maconha

>Refrigerante de maconha será vendido nos EUA a partir de fevereiro

Posted on janeiro 26, 2011. Filed under: maconha |

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Um refrigerante de maconha, o “Canna Cola”, estará nas lojas do Estado americano de Colorado em fevereiro. Cada garrafa custará entre US$ 10 e US$ 15 e terá entre 35 e 65 miligramas de THC (tetrahidrocanabinol), o principal ingrediente psicoativo do cannabis, o gênero botânico utilizado para produzir haxixe e maconha.
Garrafas do refrigerante de maconha que serão vendidas a partir de fevereiro nos EUA
As informações foram publicadas na revista americana “Time”.
São 15 os Estados americanos onde o uso da maconha para fins medicinais é legal. No entanto, as condições para sua legalidade mudam de um lugar para o outro, e maconha, independentemente do propósito, continua sendo ilegal pelas leis federais.
Há um projeto de lei no Congresso assinado pela senadora Dianne Feinstein, conhecido como “Brownie Law”, aprovado pelo Senado no ano passado. A proposta é aumentar as penas para os que fazem produtos que misturem maconha com “algo doce”.
O criador do “Canna Cola” é o empresário Clay Butler, que assegura que nunca fumou maconha e que elaborou a bebida por “acreditar que os adultos têm o direito de pensar, comer, fumar, ingerir ou vestir o que quiserem”, disse em entrevista à publicação “Santa Cruz Sentinel”.
Além do sabor de cola, serão lançados, ao mesmo tempo, o de limão chamado “Sour Diesel”, o de uva de nome “Grape Ape”, o de laranja “Orange Kush” e, por fim, o inspirado na popular bebida Dr. Pepper, o “Doc Weed”.
De acordo com Scott Riddell, criador da empresa que comercializará a bebida, os níveis de THC em “Canna Cola” serão menores que os de outras bebidas do mesmo tipo que já estão no mercado. O efeito no organismo é similar ao de uma “cerveja suave”.Fonte: Folha
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>Alemanha fabricará remédios à base de planta da maconha

Posted on agosto 19, 2010. Filed under: Alemanha, cannabis, doenças, haxixe, maconha, remédios, Saúde, tetrahidrocanabinol |

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Em Berlim palamentares alemães selaram acordo que legaliza o uso medicinal da canabis sativa no país, na quinta-feira, 19 de agosto.
Plantação de maconha
O principal composto químico psicoativo da cannabis é o THC (tetrahidrocanabinol), presente na maconha e no haxixe, considerado eficaz no combate à dor e no alívio dos sintomas provocados por doenças como câncer e esclerose múltipla.
Na quarta (18), o ministro alemão da Saúde, Philipp Rösler, afirmou que os pacientes poderão fazer uso de tais medicamentos para minimizar o sofrimento e as dores causadas por doenças.
O ministro informou que para aquisição de tais remédios é necessária uma receita especial para entorpecentes, devidamente preenchida pelo médico do paciente. Ele acredita que isso pode ser feito de maneira “relativamente rápida”, uma vez que já existem autorizações semelhantes em outros países europeus.
Rösler ainda explicou que não será necessária uma mudança na lei para permitir esse tipo de medicamento no país, apenas um decreto do ministério.
Os planos de mudança na legislação regulamentam o uso das drogas à base de cannabis e autorizam que hospitais especiais para doentes terminais e unidades de tratamento ambulante da dor possam manter estoques de entorpecentes para tratar seus pacientes.
Segundo o presidente da Sociedade Alemã de Terapia da Dor, Gerghard Müller-Schwefe, o novo decreto pode abrir um novo mercado de analgésicos no país. “Chegou a hora de limpar a imagem da cannabis.”
No entanto, a organização ACM (cannabis como medicamento) criticou a medida do governo, pois aponta que, na prática, a nova portaria não deve implicar em mudanças para os pacientes.
O diretor da organização, Franjo Grotenhermen, afirmou que os parlamentares decidiram que um medicamento pode ser liberado somente se um representante da indústria farmacêutica entrar com um pedido para tal.
“Até agora, há somente um pedido oficial para um remédio à base de cannabis, usado no combate da esclerose múltipla. Pacientes vítimas de outras enfermidades não terão acesso a medicamentos adequados”, disse o diretor.
Segundo informações da ACM, atualmente os remédios à base de cannabis sativa são obtidos com enorme dificuldade na Alemanha. Em todo país, existem apenas 40 pessoas com permissão oficial para usar esse tipo de medicamento. 
Fonte: Folha.com
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