Marina Silva

>Marina e PV ficam neutros no 2º turno

Posted on outubro 17, 2010. Filed under: Alfredo Sirkis, Dilma Roussseff, eleição presidencial, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, neutralidade, PSDB, PT, PV, segundo turno |

>Eleições 2010 – A terceira colocada na eleição presidencial, Marina Silva, declarou, durante convenção em São Paulo neste domingo, que se manterá neutra no segundo turno da disputa eleitoral. A verde preferiu chamar a posição de “independência”.

Em carta aberta a Dilma Roussseff e José Serra lida durante o evento, Marina criticou a polarização política entre PT e PSDB e cobrou um avanço maior dos dois finalistas da eleição no compromisso com o programa apresentado pelos verdes a eles.

– O fato de não ter optado por um alinhamento não significa neutralidade. Creio que a posição de independência é a melhor forma de contribuir com o povo brasileiro.

Na carta, Marina deixou clara que esperava um prova de amor mais concreta de Dilma e Serra.

– Embora mostrem afinidade, gostaríamos que avançassem em clareza e profundida com as nossas propostas.

A candidata derrotada disse que PT e PSDB “se deixaram capturar pela lógica do embate” na disputa política nacional.

Os discursos feitos antes do de Marina deixaram clara a opção da legenda pela neutralidade. Alfredo Sirkis, vice-presidente do PV, o deputado federal Zequinha Sarney (MA), o candidato a vice de Marina, Guilherme Leal, e candidato derrotado ao Senado por São Paulo, Ricardo Young, defenderam a independência.

Fonte: Blog do Noblat

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>Serra sobe 24 pontos e está 10 a frente de Dilma em Brasília

Posted on outubro 9, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, eleições 2010, Marina Silva, pesquisa eleitoral |

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Soma Opinião e Mercado
Foto

Eleições 2010: Pesquisa eleitoral realizada no Distrito Federal e concluída nesta sexta-feira pelo instituto Soma Opinião e Mercado, o mais tradicional da cidade, aponta um crescimento surpreendente do candidato tucano a presidente da República, José Serra, que no primeiro turno ficou em terceiro lugar, com 23% do total (somou 354.070 votos), mas agora subiu 24 pontos percentuais nas intenções de voto.

Serra tem 47% neste momento, contra 37% de Dilma Rousseff, que ficou em segundo lugar no primeiro turno (somou 462.441 votos). Nesta primeira pesquisa, a petista subiu sete pontos e está com 37%, dez atrás de Serra. Os indecisos somam 10% e 6% pretendem votar branco ou nulo.

O Soma foi o único instituto a registrar o crescimento de Marina Silva (PV) no DF, mostrando o momento em que ela ultrapassou Serra e depois deixou Dilma para trás. De fato, Marina foi a mais votada no DF, no primeiro turno, somando 39% (611.362 votos). A pesquisa foi registrada no TSE (34827/2010) e no TRE-DF (35041/2010). 

Fonte: Claudiohumberto

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>Eleições 2010: O fim de um tabu

Posted on outubro 8, 2010. Filed under: Aécio Neves, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, Marketing, O fim de um tabu, presidente Lula, privatizações, propaganda eleitoral, PSDB, rádio, segundo turno, tabu, televisão |

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A partir de hoje, quando recomeça a propaganda eleitoral na televisão e no rádio, se saberá de que forma e com que intensidade a campanha do tucano José Serra assumirá o legado do governo Fernando Henrique, aceitando enfim, à sua maneira, o desafio da candidata Dilma Rousseff e do seu mentor, o presidente Lula, de confrontar o atual período com o que o antecedeu.
Foi o que os seus principais aliados – a começar do ex-governador mineiro e senador eleito Aécio Neves – defenderam enfaticamente no encontro que marcou a largada para o segundo turno, anteontem em Brasília, com a presença dos governadores e parlamentares eleitos pela coligação oposicionista. Na primeira fase da disputa, pôde-se contar nos dedos de uma mão quantas vezes Serra mencionou o ex-presidente. O seu nome e o termo privatizações eram considerados venenosos. O candidato acusava a rival de ter “duas caras”. Ele próprio, porém, tinha uma cara ao sol e outra à sombra.
O mantra de Serra era discutir quem tinha de fato visão, experiência e capacidade para “fazer mais” no pós-Lula. Não funcionou. Se dependesse exclusivamente disso, Dilma seria a esta altura a presidente eleita do Brasil, graças ao seu patrono. Os resultados do 3 de outubro representaram para o tucano, mais do que uma derrota eleitoral, uma derrota política. Ou seja, como diria Marina Silva, “perdeu perdendo”. É verdade que também Dilma saiu derrotada politicamente, por ter embarcado na canoa da invencibilidade que o seu chefe conduzia.
Salvo na 25.ª hora por mudanças para as quais não contribuiu – a migração de votos dilmistas para Marina Silva e a preferência pela candidata verde de muitos dos até então indecisos -, Serra acabou premiado com a chance de, na pior das hipóteses, perder ganhando no tira-teima do dia 31. Até hoje, nenhum candidato a presidente e raros candidatos a governador conseguiram virar o jogo no segundo turno. Ainda que o retrospecto se confirme, a oposição pelo menos sairá da peleja com a coluna vertebral no lugar se fizer com que a coerência prevaleça sobre a conveniência.
Se não exatamente com essas palavras, foi seguramente com esse espírito de catar o touro à unha que os serristas partiram para a nova empreitada. “Seja mais Serra do que marketing”, exortou, sob intensos aplausos, o ex-presidente e senador eleito, Itamar Franco. Trata-se de adaptar a estratégia de comunicação ao foco político da campanha – e não o contrário. E esse foco só se firmará se o candidato se dispuser a ir além da rememoração das realizações de sua trajetória para encaixá-las na moldura da ideologia que as inspirou – e que chegou ao poder com Fernando Henrique. “Não precisa esconder ninguém”, aconselhou Itamar.
“Devemos defender isso com altivez e iniciar o segundo turno falando dele”, apontou por sua vez Aécio Neves, credenciado por seu sucesso nas eleições mineiras a ocupar um lugar central na campanha pelo Planalto. O ex-governador mostrou, ele próprio, o que isso significa – e o que Serra não disse no horário eleitoral. “Não teria havido o governo Lula se não tivesse havido o governo Itamar, com a coragem política de lançar o real, e se não tivesse havido o governo FHC, que consolidou e abriu a economia”, começou, antes de encarar a questão até aqui tabu.
“Se querem condenar as privatizações, estão dizendo a cada cidadão brasileiro que pegue o celular no seu bolso, na sua bolsa e jogue na lata de lixo mais próxima”, provocou. “Foi a privatização do setor que permitiu a universalização de acesso da população, por exemplo, à telefonia celular.” Abertas as comportas, Serra lembrou que “o governo Lula continuou a privatizar”, citando os casos do Banco do Estado do Maranhão e do Banco do Estado do Ceará, no primeiro mandato. “Se privatizou, não era tão contra.”
Ao devolver a bola para o campo do adversário, o PSDB finalmente virou a página da equivocada conduta no segundo turno de 2006, quando o então candidato Geraldo Alckmin ficou na defensiva diante da propaganda lulista que o acusava de desejar a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil. Nesse sentido, o segundo turno de agora é, sim, uma nova eleição.
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>O subito encanto de Marina Silva

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: Arnaldo Jabor, encanto, Marina Silva, Marketing, Receita Federal, segundo turno, Sorriso, subito, UNE |

>Por  Arnaldo Jabor
Não, o Palácio de Inverno de S.Petersburgo da Rússia em 1917 ainda não será tomado pela onda vermelha.

Não. Agora, o PT vai ter de encarar: estamos num país democrático, cultural e empresarialmente complexo, em que os golpes de marketing, os palanques de mentiras, os ataques violentos a imprensa não bastam para vencer eleições…(por decência, não posso mostrar aqui os emails de xingamentos e ameaças que recebo por criticar o governo). O Lula vai ter de descobrir que até mesmo seu populismo terá de se modernizar. O povo está muito mais informado, mais on line, mais alem dos pobres homens do Bolsa Família, e não bastam charminhos e carismas fáceis, nem paz e amor nem punhos indignados para a população votar. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as regras políticas vigentes, nada vai se resolver. Já sabemos que mais de 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas e nenhum carisma esconde isso para sempre. Já sabemos que administração é mais importante que utopias.
A campanha a que assistimos foi uma campanha de bonecos de si mesmos, em que cada gesto, cada palavra era vetada ou liberada pelos donos da “verdade” midiática. Ninguém acreditava nos sentimentos expressos pelos candidatos. Fernando Barros e Silva disse na “Folha” uma frase boa: “Dilma parece uma personagem de ficção e Serra a ficção de uma personagem.” Na mosca.


SERRA

Os erros da campanha do Serra foram inúmeros: a adesão falsa ao Lula, que acabou rindo dele : “o Serra finge que me ama”…

Serra errou muito por auto-suficiência (seu defeito principal) demorando muito para se declarar candidato, deixando todo mundo carente e zonzo, como num coito interrompido; Serra demorou para escolher um vice presidente, (com a gafe de dizer que vice bom é o que não aporrinha), fez acusações ligando as Farc à Dilma, esculachou o governo da Bolívia ainda no inicio, avisou que pode mexer no Banco Central e, quando sentiu que não estava agradando fez anúncios populistas tardios sobre salário mínimo e aposentados. Nunca vi uma campanha tão desagregada, uma campanha antiga, analógica numa época digital, enlouquecendo cabos eleitorais e amigos , todos de bocas abertas , escancaradas, diante do obvio que Serra ignorou. Serra não mudou um milímetro os erros de sua campanha de 2002. Como os Bourbon “não esqueceu nada e não aprendeu nada.

A campanha do primeiro turno resumiu-se a dois narcisismos em luta.

DILMA

Enquanto o Serra surfava em sua auto-confiança suicida, a Dilma, fabricada dos pés ao cabelo, desfilava na certeza de sua vitoria, abençoada pelo “Padim Ciço” Lula.
Seus erros foram difíceis de catalogar racionalmente, mas os eleitores perceberam sutilezas na má interpretação da personagem, como atrizes ruins em filmes.

O sorriso sem animo, riso esforçado, a busca de uma simpatia que escondesse o nítido temperamento autoritário, suas palavras sem a chama da convicção, ocultando uma outra Dilma que não sabemos quem é, sua postura de vencedora, falando em púlpitos para jornalistas, sua arrogância que só o salto alto permite: ser pelo aborto e depois desmentir, sua união de atéia com evangélicos, a voracidade de militante tarefeira, para quem tudo vale a pena contra os “burgueses de direita” que são os adversários, os esqueletos da Casa Civil, desde os dossiês contra FHC, passando pela Receita Federal (com Lina Vieira e depois com os invasores de sigilos), sua tentativa de ocultar o grande hipopótamo do Planalto que foi seu braço direito e resolveu montar uma quadrilha familiar. Alem disso, os jovens contemporâneos, mesmo aqueles cooptados pelo maniqueísmo lulista, não conseguem votar naquela ostentada simpatia, pois vêem com clareza uma careta querendo ser “cool”.


MARINA
Os erros dos dois favoritos acabaram sendo o grande impulso para Marina. No meio de uma programação mecânica de marketing, apareceu um ser vivo: Marina. Isso.

Uma das razoes para o segundo turno foi a verdade da verde Marina. Sua voz calma, sua expressão sincera, o visível amor que ela tem pelo povo da floresta e da cidade tudo isso desconstruiu a imagem de uma candidata fabricada e de um candidato aferrado em certezas de um frio marqueteiro.

Marina tem origem semelhante a do Lula, mas não perdeu a doçura e a fé de vencer pelo bem. Isso passa nas imperceptíveis expressões e gestos, que o publico capta.
Agora teremos um segundo turno e talvez vejamos um PSDB fortalecido pela súbita e inesperada virada. Desta vez, o partido terá ser oposição, se defendendo e não desagregado como foi no primeiro turno, onde se esconderam todos os grandes feitos do próprio PSDB, durante o governo de FHC.

Desde 2002, convencionou-se (quem? Por quê?) que o Lula não podia ser atacado e que o FHC não poderia ser mencionado. Diante desta atitude, vimos o Lula, sua clone e seus militantes se apropriarem descaradamente de todas as reformas essenciais que o governo anterior fez e que possibilitaram o sucesso econômico do governo Lula, que cantou de galo até no Financial Times, assumindo a estabilização de nossa economia. E os gringos desinformados, acreditam.

Alem disso, com “medinho” de desagradar os “bolsistas da família”, ninguém podia expor mentiras e falsos dados que os petistas exibiam gostosamente, com o descaro de revolucionários “puros”. Na minha opinião, só chegamos ao segundo turno por conta dos deuses da Sorte. Isso – foi sorte para o Serra e azar para a Dilma.

Ou melhor duas sortes:
O grande estrago causado pela súbita riqueza da filharada de Erenice, ali, tudo exibido na cara do povo, e o reconhecimento popular do encanto sincero de Marina.

Isso salvou a campanha errática e auto suficiente do Jose Serra, que apesar de ser um homem serio, competentíssimo, patriota, que conheço e respeito desde a UNE, mas que é das pessoas mais teimosas do mundo.

Duas mulheres pariram o segundo turno. Se ouvir seus pares e amigos, poderá ser o próximo presidente. Se não…

Fonte: A Gazeta

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>Marina Silva desmente PT e nega conversa sobre apoio a Dilma

Posted on outubro 6, 2010. Filed under: apoio, conversa, Dilma, Marina Silva, PT, segundo turno |

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A senadora Marina Silva (PV-AC) divulgou nota para desmentir declaração do presidente do PT, José Eduardo Dutra, de que aceitou se reunir para discutir o apoio a Dilma Rousseff no segundo turno.
 Senadora Marina Silva
Segundo Marina, o presidente do PT ligou para dizer que gostaria de iniciar as conversas sobre o apoio.
No entanto, ela afirma ter agradecido o telefonema e ter dito que irá discutir, nos próximos dias, com o partido e com “parcelas da sociedade civil” sobre o apoio.
A senadora também disse a Dilma Rousseff (PT) e a José Serra (PSDB), em telefonemas, que sua candidatura foi maior que o próprio PV.
“Você sabe que sou uma mulher de processo”, afirmou a ex-candidata.
De acordo com a nota, o PV fará uma convenção nacional para decidir a questão.
Nesta terça-feira, Dutra afirmou que Marina Silva já aceitou se reunir com a campanha de Dilma Rousseff para discutir o apoio.
“Ela aceitou sentar para conversar. Agora, vamos esperar o timing dela”, afirmou o petista em Brasília.
Segundo Marina, a declaração dele foi um equívoco.
Dutra disse que telefonou para Marina e a parabenizou pela votação que teve na disputa presidencial. Ela conseguiu 19,33% dos votos válidos (19,6 milhões). Esse patrimônio eleitoral é cobiçado por Dilma e José Serra (PSDB).
Segundo o dirigente petista, o PT vai procurar abordar neste segundo turno a bandeira do desenvolvimento sustentável. Dutra disse que a questão é compatível com o partido.
“No primeiro turno, a população mostrou que tem uma preocupação com isso. Vamos deixar isso mais claro”, disse. Fonte: Folha
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>José Serra destaca em Belo Horizonte a importância de Aécio e sinaliza que espera apoio do PV

Posted on outubro 4, 2010. Filed under: Aécio Neves, Antonio Anastasia, Índio da Costa, Belo Horizonte, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, pesquisas, PV |

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Eleições 2010 – O presidenciável tucano José Serra viajou a Belo Horizonte por causa do velório de Aécio Cunha, pai do senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG), onde destacou a importância de Aécio e do governador reeleito de Minas , Antonio Anastasia (PSDB-MG), no segundo turno da eleição presidencial. 
– Aécio vai ser umas das pessoas chave, junto com Antonio Anastasia, para que a gente tenha um final muito feliz no segundo turno. O Brasil quis o segundo turno foi pelo bem do nosso povo, que o segundo turno aconteceu.
Ele sinalizou que espera apoio do PV, da candidata Marina Silva, terceira colocada na eleição, atrás da petista Dilma Rousseff e do próprio Serra.
-Tenho muita afinidade com o PV, que sempre me apoiou na Assembleia Legislativa de São Paulo – disse ele, lembrando ainda que foi ele, quando prefeito, quem nomeou Eduardo Jorge, do PV, para a Secretaria de Meio Ambiente do município de São Paulo.
– Espero sim uma aproximação – afirmou.
Como governador, ele lembrou que fez uma parceira de projeto ambiental em São Paulo com o partido de Marina.
– A nossa lei de mudanças climáticas é considerada a mais avançada do Hemisfério Sul. Então a área ambiental para mim é prioritária. Não é como um apêndice.
Ele também disse não ter considerado a possibilidade de trocar o vice, Indio da Costa (DEM), como chegou a ser veiculado.
-Por mim não foi especulado. Tenho dito que não há possibilidade legal para isso acontecer.
Serra afirmou ainda que, no segundo turno, a ideia é intensificar o trabalho desde o primeiro dia e que nunca se deixou levar pelo vaivém das pesquisas.
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>Aliados de Lula criam frente pró-Dilma e Serra tenta apoio de Marina

Posted on outubro 4, 2010. Filed under: candidata do PT, Dilma Rousseff, eleições 2010, força-tarefa, José Serra, Marina Silva, Presidência, segundo turno |

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Dilma e Serra estão no 2º turno / Foto: Dorivan Marinho / Rodrigo Coca / Ag. O Globo

Eleições 2010: segundo turno – Uma força-tarefa será formada para eleger Dilma Rousseff no segundo turno: aliados do governo eleitos farão uma reunião nesta segunda-feira em Brasília sob o comando da candidata do PT à presidência. Tarso Genro (PT-RS) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ) já confirmaram presença. 
Enquanto isso, equipe de José Serra busca o apoio de Marina Silva.
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>Pesquisa Dantafolha aponta Dilma com 50% dos votos válidos empatada com os demais candidatos, 2º turno está nas mãos dos indecisos

Posted on outubro 3, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, eleições 2010, José Serra, Marina Silva, Pesquisa Dantafolha, segundo turno |

>Eleições 2010 – Pesquisa  do instituto Datafolha,  o mais extenso realizado pelo instituto nesta campanha eleitoral. Foram entrevistadas 20.960 pessoas em 521 municípios. A sondagem foi encomendada pela Folha e pela Rede Globo, indica que a disputa presidencial segue incerta sobre terminar ou não neste domingo, já no primeiro turno.

O quadro quando se consideram só votos válidos apresenta, assim.

  • Dilma Rousseff (PT) está com 50%,
  • Demais candidatos 50%.

    Para vencer no primeiro turno é necessário ter mais da metade dos votos.

    No levantamento anterior, realizado terça e quarta-feira, Dilma tinha 52% dos votos válidos. Agora, oscilou dois pontos percentuais para baixo. Essa variação está dentro da margem de erro máxima da pesquisa, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Mas a curva de intenção de votos da petista passou a ter uma trajetória lenta e declinante a partir da metade de setembro, exatamente quando eclodiu o caso de tráfico de influência na Casa Civil –pasta ocupada por Dilma até março último.

    Essa curva levemente declinante faz aumentar a chance de a eleição presidencial ir ao segundo turno, embora essa previsão esteja dentro da margem de erro.

    Depois de ter atingido 57% dos votos válidos num levantamento realizado de 13 a 15 do mês passado, a taxa de intenção de votos de Dilma foi sofrendo uma erosão contínua. Segundo o Datafolha, os 50% dos votos válidos da petista são o patamar mais baixo desde 23 e 24 de agosto, quando ela tinha 55%.

    Na atual pesquisa, José Serra (PSDB) aparece com 31% dos votos válidos, mesmo percentual do meio da semana. O tucano está nessa faixa desde a primeira semana de setembro.

    Marina Silva (PV) está com 17% contra 15% da sondagem anterior. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 1% cada. Nenhum dos demais candidatos atinge 1%.

    Numa simulação de segundo turno, Dilma venceria hoje com 52% contra 40% de Serra. Os percentuais exatamente os mesmos no caso de a petista enfrentar Marina: 52% a 40%.

    VOTOS TOTAIS

    Quando se consideram os votos totais, Dilma aparece com 47%. Serra tem 29%, Marina pontua 16%. Plínio fica com 1%. Há apenas 2% que dizem ter intenção de votar em branco, nulo e nenhum. Outros 4% afirmam estar indecisos.

    Quando se observam as curvas dos três principais candidatos na disputa pelo Planalto nos últimos 40 dias, o que chama a atenção são os movimentos suaves de ascenção de Marina sincronizado com a leve desidratação de Dilma. No meio, o tucano Serra está quase imóvel.

    Essa pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número 50.690/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral com o número 33493/2010.

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    >Pesquisa Datafolha mostra estabilidade no quadro eleitoral com possibilidades de 2º turno para presidente

    Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Rousseff, eleições 2010, Jornal Folha de S. Paulo, José Serra, Marina Silva, pesquisa Datafolha, Plínio de Arruda, Rede Globo |

    >

    Eleições 2010 – Segundo pesquisa nacional do instituto Datafolha, encomendada pelo Jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo de televisão e realizada nos dias 28 e 29, com 13.195 eleitores, com  registro no Tribunal Superior Eleitoral é o 33119/2010. A inteção de votos para presidente da república está assim:

    • Dilma Rousseff     47%
    • José Serra            27%
    • Marina Silva         14%

    A soma dos adversários de Dilma é de 48% dos válidos. Ela precisa de 50% mais um voto para vencer domingo.

    Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, é impossível afirmar com segurança que não haverá segundo turno.

    Considerando essa margem, Dilma pode, em seus limites, vencer com cerca de 54% dos votos válidos ou ter de enfrentar outra rodada eleitoral em 31 de outubro.

    No último levantamento do Datafolha, realizado na segunda-feira, Dilma havia perdido apoio ou oscilado negativamente em todos os estratos da população.

    Essa queda parece ter estancado. Dilma chegou a se recuperar no Sul, entre os eleitores de 35 a 59 anos e entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos (R$ 1.020 e R$ 2.550) –faixa em que tinha perdido mais votos no levantamento anterior.

    A petista também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, em vários estratos da população, como entre eleitores com ensino fundamental e do Sudeste.

    MOVIMENTOS
    “Ao menos momentaneamente, Dilma parou sua tendência de perda de votos”, afirma o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.

    Antes da divulgação da quebra de sigilo fiscal de tucanos e da demissão da ex-braço direito de Dilma na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra, a petista chegou a ter 57% dos votos válidos.

    Duas semanas depois dos escândalos, Dilma caiu para 51%, perdendo nacionalmente cerca de 6 milhões de votos no período. Agora, a candidata oscila positivamente para 52%.

    Na simulação de segundo turno, a petista oscilou positivamente um ponto. Passou de 52% para 53%. O tucano manteve seus 39%.

    Sobre o conhecimento do número dos candidatos, 55% acertam os algarismos e 40% admitem desconhecê-los.

    No caso de Marina, apenas 39% citam corretamente o seu número. No de Dilma, 64%; e no de Serra, 53%.

    O percentual de indecisos é de 6%, e outros 3% votarão em branco ou nulo. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) teve 1% das intenções dos votos. Os demais candidatos, juntos, não atingiram 1%.

    A margem de erro da pesquisa Datafolha, é de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidos 13.195 eleitores em 480 municípios.

    Fonte: Folha

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    >Entre o Ibope e o Datafolha

    Posted on setembro 30, 2010. Filed under: Datafolha, Dilma Rouseff, eleições 2010, Ibope, José Serra, Marina Silva, pesquisa IBOPE/CNI, tendência, votos |

    >Por Jose Roberto de Toledo

    Eleições 2010 – Pesquisa Ibope/CNI concluída na segunda não confirma tendência de queda de Dilma Rousseff (PT) e mostra a petista com 55% dos votos válidos, o que lhe daria a vitória ainda no primeiro turno. Segundo o instituto, desde o final da semana passada, Dilma permaneceu com 50% do total de votos, José Serra (PSDB) oscilou de 28% para 27%, e Marina Silva (PV) manteve a tendência de crescimento e foi de 12% para 13%.
    O resultado contrasta com a queda de Dilma apontada pelo Datafolha na sua pesquisa feita integralmente na segunda-feira. Essa é uma das diferenças entre as duas sondagens: a coleta do Ibope foi dividida em três dias, de sábado a segunda (cerca de mil entrevistas foram feitas no último dia), enquanto no Datafolha toda a pesquisa de campo foi realizada na própria segunda.
    Outra diferença é a metodologia: como a maioria dos institutos, o Ibope entrevista os eleitores em casa, enquanto o Datafolha faz as abordagens na rua. Isso pode produzir diferenças na amostra, pelo tipo de eleitor que cada um capta: um mais “rueiro” no Datafolha, e um mais “caseiro” no caso do Ibope. Eles podem ter comportamentos eleitorais diferentes.
    Se, como aponta o Datafolha, houvesse uma tendência de queda, tanto a data de campo quanto o método de coleta poderiam, em tese, fazer alguma diferença. Os dados do Ibope, que apenas indicam que Marina segue crescendo, mostram consistência quando analisados pelas diferentes faixas de renda e escolaridade do eleitorado.

    Fonte: Blog do Noblat

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