario Covas, com 22,9%, quase foi derrotado no primeiro turno pela petista Marta Suplicy – ela com 22,5%. Passou raspando para disputar com Paulo Maluf, que vencera a primeira etapa com 32,2%. No final de outubro, Covas foi reeleito com 55,8% dos votos válidos. A façanha deveu-se a uma guinada total na campanha que induziu o eleitor a confrontar valores como seriedade, ética, honestidade, já identificados com o tucano, e a ausência deles em seu opositor, Paulo Maluf, uma reedição menos charmosa do “rouba mas faz” de Adhemar de Barros.

No mesmo ano, o petista Olívio Dutra, que ficara cabeça a cabeça na primeira etapa, ultrapassou Antônio Britto na segunda, elegendo-se governador do Rio Grande do Sul.
Em 2002, a virada espetacular coube ao peemebista Luiz Henrique, que avançou 11 pontos entre os turnos e se impôs sobre Esperidião Amin, até então tido como imbatível.
Quatro anos mais tarde, Roseana Sarney, que obtivera 47,2% na primeira rodada contra 34,3% de Jackson Lago, amargou a dor da virada. Com a posterior cassação de Lago, regressou ao governo do Maranhão e ficou perto de ver a história se repetir neste ano. Com uma das campanhas mais caras do país e apoio integral do presidente Lula, Roseana foi reeleita por um triz, com 50,08%.

Mas quem roubou a cena em 2006 foi Eduardo Campos (PSB). Nem deu bola para os reveses do primeiro turno quando foi derrotado por Bezerra Filho por mais de 6 pontos de diferença. Deu a volta por cima e venceu com 30 pontos de frente, algo inédito no país. Reeleito governador de Pernambuco no primeiro turno com mais de 80%, Campos realizou outra façanha: é o campeão absoluto de 2010.

Ainda baqueada e envolta pela areia dos castelos construídos por seu padrinho e por seu partido, que lhe garantiam vitória certa no último domingo, Dilma largou para o segundo turno com uma vantagem imensa. Com mais de 14 pontos percentuais de vantagem sobre o adversário, ela só não pode errar feio. Já José Serra, mesmo que consiga acertar tudo o tempo todo, depende não só de si, mas de eventuais tropeços da oponente.
Dilma e Serra ainda tateiam nas estratégias, não tiram os olhos das pesquisas diárias que recebem, assopram e mordem.

Mas, a medir pela primeira semana de campanha e pela estréia do programa eleitoral gratuito na última sexta-feira, tudo pode acontecer. Avessamente do que era de se esperar, o lado Dilma, vitorioso e favorito, se mostrou mais tenso, meio burocrático, um tanto parecido com o que os tucanos fizeram no primeiro turno. No campo oposto, Serra esbanjou entusiasmo, algo que não costuma ter com freqüência. Estava mais disposto, mais leve, como se o a faca e o queijo pudessem mudar de mãos.

Difícil? Sim. Impossível? Não.

Mary Zaidan é jornalista, trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa

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>Do tudo ao nada

Posted on outubro 7, 2010. Filed under: aborto, Bolsa-Família, Cargos, Luiz Inácio Lula da Silva, opinião pública, orçamentos, PT, tudo ao nada |

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O PT está entre o céu e o mais absoluto inferno. O céu não virá tão bonito quanto a ideia original, dada a força da oposição nos estados. Mas o inferno seria de lascar

Em seu já célebre discurso de 18 de setembro em Campinas (SP), quando anunciou que “nós somos a opinião pública”, Luiz Inácio Lula da Silva produziu uma passagem reveladora. Na época passou meio despercebida.

– Vocês sabem que tucano come até filhote no ninho. Quando o (Aloizio) Mercadante se eleger governador, vou criar um Bolsa Família para os tucanos não passarem fome.

Lula é bom de palanque, e sempre é preciso dar um desconto. Mas o trecho lança luz sobre a essência da política. Nas eleições, tribos entram em luta pelo domínio do aparelho de estado. Vencida a eleição, o grupo terá poder sobre orçamentos e cargos, essenciais para alimentar os exércitos vencedores.

Sempre foi assim, desde que a política e a guerra eram uma coisa só. Nunca mudou na essência. Se hoje há normas a civilizar a repartição do butim, ele continua sendo repartido. Com a possibilidade de alternância, abre-se a porta para um revezamento.

Qual era a situação das tropas antes do primeiro turno? A fortaleza federal estava teoricamente bem defendida pelas forças petistas, que acossavam os dois maiores redutos do inimigo, São Paulo e Minas Gerais.

Em Minas, montou-se uma mega aliança contra os tucanos. Se não em número de partidos, na amplitude do arco simbólico. A lista impressiona. Lula, José Alencar, Dilma Rousseff, Fernando Pimentel, Patrus Ananias, Hélio Costa.

Nas terras paulistas a tática foi diferente. O PT investiu na fragmentação do campo adversário, para fugir da bipolarização e tentar provocar um segundo turno.

Mas não deu, o PSDB garantiu já no primeiro turno mais quatro anos no comando de suas principais máquinas político-eleitorais. E a incerteza mudou rapidamente de endereço.

Dilma foi bem numericamente no primeiro turno, ficou perto de ganhar a eleição e precisa agregar quantitativamente menos do que José Serra. Mas suponhamos, só para especular, que o PT perca a disputa presidencial no segundo turno. Onde suas tropas encontrariam abrigo?

Ao contrário do PSDB, o PT venceu no domingo passado em unidades da federação com relativamente pouca autonomia diante do governo federal, estados que estão longe de ser potências orçamentárias.

O PT conseguiu boas bancadas na Câmara dos Deputados e do Senado, mas se derrapar no segundo turno será perfeitamente possível ao novo governo tucano articular uma maioria. Bastará atrair o grosso da base de Lula/Dilma e isolar o petismo.

Não deverá exigir muito esforço. Será quase natural. O que o PT teria a oferecer aos aliados para impedir que mudassem de lado?

O PT está entre um certo céu e o mais absoluto inferno.

O céu não virá tão bonito quanto a ideia original, dada a força da oposição nos estados e a fragmentação partidária no Congresso, que verá em 2011 aumentado seu poder de barganha.

Mas o inferno seria de lascar. O PT regrediria em peso político, e com um detalhe: antes de chegar ao Planalto a legenda tinha mais poder na esfera local do que tem hoje.

Lula operou esta eleição na base do tudo ou nada. Conseguiu matar politicamente alguns adversários não tão fortes, mas quem sobreviveu está com musculatura.

Já para o PT, o tudo ficou fora de alcance, e agora o partido foge de ser colhido pelo nada. Tem uma chance razoável de conseguir, mas eleição é eleição.

Fonte: Blog do Noblat 

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>The Economist: governo Dilma pode ser forte só no papel

Posted on setembro 10, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, PT, The Economist |

>Um eventual governo de Dilma Rousseff pode parecer mais forte no papel do que na prática, diz a The Economist, na edição desta semana.

A revista dá a vitória da candidata do PT à Presidência da República como praticamente certa e já começa a traçar como seria seu mandato.Para a publicação britânica, graças ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a “tecnocrata” deve derrotar seu “único rival sério”, José Serra, do PSDB.

A The Economist avalia que o maior constrangimento de Dilma num eventual governo deve vir “de dentro”.

Ela se filiou ao PT somente em 2001 e não cresceu dentro do partido, pois sua candidatura foi imposta por Lula. Os principais parceiros da coalizão do PT já estão falando sobre os ministérios que esperam obter, argumenta a revista.

“Com mais assentos (no Congresso) e uma líder mais fraca do que seu antecessor, o próximo governo pode parecer mais forte no papel do que na prática.”

Segundo a revista, Dilma passou por um susto com as denúncias de acesso não autorizado a dados sigilosos da filha de Serra por membros do PT, mas não há evidência de seu envolvimento no caso e as últimas pesquisas lhe dão mais de 50% das intenções de voto.

Com o resultado já parecendo resolvido, as atenções se voltam para as eleições estaduais e legislativas, que irão determinar a força do novo governo, diz a revista.

A “sombra” de Lula aparece nessas disputas, pois os candidatos do PT e da base aliada também buscam seu apoio.

“Até alguns supostos aliados de Serra estão falando bem do presidente, enquanto evitam mencionar seu próprio homem”, afirma a publicação. “Surpreendentemente, Serra também tentou isso ele mesmo”, diz a revista, referindo-se à propaganda eleitoral do PSDB que mostrou o tucano e Lula juntos.

Fonte: Blog do Noblat 

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>"Com sexo liberado, quero ver jogador argentino trançando as pernas", disse Lula

Posted on junho 4, 2010. Filed under: argentino, Educação Física, Luiz Inácio Lula da Silva, Pelé, Presidente, sexo |

>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o Senado altere o projeto de lei que trata da Lei Pelé.

Pela proposta, ex-atletas poderiam substituir profissionais de Educação Física e dar aulas como monitores.

Segundo ele, o governo cometeu “um erro” ao criar a função. Lula discursou na 3ª Conferência Nacional do Esporte, em Brasília, e ainda brincou com o fato de o técnico da seleção argentina, Diego Maradona, ter liberado sexo para os jogadores durante a Copa do Mundo.

“Com sexo liberado, quero ver jogador argentino trançando as pernas”, disse Lula.

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