Meio Ambiente

>Droga de campanha

Posted on setembro 27, 2010. Filed under: campanha, debate, democracia, Dilma, droga, eleições 2010, Futuro, Lula, Marina, Meio Ambiente, Ricardo Noblat, Serra |

>Por Ricardo Noblat

“A democracia é exatamente isto: cada um fala o que quer, escreve o que quer, e o povo faz o grande julgamento”. (Lula)

Eleições 2010 – Droga de campanha, esta. Fora do controle do seu marqueteiro, Dilma revelou-se incapaz de dissertar sobre qualquer coisa com começo, meio e fim. A racionalidade excessiva de Serra embotou todo tipo de emoção que ele pudesse transmitir. Marina arrancou lágrimas de empresários em pequenas auditórios, mas saiu-se mal nos debates de televisão.

Alguém sabe citar de cor as principais promessas feitas pelos candidatos? Lembro das seis mil creches e das não sei quantas Unidades de Pronto Atendimento de Dilma; do salário mínimo de R$ 600,00 e do reajuste dos aposentados de Serra; e do “governar com os melhores” de Marina. Em suma: promessas pontuais ou genéricas.

Um projeto para o país? Algo ambicioso, mas necessário para quem se preocupa com o futuro? Os candidatos ficaram devendo. Ou porque não têm projeto. Ou porque acham que projeto não atrai votos. Dilma fala em dar continuidade ao governo Lula. Serra diz que o Brasil pode mais. Marina atesta: é possível crescer respeitando o meio ambiente.

Dilma mimetizou Lula de tal maneira que usou em várias ocasiões expressões que são dele. Deu com o rosto na porta quem imaginou que o governo de Lula foi de Lula. Não foi. Foi de Lula e de Dilma, a se acreditar na propaganda bem cuidada da candidata. Os dois governaram juntos o país nos últimos sete anos e poucos meses.
Serra mimetizou Serra de tal forma que deu a impressão de estar de volta a 2002 quando era ministro da Saúde. Ou quando era candidato a presidente da República recém-saído do Ministério da Saúde. Marina não mimetizou ninguém. Apenas pareceu esquecida de que trocou o PT por outro partido. Perderá feio no Acre porque lá ela ainda é PT.
E o confronto de idéias entre os candidatos? Não houve. Dilma fugiu da maioria dos debates. E as regras dos debates impediram o confronto tão desejável. Votará em Dilma quem gostaria de votar em Lula e não se incomoda em lhe passar um cheque em branco. Em Serra, quem não vota em Lula e no PT de jeito nenhum. E em Marina, os sonhadores.
Na ausência de idéias e de debates, as pesquisas de intenção de voto pautaram o comportamento dos candidatos, ocuparam generoso espaço na mídia e serviram para animar discussões exacerbadas na internet. Os responsáveis pelos institutos de pesquisas ganharam uma importância que não tiveram em eleições anteriores.
Montenegro, do Ibope, previu a eleição de Serra com mais de um ano de antecedência. Foi obrigado mais recentemente a pedir desculpas pelo seu erro. O sempre discreto Marcos Coimbra, do Vox Populi, escreveu artigos semanais para jornais, revistas e blogs explicando por que Dilma deverá se eleger no primeiro turno.
É, de fato, o que por ora está escrito nas estrelas – a eleição de Dilma no próximo domingo. José Roberto Toledo, analista de pesquisas do jornal O Estado de S. Paulo, observa que o contingente de eleitores indecisos está perto de se esgotar como fator de crescimento dos candidatos Serra e Marina.
Para que haja segundo turno, a estarem certas as pesquisas, é preciso que Serra e Marina tomem eleitores de Dilma. Não será uma tarefa fácil, adverte Toledo. Dilma tem algo como 10 milhões de votos a mais do que Serra e Marina somados. Do último sábado até o dia da eleição, Serra e Marina teriam de subtrair de Dilma 625 mil votos por dia.
Só um fato devastador para a reputação de Lula poderia provocar uma migração de votos tão grande e tão rápida. Mesmo assim, o PT receia a convergência de causas mais prosaicas – entre elas, uma abstenção elevada no Norte e Nordeste e a regra que só permite o voto dos que exibam o título de eleitor e outro documento de identificação.
É razoável a aflição do PT. Faltam apenas seis dias para que Lula consiga por meio de Dilma o que não foi possível em 2002 e 2006 – a eleição no primeiro turno. Em seis dias tudo pode acontecer – inclusive nada. O mais provável é que nada aconteça.

E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat
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>Dias 21 e 22 de agosto Cuiabá sedia encontro de engenharia civil

Posted on agosto 17, 2010. Filed under: Centro de Eventos do Pantanal, Construção Sustentável, Desenvolvimento Urbano, encontro de engenharia civil, engenharia civil, Meio Ambiente, Mineração |

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Profissionais de Engenharia, professores e estudantes estarão reunidos em Cuiabá, entre os dias 21 e 22 de agosto, no Centro de Eventos do Pantanal (SEBRAE-MT), para participar do Encontro Nacional de Engenheiros do Brasil. Sob o tema Construção Sustentável e Empreendimentos com Responsabilidade Sócio Ambiental, o evento atrairá pessoas de todo o Brasil, inclusive representantes de estados que já confirmaram sua participação: Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Na ocasião, serão realizadas mesas redondas, debates, discussão da carta de Cuiabá e diagnóstico das ações das Abenc’s (Associação Brasileira de Engenheiros Civis). A programação contemplará temas relacionados a políticas públicas para as pequenas empresas, Importância da fiscalização integrada e desenvolvimento nas construções e o papel dos tecnólogos nas áreas da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

O Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Archimedes Pereira Lima Neto, afirmou que o objetivo do evento é intensificar o processo de desenvolvimento com sustentabilidade, participando da evolução da Engenharia no Brasil e debatendo temas relevantes, por exemplo, no âmbito da mineração.

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>IFMT abre inscrições para processo seletivo para curso técnico em meio ambiente em Juína MT

Posted on julho 21, 2010. Filed under: Campus Juína, Curso Técnico, curso Técnico em Meio Ambiente, IFMT, Instituto Federal de Mato Grosso, Meio Ambiente, PROEJA |

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O Instituto Federal de Mato Grosso realiza no período de 19 a 23 de julho, iscrições para o Processo Seletivo Classificatório Simplificado para o Curso Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Modalidade PROEJA do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). 
 Campus da IFMT na cidade de Juína Mato Grosso
Serão 30 vagas para o período noturno com a duração de três anos.

Os interessados deverão ter concluído o ensino fundamental ou equivalente até 2009 e no ato da inscrição, o candidato deverá apresentar o CPF, cédula de identidade ou documento equivalente com foto, expedido por órgão oficial, com validade nacional. Os candidatos estão isentos do pagamento da taxa de inscrição. O horário de atendimento no Campus Juína é das 8h às 11h e das 14h às 17h.

A classificação será feita através da produção de um Memorial Descritivo no dia 01 de Agosto, das 8h às 10h, no endereço da sede do Campus Juína (Linha “J”, Quadra 8, Setor Chácara, Juína – MT). O Memorial Descritivo obedecerá ao seguinte critério: Razões para a escolha do Curso Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio – Modalidade PROEJA.

A relação dos candidatos aprovados na 1ª Chamada, obedecendo ao limite de vagas, será divulgada no dia 02 de Agosto no site do IFMT (http://www.jna.ifmt.edu.br) e nos murais do Campus Juína. Se houver vagas não preenchidas, após o término do período de matrículas da 1ª Chamada, o Campus Juína divulgará a 2ª Chamada no dia 04 de Agosto, a partir das 17h30min, através dos murais do Campus e no endereço eletrônico do IFMT (http://www.jna.ifmt.edu.br).

O Curso Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Modalidade PROEJA tem como objetivo capacitar o aluno com conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades para as quais o profissional é requisitado. Este curso é ofertado a candidatos que tenham concluído o Ensino Fundamental ou equivalente e que possuam, no mínimo, 18 anos de idade.

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>As razões para Marina Silva sair do governo Lula

Posted on maio 27, 2010. Filed under: Blairo Maggi, desmatamento, florestal, Marina Silva, Mato Grosso, Meio Ambiente |

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A pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, falou ontem sobre a operação da Polícia Federal que prendeu assessores do ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi por desmatamento ilegal. Marina lembrou que foram as pressões de Blairo e dos ministros Reinhold Stephanes (Agricultura) e Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) que a levaram a deixar o governo.
— Maggi fez toda aquela disputa comigo, junto com o ministro Mangabeira Unger e o ministro da Agricultura. Eles se colocaram contra mim de tal forma, querendo revogar medidas de combate ao desmatamento, a ponto de eu sair do governo. Dois anos se passaram e agora a PF mostra que eu estava inteiramente correta. O governador estava fazendo discurso pseudoambientalista e, na prática, destruía florestas.
Segundo a ex-ministra, por pouco o presidente Lula não atendeu a Blairo, que queria revogar as medidas que proibiam o desmatamento:
— Ele (Blairo) se colocou contrário aos dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, queria que Lula revogasse as medidas, e por pouco ele não revogou. Naquela hora saí. As pessoas disseram: “A senadora está sendo inflexível”. Se eu não tivesse saído, Lula talvez tivesse revogado as medidas com a pressão dos governadores, de Mangabeira e Stephanes.
Blairo teve uma conversa telefônica gravada pela PF na qual intercede, junto a um dirigente da Secretaria de Meio Ambiente, por processos administrativos que estavam “enrolados” no órgão. “Anota dois protocolos aí, para você me dar uma resposta porque esse trem tá enrolado”, pediu Blairo, em janeiro, ao então secretário adjunto de Mudanças Climáticas, Alex Marega, um dos presos na Operação Jurupari, que investiga crimes ambientais em MT.
O delegado federal Franco Perazzoni relata quatro processos em que Marega teve atuação “ativa e irregular”.
A PF prendeu ainda o ex-secretário de Meio Ambiente Luís Henrique Daldegan e o ex-secretário adjunto de Gestão Florestal Afrânio Migliari. A Justiça, porém, mandou soltar 38 dos 91 presos. Blairo negou interferência na Secretaria de Meio Ambiente e disse que, em nenhum momento, a conversa “configura solicitação de privilégios”. Fonte: Blog do Noblat
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>A insustentável posição de Blairo Maggi sobre o meio ambiente

Posted on maio 27, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Chapada dos Guimarães, destamatamento, insustentável, Meio Ambiente, mudanças climáticas, Polícia Federal, preservação |

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A Polícia Federal trabalhou mais de dois anos usando duas armas: monitoramento telefônico e perícia de imagens de satélite. Depois, foi usada uma terceira arma: a quebra do sigilo bancário e fiscal dos suspeitos. Isso levou dezenas de pessoas à prisão na Operação Jurupari, em Mato Grosso, e levantou uma dúvida: o ex-governador Blairo Maggi não tinha mudado?
Seu ex-secretário de Meio Ambiente Luiz Henrique Daldegan era o chefe da operação limpeza de reputação de Blairo, que no passado era o maior antiambientalista e depois passou a dizer que era um defensor do meio ambiente. Daldegan hoje está preso como suspeito de fazer parte de um esquema de esquentamento de madeira retirada ilegalmente de terras públicas. O ex-secretário de Mudanças Climáticas Afrânio Migliari também está no mesmo processo, como chefe de inúmeros ilícitos. Ao todo, foram expedidas ordens de prisão de 91 pessoas entre políticos, servidores, autoridades da Secretaria de Meio Ambiente, empresários.
Na questão ambiental houve dois Blairo Maggi nos últimos anos. O primeiro disse que destruir 24 mil km de floresta num ano era pouco perto do tamanho da Amazônia; afirmou que o país não podia ficar catando coquinho na floresta; hostilizou ministros do Meio Ambiente e acusou o Inpe de erro técnico. Um segundo Blairo Maggi disse que tinha se convencido de que estava errado.
Numa entrevista que me concedeu em agosto de 2009, Blairo disse:
— Tive que fazer uma inflexão, reavaliar as minhas posições. Não só minhas, como as dos demais componentes do agronegócio do meu estado. Tive que chamá-los e dizer que o caminho que estávamos seguindo não era o mais correto.
O que o delegado da PF Franco Perazzoni, que comandou a investigação, conta é que foi flagrado um grande conluio entre empresas, funcionários públicos, políticos e autoridades com poder para liberar os “planos de manejo”.
— As grandes fraudes acontecem no inventário da madeira. Pelo plano de manejo é preciso dividir a terra em 30 talhões, ir explorando um a cada ano, de tal forma que só no final do trigésimo ano se volte ao primeiro talhão. Com planos assim é que se consegue a emissão do guia florestal, documento exigido para se transportar madeira e vendê-la no mercado legal. A fraude consiste em pôr no inventário o que não tem. Isso gera um registro fictício que é usado, depois, para legalizar madeira retirada ilegalmente de área pública. O registro falso esquenta a madeira ilegal — diz.
A diferença de preço entre a madeira ilegal e a supostamente legal é imensa:
— Numa tora, numa árvore em pé, em área que não pode ser explorada, não se dá mais que R$ 50,00. Se ela for apresentada como retirada de plano de manejo, pode chegar a R$ 1.400 o m. Nem tráfico de drogas dá lucro tão grande.
Pelo monitoramento telefônico foi possível acompanhar o tráfico de influências para conseguir licenças falsas. Com as imagens de satélite era possível verificar, por exemplo, que a terra da qual se pedia licença para retirar madeira já estava degradada há muito tempo. O que os proprietários conseguiam eram relatórios de vistoria feitos por técnicos atestando haver a madeira que não havia no local. Depois, era só ir numa área pública, muitas vezes indígena, tirar a madeira e usar a guia falsa para esquentar aquela madeira. Tudo passava pela Secretaria de Meio Ambiente.
O curioso é que o braço direito de Maggi, para provar que o estado do Mato Grosso tinha virado exemplo de sustentabilidade, era justamente o secretário Daldegan. Com ele, e grande comitiva, o governador foi a Copenhague participar de debates sobre créditos pelo desmatamento evitado. Alegava ter desenvolvido ferramentas modernas para detectar, prevenir e combater o desmatamento. Enquanto isso, a Polícia Federal investigava:
— O monitoramento telefônico não é usado como elemento de prova, mas como orientação para conduzir as investigações que ganharam consistência com os laudos periciais — diz Perazzoni.
Inúmeras falsas licenças foram assinadas exatamente pelo subsecretário de gestão de florestas, e depois secretário de Mudanças Climáticas, Afrânio Cesar Migliari. Existem indícios, diz o relatório da Polícia Federal, de que Migliari era dono de fato de empresas investigadas e inclusive madeireiras.
As propriedades investigadas ficavam perto de áreas indígenas ou protegidas. Em geral, já estavam desmatadas, mesmo assim conseguiam licenças de exploração que tinham indícios eloquentes de fraude. Por exemplo, segundo o delegado, houve um inventário que registrava que uma determinada terra estava 60% ocupada pela mesma espécie nobre. Com a diversidade da floresta nativa é difícil acreditar em tal percentual de uma mesma espécie.
Há uma licença espantosa dada pela Secretaria de Meio Ambiente: plantar eucalipto na Chapada dos Guimarães, uma Área de Preservação Permanente onde era proibido plantar espécies exóticas.
Blairo, candidato ao Senado e líder nas pesquisas, aparece no inquérito pressionando para apressar a liberação de licenças que favoreciam políticos. É assim que se desmata na Amazônia com o conluio de gente muito fina. E que fica por aí usando em vão a palavra sustentabilidade. Fonte: Mirian Leitão
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>Residencial Bonavita é embargada pela 2ª vez em 1 ano por dano ambiental

Posted on maio 15, 2010. Filed under: Brookfield, CUIABÁ, Meio Ambiente, Ministério Público, Residencial Bonavita, shopping Pantanal, Smades, TAC |

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As obras do Parque Residencial Bonavita foram embargadas de novo pela Justiça. Esta é a segunda vez que ocorre a paralisação em menos de 1 ano. A decisão do juiz da Vara Especializada do Meio Ambiente, José Zuquim Nogueira, determinou ainda a suspensão dos Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) firmados entre Cuiabá e as empresas Proteto Construtora e Incorporadora Ltda e a MB Engenharia S/A. O alvará de construção também foi suspenso. A determinação foi tomada em caráter liminar, em resposta à solicitação do Ministério Público.
Maquete o Parque Residencial Bonavita 

A área destinada ao residencial fica próxima ao Shopping Pantanal e deve abrigar 5 torres de apartamentos. O promotor de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, autor do pedido de suspensão da obra, afirma que a Prefeitura de Cuiabá não observou a legislação municipal ao firmar os TACs com a empreendedora. Ele afirma que a área prevista para a implantação do empreendimento é uma Zona de Interesse Ambiental (ZIA). “O procedimento administrativo que tramitou na prefeitura é um “cipoal” de ilegalidades, um verdadeiro absurdo”.
Segundo o promotor, é necessário suspender as obras de forma imediata para impedir o agravamento da situação. Ele destaca que “é pouco provável ou, quiçá, impossível que, se as obras não forem suspensas agora, ao final da presente demanda seja determinada e efetivamente realizada a demolição de todo o empreendimento que, àquela altura, haverá de estar concluído”. Conforme a decisão judicial, as obras devem permanecer paralisadas até o julgamento final da Ação Civil Pública.
O outro embargo ocorreu em junho de 2009. Na época, a MB Engenharia – Empresa Brascan ainda foi multada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Smades).
Outro lado – Por meio de nota, a Brookfield Incorporações informa que o Residencial Bonavita possui todas as aprovações e licenças urbanísticas e ambientais exigidas por lei, com memorial de incorporação devidamente registrado sob nº R.02 da matrícula 97.773 do 6º Serviço Notarial e Registro de Imóveis da 3ª Circunscrição Imobiliária de Cuiabá. A empresa informa ainda que tem conhecimento da liminar mas até o presente momento não foi intimada da decisão. (Com assessoria)
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>Ibama retoma área ocupada por restaurante no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães

Posted on janeiro 20, 2010. Filed under: AGU, Chapada dos Guimarães, Ibama, liminar, Meio Ambiente, restaurante |

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conseguiu retomar na Justiça a posse de uma área de 3,5 hectares dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT), que estava ocupada por um restaurante. A Advocacia-Geral da União (AGU) derrubou liminar que garantia ao proprietário do estabelecimento a permanência no local.

De acordo com os procuradores federais, que defenderam o Ibama, a área em que o restaurante e a residência dos proprietários estão localizados já foi indenizada pelo governo durante a desapropriação para criação do parque.

O Ibama também argumentou que o restaurante vinha causando “graves danos ao meio ambiente” na unidade de conservação, como poluição sonora e lançamento de resíduos em leitos d’água.

De acordo com o pedido da AGU, que foi acatado pela Justiça, “o uso e a exploração [de área dentro da unidade de conservação] deve passar pelo crivo do órgão ambiental competente de modo a evitar a degradação do meio ambiente”. Fonte: UOL

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>Vai, minha filha, ajuda!

Posted on dezembro 21, 2009. Filed under: Carlos Minc, Copenhague, Dilma Rousseff, filha, José Serra, Lula, Marina, Meio Ambiente |

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Tudo bem que a eleição de Dilma Rousseff para presidente da República dependa acima de tudo da capacidade de Lula de transferir votos para ela. Haverá transferência. O que ninguém sabe é se será suficiente. Mas convenhamos: Dilma tem de fazer sua parte. Foi um fiasco, por exemplo, seu desempenho na conferência sobre o clima em Copenhague.

Que melhor cenário poderia ter sido montado para Dilma desfilar como apóstola da preservação do meio ambiente? Apóstola seria um exagero. A senadora Marina Silva (PV-AC) é quem tem jeito de apóstola. Desafetos apontam Dilma como adepta do desenvolvimento a qualquer preço – o que é um exagero.


Copenhague foi uma oportunidade desperdiçada por ela. Primeiro trombou com o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente. Desautorizou uma declaração dele que em nada criaria embaraços para a posição do Brasil na conferência. Em seguida trombou com Marina e o governador José Serra (PSDB).


Os dois propuseram que o Brasil doasse um bilhão de dólares para a criação de um fundo internacional de financiamento de medidas de adaptação e redução de emissões de gases nos países pobres. Dilma rebateu a proposta sem pensar que ficaria mal na foto: “Um bilhão de dólares não faz nem cosquinha”.


Mais tarde provou o remédio amargo que empurrara goela abaixo de Minc – acabou desautorizada por Lula. Ao pedir aos países desenvolvidos que se comprometessem com metas concretas de defesa do meio ambiente, Lula disse que o Brasil estava disposto, sim, a doar dinheiro para o tal fundo.


E ainda houve o que muitos atribuíram a um ato falho de Dilma. Em uma de suas intervenções antes que Lula chegasse a Copenhague, Dilma afirmou em discurso por escrito: “O meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”.


Pobre redator do discurso. Da forma como a frase foi construída é improvável que ele tenha escrito: “O meio ambiente não é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”. Nesse caso, o “sem dúvida nenhuma” teria sido extirpado em favor da clareza. Dilma leu o que foi escrito. Culpa não lhe cabe.


Coube-lhe o desgaste pela trapalhada. Sorte dela que não tenham vazado durante o encontro inconfidências cometidas por seus próprios assessores. O desgaste teria sido ainda maior. Dilma cobrou do governo da Dinamarca tratamento conferido apenas a chefes de Estado. Não obteve.


Ao desembarcar, pretendia entrar direto em um carro e se mandar do aeroporto. Não conseguiu. Estava disposta a driblar detectores de metal. Não conseguiu. Exigiu que lhe servissem comida especial – conseguiu. Requisitou para uso exclusivo uma copiadora capaz de imprimir a cor – conseguiu também.


Distante dos marqueteiros, por sua própria conta e risco, Dilma foi Dilma em estado puro. Talvez tenha sido mais feliz assim. Recentemente, ela admitiu que cansou de ouvir conselhos para mudar determinados traços do seu temperamento. Decidira não tentar mais parecer com o que não é.


A simpatia não é o seu forte. Por que penar para ser simpática? Quem convive com ela a reconhece como uma executiva eficiente e talentosa, embora centralizadora. E no mais das vezes ríspida com seus subordinados. Gosta de mandar – um ponto positivo para quem aspira ao cargo mais importante do país. E não gosta de ser contrariada.


Ora bolas! Por que fazer de conta que a dama de ferro esconde uma espécie de Dilminha paz e amor? Lula é quem domina a requintada arte de se comportar como um camaleão. É grosseiro em particular com os que o cercam. Em público é doce com eles. Em particular diz muitos palavrões. Só falou merda uma vez em público.


Políticos são atores – Dilma sabe. Falam em campanha o que a distinta platéia quer ouvir Dilma sabe. E não dão um passo sem pesquisar antes seus efeitos Dilma sabe. Portanto, ou ela segue as regras ou perde de véspera. Lula ainda não chegou ao ponto de operar milagres.

E-mail para esta coluna: noblat@oglobo.com.br – Fonte: A Gazeta

BLOG DO NOBLAT: http://www.oglobo.com.br/noblat

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>Meio Ambiente: Governado Blairo Maggi explica em Copenhague ações de MT na redução do desmatamento

Posted on dezembro 15, 2009. Filed under: Amazônia legal, Carlos Minc, ciência, Copenhague, destamatamento, Dinamarca, Fórum, Meio Ambiente, Tecnologia |

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Na Dinamarca, Blairo Maggi pede a participação da sociedade
para defender a floresta brasileira

O governador Blairo Maggi (PR), que está em Copenhague, Dinamarca, participou de uma reunião do Fórum dos Governadores da Amazônia Legal nesta segunda (14) e defendeu que há maior conscientização de todos os atores sociais, empresariais e públicos envolvidos na conservação e proteção ambiental da Amazônia. Segundo ele, essa nova mentalidade resultou na redução do desmatamento nos últimos anos. “Mato Grosso teve mudanças muito grandes em termos de redução de desmatamento entre 2003 e 2009”, comentou Maggi a uma plateia de jornalistas, empresários, ambientalistas, professores universitários e governos subnacionais de todo o mundo. “E grande parte do desmatamento se deve ao fato de que as pessoas têm entendimento sobre o valor da floresta em pé”.

Maggi afirmou também que é necessária a participação da sociedade de uma forma geral.
“O mundo mudou e é hora de todas as pessoas se engajarem nessa mudança para que tenhamos uma nova realidade, um mundo melhor para nossos filhos, nossos netos e gerações futuras”, disse o governador a interlocutores no Bella Center, palco central dos debates e proposições em Copenhague. A redução do destamatamento em Mato Grosso no ciclo 2003/2004 registrou 11.814 Km² para cerca de 1.047 Km² entre 1º agosto 2008 a 31 julho de 2009, de acordo com dados oficiais calculados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Maggi informou ainda que 62% da redução do desmatamento da Amazônia brasileira desde 2005 é atribuída ao estado de Mato Grosso.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que já protagonizou duras discussões com Maggi e hoje tem o republicano como “queridinho” dos ambientalistas, também participou da reunião dos governadores e realçou aos presentes a importância da união em defesa da floresta brasileira. “Hoje existe diálogo aberto, maduro em função da união dos governadores da Amazônia e do governo do presidente Lula”, avaliou Minc.

Acompanham o governador em Copenhague os secretários de Estado Luiz Henrique Daldegan (Meio Ambiente), Eumar Novacki (Casa Civil e Comunicação Social), Alexander Maia (Casa Militar), Terezinha Maggi (Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social), professora Flávia Nogueira (Extraordinária de Apoio a Políticas Educacionais) e o adjunto de Marketing do Governo, Júlio Valmórbida.

Fonte: RDNews

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>Chapada dos Guimarães realiza Festival "Chapada in Jazz" acontece em novembro

Posted on novembro 10, 2009. Filed under: Centro Geodésico, Chapada dos Guimarães, Chapada in Jazz, Cultura, Festival, Meio Ambiente, Turismo |

>Cravada no Centro Geodésico da América do Sul, a cidade de Chapada dos Guimarães está prestes a receber pela primeira vez o Chapada in Jazz. Baixos, contrabaixos, baterias, saxofones e pianos vindos de alguns cantos do país aportam na pequena e aconchegante Chapada para formar nos dias 13 e 14 de novembro um festival a partir 20h, com entrada gratuita. Segundo o músico e curador do evento, Ebinho Cardoso, o evento já nasce grande.


“Temos grandes nomes do jazz nacional vindo a Mato Grosso participar do Chapada in Jazz e também temos que mostrar que nosso Estado é capaz de fazer um belo festival de jazz”, reforça. A atividade cultural tem o patrocínio do governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC); Secretaria de Desenvolvimento do Turismo (Sedtur) e a Secretaria de Turismo, Cultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Chapada dos Guimarães.

Entre um dos nomes mais aguardados está o de Celso Pixinga, de São Paulo, considerado o maior baixista do Brasil e um dos melhores do mundo. Pixinga, que começou estudar piano erudito aos 6 anos de idade, afirma que o rock entrou em sua vida através de Beatles, Led Zepellin, Jimmy Hendrix. A troca do piano pela guitarra seria a primeira da sua vida. A segunda, já no início da década de 1980, foi uma “troca eterna”. “Foi quando escolhi o baixo. A troca da guitarra pelo baixo foi a coisa mais importante da minha vida musical”.

Além de Celso, aportam em Chapada os irmãos potiguares Eduardo e Roberto Taufic. O primeiro mestre no piano e o segundo, com carreira consolidada há muitos anos na Itália, rei do violão. Juntos, prometem fazer um show memorável. Do Distrito Federal chega o Galinha Caipira Completa, com um nome estranho e um som envolvente, com o melhor que o jazz pode oferecer ao público presente.

No último dia 14, Chapada recebe do Rio de Janeiro Nelson Faria e seu violão mágico, que aproveita as belas paisagens cariocas para se inspirar em músicas da Bossa Nova e tantos outros clássicos brasileiros, como Caprichoso, além de trazer toda sua vasta experiência como músico profissional há 25 anos.

Além dele, tocam o saxofonista Ademir Junior, o Quarteto, única banda mato-grossense a se apresentar e o pianista David Feldman, que toca o instrumento desde os quatro anos de idade, época em que aprendeu que a improvisação é a grande força motriz de inspiração do jazz. (Secom)

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