ministra Dilma Rousseff

>Ministra Dilma Rousseff afirma que Petrobras vai investir R$ 85 bi em 2010

Posted on março 9, 2010. Filed under: investir, ministra Dilma Rousseff, Petrobras |

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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta segunda-feira (8), em discurso durante evento no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que a Petrobras vai investir R$ 85 bilhões em 2010.


Pelo plano de investimentos da estatal, que está passando por revisão, seriam investidos US$ 174,4 bilhões entre 2009 e 2013, o que representaria aproximadamente R$ 62 bilhões por ano, se considerada taxa de câmbio de R$ 1,78 por dólar.


Até o final do terceiro trimestre de 2009, os diretores da estatal informavam que o valor previsto para os investimentos seria superado no primeiro ano do plano. No entanto, a empresa ainda não informou qual foi o total investido no ano passado, porque a divulgação do balanço financeiro da estatal foi adiada.


O valor de investimentos para este ano foi citado pela ministra quando ela comentava sobre o crescimento da Petrobras ao longo dos últimos anos. Fonte: G1
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>Ministra Dilma Rousseff visita Cuiabá hoje

Posted on fevereiro 23, 2010. Filed under: CUIABÁ, Dilma, Dilma em Cuiabá, ministra Dilma Rousseff |

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A ministra-chefe da Casa Civil e pré- candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, participa hoje em Cuiabá e Várzea Grande de uma série de assinaturas de convênios e inaugurações de obras patrocinadas pelo governo federal. Os eventos vão dar o tom de encontros com o governador Blairo Maggi (PR), diversas autoridades e empresários.
Dilma Rousseff chega ás cumpre série de compromissos com o governo de Mato Grosso
Dilma vai passar quase 10 horas em Mato Grosso. Desembarca às 9h no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, de onde segue direto para eventos no Palácio Paiaguás. Ela chega a Mato Grosso acompanhada pelo ministro Márcio Fortes (Cidades), representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) e o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot. Veja mais detalhes na agenda ao lado

Essa é a primeira visita oficial que Dilma faz a Cuiabá desde que, junto com o presidente Lula, anunciou em Cuiabá no ano de 2007 a liberação de quase R$ 600 milhões para várias cidades do Estado por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Foi nesse momento que as viagens pelo país renderam à ministra o apelido de “Mãe do PAC”, que acabou não pegando devido ao fraco desempenho do projeto.

Segundo o deputado federal Carlos Abicalil, presidente estadual do PT e vice-líder da legenda na Câmara, durante a visita a ministra vai apresentar um levantamento das ações do governo federal nas áreas de habitação, PAC e projetos visando a Copa do Mundo de 2014.

Durante a passagem por Mato Grosso, Dilma vai ser acompanhada de perto por diversas autoridades. Ela vai ser recepcionada pelo governador Blairo Maggi no hangar do governo do Estado no Aeroporto Marechal Rondon. “A ministra tem acompanhado de perto as atividades em Mato Grosso, seja na área de habitação, infraestrutura, entre outras. Ter contato com a população que recebe estas obras que o governo federal têm proporcionado em parceria com o Estado é primordial”, afirma a senadora Serys Marly (PT).

Petismo – Abicalil negou ontem a informação que circula nos bastidores e que dão conta que ele vai se reunir com Dilma e Serys durante a passagem da ministra por Cuiabá. O encontro serviria para que a presidenciável fechasse um acordo entre os dois pré-candidatos ao Senado que veem a cada dia acirrar os ânimos dos correligionários o embate pelo direito de ser o candidato a senador pela chapa a ser formada com o governador Blairo Maggi.

“Essa discussão não é pauta da visita. A fonte que saiu com essa informação com certeza não fui eu. A ministra vem tratar de assuntos relacionados às ações do governo federal”, afirma Abicalil. Fonte: A Gazeta
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>Lula cria disputa interna para recuar da besteira que fez em Honduras

Posted on dezembro 5, 2009. Filed under: eleições, estratégia, Honduras, ministra Dilma Rousseff, Zelaya |

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O governo brasileiro está em busca de uma forma para sair da sinuca de bico em Honduras. Ensaia recuar, com indicações de que a ministra Dilma Rousseff está em conflito com o assessor Marco Aurélio Garcia.

O governo condenou as eleições em Honduras, marcada há muito tempo, antes mesmo de as eleições acontecerem. O Brasil poderia ter continuado pedindo a volta de Zelaya, mas deveria ter acompanhado as eleições. A melhor posição seria a de apostar na democracia hondurenha. Agora terá que sair dessa situação estranha em que a eleição ocorreu, o eleitorado compareceu, o Congresso votou contra a volta de Zelaya. O que mais pode fazer o Brasil? Recuar.

O governo percebeu agora a situação desconfortável e ficou assim por um erro de estratégia e análise. Fonte: Miriam Leitão

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>Dilma tem mestrado? Dilma reuniu com Lina Vieira? Dilma é candidata a presidente do Brasil?

Posted on agosto 12, 2009. Filed under: Lina Vieira, mestrado pela Unicamp, ministra Dilma Rousseff |

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A ministra Dilma Rousseff colheu o que plantou. Tinha mestrado pela Unicamp, mas não tinha. Disse a um grupo de empresários paulistas que o governo coletava despesas de Fernando Henrique Cardoso ao tempo em que estivera no Planalto e, semanas depois, convenceu-se que tudo não passava de um “banco de dados”. Isso num governo em que não houve nada parecido com o mensalão, no qual José Sarney não é “uma pessoa comum”.

http://www.estadao.com.br/fotos/dilma292(2).jpg

Agora a ministra está numa enrascada. É a palavra dela contra a da ex-secretária da Receita Lina Vieira, bacharel em direito pelo Mackenzie de São Paulo, com 33 anos de serviço público. Durante os 11 meses em que ela ficou no cargo, deixou uma frase inesquecível. Referindo-se aos festins de parcelamento e perdão de dívidas de sonegadores, disse que “o bom contribuinte se sente um otário”. Passado um mês de sua demissão, o governo ainda não ofereceu uma explicação que faça nexo e mereça respeito.

Numa entrevista aos repórteres Andreza Matais e Leonardo Souza, Lina Vieira disse que, no final do ano passado, a ministra Dilma perguntou-lhe “se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney”.

A então secretária entendeu que a ministra estava interessada em “encerrar” a investigação.
(Trata-se de uma blitz nas contas do Sarneystão, que já resultou 17 ações fiscais, atingindo 24 pessoas e empresas, entre elas Fernando Sarney, que já foi indiciado em inquérito da Polícia Federal. Não há notícia de que a Receita tenha lavrado alguma autuação como consequência dessa devassa.).

Dilma Rousseff desmente: “Encontrei com a secretária da Receita várias vezes e com outras pessoas junto em grandes reuniões. Essa reunião privada a que ela se refere, eu não tive.”
Uma das duas está mentindo. Caso para os sapos de Manuel Bandeira:
“Meu pai foi rei! Foi!”
“Não foi! Foi!”

A denúncia da ex-secretária ampara-se numa insinuação. Admitindo-se que houve o encontro e, nele, o pedido, “agilizar” não significa “encerrar”. Tanto é assim que, em setembro de 2007, durante a administração do doutor Jorge Rachid, um juiz federal exigiu que a Receita apressasse seu trabalho. Como até hoje não se sabe por que Lina Vieira foi mandada embora, a insinuação merece o benefício da suspeita.

A ministra e a ex-secretária podem mostrar à choldra que farão um esforço para desmascarar a mentira. Por enquanto, falta base material ao testemunho de Lina Vieira. Ela não lembra a data do encontro com Dilma Rousseff e acredita que poderá consultar suas agendas ao desencaixotar a mudança que mandou para o Rio Grande do Norte. Tomara que consiga, porque o registro de encontros como esse faz parte da boa prática da administração pública. Fica combinado que não se pode exigir de Dilma Rousseff a prova de que não se encontrou com Lina Vieira.

Pela narrativa da ex-secretária, a conversa aconteceu no Palácio do Planalto. Mesmo na hipótese absurda de não haver registro em qualquer das duas agendas, haverá pelo menos algum vídeo da chegada de Lina Vieira à Casa Civil. Ela conta que entrou pela garagem. Novamente, deve haver registro. O encontro, pedido pela secretária-executiva (põe executiva nisso) Erenice Guerra, deveria ser “sigiloso”. Sigiloso é uma coisa, clandestino, bem outra.

(Elio Gaspari – Folha de São Paulo)
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