Mercado

>Dilma procura nome no mercado para ministerio da Indústria e Comércio.

Posted on novembro 23, 2010. Filed under: Dilma, Mercado, ministro |

>A presidente eleita e o núcleo da transição estão quebrando a cabeça para escalar o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

A intenção é escalar um empresário. Mas existe muita resistência destes para aceitar a função. Todos temem publicidade negativa, pois é difícil uma empresa no Brasil que não tenha um processo na Receita e na Previdência.

Além disso, o salário que o governo oferece é baixo e quando o ministro deixa a pasta, mesmo que tenha feito tudo certo, ainda vai ter de responder a algum processo.

Anúncios
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Cumbaru ganha mercado

Posted on novembro 2, 2010. Filed under: Cáceres, cerrado, Cooperativa, cumbaru, Dipteryx alata, extrativismo, leguminosae, Mato Grosso, Mercado, natureza, nutrientes, Poconé, vitaminas |

>

Natureza e mercado – O Cerrado possui milhares de plantas medicinais e uma outra quantidade expressiva de frutos que servem para alimentação humana e são ricos em vitaminas e nutrientes. Em Mato Grosso, desde o final dos anos 90, entidades e organizações não-governamentais atuam em comunidades que utilizam o extrativismo repassando conhecimento a respeito do uso sustentável de espécies nativas e com alto valor nutricional, como o cumbaru, mangava, pequi, jatobá. No entanto, as espécies nativas nem sempre são bem utilizadas pela população, principalmente em uma região em que a migração de famílias é muito intensa, como em Mato Grosso.
Castanhas de cumbaru são comercializadas torradas
Em Poconé, a Cooperativa Mista dos Produtores Rurais de Poconé (Comprup), há dois anos estimula seus associados a se dedicarem à produção e beneficiamento do cumbaru. Cento e dez famílias de pequenos agricultores garantem renda extra com a atividade. A futura pedagoga Cíntia Masuí, que mora na comunidade São José, conta que no assentamento o projeto começou com 3 mulheres e atualmente 12 pessoas participam da produção de doces, farinhas, licores, sucos e geléias feitos com a fruta.
“Nós usávamos mais para reflorestamento e como madeira para cercas. Hoje, produzimos 350 quilos por mês que são transformados em farinha e outros produtos, diz o presidente da Comprup, Jorge Getúlio da Silva. “Os associados estão divididos em dois grupos, a maior parte só recolhe os frutos nas fazendas da região e o restante quebra e retira a castanha”, explica.
A indústria, instalada na sede da cooperativa, vende uma média semanal de 100 quilos de castanha de cumbaru.
Árvore de cumbaru carregada de frutos
O mesmo tem acontecido na região de Cáceres onde, há quase dez anos, a Federação de Órgãos Para Assistência Social e Educacional (Fase-MT) incentiva os produtores a associar os produtos do Cerrado com a produção agrícola convencional. Por enquanto, os produtos são comercializados pelos grupos em feiras e eventos, além de serem consumidos na própria comunidade que valoriza cada vez mais o que o Cerrado produz.
O cumbaru (Dipteryx alata) é da família leguminosae e é a terceira maior família dentre as Angiospermas que conta com 727 gêneros e aproximadamente 19.325 espécies. A importância econômica dos representantes desta família é indiscutível, pois muitos gêneros e espécies são utilizados na alimentação humana, na recuperação de solos empobrecidos, na arborização urbana, bem como nas indústrias madeireira e química. O gênero Dipteryx apresenta 12 espécies distribuídas nas Américas do Sul e Central.
Uma tonelada de sementes não beneficiadas de cumbaru pode alcançar aproximadamente R$ 386 mil, sendo muito valorizada no mercado consumidor externo. O cumbaru floresce de novembro a fevereiro e frutifica de janeiro a março, excepcionalmente até julho no Cerrado do Centro-Oeste.
Fonte: Natureza
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Com possibilidades reais da eleição de Serra a Presidente, Bovespa sobe 0,19% e retoma nível anterior à crise 2008

Posted on outubro 16, 2010. Filed under: Banco do Brasil, Bovespa, Cemig, Dilma Rousseff, Dow Jones, Eletrobrás, Fed, José Serra, Mercado, Nasdaq, Petrobras, tucano |

>

Com alta de 0,19%, a quinta seguida, a Bovespa alcançou os 71.830,18 pontos, a maior pontuação desde 2 de junho de 2008, quando marcou 71.897,20 pontos. Retoma assim pela primeira vez em mais de dois anos o bom desempenho no período pré-crise financeira de 2008. A alta foi apoiada em forte ganho de ações de energia elétrica, motivado, no caso da Eletrobras, pelo avanço do tucano José Serra nas pesquisas de 2º turno presidencial sobre sua adversária, Dilma Rousseff (PT). Com isso, a Bovespa encerrou uma semana em que fechou no azul todos os dias e escapou da indecisão das Bolsas norte-americanas, que encerraram hoje com sinais divergentes: enquanto o Dow Jones caiu, Nasdaq e S&P500 registraram altas.

Bovespa – Bolsa de valores

Ao longo da sessão, oscilou entre a mínima de 71.351,38 pontos, queda de 0,48%, à máxima de 72.139,59 pontos, em alta de 0,62%. Na semana, subiu 1,44%. No mês, acumula ganho de 3,46% e no ano, de 4,73%. O volume financeiro atingiu R$ 6,401 bilhões.
A Eletrobras apareceu novamente no topo da lista dos destaques de alta. No fechamento, as ações PNB da estatal de energia avançaram 5,17%, enquanto as ON subiram 4,41%. Após a pesquisa CNT/Sensus de ontem, que mostrou empate técnico entre os candidatos, a expectativa do mercado volta-se ao levantamento do instituto Datafolha, que deve sair hoje à noite, e o mercado não descarta que o tucano já possa aparecer até um pouco à frente da petista.
Ainda no setor de energia elétrica, Cesp PNB avançou 2,72% e Cemig PN subiu 2,70%, ambas também entre as maiores altas do índice. Além de Eletrobras, Banco do Brasil também reage ao fator eleição presidencial, com alta de 1,37%.
As blues chips Petrobras e Vale fecharam em direções opostas, em meio à briga entre comprados e vendidos com vistas ao vencimento de opções sobre ações, que acontece na próxima segunda-feira. Petrobras PN caiu 0,57% e Petrobras ON recuou 1,58%, enquanto Vale PNA subiu 0,50% e Vale ON ganhou 0,30%.
A indecisão das Bolsas em Nova York abriu espaço na Bovespa para movimentos localizados de realização de lucro, que foram mais sentidos em ações de construtoras, após fortes altas recentes. No fechamento,Brookfield ON apresentava a maior perda, com -2,43%, seguida de perto por MRV, com -1,64%, e Cyrela ON, -1,24%.
No exterior, o que seria uma boa notícia acabou hoje atrapalhando o desempenho das bolsas de valores em Nova York: o aumento das vendas no varejo maior do que esperado. Contudo, o problema foi que este dado abalou as expectativas dos investidores de que o Federal Reserve poderia adotar já na próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed em 2 e 3 de novembro medidas de estímulo à economia.
O fato é que mais cedo os investidores haviam se animado com a fala do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, de que o Fed está preparado para adotar medidas de suporte à recuperação econômica, se necessário. Em seguida, a divulgação de um índice pior que o esperado para sentimento do consumidor de Michigan reforçou a expectativa de que tais medidas seriam iminentes. Mas, depois, a divulgação do avanço nas vendas no varejo significou que medidas de afrouxamento monetário para estimular a economia podem não vir já, uma vez que o próprio Bernanke havia alertado que dados econômicos futuros é que vão determinar os próximos passos do Fed.
Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,29%; o Nasdaq subiu 1,37% e o S&P500 evoluiu 0,20%.
Fonte: Exame
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Dólar baixo favorece o comércio, mas não a indústria

Posted on outubro 15, 2010. Filed under: comércio, custos, dólar, eletrodomésticos, IBGE, Indústria, Mercado |

>

O IBGE divulgou hoje a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que mostrou alta de 2% em agosto, em relação a julho. Em comparação com o mesmo mês de 2009, a expansão foi de 10,4%, mostrando que as pessoas estão comprando bastante.
O mercado esperava um número positivo, mas mais baixo, porque acabaram os incentivos fiscais. Mas na verdade, a demanda doméstica continua forte por vários motivos: com o dólar baixo, que cria problemas em outras áreas, produtos importados ficam mais baratos. Com isso, aumenta a capacidade de compra, ou seja, é possível comprar mais coisas com o mesmo salário. Um dos itens que mais cresceu foi móveis e eletrodomésticos (2,9%). Vendas de livros, jornais e revistas aumentaram 3,5%.
O que está acontecendo, mas não é bom, é a desaceleração na indústria. Está vendendo menos, exatamente por causa do dólar; enquanto o consumidor compra mais. Exporta menos, porque o produto brasileiro vai perdendo competitividade; com isso, tem de vender com preço mais alto para cobrir os custos.
A demanda continua forte também por causa de melhoria de salário, de emprego, mas parte vem também desse efeito do dólar. Bom para o consumidor, mas complicado para a indústria local.  Autor: Mirian Leitão
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Mercado eleva projeção para PIB e inflação em 2010

Posted on setembro 20, 2010. Filed under: câmbio, Focus, Inflação, IPCA, Mercado, PIB, projeção, Selic |

>

As instituições consultadas pelo BC elevaram a expectativa para o PIB pela terceira semana consecutiva

As instituições consultadas pelo BC elevaram a expectativa para o PIB pela terceira semana consecutiva 

Os agentes de mercado consultados estimam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, encerre 2010 a 5,01%, ante 4,97% na semana passada.

Há quatro semanas, a projeção era de 5,10%. Para o ano que vem, as instituições elevaram a estimativa de 4,90% para 4,95%.

Por sua vez, a projeção para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) foi elevada para 9,05%, frente a 8,79% na semana anterior. Há um mês, a estimativa era de 8,56%.

Já a aposta para 2011 foi ajustada para 5,04%, contra 5,00% há uma semana.

Para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), a previsão para 2010 foi elevada para 9,08%, face a 8,91% na semana anterior.

Há quatro semanas, a estimativa era de 8,50%. A expectativa para 2011 passou de 5,00% para 5,01%.

PIB

As instituições consultadas pelo BC elevaram a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) doméstico de 2010, a 7,47%, contra 7,42% há uma semana.

As projeções para 2011 apontam para um crescimento de 4,50%.

Selic

O mercado manteve a previsão para a taxa básica de juros do país (Selic) em 2010 a 10,75% ao ano pela quarta semana seguida.

Para 2011, a taxa foi elevada, a 11,75%. Há um mês, a previsão era de 11,50%.

Câmbio

De acordo com o boletim Focus, a projeção para a taxa de câmbio teve leve redução, passando de R$ 1,77 para R$ 1,75 ao fim deste ano.

Em relação ao ano que vem, os agentes de mercado estimam que a taxa fique em R$ 1,80, contra R$ 1,81 estimado na semana passada.

Fonte: Brasil Econômico

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>A felicidade é uma obrigação de mercado

Posted on agosto 4, 2010. Filed under: Arnaldo Jabor, esperança, Felicidade, galáxias, Mercado, obrigação, pessimista |

>Por Arnaldo Jabor

Desculpem a autorreferência, que é vitupério – mas, estou terminando meu filme “A Suprema Felicidade”, que me tomou três anos, entre roteiro, preparação e filmagem. Agora, sairá a primeira copia.
Amigos me perguntam: “Que é essa tal de “A Suprema Felicidade”? Onde está a felicidade?” Eu penso: que felicidade? A de ontem ou a de hoje?
Antigamente, a felicidade era uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que nos coroasse de louros; a felicidade demandava “sacrifício”. Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada a idéia de “dignidade”, vitória de um projeto de poder. Vemos os barbudos do século 19 de nariz empinado, perfis de medalha, tirânicos sobre a mulher e os filhos, ocupados em realizar a “felicidade” da família. Mas, quando eu era criança, via em meus parentes, em minha casa, que a tal felicidade era cortada por uma certa tristeza , quase desejada. Já tinha começado o desgaste das famílias nucleares pelo ritmo da modernidade.
Hoje, a felicidade é uma obrigação de mercado. Ser deprimido não é mais “comercial”. A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina, é impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Esta “felicidade” infantil da mídia se dá num mundo cheio de tragédias sem solução , como uma “Disneylândia” cercada de homens-bomba.
A felicidade hoje é “não” ver. Felicidade é uma lista de negações. Não ter câncer, não ler jornal, não sofrer pelas desgraças, não olhar os meninhos-malabaristas no sinal, não ter coração. O mundo esta tão sujo e terrível que a proposta que se esconde sob a idéia de felicidade é ser um clone de si mesmo, um andróide sem sentimentos.
O mercado demanda uma felicidade dinâmica e incessante, cada vez mais confundida com consumo, como uma “fast food” da alma . O mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro nos obriga a uma gincana contra a morte ou velhice, melhor dizendo, contra a obsolescência do produto ou a corrosão dos materiais.
A felicidade é ter bom funcionamento. Há décadas, o precursor McLuhan falou que os meios de comunicação são extensões de nossos braços, olhos e ouvidos. Hoje, nós é que somos extensões das coisas. Fulano é a extensão de um banco, sicrano comporta-se como um celular, beltrana rebola feito um liquidificador. Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um “avião”, uma maquina peituda, bunduda, o homem também quer ser uma metralhadora, uma Ferrari, um torpedo inteligente, e mais que tudo, um grande pênis voador.
A idéia de felicidade é ser desejado. Felicidade é ser consumido, é entrar num circuito comercial de sorrisos e festas e virar um objeto de consumo. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer que vejo nas revistas. Posso ter uma crise de depressão em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas, para quem o sorriso era quase um pecado, a gargalhada um insulto.
Bem – dirão vocês – resta-nos o amor…Mas, onde anda hoje em dia, esta pulsão chamada “amor”?
O amor não tem mais porto, não tem onde ancorar , não tem mais a família nuclear para se abrigar. O amor ficou pelas ruas, em busca de objeto, esfarrapado, sem rumo. Não temos mais musicas românticas, nem o lento perder-se dentro de “olhos de ressaca”, nem o formicida com guaraná. Mas, mesmo assim, continuamos ansiando por uma felicidade impalpável.
Uma das marcas do século 21 é o fim da crença na plenitude, seja no sexo, no amor e na política.
Se isso é um bem ou um mal, não sei. Mas é inevitável. Temos de parar de sofrer romanticamente porque definhou o antigo amor…. No entanto, continuamos – amantes ou filósofos – a sonhar como uma volta ao passado que julgávamos que seria harmônico. Temos a nostalgia lírica por alguma coisa que pode voltar atrás. Não volta. Nada volta atrás.
Sem a promessa de eternidade, tudo vira uma aventura. Em vez da felicidade, temos o gozo rápido do sexo ou o longo sofrimento gozoso do amor; só restaram as fortes emoções, a deliciosa dor, as lagrimas, motéis, perdas, retornos, desertos, luzes brilhantes ou mortiças, a chuva, o sol, o nada. O amor hoje é o cultivo da “intensidade” contra a “eternidade”. O amor , para ser eterno hoje em dia, paga o preço de ficar irrealizado. A droga não pode parar de fazer efeito e , para isso, a “prise” não pode passar. Aí, a dor vem como prazer, a saudade como excitação, a parte como o todo, o instante como eterno. E, atenção, não falo de “masoquismo”; falo do espírito do tempo.
Há que perder esperanças antigas e talvez celebrar um sonho mais efêmero. É o fim do “happy end”, pois na verdade tudo acaba mal na vida. Estamos diante do fim da insuportável felicidade obrigatória. Em tudo.
Não adianta lamentar a impossibilidade do amor. Cada vez mais o parcial, o fortuito é gozoso. Só o parcial nos excita. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que nunca alcançamos.
Hoje, há que assumir a incompletude como única possibilidade humana. E achar isso bom. E gozar com isso.
Não há mais “todo”; só partes. O verdadeiro amor total está ficando impossível, como as narrativas romanescas. Não se chega a lugar nenhum porque não há onde chegar. A felicidade não é sair do mundo, como privilegiados seres, como estrelas de cinema, mas é entrar em contato com a trágica substância de tudo, com o não-sentido, das galáxias até o orgasmo. Usamos uma mascara sorridente, um disfarce para nos proteger desse abismo. Mas, esse abismo é também nossa salvação. A aceitação do incompleto é um chamado à vida
Temos de ser felizes sem esperança. E este artigo não é pessimista…
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Gasto médio de cliente de luxo diminui 25% e fica em R$ 2.726

Posted on agosto 2, 2010. Filed under: cliente, cliente de luxo, Consumidores, Empresários, Faturamento, lojas, Mercado, relacionamento |

>

Em 2009, o tíquete médio do cliente de luxo no Brasil diminuiu 25% em relação ao ano de 2008, passando de R$ 3.454 para R$ 2.726, segundo revelam dados do estudo “O mercado de Luxo no Brasil – ano IV”, realizado pela MCF Consultoria & Conhecimento, em parceria com a GfK Brasil.
De acordo com o presidente da MCF Consultoria & Conhecimento, Carlos Ferreirinha, entretanto, o mercado segue em crescimento acelerado, demonstrando a atitude positiva do consumidor de luxo brasileiro.
“A crise reduziu o valor do tíquete médio, mas nada que gerasse uma preocupação exacerbada para os próximos anos – haverá um ciclo de crescimento vigoroso novamente. O consumidor demonstra o mesmo tipo de atitude positiva em relação ao consumo de luxo, inclusive em relação à sua percepção da atividade”, diz Ferreirinha.
Faturamento
Apesar da queda registrada no tíquete médio, entre 2008 e 2009, o setor de luxo no Brasil cresceu 4%, atingindo US$ 6,23 bilhões. Para este ano, a expectativa é que o faturamento do segmento alcance o montante de US$ 7,59 bilhões, uma expansão em torno de 22%, em relação ao ano passado.
O levantamento, que ouviu 283 empresas do setor e 344 consumidores, entre janeiro e maio de 2010, apurou ainda que 33% dos empresários atuantes no segmento pretendem expandir o mercado alvo, 30% devem investir no fortalecimento da imagem/ marca, 20%, na abertura de lojas próprias e 9%, na gestão de relacionamento com o cliente.
Dentre os empresários que planejam investir em expansão, 86% pretendem fazê-lo aumentando o número de lojas próprias, 50%, aumentando a participação em multimarcas e 7%, em quiosques.
Cidades
No que diz respeito às cidades mais promissoras para a expansão do mercado de luxo, 53% dos entrevistados apontam Brasília, 7% citam Porto Alegre e outros 7% Curitiba. Salvador, Recife, Belo Horizonte e Ribeirão Preto também foram citadas, com 6%, 4%, 4% e 3% das respostas, nesta ordem.
Por outro lado, quando o assunto é o aumento de unidades, ele deve se concentrar nas cidades de São Paulo (54%), Rio de Janeiro (39%), Brasília (39%) e Belo Horizonte (31%). 
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Mercado eleva previsão de crescimento do PIB pela 11ª semana consecutiva

Posted on junho 1, 2010. Filed under: Banco Central, câmbio, contas externas, crescimento do PIB, estimativa, Focus, Inflação, juros, Mercado |

>

O mercado financeiro elevou levemente a estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010. De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada hoje pelo Banco Central (BC), no levantamento realizado junto a instituições financeiras a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de um avanço de 6,46% para 6,47%. Para 2011, a previsão foi mantida em 4,5%. É a 11ª semana consecutiva que o mercado eleva a previsão de crescimento do PIB.
No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 subiu de 10,9% para 11%. Para 2011, a projeção para o desempenho da indústria permaneceu em alta de 5%.
Inflação e juros
O mercado também manteve a previsão para a inflação a ser apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2010. De acordo com a pesquisa Focus, a expectativa para o índice no ano permaneceu em 5,67%, um patamar ainda distante do centro da meta do governo para a inflação no ano, que é de 4,5%. Para 2011, a estimativa ficou em 4,8%.
A estimativa para a taxa básica de juros (Selic) para o fim de 2010 manteve-se em 11,75% ao ano. A projeção para a taxa no fim de 2011 permaneceu em 11,5% anuais.
Câmbio e contas externas
Os analistas mantiveram a expectativa para o patamar do dólar no fim do ano. A moeda norte-americana no fim de 2010 deve ficar em R$ 1,80. Para o fim de 2011, a moeda americana continua em R$ 1,85.
A pesquisa registrou alteração nas previsões para o déficit nas contas externas em 2010. O déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 48,05 bilhões para US$ 48,10 bilhões. Para 2011, a expectativa avançou de US$ 57 bilhões para US$ 57,97 bilhões.
A previsão de superávit comercial em 2010 subiu de US$ 14,54 bilhões para US$ 15 bilhões. Para 2011, manteve-se em US$ 4,5 bilhões.
Analistas alteraram ainda a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2010 de US$ 37 bilhões para US$ 36,5 bilhões. Para 2011, o IED permanece em US$ 40 bilhões.
 
(Com Agência Estado e Veja)
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Mercado eleva projeção para inflação mais uma vez em 2010

Posted on abril 26, 2010. Filed under: Banco Central, Copom, Inflação, IPCA, Mercado, PIB, projeção, Selic |

>O mercado financeiro elevou pela décima quarta semana consecutiva a estimativa de alta para o IPCA em 2010, que passou de 5,32% para 5,41% na pesquisa Focus, divulgada nesta segunda-feira, 26, pelo Banco Central. Há um mês, analistas projetavam elevação de 5,16% para o indicador neste ano. Com essas elevações seguidas no levantamento, a mediana da previsões para o IPCA no ano se afasta ainda mais do centro da meta de inflação, que é de 4,50%.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve iniciar um novo ciclo de altas da taxa básica (Selic) nesta semana. O mercado financeiro especula se o Copom, que se reúne na terça e quarta-feira, vai elevar a Selic (atualmente em 8,75%), em 0,5 ou 0,75 ponto porcentual, o que levaria a taxa a, respectivamente, 9,25% ou 9,5%.

A estimativa para a taxa básica de juros (Selic) para o fim de 2010 foi elevada de 11,50% ao ano para 11,75% anuais. A projeção para a taxa no fim de 2011 foi mantida em 11,25% ao ano.

PIB

De acordo com a pesquisa semanal Focus, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de um avanço de 5,81% para um crescimento de 6%. Há duas semanas, a previsão era de expansão de 5,60%. Para 2011, a previsão para o PIB foi mantida em um crescimento de 4,50%.

No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 subiu de 9,41% para 9,50%. Para 2011, a projeção para o desempenho da indústria permaneceu em alta de 5,00%.

Câmbio e contas externas

Os analistas mantiveram a previsão para o patamar do dólar no fim do ano. O nível da moeda norte-americana no fim de 2010 ficou em R$ 1,80. Para o fim de 2011, a expectativa para a moeda americana seguiu em R$ 1,85. A previsão de câmbio médio no decorrer de 2010 ficou em R$ 1,81.

O mercado financeiro também manteve as previsões para o déficit nas contas externas em 2010. A previsão para o déficit em conta corrente neste ano continuou em US$ 50 bilhões. Para 2011, a previsão de déficit em conta corrente do balanço de pagamentos passou de US$ 60 bilhões para US$ 59,20 bilhões.

A previsão de superávit comercial em 2010 subiu de US$ 10 bilhões para US$ 12 bilhões. Para 2011, a estimativa para o saldo da balança comercial subiu de US$ 3,99 bilhões para US$ 5 bilhões.

Analistas reduziram a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2010 de US$ 39 bilhões para US$ 38 bilhões. Para 2011, a estimativa para o IED permaneceu inalterada em US$ 40 bilhões.

Inflação na capital paulista sobe para 5,50%
Na mesma pesquisa, a previsão para o IPC da Fipe em 2010 subiu de 5,45% para 5,50%, ante 5,41% de quatro semanas atrás. Para 2011, a previsão seguiu em 4,50%, pela décima quarta semana seguida.  Fonte: Estadão

Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

>Petrobras corrige ministra Dilma e diz que vai investir R$ 79,5 bilhões em 2010

Posted on março 9, 2010. Filed under: Dilma Rousseff, Investimentos, Mercado, Petrobras |

>

A Petrobras divulgou nesta terça-feira (9) nota ao mercado sobre os investimentos previstos para 2010. A proposta, submetida ao governo federal, informa que o valor ficará em R$ 79,5 bilhões.



O comunicado corrige informação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que na segunda-feira (8) disse que a companhia iria investir R$ 85 bilhões este ano. A ministra faz parte do Conselho de Administração da companhia.



Segundo a estatal, do total de R$ 79,5 bilhões previsto, R$ 35,69 bilhões sejam destinados para serão destinados à exploração e produção de petróleo; R$ 30,75 bilhões para abastecimento e petroquímica; R$ 4,82 bilhões para gás e energia; R$ 5,01 bilhões para internacional; R$ 660 milhões para distribuição; R$ 750 milhões para biocombustível e R$ 1,76 bilhão para corporativo.


Divulgação de resultados

A companhia informa também que a próxima reunião do Conselho de Administração da empresa está marcado para o dia 19 deste mês, mesma data em que deverão ser divulgados os resultados do quarto trimestre de 2009 e também os números fechados do ano passado.
Fonte: G1
Ler Post Completo | Make a Comment ( None so far )

« Entradas Anteriores

Liked it here?
Why not try sites on the blogroll...