MST

>A primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff após eleição

Posted on novembro 4, 2010. Filed under: Ministério, MST, PIB, PMDB, primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff, reforma agrária, Salário mínimo, Sem-categoria, Trem-Bala |

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Deu em O Globo por Chico de Gois e Luiza Damé
Na primeira entrevista coletiva após eleita presidente, Dilma Rousseff prometeu não enviar ao Congresso projeto de recriação da CPMF, tributo que servia para bancar parte dos gastos com a saúde e cuja continuidade foi rejeitada pelo Senado em 2007.

Primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff depois de eleita

Dilma, que deu entrevista ao lado do presidente Lula, disse que prefere outros mecanismos à criação de impostos, mas adiantou que alguns governadores eleitos já a procuraram, demonstrando preocupação com o financiamento do setor e admitindo a possibilidade de criação de um tributo para ajudá-los no pagamento das despesas de saúde.

Dilma também reafirmou a intenção de negociar um aumento real para o mínimo (hoje em R$ 510) que vai vigorar a partir de janeiro.

Mas tanto ela quanto Lula rejeitaram a proposta de R$ 600, apresentada pelo tucano José Serra durante a campanha. Segundo ela, o piso salarial vai superar os R$ 600 na virada de 2011 para 2012.

A presidente eleita disse que ainda não discutiu a formação de seu governo. E condenou regimes ditatoriais, com a ressalva de que essa posição não pode prejudicar as relações comerciais do Brasil. Segundo ela, “business (negócios) são business”. Abaixo, os principais trechos da entrevista.

CPMF: “Tenho muita preocupação com a criação de imposto. Preferia que a gente tivesse outros mecanismos. Agora, tenho visto uma mobilização dos governadores nessa direção e não posso fingir que não vi.

(…) Está em questão a regulamentação da Emenda 29. Para a União, é mais fácil. Para os estados e municípios, é mais difícil. Então, é necessário com os governadores eleitos que se abra um debate.
(…) Eu não pretendo enviar ao Congresso a recomposição da CPMF.

(…) Do ponto de vista do governo federal, não há necessidade premente. Agora, do ponto de vista dos governadores, eu sei que há esse processo. Não posso ir além disto”.

Salário Mínimo: “Nós temos um critério que eu considero muito bom, que é o fato de nós darmos o reajuste baseado na inflação corrente e no PIB de dois anos anteriores. Temos o problema agora que é o fato de o PIB de 2009 é um PIB que se aproxima do zero.

Estamos avaliando se é possível fazer essa compensação (aumento real). Agora, eu adianto que num cenário de PIB crescendo a taxas que nós esperamos, o que nós vamos ter: um salário mínimo no horizonte de 2014 acima de R$ 700 e poucos.

Mantido o critério, já em 2011 ele estaria acima de R$ 600, no fim de 2011, começo de 2012. Nós vamos fazer esse ajuste”.

PMDB: “Eu tenho conversado muito com o vice-presidente Michel Temer e nós temos formado uma grande convicção: este é um governo que vai se pautar não por uma partilha, mas por um processo de construção de uma equipe una.

Quero reiterar: eu tenho visto por parte do PMDB iniciativa positiva e favorável a essa convicção. Eu quero aqui atestar: nunca o PMDB chegou para mim propondo e pedindo cargo.

Estão participando do processo de transição como participaram de todo o processo eleitoral, sem conflito. Acho que a liderança do meu vice é muito importante para garantir que haja esse enfoque”.

Ministério: “Não quero anunciar fragmentado. Eu não sou doida de dizer para você que é dia 18 de qualquer mês, às tantas horas, porque, se eu anunciar uma hora depois, vocês vão falar assim: presidente eleita adia o seu lançamento por um hora.

Eu quero avisar para vocês que vou anunciar os nomes com muita tranquilidade. Vocês serão os primeiros a saber, até porque eu sei perfeitamente que eu dependo de vocês para que a população saiba”.

Nomes/Critérios: “Eu não estou falando agora sobre continuidade de nenhum ministério do ponto de vista de pessoas, estou falando do ponto de vista da continuidade das políticas. Não considero ainda que está maduro o processo de discussão a respeito dos nomes (…).

Agora, tenho critérios e externei isso no discurso: vou exigir competência técnica, vou exigir também um desempenho, um histórico de pessoas que não tenham problemas de nenhuma ordem, vou exigir também, eu acho importante, o critério político”.

Direitos Humanos 1 “Eu tenho uma posição bastante intransigente no que diz respeito aos direitos humanos, e essa posição intransigente se reflete no plano da diplomacia, como uma posição também de opção clara, porque uma manifestação que conduza à melhoria dos direitos humanos não necessariamente é estrondosa.

Muitas vezes, para você conseguir a melhora dos direitos humanos, você tem de negociar. Isso nós fizemos. Eu vi vários movimentos que foram benéficos. Eu quero dizer que no meu governo não vai haver nenhuma dúvida a respeito”.

Direitos Humanos 2 (Ao ser perguntada se o Brasil manterá vínculos comerciais com ditaduras): Business são business.

Reforma agrária/MST: “No que se refere ao MST, em todas as oportunidades eu sempre me neguei a tratar o MST como caso de polícia. O MST não é um caso de polícia.

No meu governo, não darei margem para Eldorado dos Carajás, porque isso também é uma questão de direitos humanos.

Agora, eu não compactuo com ilegalidade nem com invasão de prédios públicos nem com invasão de propriedades que estão sendo produtivamente administradas. Nós temos terras suficientes neste país para continuar fazendo reforma agrária (…)”.

Trem-Bala: “É um absurdo achar que o trem-bala não precisa ser feito. Nos anos 80, essa conversa vigorou para metrô. Diziam que o Brasil não poderia gastar em metrô porque metrô é caro e, além de ser caro, tem outra alternativa, como os corredores e transporte urbano sobre rodas. Com isso, somos um dos países que atrasou o investimento em metrô.

O trem-bala em um país continental, mas com grande densidade populacional no Sudeste e Sul, é absurdo as políticas que são obscurantistas e que consideram o trem-bala um absurdo.

O investimento do trem-bala é feito pela iniciativa privada, e o financiamento a eles não concorre com o investimento em metrô e metrô só segura sendo público”.

Fonte: Blog do Noblat 

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>‘Abril Vermelho’ do MST realiza 42 invasões

Posted on abril 16, 2010. Filed under: Abril Vermelho, invasões, MST |

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O movimento “Abril Vermelho”, do MST, realizou nesta semana42 ocupações em 16 estados. Segundo o MST, foram ocupados 19 latifúndios em Pernambuco, nove em São Paulo, cinco na Paraíba, três no Sergipe, dois no Ceará e um no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, em Minas Gerais, e no Mato Grosso do Sul.
A série de invasões faz parte das mobilizações em torno do Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária, em 17 de abril, data de aniversário do massacre de Eldorado de Carajás. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) anunciou que veiculará na TV uma campanha nacional contra as invasões de terra do MST. Fonte: CH
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>Deixe a Dilma ganhar

Posted on fevereiro 18, 2010. Filed under: câmbio flutuante, contas públicas, CUT, Dilma Rousseff vencer a eleição, Jornalistas econômicos, MST, PIB, superávit primário, UNE |

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Dizem as melhores análises que o governo Lula vai deixar as contas públicas para o próximo presidente numa situação que inspira cuidado.

Jornalistas econômicos estão mostrando que o governo atuou bem em manter a santíssima trindade da economia: superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação. Além disso, reduziu a relação entre dívida e PIB e atuou bem em diminuir os efeitos da crise econômica recente.

Mas, mostram os números, o governo Lula aumentou a carga tributária de 32,54% em 2003 para 35,02% em 2009. Aumentou também os gastos públicos, incluindo novas contratações e aumentos reais de salário. Aumentou ainda o déficit da Previdência. O governo investiu pouco em infraestrutura (1% do PIB em comparação com os 16,3% em gastos públicos correntes). E infraestrutura de transporte é base para o crescimento econômico.

A consequência dos gastos do governo, incluindo os de combate à crise de 2008, trouxe fatores que atrapalham o crescimento econômico, como câmbio valorizado e juros altos.

Também o governo Lula, apesar do seu enorme capital político, não fez importantes reformas para o futuro econômico do país, como as previdenciária, tributária e trabalhista. Concordam as melhores análises do Brasil e do exterior que o país terá que atacar esses problemas se quiser crescer de forma sustentada nos anos à frente.

O próximo governo terá que pisar no breque para manter o equilíbrio fiscal e pagar suas contas. Se continuar no mesmo ritmo atual a casa cai. Terá que enfrentar também as reformas que trazem desgastes políticos.

Daí que talvez fosse até melhor a Dilma Rousseff vencer a eleição. Uma eleição com segundo turno e perdê-la por poucos votos, mostrando que haveria quase metade do país numa oposição. Deixar que a Dilma e o PT façam o reajuste nas contas públicas e as necessárias reformas.

Se for alguém da oposição vão fazer comparação com o governo Lula e este seria catapultado para o alto. Se for a Dilma, o problema econômico seria dividido com o governo que saía. Ela é considerada continuidade daquele. O governo Lula seria também responsabilizado pelo que estivesse acontecendo na economia.

Se for um presidente da oposição teria ainda que enfrentar o bate bombo da CUT, UNE, MST e tantas outras entidades que foram irrigadas com muito dinheiro público pelo atual governo. Todos chorando pelo governo Lula ou a volta do “nosso guia”.

Não dá para saber se esta situação foi criada de forma consciente ou não. Acho que não, mas se foi é um maquiavelismo de consequências perigosas para um país e uma enorme brutalidade histórica.

Autor: Alfredo da Mota Menezes. Fonte: A Gazeta. E-mail: pox@terra.com.br
Site: http://www.alfredomenezes.com

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>Senador Osmar Dias critica decisão do sobre o Coritiba

Posted on dezembro 17, 2009. Filed under: Belo Monte, Brasileirão 2009, Chávez, Coritiba, Estadão, FMI, Itamaraty, Mercosul, MST, Rachel de Queiroz, TSE, Venezuela |

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Sponholz

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O senador Osmar Dias (PDT-PR) criticou nesta quarta (16) a punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva ao clube de futebol Coritiba pela invasão de campo na última rodada do campeonato brasileiro de futebol. A decisão do STJD foi tomada nesta terça (15). Além de ter sido rebaixado para a série B, após perder para o fluminense, o time terá de pagar R$ 610 mil e não vai poder jogar em casa durante 30 jogos. Para o senador, o STJD “age de acordo com o interesse dos clubes cariocas”. Para resolver o problema, Osmar Dias propôs que tribunal seja transferido do Rio de Janeiro para Brasil para que “tenha mais isenção”. Veja a pancadaria do último jogo do Coritiba no Brasileirão 2009.

Jarbas repudia censura ao Estadão

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
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O SENADOR JARBAS VASCONCELOS, NO PLENÁRIO DO SENADO

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O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) repudiou nesta quarta (16) a decisão do Supremo Tribunal Federal que mantém a censura imposta por um juiz de primeira instância ao jornal O Estado de S. Paulo. O jornal está proibido de divulgar informações sobre a operação Boi Barrica, da Polícia Federal, em que é investigado o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).Jarbas assinalou que a jurisprudência firmada põe em risco a liberdade de expressão e o direito à informação. Em sua avaliação, ao aceitar a possibilidade de censura prévia, o STF foi “inteiramente incoerente” com sua decisão anterior de revogar a Lei de Imprensa.

TSE rejeita cassação de Anchieta Jr

Antônio Cruz/ABr
Foto
O GOVERNADOR DE RORAIMA, JOSÉ DE ANCHIETA JÚNIOR

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O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou há pouco o pedido da Procuradoria-Geral Eleitoral pela cassação do governado de Roraima, José de Anchieta Júnior (PSDB), por abuso econômico. Os ministros do Supremo entenderam que não havia provas suficientes que justigficassem a cassação de Anchieta, que assumiu o cargo em 2007, após a morte do governador Ottomar Pinto.

Falta de licença atrasará Belo Monte

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
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O MINISTRO EDISON LOBÃO, NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

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O ministro Edson Lobão (Minas e Energia), afirmou nesta quarta (16) que a dificuldade em obtenção de licença ambiental para a usina hidrelétrica de Belo Monte (PA) deve atrasar o empreendimento em um ano. A usina, classificada pelo ministro como a “joia da coroa”, estava prevista pelo Programa de Aceleração do Crescimento para ser concluída em 2014. No entanto, o projeto enfrenta forte resistência dos povos indígenas da região de Altamira (PA) e de entidades ambientais. O Ibama é o órgão responsável pelo licenciamento, e tem recebido pressão do governo para acelere o processo de licenciamento. Belo Monte terá potência instalada de 11.233 MW. Será a segunda maior usina do país, atrás apenas de Itaipu.

Câmara deixa Brasil financiar o FMI

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
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O PLENÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS NESTA QUARTA

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O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta (16) o Projeto de Decreto Legislativo 1791/09, que formaliza o aumento da participação do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI). Pela proposta, o país passa a ter US$ 10 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 17,5 bilhões) o que também resultará no aumento do poder de voto do Brasil nas decisões do órgão. A matéria será votada ainda pelo Senado Federal.

Fotografia é história
Modesta Rachel
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A escritora cearense Rachel de Queiroz – falecida em novembro de 2003 – em seu apartamento na Rua Rita Ludolf, no Leblon. 1993.

Como foiFui à casa de dona Rachel para fotografá-la para uma matéria da Veja. A escritora foi extremamente agradável, como de outras vezes. Mas, sobretudo, modesta. Depois das fotos, demonstrou-me seu desapego à egolatria. Quando lhe perguntei sobre o que achava da fama, ela respondeu: – Greta Garbo já dizia que passa-se uma metade da vida à procura da fama. E a outra metade, usando óculos escuros para esconder-se dela. Orlando Brito.

Itamaraty montou stand na COP-15

Orlando Brito

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O stand montado pelo Itamaraty no Bella Center (foto), durante a Conferência do Clima em Copenhague, foi local de palestras de vários setores ligados ao tema. Também tiveram voz representantes do empresariado brasileiro, entre eles a Camargo Corrêa, o BNDES, a Vale do Rio Doce, a Fiesp e a CNA. A senadora Kátia Abreu, falando em nome do agro-negócio, encerrou seu ciclo de palestras dizendo que os ambientalistas não podem desconsiderar os problemas da produção de alimentos, assim como os produtores rurais têm de levar em conta as preocupações ambientais. (Orlando Brito, de Copenhague)

Congresso aprova crédito extraordinário

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O Congresso aprovou nesta quarta (16) oito projetos que abrem crédito extraordinário para diversos ministérios e órgãos públicos. Entre eles, estão R$ 16,3 milhões ao Supremo Tribunal Federal, à Justiça Eleitoral, à Presidência da República e ao Ministério Público da União. Também foi aberto crédito R$ 2,2 milhões, ao Orçamento da Seguridade Social para, entre outras destinações, ser usado pelo Ministério do Desenvolvimento Social.

Chávez condena capitalismo na COP15

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aproveitou seu discurso na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 15) para atacar o capitalismo, definido por ele como o “grande mal do mundo”. Em uma analogia às palavras usadas por Karl Marx e Friedrich Engels, o mandatário venezuelano acusou os países ricos de “irresponsabilidade e falta de vontade política” para alcançar um acordo. Além do discurso do venezuelano, o dia foi marcado pela confusão e desorganização da conferência. Assista aqui o vídeo.

CPMI do MST fica para fevereiro

José Cruz/ABr
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REUNIÃO DE INSTALAÇÃO DA CPMI DO MST NO CONGRESSO

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A CPMI do MST vai iniciar os trabalhos em fevereiro do ano que vem. A comissão tvai investigar um esquema de repasse ilegal de recursos públicos ao Movimento dos Sem Terra. Nesta quarta (16), os integrantes da CPMI aprovaram o cronograma da comissão que inclui audiências, análise de requerimentos e “visitas de autoridades”, e nada de convocações. Entre as instituições que deverão participar de oitivas da CPI está o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União. Foram poupados os ministros Reinhold Stephanes (Agricultura) e Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário).

Olha o clima!

Olha o clima!

Congresso paraguaio vetará Venezuela

http://www.congresso.gov.py
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LIDER DO CONGRESSO PARAGUAIO, MIGUEL CARRIZOSA

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O presidente do Legislativo paraguaio, Miguel Carrizosa, afirmou hoje que o Congresso do país deverá rejeitar a entrada da Venezuela no Mercosul devido às tentativas de ingerência que são empreendidas pelo presidente Hugo Chávez. “Os irmãos venezuelanos vão nos desculpar, mas enquanto Chávez se mantiver nessa atitude intervencionista, não vamos dar a aprovação para a entrada da Venezuela no Mercosul”, afirmou Carrizosa. A informação é da agência Ansa. Fonte: www.claudiohumberto.com.br

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>Um pouco de quase tudo

Posted on outubro 31, 2009. Filed under: FAB, Funasa, gripe suína, IAB, Judiciário, Mercosul, MST, presidente Lula |

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BC do Japão retira medidas de estímulo

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O Banco do Japão (BOJ) retirou algumas das medidas de estímulo que foram adotadas para lidar com a recente crise financeira mundial. Entre as ações, está a decisão de encerrar as compras de bônus corporativos e commercial papers no fim de 2009. Nesta semana, o banco apresentou o relatório Perspectiva para Atividade Econômica e Preços, no qual expressa que o Japão está no caminho de uma recuperação, depois de as condições terem deteriorado com a crise econômica recente. No entanto, houve a ressalva de que há algumas melhorias no setor manufatureiro, mas o consumo doméstico continua fraco. De acordo com o BOJ, se a renda dos consumidores seguir debilitada e o desemprego elevado, o quadro econômico permanecerá ruim. Por isso, o banco não espera uma recuperação plena até o próximo ano.

Sponholz

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Adesão da Venezuela ao Mercosul
será aprovada em 10 dias

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O presidente Lula afirmou nesta sexta (30) que o ingresso da Venezuela no Mercosul deverá ser confirmado pelo Brasil em cerca de 10 dias. Ontem (29), a Comissão de Relações Exteriores do Senado conseguiu aprovar a adesão do país vizinho ao bloco, muito contestada pela oposição. Já o presidente venezuelano, Hugo Chávez, destacou hoje, em encontro com Lula, o esforço do Brasil para a integração da região. Para ele, Brasil e Venezuela formam “uma só pátria, a pátria sul-americana”. Dos países do Mercosul, falta ainda o Congresso do Paraguai aprovar a entrada da Venezuela no bloco.

Lula promoverá o Brasil na Inglaterra

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O presidente Lula pretende aproveitar a visita que realizará a Londres na próxima semana para promover novos investimentos britânicos no Brasil. Segundo o porta-voz da Presidência brasileira, Marcelo Baumbach, Lula terá entre quarta (4) e quinta (5) diferentes encontros com investidores e empresários do Reino Unido, além de reuniões com a rainha Elizabeth II da Inglaterra e com o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown. Na ocasião, o presidente aproveitará a reunião para apresentar as oportunidades que estão surgindo no Brasil após a superação da crise econômica global, as obras que serão necessárias para explorar as gigantescas reservas petrolíferas descobertas no oceano Atlântico, e a organização da Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Lula também terá uma reunião em Londres com Lashmi Mittal, o presidente da líder mundial de siderurgia, Arcelor Mittal, e inaugurará um escritório do BNDES na capital britânica.

IAB: ‘PEC do Calote’ atenta
contra estado democrático de Direito

oab.org.br
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HENRIQUE MAUÉS

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O presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros, Henrique Maués, afirmou hoje (30) que a entidade é totalmente contrária à aprovação da PEC dos Cartórios, conhecida como PEC do Calote, “porque ela constituirá o mais duro golpe contra o Estado Democrático de Direito desde o advento da Constituição de 1988 – e um golpe desferido justamente pelo Congresso Nacional”. Na visão do presidente do IAB, a proposta retira a responsabilidade do Estado pelos atos praticados pelos seus agentes, uma vez que o desonera do pagamento das indenizações impostas pelo Judiciário por decisão transitada e julgada. “Com a aprovação dessa PEC, o cidadão, em face do Estado, não terá direitos, não terá defesa”, protestou Maués. Para concluir, o presidente do IAB afirmou: “É triste ver um ex-integrante da Justiça jogando contra essa própria Justiça”, referindo-se ao ministro Nelson Jobim, o idealizador da PEC.

Judiciário terá os gastos revelados

Orlando Brito
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MINISTRO GILMAR MENDES

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O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, anunciou nesta sexta (30) que em 2010 passará a funcionar um sistema eletrônico de acompanhamento em tempo real dos gastos do Poder Judiciário em todo o País. Segundo Mendes, o sistema funcionará no mesmo molde do Siafi, que compila as despesas do poder público federal. No entanto, não há previsão de quando o sistema será totalmente alimentado, já que ele dependerá do envio de informações pelos tribunais. Para Gilmar Mendes, a medida é essencial para “efetivar a participação dos juízes na gestão dos tribunais”.

Enfermeiro da Funasa está desaparecido

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O enfermeiro da Funasa João de Abreu foi identificado como o único passageiro civil que ainda permanece desaparecido, após a queda do avião C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira, na quinta (29), sobre a floresta amazônica. O presidente Lula já enviou uma mensagem a cada um dos sobreviventes do acidente. Ele está na Venezuela, onde visita o mandatário Hugo Chávez.

PSDB indica membros para CPMI

Orlando Brito
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SEN. ÁLVARO DIAS

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A PSDB indicou nesta sexta (30) os parlamentares que vão integrar a CPMI do MST. A oposição tem direito a 13 das 36 vagas de titulares na comissão. Os tucanos escolhidos são os deputados Bruno Araújo (PE) e Carlos Sampaio (SP) como titulares e Alfredo Kaefer (PR) e Ruy Pauletti (RS) como suplentes. Álvaro Dias (PR) foi indicado como o senador tirular, enquanto João Tenório (AL) e Flexa Ribeiro (PA) ocupam as suplências. A oposição acusa o governo federal de repassar recursos para o MST por intermédio de entidades “laranjas” que estariam cadastradas no Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Gripe suína já matou 5,7 mil pessoas

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Novo balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 5,7 mil pessoas já morreram em todo o mundo vítimas da gripe A (H1N1), a gripe suína. O novo saldo mostra um aumento de 14% no número de casos em apenas uma semana e preocupa diante da chegada do inverno no hemisfério Norte. O balanço anterior da OMS indicava 5.000 mortos em 195 países e territórios desde a aparição do novo vírus H1N1, em março deste ano. Ainda segundo a organização, o continente americano continua sendo o mais atingido –com 4.175 mortos, um aumento de 636 casos em uma semana. A OMS também informou que as vacinas contra a gripe suína disponibilizadas são seguras e podem ser administradas em mulheres grávidas.

FAB dá nomes de vítimas de acidente

airliners.net
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O Cessna C-98 Caravan, da Força Aérea Brasileira

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A FAB informou nesta sexta-feira (30) o nome dos nove sobreviventes que estavam no avião que desapareceu na última quinta-feira (29) sobre a floresta amazônica. São eles o 1° Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o 2° Tenente José Ananias da Silva Pereira e o 1° Sargento Edmar Simões Lourenço. Também foram resgatados seis funcionários da Funasa: Diana Rodrigues Soares, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima e Jositéria Vanessa de Almeida.

Reforma permite salários mais altos

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A reforma administrativa do Senado permite que a remuneração dos servidores da Casa ultrapasse o teto constitucional de R$ 25.275, o que é ilegal. Pelo texto, o recebimento de benefício extra de “função comissionada” não seria contado no cálculo do salário dos funcionários, o que permitiria que os mesmos recebessem rendimento maior que o limite legal. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse que não tinha visto este detalhe.O projeto de reforma da Casa foi elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, possui 416 artigos e custou R$ 250 mil. A reestruturação da administração da Casa deve demorar, no entanto, pelo menos mais um mês para ser executada.

DEM realiza encontro da juventude

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O Democratas realizará entre esta sexta (30) e 2 de novembro o II Encontro Nacional da Juventude. Em Blumenau, Santa Catarina, os jovens partidários discutirão sobre a imagem do político no Brasil e o trabalho da militância de oposição no país. Entre os palestrantes, estarão presentes Marcelo Tas, o comandante do CQC, Mário Rosa, o autor de A Era do Escândalo, e Antonio Lavareda, cientista político. Segundo o deputado Efraim Filho, presidente nacional da Juventude Democratas, o partido “vai mostrar ao Brasil que é oposição responsável, questionadora, no pique e na vanguarda como todo jovem de ser”. Fonte: http://www.claudiohumberto.com.br

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>Segundo Ibope 72,3% dos assentados pelo governo não geram renda

Posted on outubro 14, 2009. Filed under: assentamentos, CNA, IBGE, Ibope, MST, reforma agrária, TCU |

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Reuters

Pesquisa feita pelo Ibope nos maiores assentamentos de reforma agrária do país revela que 72,3% deles não geram renda.


Descobriu-se o seguinte:


1. 37% das propriedades não produzem nada;

2. 10,7% não produzem nem o suficiente para a família;

3. 24,6% produzem apenas o suficiente para o consumo da família;

4. 27,7% produzem o suficiente para a familia e excedente para a venda


A sondagem foi feita por encomenda da CNA (Confederação Nacional da Agricultura).

Os pesquisadores do Ibope bateram à porta dos assentados entre os dias 12 a 18 de setembro.

Visitaram nove dos cerca de 8 mil assentamentos implantados pelo Incra no país. Não foram escolhidos a esmo.


Todos os assentamentos incluídos na pesquisa têm mais de 15 anos de implantação. São considerados “emancipados”.


Significa dizer que os assentados já receberam todas as verbas públicas a que teriam direito. Em tese, deveriam caminhar com as próprias pernas.


A julgar pela principal revelação da pesquisa –72,3% dos assentamentos não geram renda—a pretensa emancipação é uma quimera.


Segundo o Ibope, metade da renda dos assentados (49%) vem de atividades que não estão associadas à exploração da terra.


Há mais: 37% das famílias assentadas sobrevivem com apenas um salário mínimo por mês.

Considerando-se que há uma média de 4,3 pessoas em cada casa assentada nas terras do Incra, chega-se a um flagelo:


Cada pessoa da família é condenada a viver com ¼ de salário mínimo. Ao divulgar a pesquisa, a presidente da CNA deu nome ao fenômeno:


“Quase 40% dos assentados estão vivendo em situação de extrema pobreza”, disse Kátia Abreu, senadora do DEM de Tocantins.


Apenas 26% das famílias assentadas dispõem de renda acima de dois salários mínimos. Outras 35% auferem entre um e dois salários.


Na média, a renda das residências dos assentamentos é de 1,7 salário mínimo. Como já mencionado, 49% dessa renda é obtida em atividades alheias à terra.


Segundo o Ibope, excluindo-se o dinheiro que vem de fora da propriedade, a renda médias das famílias cairia de 1,7 para 0,86% do salário mínimo.


Kátia Abreu fez questão de realçar que o flagelo não é obra da gestão Lula. É uma encrenca que vem de 15 anos. Periodo que inclui os dois mandatos de FHC.


Há na pesquisa do Ibope dados que revelam que o tamanho do êxodo nos assentamentos do Incra.


Os pesquisadores perguntaram aos entrevistados se foram eles os beneficiários originais do projeto de reforma agrária do governo.


A grossa maioria (60%) é composta de terceiros. Pessoas diferentes daquelas que se beneficiaram do programa. Estão distribuídas assim:

1. 5% disseram que receberam as terras do pai ou da mãe;

2. 3% informaram ter recebido as terras de outro parente;

3. 6% admitiram que o beneficiário era outra pessoa;

5. 46% informaram que compraram a terra de outra pessoa. Esse percentual sobre para 75% no estado do Pará.


O Ibope ouviu, em consultas domiciliares, 1.000 assentados. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais –para mais ou para menos.


Todos os entrevistados são moradores de assentamentos definidos pelo Incra como de “nível 7”, já emancipados.


A sondagem expõe um retrato dramático. Se é assim nos assentamentos mais antigos, imagine-se a situação dos mais recentes.


Há no Brasil cerca de 8 mil assentamentos do Incra. Foram à terra 870 mil famílias. Estão esparramados por 80,2 milhões de hectares.


É uma área maior do que os 60 milhões de hectares que se dedicam no Brasil à produção de grãos –milho, arroz, soja, etc.


Dos 8 mil assentamentos, apenas 240 são considerados como “emancipados”. Foi esse pedaço das terras da reforma agrária que o Ibope revolveu.


Antes que a CNA divulgasse os dados recolhidos pelo Ibope, o ministro Guilherme Cassel fizera uma exposição no Senado.


Valendo-se das informações do último censo agropecuário do IBGE, o ministro enaltecera a pujança da agricultura familiar.


Dissera que as propriedades familiares respondem pelo grosso dos alimentos que vão à mesa dos brasileiros.


É líder na produção de mandioca, feijão, leite, aves e suínos. Produz 46% do milho, 38% café e 34% do arroz consumidos no país.


O problema é que os dados do IBGE, esgrimidos pelo ministro, incluem pequenas e médias propriedades que não integram o programa de reforma agrária.


As duas bases de dados –o censo do IBGE e a pesquisa do Ibope—não são, portanto, comparáveis entre si.


Na mesma exposição, Cassel negara que o governo repasse dinheiro ao MST. Meia verdade.

A grana pública escorre para entidades ligadas ao movimento. Um pedaço é borrifado, sim, nas arcas do MST. É coisa já comprovada pelo TCU.

Fonte: Blog do Josias de Souza

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>Oposição promete CPMI do MST

Posted on outubro 10, 2009. Filed under: CPMI, MST, Oposição |

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Sponholz

Sponholz

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Onix Lorenzoni

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O deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS) anunciou nesta sexta (9) que conseguiu 172 assinaturas – uma a mais do que as necessárias – em um requerimento de criação da CPMI para investigar as atividades do MST.Segundo ele, até semana que vem o total de assinaturas deve chegar a 180. Lorenzoni disse que a destruição de um laranjal pelo MST, no interior de São Paulo, acabou convencendo os parlamentares que relutavam em apoiar a criação da CPI. O deputado disse que na quarta-feira, deve protocolar o pedido na Mesa do Congresso Nacional.

Avião que caiu no Haiti era uruguaio

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O avião da Organização das Nações Unidas que levava entre dez pessoas a bordo e caiu nesta sexta, no Haiti, era de vigilância do contingente uruguaio da força de paz da ONU, informou Michele Montas, uma porta-voz da organização. A aeronaves caiu perto Fonds-Verrettes, próximo à fronteira com a República Dominicana. Não há informações oficiais sobre o número de vítimas, mas estima-se que não há sobreviventes.

Ciro Gomes: PSB não é ‘sublegenda’

bahianoticias.com.br
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Deputado Ciro Gomes

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Em visita ao Macapá, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) reafirmou que está na disputa pela candidatura à Presidência da República para as eleições de 2010. Ele elegeu o PSDB como o grande inimigo e, apesar de aliado, mandou ao PT um recado: “Nós não somos uma sublegenda”. Ciro Gomes acusou o PSDB de ter destruído o Brasil. Segundo ele, por causa dos tucanos, o Brasil quebrou três vezes e passou sete anos sob domínio do FMI. Ciro descartou ser vice da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), possível candidata do PT à Presidência, e disse que sabe que o PT já está negociando essa vaga com o PMDB.

Sarney diz que vai instalar CPI do MST

Orlando Brito
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Presidente José Sarney

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O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta sexta (9) que vai instalar a CPI mista do MST no Congresso Nacional na semana que vem, caso a oposição formalize o pedido de criação da comissão. Para que a CPI seja instalada, a oposição precisa protocolar o pedido de sua criação na Mesa Diretora do Congresso com as assinaturas de, pelo menos, 171 deputados e 33 senadores favoráveis à comissão. DEM e PSDB afirmam já ter reunido 172 assinaturas na Câmara e outras 33 no Senado, mas prometem continuar a coleta de assinaturas até a semana que vem –quando vão formalizar o pedido de criação da CPI. Sarney prometeu ler o requerimento que cria a CPI em sessão do Congresso depois que o pedido for protocolado na Mesa

Zuma diz que África do Sul e Brasil
estarão no final da Copa de 2010

Roosewelt Pinheiro/Abr
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O presidente sulafricano Jacob Zuma e o presidente Lula concedem entrevista coletiva no Itamaraty

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O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, reuniu-se nesta sexta (9) com o presidente Lula em Brasília para reforçar os acordos comerciais entre os dois países. No entanto, o assunto que dominou a reunião foi o futebol. Zuma convidou Lula para a final da Copa do Mundo de 2010 e disse que as seleções brasileira e sul-africana serão as finalistas. Na ocasião, o presidente brasileiro retribuiu o convite confirmando que pretende assistir o jogo. Na reunião realizada hoje, foram assinados acordos de cooperação em esportes e na área de indústria e comércio. Na área esportiva, os governos do Brasil e da África do Sul querem trocar experiências na realização de grandes eventos – uma vez que a Copa do Mundo de 2010 será na África e a de 2014 no Brasil. Também se comprometeram a firmar parcerias nos campos de tecnologia, nanotecnologia e informática, além da área esportiva.

Fotografia é história
O freguês e o cliente
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Feira livre em Parnamirim. Rio Grande do Norte. 2009.
Como foiGosto de fazer fotografias que ressaltem diferenças entre as atividades do dia-a-dia da sociedade. Há moradores de grandes cidades que passam meses sem tocar em uma cédula de grana viva, sem sequer perceber a textura de uma nota de real. É claro, o dinheiro eletrônico permite que cada compra seja paga de maneira virtual, com cartão de crédito. Num shopping ou supermercado sofisticado, basta digitar uma senha numa engenhoca modernosa para que a operação seja feita. E o sujeito vai para casa levando algo que viu à distância, embalado em uma caixa fechada, sem tocá-lo. Nesse caso, o comprador é chamado de cliente. Já numa feira-livre do interior é bem diferente. Ele é freguês. E escolhe cada produto segundo seu tato, seu odor, sua particular preferência. E salda o vendedor tirando do bolso suas notas e moedas com toda simplicidade. Sem falar que ainda regateia no preço. Orlando Brito.

Avião da ONU cai no Haiti

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Uma aeronave da Organização das Nações Unidas ue levava a bordo dez pessoas caiu hoje no Haiti, de acordo com a polícia local. Segundo as primeiras informações, seis corpos já foram resgatados. Ainda não se sabe quais eram as nacionalidades das vítimas. O Brasil lidera a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. A informação é da agência Ansa.

Samuel Guimarães vai para a SeAlopra

senado.gov.br
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Samuel Pinheiro Guimarães

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O PRB, partido do vice-presidente José Alencar, indicou o Secretário-Geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, para comandar a famosa SeAlopra (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência), do professor Mangabeira Unger. A nomeação deve sair até o final do mês, quando o diplomata completa 70 anos e será obrigado a deixar o cargo no Itamaraty. Se a indicação for aceita, Samuel substituirá o advogado Daniel Vargas, que ocupa o cargo interinamente desde a saída de Unger, em junho. Esta coluna antecipou o nome de Guimarães para a SeAlopra no dia 30 de julho.

Gaguim é eleito governador de TO

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Carlos Henrique Gaguim

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O deputado estadual Carlos Henrique Gaguim (PMDB) foi eleito o novo governador do Tocantins, como esta coluna antecipou. Ele foi eleito na noite desta quinta-feira de acordo com informações da assembleia legislativa. Com 22 dos 24 votos dos deputados estaduais, o político, foi eleito indiretamente em sessão extraordinária.

Cuba questiona Nobel de Obama

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O vice-ministro do Açúcar de Cuba, Nelson Labrada, questionou nesta sexta (9) a entrega do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Segundo ele, não ficou claro “quais foram as bases para a designação” do reconhecimento. Labrada recordou que o atual presidente norte-americano decidiu recentemente prorrogar o embargo econômico imposto à ilha caribenha desde 1962. Segundo o vice-ministro do setor, entre abril de 2008 e março de 2009 o prejuízo anual decorrente da medida subiu de US$ 100 milhões a US$ 127 milhões. Na opinião do funcionário, existe hoje “muito mais agressividade” na postura de Washington em relação a Havana. “Deixo a avaliação final para pessoas mais capacitadas”, observou o vice-ministro, reconhecendo, por outro lado, que “Obama significou uma mudança ou uma promessa de mudança”.

Brasil é o 8º no Índice Democrático

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O Brasil se manteve na oitava posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Democrático da América Latina (IDD-Lat) de 2009. A lista, elaborada pela fundação alemã Konrad Adenauer, qualifica as condições básicas de democracia, respeito aos direitos políticos e às liberdades civis, a qualidade institucional e à eficácia e o poder efetivo para governar. A lista é encabeçada por Chile e Costa Rica, países com melhor desempenho de desenvolvimento democrático da América Latina entre os 18 pesquisados. Segundo o relatório, 17% de nações têm elevado grau de desenvolvimento, 28% têm nível médio e os 55% restantes estão na zona de subdesenvolvimento democrático. Neste último ranking, Honduras tem uma pontuação de 3,859, abaixo dos 4,408 pontos obtidos no índice de 2008.

BB e BRB podem deixar a greve hoje

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Funcionários do Banco de Brasília (BRB) realizam, neste momento, assembleia para decidir sobre a greve, que já terminou nos bancos privados. Os trabalhadores do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que continuam em greve há duas semanas, também farão assembleia conjunta para decidir se voltam ao trabalho, logo mais, às 17h. BRB, Caixa e BB continuam com atendimento apenas nos caixas eletrônicos. Apesar de ser véspera de feriado, nas maiores agências do HSBC, Santander, Unibanco, Bradesco e Itaú o movimento foi pequeno.

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>Segundo o IBGE o agronegócio salva o Brasil, mas o jornalismo se ajoelha aos pés de Pedro Stedile

Posted on outubro 1, 2009. Filed under: agronegócio, Censo Agropecuário, IBGE, MST, Pedro Stedile, Superávit da Balança Comercial |

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A ignorância e o preconceito do jornalismo brasileiro quando o assunto é agronegócio são espantosos. É coisa que vem de longe. É o efeito MST. É o efeito Marina. É o efeito Minc. A entidade e essa, digamos, “personalidades” são formadoras de opinião, sabem? Sobretudo da opinião da classe média “pogreçista“, onde estão os jornalistas, que, não raro, não sabem a diferença entre uma vaca e uma jumenta. Adivinhem qual foi a abordagem unânime do Censo Agropecuário? Bidu! “Concentração de terra cresceu no Brasil!” É mesmo é?


Na Folha, lê-se a seguinte construção: “Em dez anos, o agronegócio brasileiro cresceu, modernizou-se e ganhou produtividade, mas esse avanço não alterou uma realidade: a concentração da terra na mão de poucos proprietários, que até aumentou.” “Mas”??? Por que “mas”? A concentração, vejam que espanto!, pode ser um dado positivo. Tudo indica que são terras incorporadas pelo agronegócio, que passaram a produzir usando tecnologia de ponta. Não tem “mas” nenhum! Se for o caso, deve-se buscar aí uma relação causal.


O glorioso Estadão, antiga referência de cobertura de questões agropecuárias, foi mais dramático. Leiam:

“A agropecuária brasileira permanece marcada pela desigualdade e com um nível de concentração de terras cada vez mais grave, como mostra o Censo Agropecuário 2006, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O censo retrata as mudanças ocorridas no setor na última década, já que o levantamento anterior refere-se a 1996. No entanto, a concentração de terras permanece praticamente inalterada há mais de 20 anos, desde 1985.”


“Concentração de terra cada vez mais grave?” Quem redigiu? João Pedro Stedile? Dom Tomás Balduíno? José Rainha? E aí se faz uma lambança danada. O Índice de Gini da concentração de terra é tratado pelo jornal como se fosse o da concentração de renda:

“O Índice de Gini – medida internacional de desigualdade – no meio rural chegou a 0,872, superando o dos anos de 1985 (0,857) e 1995 (0,856). Pela tabela de Gini, que vai de zero a 1, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade na renda.”


Virgem Santíssima!!!

E qual é a grande notícia do censo, que não interessa ao MST, pauteiro dos jornais? O formidável ganho de produtividade do setor. O país produz muito mais hoje em muito menos terra. Atenção: em 2006, havia 23 milhões de hectares a menos dedicados à agropecuária do quem em 1996. Por quê? Essas terras foram destinadas às reservas indígenas e a áreas de preservação. Mesmo assim, o país bateu sucessivos recordes de produção. Em 2006, houve um aumento de 42% nas áreas irrigadas.


No dia 22 de junho, escrevi neste blog: “É uma barbaridade, de uma estupidez que beira a sociopatia, a satanização continuada, sistemática, a que está sendo submetido o agronegócio, que responde por boa parte do crescimento recente do país e da estabilidade – e isso inclui a produção de comida barata.” No Jornal da Globo, Carlos Alberto Sardenberg deu os números:

Total das exportações brasileiras em 2008 – US$ 197,9 bilhões
Parcela do agronegócio – US$ 71,8 bilhões – 36,3%

Total das importações brasileiras em 2008 – R$ 173,2 bilhões
Parcela do agronegócio – R$ US$ 11,8 bilhões – 6,8%

Superávit da Balança Comercial em 2008 – R$ 24,7 bilhões
Superávit do Agronegócio – US$ 59,9 bilhões

Viram só? Quem é que faz o superávit da nossa balança, além de abastecer o mercado interno com uma das comidas mais baratas do mundo? O agronegócio! De 2002 a 2008, o setor fez US$ 270 bilhões de saldo comercial, convertido em reservas, que impediram que o Brasil fosse para o buraco.


Mas e daí? Querem que o agronegócio viva pedindo desculpas – além, claro, de suportar as ofensas daquele ministro que comparece a shows de reggae na Chapada dos Veadeiros. Vai ver os produtores rurais ainda não se dedica a plantas de sua predileção. Um dia nos livramos desta vaga de estupidez.


Ah, sim. O técnico do IBGE bem que advertiu os coleguinhas que essa conversa de concentração não tinha lá grande importância. Afinal, nas regiões onde o agronegócio se expande, costuma haver aumento de renda. Mas não tem jeito. Para a imprensa emessetista, a regra é “cada homem, uma gleba”. Nem que seja pra comer capim ou mandacaru.

Fonte: Revista Veja

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>Ações criminosas do MST são pagas pelo governo federal

Posted on agosto 29, 2009. Filed under: camponeses, chantagem, Governo Federal, militantes, MST, Sem Terra, Trabalhadores |

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Assertivos do ponto de vista ideológico, os líderes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra são evasivos quando perguntados de onde vêm os recursos que sustentam as invasões de fazendas e manifestações que o MST promove em todo o Brasil. Em geral, respondem que o dinheiro é proveniente de doações de simpatizantes, da colaboração voluntária dos camponeses e da ajuda de organismos humanitários. Mentira.

O cofre da organização começa a ser aberto e, dentro dele, encontram-se as primeiras provas concretas daquilo que sempre se desconfiou e que sempre foi negado: o MST é movido por dinheiro, muito dinheiro, captado basicamente nos cofres públicos e junto a entidades internacionais. Em outras palavras, ao ocupar um ministério, invadir uma fazenda, patrocinar um confronto com a polícia, o MST faz isso com dinheiro de impostos pagos pelos brasileiros e com o auxílio de estrangeiros que não deveriam imiscuir-se em assuntos do país.

VEJA teve acesso às informações bancárias de quatro Organizações Não-Governamentais (ONGs) apontadas como as principais caixas-fortes do MST. A análise dos dados financeiros da Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), da Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil (Concrab), do Centro de Formação e Pesquisas Contestado (Cepatec) e do Instituto Técnico de Estudos Agrários e Cooperativismo (Itac) revelam que o MST montou, controla e tem a seu dispor uma gigantesca e intrincada rede de abastecimento e distribuição de recursos, públicos e privados, que transitam por dezenas de ONGs espalhadas pelo Brasil:

– As quatro entidades-cofre receberam 20 milhões de reais em doações do exterior entre 2003 e 2007. A contabilização desses recursos não foi devidamente informada à Receita Federal.

– As quatro entidades-cofre repassaram uma parte considerável do dinheiro a empresas de transporte, gráficas e editoras vinculadas a partidos políticos e ao MST. Há coincidências entre as datas de transferência do dinheiro ao Brasil e as campanhas eleitorais de 2004 e 2006.

– As quatro entidades-cofre receberam 44 milhões de reais em convênios com o governo federal de 2003 a 2007. Há uma grande concentração de gastos às vésperas de manifestações estridentes do MST.

– As quatro entidades-cofre promovem uma recorrente interação financeira com associações e cooperativas de trabalhadores cujos dirigentes são ligados ao MST.

– As quatro entidades-cofre registram movimentações bancárias estranhas, com vultosos saques de dinheiro na boca do caixa, indício de tentativa de ocultar desvios de dinheiro.

Há muito o que desvendar a respeito do verdadeiro uso pelo MST do dinheiro público e das verbas provenientes do exterior. A Anca, por exemplo, é investigada desde 2005 por suas ligações com o movimento. A quebra do sigilo mostra que funcionários da entidade realizaram saques milionários em dinheiro em datas que coincidem com manifestações promovidas pelo MST e também com períodos eleitorais. Outra coincidência: tabulando os gastos das entidades resta evidente que parte expressiva dos recursos é destinada a pessoas físicas ou jurídicas vinculadas ao MST. Há também transferências bancárias suspeitíssimas. Em agosto de 2007, 153 000 reais da Cepatec foram parar na conta de Márcia Carvalho Sales, uma vendedora de cosméticos residente na periferia de Brasília. “Não sei do que se trata, não sei o que é Cepatec e não movimento a conta no banco há mais de três anos”, diz a comerciária. A Cepatec também não quis se pronunciar.

Para fugir a responsabilidades legais, o MST, embora seja onipresente, não existe juridicamente. Não tem cadastro na Receita Federal, e, portanto, não pode receber verbas oficiais. “Por isso, eles usam estas entidades como fachada”, diz o senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, que presidiu a CPI das Terras há dois anos, e, apesar de quebrar o sigilo das ONGs suspeitas, nunca conseguiu ter acesso aos dados bancários. Aliados históricos do PT, os sem-terra encontraram no governo Lula uma fonte inesgotável de recursos para subsidiar suas atividades. Uma parcela grande dos convênios com as entidades ligadas ao MST destina-se, no papel, à qualificação de mão-de-obra. Mas é quase impossível averiguar se esse é mesmo o fim da dinheirama. “Hoje o MST só sobrevive para parasitar o estado e conseguir meios para se sustentar”, diz o historiador Marco Antonio Villa.

As ONGs ligadas ao MST chegaram a receber quase 70 milhões de reais em um único ano. No início do governo Lula, em 2003, esses repasses não chegavam a 15 milhões de reais. No ano seguinte, mais do que dobraram, ultrapassando os 32 milhões de reais. Em 2005, o valor novamente dobrou, atingindo os 64 milhões de reais. No segundo mandato, as denúncias de irregularidades envolvendo entidades ligadas aos sem terra ganharam força. E o dinheiro federal para elas foi minguando. Em 2007, ano de abertura da CPI, os repasses às ONGs ficaram em 56 milhões de reais. No ano passado, as entidades receberam 46 milhões. E nos oito primeiros meses deste ano, os cofres das ONGs do MST receberam menos de 20 milhões de reais em convênios com o governo federal. Como reação, a trégua com o governo também minguou.

No início de agosto, 3 000 militantes invadiram a sede do Ministério da Fazenda. A ação em Brasília foi comandada pela nova coordenadora nacional do MST, Marina dos Santos, vinculada a setores mais radicais do movimento. No protesto, o MST exigiu o assentamento imediato de famílias que estão acampadas. Nos bastidores, negociam a retomada dos repasses para as ONGs e a recuperação do comando das unidades do Incra. Em conversas reservadas, ameaçam até criar problemas para a candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff. O governo Lula agora experimenta o gosto da chantagem de uma organização bandida que cresceu sob seus auspícios.

Fonte: Revista Veja

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>Governo Lula assenta menos de 60 famílias de sem terra em Mato Grosso

Posted on agosto 11, 2009. Filed under: acampamentos do MST, assentamento, governo Lula, MST |

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Segundo o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, MST, o governo Lula, em seu seis anos e 7 meses como presidente, assentou no estado de Mato Grosso, pouco mais de 50 famílias.

Parece que o presidente esqueceu da reforma agrária e acha bonito as dezenas de acampamentos do MST as margens das rodovias, colocando famílias, e principalmente crianças expostas a todo tipo de riscos, sem moradia, alimentação, atendimento de saúde e educação.

Alguém tem algo a dizer?

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