minério de ferro

>Grupo chinês investe R$ 350 milhões em Rondonópolis

Posted on outubro 26, 2010. Filed under: Açúcar, algodão, café, carvão, chinês, instalação, investimento, logística, minério de ferro, Noble, Rondonópolis, Sindibio, soja |

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O município de Rondonópolis (localizado a 212 Km de Cuiabá) foi escolhido como alvo de um investimento de R$ 350 milhões pelo grupo chinês Noble, para a instalação de uma unidade mista de processamento de soja e produção de biodiesel. O anúncio da instalação foi oficializado nesta segunda-feira (25) por representantes da empresa e pelo prefeito municipal José Carlos do Pátio (PMDB) após um ano de negociação.

O início da construção da indústria está previsto para 2012 em uma área do Distrito Industrial de aproximadamente 40 hectares. Durante coletiva de imprensa os empresários não se pronunciaram por determinação do grupo, mas a secretária de Desenvolvimento da cidade, Elizabeth Amorim, afirmou que a escolha de Rondonópolis foi principalmente pela localização. “Fomos escolhidos devido ao bom momento econômico e político. Além disso, a logística foi fundamental”, disse ao comentar o fato de estarem no cruzamento das BRs-136 e 364 além da ferrovia que está em construção.
O Noble vai gerar cerca 600 empregos na região, visto que a previsão é de uso de mão-de-obra local, na produção de 200 mil toneladas de biodiesel por ano e de 1,3 milhão de toneladas de soja processada.
O prefeito José Carlos do Pátio disse que está muito satisfeito pela conquista de mais uma empresa na cidade, o que significa desenvolvimento não só para Rondonópolis, município líder em exportação em Mato Grosso há alguns anos, mas para todo o Estado.
O secretário do Sindicato da Indústria de Biodiesel de Mato Grosso (Sindibio), Rodrigo Prosdóximo Guerra, ressalta que a instalação da usina pode significar mais uma concorrente ou mais uma parceira para as indústrias locais. “É mais um player que se instala e isso pode ser bom ou ruim, vai depender de como será o relacionamento com as empresas da região”.
Está será a primeira indústria esmagadora e produtora de combustível do Noble Group no país. O grupo chinês está presente em 38 países e atua em diferentes segmentos, como algodão, minério de ferro, soja, carvão, café, açúcar.
Em 2009, o faturamento global da empresa foi de US$ 31,2 bilhões. No porto de Santos, maior complexo portuário do Brasil, sua movimentação foi de aproximadamente US$ 95 milhões em 2009. No segmento energético, o grupo trabalha com petróleo bruto, querosene, bioetanol, carvão térmico e carvão de coque (usado para facilitar a produção de ferro e aço) e outros.
Fonte: A Gazeta
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>Chineses vão liderar investimentos no Brasil

Posted on agosto 30, 2010. Filed under: China, Deloitte, economia, Investimentos, investimentos no Brasil, liderar, minério de ferro, soja |

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Com US$ 20 bi aplicados no País este ano, China anima a economia, mas coloca medo nos empresários

As autoridades chinesas passaram anos acenando com investimentos bilionários, que nunca se realizavam, provocando frustração e queixas no Brasil.
Nos últimos meses, porém, a China resolveu partir da retórica para a prática e rapidamente virou o jogo no País.
Nos últimos três meses, as empresas chinesas fecharam negócios em valores dez vezes maiores que os investimentos realizados no País nos últimos três anos.
Este ano, os chineses já anunciaram US$ 20 bilhões entre investimentos e empréstimos para a Petrobrás. A previsão é que o valor chegue a US$ 25 bilhões até o fim do ano.
Com esses números, a China deixa de ser uma promessa para virar o maior investidor estrangeiro no País em 2010. E, segundo um estudo da consultoria Deloitte, os investimentos no Brasil podem ultrapassar US$ 40 bilhões por ano até 2014.
Esse movimento provoca uma reação ambígua no Brasil, como quase tudo que diz respeito à relação com a China. Com seu apetite insaciável pelas matérias-primas produzidas pelo Brasil, do minério de ferro à soja, a China foi um dos principais motores do crescimento econômico brasileiro na última década.
Mas o cliente e rival asiático assustou os industriais brasileiros com sua capacidade de produzir e exportar produtos a preços baixíssimos, tomando lugar das mercadorias nacionais aqui e em mercados no exterior.
Com o novo ciclo de investimentos, não é diferente. Os recentes anúncios de compras ou negociações de minas, áreas de exploração de petróleo e terras para agropecuária, acenderam o sinal de alerta nas organizações que representam os empresários brasileiros.
Fonte: Estadão.com
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