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>Casa Cor Mato Grosso 2010 estreia na próxima sexta-feira, 17 de setembro

Posted on setembro 15, 2010. Filed under: arquitetura, Casa Cor, Casa Cor Mato Grosso, design de interiores, Mato Grosso, móveis, mercados da construção civil, Sem-categoria |

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Os mercados da construção civil, de móveis, design de interiores e arquitetura ganham impulso com a estreia da Casa Cor Mato Grosso 2010 na próxima sexta-feira (17). Em lançamento para jornalistas, jurados e profissionais do segmento, a casa mostra que abriu portas para as influências mundiais da construção, para os lançamentos de grandes marcas, empresas e também para a exposição do trabalho dos estudiosos da área e daqueles que colocam a mão na massa. Ao todo, 45 ambientes integram 69 profissionais e mais outras cerca de 700 pessoas envolvidas no processo de instalação dos projetos.
Casa Cor de Mato Grosso
A Casa Cor é um evento nacional, que em Mato Grosso está em sua oitava edição e tem repercussão em todo país com a publicação de uma revista especial sobre a mostra. Mas além de ditar as tendências do setor, a Casa Cor incrementa a economia e propaga os profissionais, que ali expõem, na região. Para se ter uma ideia, muitos dos expositores participantes apresentam pela segunda, terceira ou até quarta vez, como é caso da arquiteta Tarim Vassoler.
Ela e mais duas colegas são responsáveis pela criação do Quarto da Executiva de Moda e para a composição contou com a ajuda de 10 profissionais de sua confiança e mais empresas que entraram como parceira do projeto.
Mas a mão-de-obra, apesar de essencial, foi algo que ameaçou alguns participantes, como foi o caso da design de interiores, Neila Curvo, que pela segunda vez participa da Casa Cor. Segundo Neila, faltam profissionais e os serviços ficam comprometidos pela carência de mão-de-obra. “Tivemos aproximadamente um mês para concluir as obras e não foi fácil achar pessoas qualificadas para atender”.
A arquiteta Érika Queiroz também ressalta a falta de pessoas suficientes para atender a demanda. “O mercado é muito promissor, mas ainda carece de mão-de-obra especializada”.
Aqueles que não participam do evento se beneficiam mesmo que indiretamente. O presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais para Construção de Mato Grosso (Acomac-MT), Antônio Zompero, diz que eventos como esses são importantes para a economia local. “Este tipo de mostra sempre aumenta as vendas, e isso é em todo o Estado”.
E as empresas do segmento, tanto de construção, como de móveis e eletrodomésticos apostam na ideia.
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>Gazin inaugura nova loja em Cuiabá

Posted on abril 27, 2010. Filed under: CUIABÁ, Gazin, grupo Gazin, inaugura, Loja, loja Gazin, móveis |

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A inauguração da segunda unidade do Grupo Gazin em Cuiabá nesta segunda-feira (26) já marca a projeção acelerada do empreendimento na região metropolitana nos próximos 2 anos em função do potencial de crescimento de renda e dinamismo da economia. Até 2012, a empresa planeja inaugurar outras 6 lojas na Capital e Várzea Grande, inclusive em bairros, como CPA e Cristo Rei. O planejamento da companhia foi divulgado pelo gerente regional do grupo, Alzemar de Souza Pinto.
Ao todo, serão 230 empregos diretos do grupo, que tem agora 77 unidades em Mato Grosso. A empresa trabalha com 7 mil itens no mercado, entre eletrodomésticos, móveis, eletroportáteis e eletrônicos. A nova empresa está localizada na rua Treze de Junho, no centro da Capital. A presença da empresa em mais pontos de comercialização, fará o grupo crescer este ano cerca de 18%, estima como meta definida. Em média, o giro de venda deverá atingir R$ 120 milhões mês, com retorno de lucro de 5%.
A rede faturou ano passado R$ 1,3 bilhão e a meta deste ano é 1,5 bilhão, um incremento de 15,3% de um ano para outro. Em meio à concorrência forte do mercado de varejo dos diversos produtos que oferece ao consumidor, a empresa quer se destacar com o diferencial “focado na logística, entrega e montagem em 48 horas”, descreve o gerente.
“Outro diferencial é o prazo, com o nosso juro mais acessível do que o concorrente”. E entre os produtos que devem atingir o incremento desejado e puxar vendas, informa, estão a linha de móveis, estofados e colchões, que deve deslanchar por ser fabricação própria da empresa e onde obtém maior margem e competitividade. Só nas três categorias, há 50 itens para comercialização, que possuem preços diferenciados do mercado.
Além da linha de produtos, o grupo Gazin vende serviços, como consórcios de móveis, carros, motos e seguro de vida e residencial, por meio de carta de crédito. O gerente regional informa que os prazo são de até 36 meses para móveis e 78 parcelas para moto e carro e que o valor da modalidade de consórcio depende do produto e análise de crédito do cliente. Ele cita um exemplo. “Para comprar uma TV de 20 polegadas, o cliente pode ter uma carta de R$ 500 e paga R$ 19,90 em até 36 vezes. Essa diversificação tem motivado negócios para o grupo há 6 anos. A forma de venda representa 5% no faturamento mensal da companhia.
O grupo Gazin tem 43 anos de mercado, com matriz em Douradina (PR), e unidades nos Estados de aumento recente de renda, como Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Amazonas, onde atua no varejo. A rede também tem presença no atacado em todo o Brasil, pois tem fábricas de móveis, estofados e colchões em Rondônia, Paraná e Rio Grande do Sul. Emprega cerca de 4 mil funcionários diretos no país e outros 3 mil indiretos em montagem, entrega e logística.
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>Paulistanos preferem fazer compras à vista, diz pesquisa

Posted on janeiro 14, 2010. Filed under: ACSP, Ceal, CNBB, crédito, eletrodomésticos, HOTELARIA, Itaú, juros, LATO SENSU, móveis, pesquisa, resort Breezes de Búzios, SuperClubs |

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Mesmo com oferta de crédito disponível, o paulistano gosta é de pagar à vista, segundo levantamento da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Mais de 70% dizem que não se sentem confortáveis em dividir as compras em várias parcelas. A realidade, porém, é outra. “É a velha história do que se deseja versus o que se consegue fazer. Mesmo que prefiram à vista, um grande número de compras precisa ser feito a prazo”, diz Sandra Turchi, superintendente da ACSP.

Produtos mais caros são geralmente adquiridos a prazo, como móveis e eletrodomésticos. Já os mais baratos podem ser pagos no ato da compra. Quase 95% dos alimentos e 74% do vestuário são adquiridos à vista. “O crédito é visto como uma necessidade, e não como uma opção”, segundo Márcio Aranha, superintendente-geral da associação.

Quando desejam evitar os juros, os consumidores da baixa renda juntam dinheiro para dar uma entrada e dividir em menos parcelas, quando a prestação cabe no orçamento. Alguns chegam a recorrer à poupança para pagar à vista.

Ainda que os juros sejam indesejados, a maioria (53,1%) desconhece as taxas praticadas. Entre as classes D e E, a desinformação é maior -73,5% não sabem quanto representa a taxa embutida nas parcelas.

Há receio de perda de controle sobre o orçamento, principalmente nas classes baixas. “Como o acesso ao crédito foi muito facilitado, muitos desses consumidores já tiveram alguma experiência ruim. Já se endividaram, então, estão mais precavidos”, diz Turchi.

Segundo a pesquisa, 72,4% dos entrevistados das classes D e E receiam comprar a prazo por medo de não conseguirem pagar. O levantamento abordou 800 pessoas em novembro.

DE OLHO NA HOTELARIA
A BSH International, consultoria especializada em investimentos hoteleiros e turísticos, fechou contrato com o grupo hoteleiro jamaicano SuperClubs para gerenciar os ativos do resort Breezes de Búzios, que será inaugurado neste ano. “Após o fechamento desse contrato, de R$ 125 milhões, a BSH passará dos atuais R$ 190 milhões em ativos hoteleiros gerenciados para R$ 315 milhões”, afirma José Ernesto Marino Neto, presidente da empresa. A SuperClubs fará a gestão operacional do empreendimento. A meta da BSH é alcançar R$ 400 milhões até o fim do ano.

“LATO SENSU” 1
A inclusão das centrais sindicais no processo de licenciamento de obras de impacto ambiental comprovado, ponto que foi incluído no Programa Nacional de Direitos Humanos e desagradou aos empresários, é só uma questão “lato sensu”, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente).

“LATO SENSU” 2
“A Secretaria dos Direitos Humanos contatou os ministérios para saber de cada um quais eram as ações que tinham a ver com direito das pessoas, da saúde do trabalhador, direitos humanos em geral, “lato sensu”.” Minc diz que o trabalhador vai opinar, mas não terá poder de veto, como teme a indústria. “Houve uma primeira portaria, que foi republicada com modificações.”


CANDIDO BRACHER
O presidente do Itaú BBA tem na cabeceira os livros “Libertação”, de Sándor Márai (Cia. das Letras), e “Contos da Montanha”, de Miguel Torga (Nova Fronteira)

NO PANAMÁ
Marcus Vinicius Pratini de Moraes, presidente do Ceal (Conselho Empresarial da América Latina) no Brasil, irá falar em encontro com empresários, na próxima semana, no Panamá, sobre a retomada do crescimento brasileiro após a crise financeira internacional e sobre os efeitos desse novo cenário na parceria com os países da América Latina.

QUILOMBOLAS
O escritório Siqueira Castro Advogados vai defender, em caráter “pro bono”, os interesses da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) na causa dos quilombolas, pela regulamentação da identificação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos.

Fonte: Folha de S. Paulo

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>Governo prorroga benefício do IPI para material de construção e isenta para móveis até março de 2010

Posted on novembro 25, 2009. Filed under: construção, Guido Mantega, IPI, móveis, moveleiro, Receita Federal, tributos |

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O governo anunciou nesta quarta-feira a redução de tributos para setor moveleiro. Guido Mantega (Fazenda) informou que haverá isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até 31 de março de 2010 para móveis de madeira, aço e plástico e placas de madeira, que são usados na construção de móveis.

Mantega anunciou ainda a prorrogação da desoneração de material de construção civil até junho de 2010. A renúncia tributária total do governo será de R$ 900 milhões.


“O setor moveleiro vem se recuperando da crise mais lentamente”, justificou Mantega, lembrando que se trata de um setor que é extremamente dependente de exportações.


O ministro pediu para que as empresas moveleiras aproveitem o “embalo” dado pela desoneração para baixar um pouco mais a margem de lucro e aquecer ainda mais o mercado doméstico de móveis.


Mantega disse ainda que a região Sul será a mais beneficiada pela medida, já que lá se encontram a maioria dos grandes fabricantes de móveis do país. A redução do tributo vai ajudar também a formalização do setor, já que muitos se esquivam de pagar impostos.


Sobre a manutenção da desoneração para produtos de construção civil, a medida vale para cimento, tintas, vernizes, argamassas, materiais para banheiro, vergalhões, revestimentos. Para a maioria deles, a alíquota permanece zerado.


Questionado sobre o motivo para não realizar desonerações mais amplas, como a da folha de pagamento, Mantega afirmou que “gostaria de anunciar a desoneração da folha de pagamento”. “Mas priorizamos a desonera de determinados setores, principalmente aqueles que tem reflexo direto na demanda”, ressaltou.


Veículos

Na terça-feira, o governo anunciou a prorrogação da alíquota reduzida do IPI de carros flex. Anteriormente, os percentuais voltariam gradualmente aos patamares normais até janeiro. O governo prorrogou ainda a alíquota zero para caminhões novos até junho do ano que vem –o incentivo anterior previa o retorno da alíquota a 5% em janeiro de 2010.


As medidas foram feitas a exemplo do que ocorreu no setor de eletrodomésticos, em que a redução de IPI foi maior para equipamentos que consomem menos energia.


Desoneração

Antes das prorrogações dos benefícios anunciadas entre ontem e hoje, a previsão da Receita Federal era que a renúncia fiscal com as medidas somasse R$ 25 bilhões em 2009.


Ontem, o governo informou que a prorrogação do benefício para automóveis e caminhões somaria uma renúncia de mais R$ 1,3 bilhão. Hoje, com as medidas para o setor moveleiro de construção, o governo deixará de arrecadar outros R$ 900 milhões. Fonte: Folha de S. Paulo

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