milho

>Em leilão da Conab Mato Grosso comercializa 94% do milho com fortes deságios

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: agricultura, Aprosoja, Conab, leilão de milho, Mato Grosso, milho, prêmios, pregão, Produtores, soja |

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O 11º leilão de milho realizado nesta quinta-feira (19.08) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) via Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para Mato Grosso registrou mais uma vez fortes deságios. O Estado comercializou 94% das 250 mil toneladas ofertadas.

A companhia estatal do governo sinaliza que este será o último leilão. Mas para o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) Glauber Silveira ainda existe necessidade de que o governo continue a realização desta modalidade de oferta pública. “Prova disso, é que a demanda vem sendo maior que os volumes leiloados. Em reunião hoje com o ministro da Agricultura Wagner Rossi, defendi a realização de pelo menos mais um leilão de milho via Pepro”.

Ao final do pregão os prêmios variaram entre R$ 1,22 na região Sul até R$ 5,04 na região Nordeste. O deságio variou entre 32% na região Norte até 72% na região Oeste. Mais uma vez, a única região que não registrou deságio no prêmio foi a região Nordeste. Clique Aqui e veja a tabela.

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>A região norte de Mato Grosso deu o pontapé para colheita do milho safrinha 2010

Posted on maio 22, 2010. Filed under: Aprosoja, colheita, Mato Grosso, milho, safrinha, Sapezal, Sorriso |

>A região norte de Mato Grosso deu o pontapé para colheita do milho safrinha 2010. Mesmo com informações de colheitas feitas ainda no final da semana passada, produtores da região dizem que por enquanto os volumes extraídos são considerados inexpressivos e bem pontuais. As lavouras que recebem as colheitadeiras neste momento são aquelas que tiveram o cereal semeado no final de janeiro.

Colheita de milho em Mato Grosso

Como explica o recém-empossado presidente do Sindicato Rural de Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá), Ilson José Redivo, a falta de umidade nas lavouras fez com que alguns produtores da região reiniciassem os trabalhos no campo. A colheita, considerada ainda inexpressiva, não oferece subsídios para se avaliar os efeitos da estiagem sobre a safrinha 2010. “Mas, é certo que a produtividade será menor porque a estiagem, severa, comprometeu o desenvolvimento do grão”.

Como explica Redivo, o milho que começa a ser colhido na região de Sinop foi cultivado no final de janeiro e a lavoura mais tardia, no final de fevereiro. “O forte da colheita, o pico da região, acontece entre a segunda quinzena de junho e a segunda quinzena de julho. A partir deste período será possível comparar produtividades e analisar resultados.

O presidente licenciado do sindicato, Antônio Galvan, estima que o município de Sinop tenha cultivado neste ciclo cerca de 60 mil hectares de milho safrinha, já a região norte 1 – formada por municípios no eixo da BR 163, acima de Sorriso e Lucas do Rio Verde – com mais de uma dúzia de cidades teria cerca de 500 mil hectares plantados com o grão.

O presidente do Sindicato Rural de Sapezal (município a 480 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), Guarino Fernandes, conta que o milho está seco e assim, pronto para ser colhido. “Estive a semana toda fora e não tenho conhecimento de colheita ainda, mas da estrada se vê que o milho está seco e certamente, se a colheita não foi iniciada por ninguém aqui no noroeste, está prestes a começar”.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), Rui Prado, explica que nesta reta final de maio é comum o início da colheita em pequenas porções e de forma bem pontual, porém ela observa que o longo período sem chuvas possa de alguma forma ter antecipado a maturação das lavouras e, por isso, o milho esteja pronto para colheita em várias propriedades mato-grossenses. Rui, que é produtor em Campo Novo do Parecis (396 quilômetros ao noroeste de Cuiabá), anunciou que começa a colher milho nesta segunda-feira. “Como não fui um dos primeiros a plantar e já vou colher, acredito que outros produtores estejam colhendo há algum tempinho”.

O produtor da região sul-mato-grossense, João Carlos Diel, disse ontem que não há registros de colheita ainda e que os trabalhos deverão ter início em cerca de 15 dias.

IMEA – O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) deverá divulgar na próxima semana nova estimativa de safra ao milho safrinha. Por enquanto, a atual temporada que chegou a ser projetada em mais 9,5 milhões de toneladas, e até em 10 milhões, foi revisada em levantamento do mês passado para baixo, em torno de 8,73 milhões. O volume previsto em abril, apesar de 8,6% abaixo da primeira estimativa, se confirmado, estará 2,7% acima dos 8,50 milhões de toneladas colhidas no ano passado. No mesmo levantamento de abril já havia a projeção de quebra de 14% na produtividade, na comparação o resultado do ano passado, com o rendimento passado de 84 sacas por hectare para 72 sacas.

Conforme dados do Imea, a região médio norte concentra mais de 47% dos hectares cultivados com o milho nesta safra, ou 982,82 milhões de hectares, dos mais de 2 milhões semeados com o grão. Em seguida está a região sudeste, com participação de 24,80%, ou pouco mais de 418 mil hectares.

APROSOJA – De acordo com informações divulgadas na última quinta-feira pela Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT), Sorriso – maior produtor de soja do país – espelha a situação da região médio norte mato-grossense. Segundo a Somar Meteorologia, em abril choveu apenas 7,3 milímetros (mm), uma brusca redução de 95% em relação à média climatológica ideal prevista de 138,3/mm para o município.

As condições climáticas desfavoráveis também foram registradas em Sapezal, no oeste mato-grossense. No município, as precipitações em abril ficaram 47% abaixo da média esperada de 197,1/mm, com chuvas de 104/mm. A região teve no mês passado o segundo menor volume de chuva registrado dos últimos dez anos, ficando à frente apenas do ano de 2001, quando choveu 93/mm em abril. Fonte: Diário de Cuiabá

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>Crescimento do PIB de Mato Grosso é o maior do Brasil e iguala ao da China

Posted on novembro 19, 2009. Filed under: carnes, economia mato-grossense, economista, IBGE, Mato Grosso, milho, PIB, setor primário, soja |

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Mato Grosso teve o maior crescimento real do Produto Interno Bruto, PIB, do país referente ao ano de 2007. O variação estadual foi de 11,3%, em relação ao ano anterior, deixando em segundo lugar em crescimento percentual o estado do Maranhão, com 9,1%, seguido pelo Espírito Santo e São Paulo, que registraram taxas de incremento de 7,8% e 7,4%, respectivamente. A soma das riquezas produzidas em Mato Grosso foi de R$ 42,687 bilhões naquele ano, enquanto que no país, cujo crescimento foi de 6,1% em relação ao PIB de 2006, as riquezas totalizaram R$ 2,661 trilhões.

Os números do PIB nacional e estadual foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, nesta quarta-feira (18). Os dados foram elaboradas pelo instituto em parceria com os órgãos estaduais de estatística e a Suframa. Apesar de o Estado ter obtido a maior variação entre as unidades da federação, a participação no bolo total do PIB brasileiro evoluiu timidamente, passando de 1,5% no ano de 2006 para 1,6% no ano passado. A maior riqueza continua concentrada em São Paulo, cujo PIB foi de R$ 902,784 bilhões (33,9% de participação), seguido pelo Rio de Janeiro com R$ 296,768 bilhões (11,2%) e R$ 241,293 bilhões (9,1%).

O economista Vitor Galesso avalia que o ano de 2007 foi um período em que a economia mato-grossense cresceu, depois da crise vivenciada pelo setor agropecuário nos anos de 2005 e 2006. Mesmo que esse setor tenha sido prejudicado nos dois anos anteriores ao do que o PIB se refere, o economista diz que foi a agropecuária que puxou o crescimento divulgado pelo IBGE. “A agricultura e a pecuária estadual são bastante fortes e puxam outros setores econômicos, como a indústria de transformação, por exemplo”, diz ao acrescentar que muitas unidades industriais existentes no Estado são para o processamento de produtos produzidos no campo, com destaque para soja, milho e carnes.

Ainda de acordo com o economista, o setor primário é o que tem maior fatia no PIB estadual, e é justamente esse segmento que movimenta os setores industrial, comercial e de prestação de serviços. “A economia mato-grossense está atrelada ao setor primário, especialmente à soja, milho e das carnes”.

Com relação ao PIB per capita, Mato Grosso registrou o valor de R$ 14,953 mil. O maior montante está concentrado no Distrito Federal, com R$ 40,696 mil. Em segundo lugar está São Paulo com R$ 22,667 mil e Rio de Janeiro com R$ 19,245 mil. Fonte: A Gazeta

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>Mato Grosso assume posição de 1º lugar na produção de grãos no Brasil

Posted on setembro 9, 2009. Filed under: algodão, arroz, Conab, IBGE, LSPA, Mato Grosso, milho, Produção Agrícola, produção de grãos, soja |

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Mato Grosso alcançou a posição de maior produtor de grãos do país ultrapassando em 1,7% o Paraná que ocupa o segundo lugar. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou nesta terça-feira (08) a oitava estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de agosto. Segundo o instituto, a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 133,5 milhões de toneladas em 2009, 8,6% menor que a obtida em 2008 (146 mi/t) e 0,7% abaixo da estimada em julho (134,4 mi/t). A redução frente ao mês passado deve-se, especialmente, às reavaliações negativas ocorridas na segunda safra do milho no Mato Grosso do Sul e Goiás e às estimativas das culturas de inverno como o trigo no Paraná.

As três principais culturas -soja, milho e arroz – que respondem por 81,4 % da área plantada apresentam variações de +2,0%, – 4,8% e +0,7%, respectivamente, em relação a 2008. Quanto à produção destes três produtos, apenas o arroz registra variação positiva (+4,0%). Já para a soja e o milho a previsão é de retração da produção em -5,2% e -15,1%, respectivamente. A área a ser colhida de 47,1 milhões de hectares apresenta decréscimos tanto em relação a 2008 quanto ao mês anterior (julho), respectivamente de -0,4% e -0,2%.


Para Luciano Gonçalves, consultor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), a redução no volume de produção de soja, milho e algodão, que são os mais representativos para Mato Grosso, se deve a problemas de conjuntura que envolvem, além de questões climáticas, a restrição de crédito. “Acredito que o estado ainda terá problemas que perdurarão até o próximo ciclo, como o endividamento dos produtores, o que pode fazer com que exista uma nova redução para o próximo ano. Já no aspecto nacional é provável que haja manutenção dos volumes produzidos em safras anteriores”.


De acordo com o IBGE, a safra esperada para 2009 tem a seguinte distribuição regional: Região Sul, 53,4 milhões de toneladas (-13,0%); Centro-Oeste, 47,7 milhões de toneladas (-6,1%); Sudeste, 17,0 milhões de toneladas (-3,6%); Nordeste, 11,7 milhões de toneladas (-6,3%) e Norte, 3,7 milhões de toneladas (-1,9%).


Retração – De acordo com o levantamento do IBGE, o milho, para ambas as safras, e a soja foram as culturas que apresentaram maior retração da produção, em termos absolutos, quando comparadas às respectivas produções alcançadas em 2008. No caso do milho, segundo os técnicos do instituto, ocorreu decréscimo na área plantada em 2009 (-4,8%) que pode ser creditado, em parte, aos grandes estoques nacionais observados em dezembro de 2008, superior em 118,2% ao de dezembro de 2007, como também aos baixos preços praticados na época do plantio e incertezas sobre a demanda futura do produto.


No caso da soja a área plantada foi 2,0% maior que a de 2008, mas os altos preços dos insumos na época do plantio fizeram com que os produtores investissem menos em tecnologia, o que associado à condições climáticas irregulares, determinaram um decréscimo de 7,1% no rendimento médio da cultura, passando de 2.817 kg/ha alcançados na safra de 2008 para 2.618 kg/ha na presente estimativa para 2009.


A crise de crédito afetou os contratos futuros da cultura do algodão, que teve sua área de plantio reduzida em 22,0% quando comparadas a 2008. O elevado custo de produção e a má distribuição das chuvas, também foram comuns para a safra 2009 de milho e algodão, determinando declínio no rendimento médio destas culturas em comparação à safra de 2008 em, respectivamente, -10,8% e 4,7%.


“Falta uma possibilidade de reestruturação das dívidas dos produtores. O governo lançou alguns pacotes que serviram apenas de medida paliativa. Acredito que necessitamos de um programa mais amplo de restruturação das dívidas para que o produtor possa fazer novos investimentos em tecnologia, métodos de plantio e manejo e para que o setor possa gerar renda e emprego nos níveis anteriores”, finalizou Gonçalves.


Produção nacional – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que também divulgou o levantamento da safra (o 12º do órgão este ano) concluiu que a produção nacional de grãos na safra 2008/09 é a segunda maior da história do Brasil. A colheita é de 134,3 milhões de toneladas e ficou atrás apenas das 144,14 milhões de toneladas registradas no período anterior (queda de 6,8% na comparação).


Os técnicos da Conab também enfatizaram a estiagem com causa da redução da produtividade em alguns estados do Centro-Sul. A produção de soja alcançou 57,1 milhões de toneladas, sendo cerca de 90% nos Estados do Centro-Sul e o restante nas regiões Norte e Nordeste. Já o milho total (1ª e 2ª safras) teve produção de 50,1 milhões de toneladas, com destaque para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, Bahia e Tocantins.


Também segundo os dados da Conab a área plantada totalizou 47,7 milhões de hectares, representando aumento de 0,6% sobre o registrado na safra 2007/08 (47,4 milhões de hectares. A expansão ocorreu, principalmente, nas lavouras de soja (21,7 milhões de hectares) e milho (14,1 milhões de hectares). Somadas, as lavouras representam mais de 75% da área cultivada no país.


De acordo com o comunicado da Conab, a estiagem que prejudicou as duas maiores culturas em Mato Grosso beneficiou, no entanto, as lavouras de arroz no estado do Rio Grande do Sul, que teve recorde de produtividade: saiu de 6.902 quilos por hectare (kg/ha) para 7.150 kg/ha.


Esta última edição da pesquisa foi realizada no período de 17 a 21 de agosto. Os técnicos da estatal entrevistaram agricultores, agrônomos, técnicos de cooperativas, secretarias de Agricultura, agentes financeiros e órgãos de assistência técnica e extensão rural dos principais pólos produtores do país. (Com Assessoria)

Fonte: A Gazeta

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