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>Eleições 2010: TRE de MT cassa direitos eleitorais do deputado Pedro Henry por 3 anos

Posted on julho 21, 2010. Filed under: afiliada, Cáceres, eleições 2010, MT, Pedro Henry, SBT, TRE, TSE, TV Descalvados |

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  • MidiaNews

    Deputado federal Pedro Henry, que está inelegível; cabe recurso da decisão junto ao TSE


    O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em votação na manhã desta terça-feira (20), decretou a inelegibilidade do deputado federal Pedro Henry (PP), que disputaria a reeleição. Com isso, ele fica proibido de disputar nos próximos três anos. Cabe recurso à decisão, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    O motivo da decretação da inelegibilidade, conforme o processo 1364/2008, relatado pelo juiz eleitoral Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, acompanhado por unanimidade pelo Pleno, foi por configuração de abuso de poder econômico e utilização indevida de veículo de comunicação social.

    De acordo com o processo, Pedro Henry concedeu uma entrevista na TV Descalvados, afiliada do SBT em Cáceres, com duração de 30 minutos, um mês antes da disputa eleitoral, onde seu irmão, Ricardo Henry (PP), disputou o pleito. A TV é de propriedade da família Henry.

    A denúncia foi formalizada pela coligação contrária a Henry, “Cáceres com a Força do Povo”, que apoiou o prefeito Túlio Fontes (DEM). Ricardo Henry também foi julgado inelegível, mas esse já acumula uma série de processos o condenando.

    Outro lado
    Antes do julgamento, Pedro Henry emitiu uma nota afirmando que: “Se um deputado federal, que representa o Estado de Mato Grosso, não puder conceder uma entrevista e externar sua opinião, acabou a liberdade de imprensa nesse país”.

    Pela manhã, em seu Twitter, Pedro Henry anunciou o julgamento, afirmando que encontra-se inelegibilidade por ter dado um entrevista. “O mais engraçado e que na entrevista eu não falo o nome de nenhum candidato”, afirmando que não falou o nome do irmão, Ricardo Henry, que disputou o pleito eleitoral.

    Fonte: MidiaNews

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>Juiz de Cuiabá trocou o latinório pelas gírias, letras de músicas, poemas e trechos da Bíblia.

Posted on julho 13, 2010. Filed under: inovou. Kelly Key, juiz, juiz da Vara de Sucessão e Famílias de Cuiabá, Juiz Luiz Carlos da Costa, justiça brasileira, latim, MT |

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Por mais que se modernize, a Justiça brasileira continua infestada de “bocas de foro”. Gente que gosta de se expressar em latim.
Luiz Carlos da Costa, 53 anos, juiz da Vara de Sucessão e Famílias de Cuiabá (MT), inovou.
Em vez de desperdiçar o latim, o magistrado emite sentenças na língua dos mortais. Seus textos não vestem fraque, mas mangas de camisa.
O repórter Rodrigo Vargas conta que o juiz Luiz Carlos trocou o latinório pelas gírias, letras de músicas, poemas e trechos da Bíblia.
Numa sentença em que condenou um plano de saúde a bancar um tratamento que recusara a um cliente, o juiz serviu-se de Kelly Key.
Anotou que, diante da recusa da seguradora, a própria Carta Magna entoa a canção Baba, Baby: “Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar”.
Noutra decisão, o juiz negou a um sobrinho a pensão alimentícia que cobrava dos tios. No texto, preparou o espírito do parente esperto: a “notícia não será muito boa”.
Mais adiante, escreveu: “Sobrinho não pode pedir alimento ao tio […]. Só se pode pedir verba alimentícia para os manos e manas: tanto os tiozinhos quanto as tiazinhas estão de fora […]”.
Num processo em que uma senhora pedia o reconhecimento de união estável de 18 anos com o companheiro morto, o juiz deu-lhe ganhou de causa.
Entre outras razões, alegou que a demandante era “pobre de marré, marré”. Decisão rápida. Que Luiz Carlos explicou à sua maneira:
“O juiz pode decidir assim, de cara, de plano? Pode sim. Sempre digo que no recipiente das leis não cabe todo o conteúdo da vida”.
Luiz Carlos não é um juiz novato. Dedica-se à magistratura há 24 anos. Como qualquer julgador, ele está sujeito a erros, porque “errare humanum est”.
Porém, os erros e os acertos de Luiz Carlos são transmitidos num linguajar que permite à clientela saber se foi salva ou arruinada sem ter de decifrar o latim.
Esse juiz deveria fazer escola!

Fonte/Autor: Escrito por Josias de Souza em seu blog

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