mulher

>E viva o Dia das Mulheres

Posted on março 8, 2011. Filed under: mulher |

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Por Fabio Arthur da Rocha Capilé*

A poesia é o néctar da inspiração, definindo-se num conjunto de rimas que traduzem o sentimento de alguém que procura expressar suas sensações da forma mais insculpida possível. Assim como o poema, a mulher é a mais bela exteriorização da ternura, amor, beleza, perseverança e conquista. Já ousaram chamá-la de frágil, talvez por não compreenderem que a sua maior força está no que carrega consigo e não no que exterioriza, pois não necessita de músculos saltados e vozeirões esbravejantes para atingir seus objetivos. A mulher contemporânea definitivamente alcançou o seu espaço, sem que, contudo, deixasse de lado a sua delicadeza e vaidade. Aquele olhar estampado em um pequeno espelho trazido na bolsa, não mais revela a mulher tímida que outrora, se avermelhava diante das situações da vida e se constrangia deliberadamente diante do ímpeto e das vontades masculinas. Hoje na direção do seu carro, e no comando dos mais diversos empreendimentos, conduz sua jornada tripla, preocupada não só com os gráficos, mas também com a educação e bem estar da família.
Conseguiu unir a dinâmica das ações à docilidade no trato, e a competência e habilidade à sutileza nas exposições. Lutou incessantemente por um lugar ao sol. No transcorrer da história da humanidade levantou seu rosto em desafio as opressões de sociedades e culturas machistas que imprimiram sem qualquer piedade a discriminação e a degradação a sua imagem. Como decorrência de tais lutas, vieram o direito de andar nas ruas livremente, de votar, de casar-se com quem quisesse, de trabalhar e de ocupar escalões cada vez maiores, principalmente na estrutura governamental. Como marco de tais conquistas se faz necessário lembrarmos do famoso caso da fábrica de triangle Shirtwaist de têxteis, que pegou fogo acidentalmente às 16h40 do dia 25 de março de 1911, matando 146 pessoas, na maioria mulheres jovens, o que gerou manifestações sociais pioneiras em defesa da mulher. Muitas morreram nesta árdua luta em busca do reconhecimento em um mundo preconceituoso e autoritário. Assim o sufrágio feminino iniciou-se através da classe operária, atingindo os demais segmentos, trasladando a mulher da rotina caseira, para uma verdadeira revolução feminina, principalmente na indústria, segmentos comerciais e do poder público. A rotina que foi desenhada por homens para o seu futuro, sofreu mutações severas, ao ponto de alçá-la ao posto de líder maior de um país, fato este que somente comprova a grata transformação do entendimento sobre este ser tão generoso e amável.
A mulher que outrora se restringia a ser inspiração para composições musicais e poesias de botequim, hoje está a reger os comportamentos do mundo, bem como a recitar as metas e ações para o futuro. Os homens que a admiravam pela sua beleza hoje a tem como verdadeira musa, pois nas linhas inspiradoras de Séneca “uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas”. Assim, percebe-se que a mulher atingiu a sua plenitude da beleza, pois carrega consigo a formosura das rosas, o perfume dos lírios, e o mundo em suas mãos. Feliz dia das mulheres.

*Fabio Arthur da Rocha Capilé é advogado e professor universitário.                        E-mail: fabiocapile@ibest.com.br

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>A mulher ama ou "enguiça"?

Posted on março 2, 2011. Filed under: mulher |

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Por Arnaldo Jabor

Um amigo chegou e me disse: “Pare de ser conspícuo e seja mais perfunctório…” Humilhado, resmunguei de cara limpa: “Claro, claro…”. Corri ao Aurélio: “conspícuo” me parecia coisa de sexo, “concupiscência”, mas não é; quer dizer “grave, serio, buscando a profundidade”. Já “perfunctório” eu sempre desprezei; palavra feia, lembrando supositório, “perfunctórios de glicerina”. Designa algo raso, rotineiro, obvio.
Já contei que na internet rolam artigos que nunca escrevi sobre mulheres. São textos piegas, adocicados, com patéticos elogios à “mulherzinha objeto”. Atribuíram-me uma crônica chamada “bunda dura”, onde o falso eu fala que mulher pode ser bela com celulite e ter nádegas flácidas…Na rua, fui abordado por uma senhora fina que me declarou arquejante de orgulho: “Eu tenho bunda mole!” E saiu andando, em doce contentamento. Sou amado pelo que não escrevi. Por isso, por vingança e falta de assunto, hoje serei perfunctório sobre mulheres, neste texto apócrifo por mim mesmo.
Começo dizendo que é preciso muita atenção para saber se a mulher te ama mesmo ou se quer saber se é amada. Para o teste, Nelson Rodrigues criou a formula: “Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada, não há amor possível.” Isso. A mulher está sempre atenta para saber se é amada ou não. Uma frase mal colocada, um olhar distraído para outra mulher podem deflagrar um drama de 5 atos. Tom Jobim sintetizou esta verdade universal, quando disse: “É..mulher enguiça!..” Essa frase é luminosa. Por exemplo, você foi jantar com ela, champanha, flores, uma noite feliz e, de repente, você olha para o lado e ela está imóvel, olhando fixo para o nada, rosto duro. Pronto, enguiçou – igual a automóvel. Você implora uma explicação: “Que foi que eu fiz? Olhei para alguém?” Ela te fita com desprezo em lívido silencio.
O pior é que isso te arremessa ao desesperante labirinto da D.R. (a “discussão da relação”). Nisso, elas nos dão banhos de dez a zero. Na D.R., elas fazem revelações terríveis, ódios secretos e fraquezas de menina. A mulher é mais verdadeira no ódio. Você fica emaranhado numa teia de acusações, lamentos, escárnio e é paralisado até a sentença final, como os machos de gafanhotos: “Eu sou boa e você é mau!”
Se você for realmente mau, saiba que isso é bom e lhe faz respeitado de forma obliqua, sub-reptícia. “Meu marido é um canalha!” – geme a mulher para as amigas, com um tênue sorriso de orgulho. E as amigas suspiram , invejando-a pelo adorável canalha que a maltrata. Como são amados os malandros…
O fiel não tem graça. É tedioso, está ali para sempre, enjoado, sem drama. O canalha é aventureiro, malvado, encarna um sonho intangível para a mulher. Todo galã é impalpável. Uma mulher me falou: “Quando um cara me diz “eu te amo”, perco o interesse na hora!”
Mulher desconfia de homem bom; o bondoso perde a aura de perigo, o bondoso humilha o favorecido – nada ofende mais que o benefício, nada agride mais que a bondade explicita.
Este texto está muito rodriguiano; aliás, Nelson me contou uma vez a parábola do “cafajeste do smoking impecável”. A mulher insultava o amante aos berros; ele imóvel, num smoking perfeito, fumando de piteira, indiferente às ofensas que ela atirava, de dedo espetado e olho em brasa. Aí, ela arriscou: “Você não é homem!” O cafajeste jogou o cigarro fora, guardou a piteira com discreta elegância e assestou uma bofetada rutilante na mulher. Pronto! Banhada em lagrimas de paixão ela agarrou-se às suas pernas. Era o amor, enfim.
Alguém disse que o desejo dos homens e mulheres é serem desejados. Ninguém ama um “sujeito”. É´ impossível comer um “sujeito”. O sexo exige objetos. Os homens pensam que são “sujeitos”, donos de seu desejo; a mulher finge que acredita e se faz de “objeto” para ocultar o que realmente quer ser – toda mulher quer ser objeto, mas isso não as faz menos objetivas. Mesmo apaixonadas, as mulheres são pragmáticas; cada beijo tem a estratégia de um projeto de vida. Manipulam o galalau apaixonado, mais romântico e bobo que elas, que não entende que ela tem múltiplos sentidos e está sempre nos equivocando; não porque sejam “móbiles”, frívolas, mas porque funcionam assim, como raízes buscando vida. A mulher não é linear e sucessiva; ela é constelada.
Por isso é que todas querem casar, para prender numa moldura a insuportável liberdade que pensam querer.
E muitas têm a secreta inveja da prostituta pela coragem de viver uma vertigem de pecado e liberdade. “Por isso, certas esposas precisam trair para não apodrecer. Na mais degradada das prostitutas sobrevive algo de intacto, de intangível, de eterno. Esse mínimo de inocência sempre a salva.” (N.R.)
E por aí vamos, baixando o nível para enxergar a verdade do obvio.
O maior mistério que vivemos é a diferença entre sexos. Talvez o único mistério. Por mais que queiramos, nunca chegaremos lá. Há alguns exploradores: os veados, sapatões, travestis, que mergulham nesse mar e voltam de mãos vazias, pois nunca saberemos quem é aquele ser com útero, seios, vagina, aquele ser maternal, bom, terrível quando contrariado no “ponto g” da alma. Por outro lado, elas nunca saberão o que é um pênis pendurado, a porrada num jogo do Flamengo, nunca saberão do desamparo do macho em sua frágil grossura. Elas jamais saberão como somos.
A mulher se santifica quando é traída. A amante do marido sempre é uma “vaca ou vagabunda”…sempre. A mulher traída triunfa em sua dor e muitas não acreditam no abandono: “Ele me ama; não sabe, mas ama…”.
E quando ela trai, sempre invoca o motivo mais alto: a paixão. A paixão da adultera a justifica e absolve. Ela é conspícua; só o corno é perfunctório.
As mulheres são imprevisíveis como a natureza. O homem se crê acima, mas as mulheres estão dentro.
Elas ventam, chovem, sangram, elas tem inverno, verão, “t.p.m.”s, raiam com a luz da manha ou brilham á noite, elas derrubam homens com terremotos, elas nos fazem apaixonados porque nelas buscamos um sentido que não chega jamais. Fonte: A Gazeta
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>A primeira mulher

Posted on novembro 20, 2010. Filed under: mulher |

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A principal assessora da presidente eleita, Dilma Rousseff, na coordenação do PAC, Miriam Belchior, está com um pé no Ministério do Planejamento.

Ela é o segundo nome da equipe econômica, depois de Guido Mantega (Fazenda) praticamente definido.

Dilma também decidiu que seu braço-direito no Palácio do Planalto será Antonio Palocci, que já foi investido, na transição, de funções de coordenação que são próprias da Casa Civil.

Mesmo os que torciam o nariz para a escolha da presidente eleita, Dilma Rousseff, reconhecem que Antonio Palocci será seu braço direito.

Os mais próximos da futura presidente dizem: “Seria um desperdício confinar a experiência de Palocci numa pasta setorial”.

Sobre o risco dele fazer sombra, os amigos afirmam: “A insegurança e a falta de confiança em si são males dos quais Dilma não padece”.
Palocci acompanha todos os passos da presidente. “É com ele que ela conversa tudo, é ele quem executa as tarefas mais delicadas e é dele que lhe chegam as informações estratégicas”, relatou um interlocutor da futura presidente.

Fonte: Blog do Noblat

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>Carícia é essencial ao homem e à mulher

Posted on novembro 7, 2010. Filed under: Carícia, mulher |

>Por Roberto Shinyashiki
Carícia é a unidade de reconhecimento humano. Começa no nascimento, com o toque físico. Depois passa para palavras, olhares, gestos e aceitação.

Na história das carícias, existem conceitos de distribuição de carícias que levam a gente a acreditar que as carícias são poucas, tão poucas que precisamos guardá-las. O resultado é mesquinhez de afeto. Em contrapartida, todos nós queremos ser reconhecidos. Todos nós necessitamos de carícias.

Homens e mulheres guardam seus carinhos como um avarento guarda dinheiro. Ou sexualizam tudo (e vivem se culpando por isso, achando que estão pecando), fogem do contato real com as pessoas e acabam vivendo na miséria afetiva, ou sexualizam a vida de forma consumista, em que o orgasmo, a quantidade de parceiros, o desempenho “atlético” passam a ser mais importantes que a entrega.

Então nasce “o amor de troca”!

Se as carícias são em número limitado e podem acabar…

“Então, sempre que lhe dou algo, tenho que receber algo em troca (porque senão eu fico sem nenhuma carícia)!”

“Você tem que cuidar de mim hoje… porque na semana passada eu cuidei de você.”

“Cuidei de você quando pequena, agora você tem que cuidar de mim.”

“Eu vou para a cama com você… se você casar comigo.”

Como se o amor fosse uma moeda.

O prazer da entrega é substituído pelo medo de ficar sem algo, de ficar vazio. Porque, com o pressuposto de que o amor acaba, é preciso escolher muito bem a pessoa, a situação, para dar carícias… Isso é miséria afetiva, em que as pessoas passam fome de amor, apesar da abundância de amor que existe na humanidade…

É como na miséria humana, na qual pessoas passam fome, apesar de produtivas, porque os recursos gerados são usados para aumentar o controle de umas sobre as outras.

A miséria afetiva é tão ou mais grave do que a miséria material, pois tira do ser humano a sua condição de homem participante de sua espécie, porque conduz o homem à mesquinhez, à solidão.

As pessoas, em razão da mesquinhez afetiva, começam a desconsiderar suas necessidades. Como diz o psiquiatra inglês Ronald Laing: “Com um trabalho enorme, um desejo é negado, substituído por um receio, que gera um pesadelo, que é negado, e sobre o qual é, então, colocada uma fachada”.

Porque para alguém ser ele próprio é necessária uma dinâmica que respeite sua individualidade. Mas as pessoas condicionam-se a seguir padrões predeterminados em que o novo incomoda, amedronta, revela os sistemas que a família e toda a sociedade desenvolveram para anular a sua criatividade.

E o novo, o individual, é sacrificado, em benefício do coletivo. Se for muito revolucionário, cria-se a ameaça de punição (“Portanto, o melhor que você faz, é assumir a direção da nossa fábrica, porque com esta crise…”).

E passa-se a viver dentro de um sistema de medo.

Medo de ser abandonado, rejeitado ou criticado.

E é dada uma importância absurda ao perigo de não ser amado por todos.

Sempre vão existir pessoas que gostam de nós do jeito que somos (e isso é sensacional); outras podem não gostar, pelas mais variadas razões – e isso é um direito também. É importante entender que todo mundo tem o direito de amar quem quiser. Mas, independentemente da reação das pessoas, você tem o direito de seguir o seu caminho e buscar a sua forma de ser feliz…

Roberto Shinyashiki é médico psiquiatra, com especialização em Administração de Empresas (MBA USP), consultor organizacional, palestrante e autor de 12 títulos, entre eles “Amar pode dar certo”. Site: http://www.robertoshinyashiki.com.br

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>Homens que ganham menos traem mais…

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: casais, dinheiro, fraude, infidelidade, mulher, Mulheres, pesquisas, religiosa, rendimento, trair, Universidade de Cornell |

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Um novo estudo descobriu que os homens são mais propensos a fraude se o seu rendimento é muito inferior ao que sua esposa ou parceira faz com que, enquanto as mulheres são mais propensas a brincar se fazem mais seu marido ou parceiro.
Os resultados sugerem que as disparidades em moneymaking desempenhar um papel significativo na infidelidade, pelo menos entre os casais jovens que estudaram.
“Com as mulheres, eram menos prováveis acoplar no infidelidade menos o dinheiro que eles fazem em relação ao seu marido”, disse o estudo autor Christin Munsch. “Mas para os homens, menos dinheiro que você faz em relação ao seu esposo, o mais provável que você se envolver em infidelidade.”
Munsch, um estudante graduado na Universidade de Cornell, disse que ela veio com a idéia de estudar os efeitos da renda sobre infidelidade após ouvir de um amigo que foi traída por seu parceiro. Ele disse Munsch que “fez todo o dinheiro, ela tinha todos os amigos, e ele subiu lá para estar com ela. Sentiu-se completamente impotente.”
Enquanto houve pesquisas anteriores à infidelidade, não olhar para as diferenças de renda entre os casais, Munsch disse.
Então, ela examinou os resultados de uma pesquisa nacional que acompanhou 9.000 pessoas a partir de 1997, quando eram crianças. Ela se concentrou nos resultados do exame de 2001-2007, quando os participantes tinham entre 17 e 27 anos de idade.
Os resultados são programados para ser liberados segunda-feira na reunião anual da Associação Sociológica Americana, em Atlanta.
Munsch descobriu que quase 7 por cento dos homens relataram ter sexo fora do relacionamento, entre 2002 e 2007, enquanto cerca de 3 por cento das mulheres o fizeram. Homens negros e hispânicos eram mais prováveis do que homens brancos de ter enganado cerca.
Dois fatores de estilo de vida, ensino superior e da prática religiosa regular, parecem ajudar a manter a infidelidade na baía para homens e mulheres, constatou o estudo.
Mas os fatores que têm a ver com o dinheiro – como o homem que faz mais ou menos de sua esposa ou companheira – que aumentam o risco de infidelidade, Munsch disse. Mas ela advertiu que “estamos a falar de números muito pequenos.”
Se você for uma mulher e “fazer mais dinheiro do que o seu parceiro, o seu parceiro não é 100 por cento de probabilidade de fraude”, ressaltou.
Ainda assim, o dinheiro parece ser um fator significativo.
Homens que fazem menos do que suas esposas podem inclinar-se para a infidelidade, porque eles sentem uma “ameaça identidade de gênero”, Munsch especulou.
“A gama de comportamentos aceitáveis para os homens é muito mais estreita” quando se trata de uma relação dinâmica, como os que envolvem finanças, disse ela. “É mais difícil de bater essa marca, porque isso é uma pequena marca. Se você não está batendo a marca, você pode se sentir ameaçado”.
Na outra extremidade do espectro, a infidelidade parece aumentar quando um parceiro fez muito mais dinheiro do que o outro. E isso era verdade se o homem ou a mulher era o assalariado grande.
“Se você trabalhar longas horas e têm mais renda disponível, é mais fácil de esconder a infidelidade,” Munsch fundamentado. Por exemplo, despesas extraordinárias cobradas em cartões de crédito pode passar despercebida. Além disso, ela disse, as pessoas que ganham mais dinheiro também podem viajar com frequência e conhecer muitas pessoas do sexo oposto.
Helen Fisher, antropóloga e professora de pesquisa da Universidade Rutgers, disse que faz sentido que os homens com mais dinheiro seriam mais propensos a brincar.
“Ele provavelmente viaja muito e unidades de carros melhores, e provavelmente ele está em restaurantes finos. Ele é o tipo de publicidade dos recursos que as mulheres estão à procura de uma perspectiva evolucionária,” disse ela. “Em todo o mundo, as mulheres vão para os homens que estão no topo da pilha.”
Mas há menos razão, a partir de uma perspectiva evolucionária, para um homem perdido se ele faz menos dinheiro do que sua parceira, ela disse. “Você acha que um homem gostaria de ficar por esses recursos a si mesmo. Isso pode ter mais de uma explicação puramente psicológica.”
Quanto às mulheres, disse ela, a riqueza traz-lhes um maior poder para fazer o que eles querem, se é sair de um relacionamento ruim ou ter um caso.
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>Painel Econômico

Posted on julho 7, 2010. Filed under: Calçados, desemprego, Econômico, Energia, etanol, Mato Grosso, mulher, Negócios, Painel, prêmio, Sebrae |

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Prêmio – O Sebrae Mato Grosso lança hoje (7) o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. O objetivo da premiação é reconhecer e dar visibilidade às histórias de vida de mulheres que conseguiram superar dificuldades e construir negócios de sucesso, incentivando o empreendorismo feminino. As inscrições vão até 15 de setembro. 
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Mais informações no site  www.mulherdenegocios.sebrae.com.br
EnergiaNa sexta-feira (9), o Conselho dos Consumidores de Energia Elétrica de Mato Grosso (Concel/MT) irá a Sinop conhecer as demandas dos consumidores e propor soluções para melhorar a situação da distribuidora na cidade. Uma oportunidade para a população local acompanhar de perto as atividades desenvolvidas pelo setor elétrico em Mato Grosso. O encontro será no Hotel Ucayali.
Carne bovina – “Caderno de Receitas” é a nova publicação da Acrimat, que traz 25 receitas com carne vermelha elaboradas por chefs cuiabanos. A idéia é incentivar o uso de cortes menos nobres em pratos saborosos.


Deflação – O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para os consumidores com renda até 2,5 salários mínimos, deverá prosseguir em deflação em julho, após cair 0,38% em junho, segundo economistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Produtos – A redução deverá puxada pelos alimentos como feijão, leite e alimentos in natura, que no primeiro semestre acumularam alta de 4,78%.

Desemprego – O Índice de Medo do Desemprego (IMD) atingiu 82,3 pontos em junho, conforme pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo tem como base uma escala fixa de 100 pontos. Quanto mais alta a pontuação, maior a confiança do trabalhador.

Desemprego 2 – Foram ouvidas 2,002 mil pessoas em diferentes regiões do país. Do total, 53% disseram que não têm medo do desemprego.

Etanol – Os preços médios do etanol nos postos recuaram em 13 Estados na semana encerrada em 3 de julho, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Calçados – O setor de calçados está otimista com mercado. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), as medidas antidumping adotadas pelo governo federal em setembro do ano passado geraram 60 mil empregos.

 Fonte: A Gazeta

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>Homem que a mulher não conhece ainda

Posted on maio 4, 2010. Filed under: fecundo, fragilizado, Homem, IBGE, masculino, moderno, mulher |

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por Hélcio Corrêa Gomes
É fato que o projeto masculino desenvolvido por muitos séculos como provedor e figura ditatorial prussiana não questionável, que restou em frangalho na imagem social do pai atual – falível e tomado como infalível e inquisidor entrou numa crise profunda. Tudo agravado após a mulher conquistar seu espaço no mercado e estar mais apta ao desenvolvimento do que significa ser mulher. É óbvio que ela mantém na intimidade psíquica o arquétipo masculino de alguém que a tome e lhe assegure absolutamente. Daí não conseguir dividir ou dividir com enorme dificuldade o provimento da vida familiar. E representam (elas) mais de 51% de cabeças dos casais no Brasil – segundo IBGE. É fácil separar. Duro é suportar a vida de lobo da estepe – tanto para um, quanto para a outra, que na grande maioria teve o indizível fundo econômico para separação.
Enfim, a mulher contemporânea reciclou e não se parece mais com suas avós. E tem aspectos sociais melhores e outros íntimos piores, mas que enfrenta diuturnamente suas ambiguidades, o que tem o homem nesta árdua batalha que sequer entabulou novo projeto de masculino e que arrasta a mulher ao fosso do conflito na vida em comum e imprestável ao amor. O projeto machista é ridículo aos próprios olhos do machista. Não há um homem no geral alegre e feliz. O que resta na falta na ausência de um projeto masculino é compartilhar uma disputa indesejável. Ou aderir ao projeto feminino, que não lhe cabe por inteiro.
O homem atual tem que se reciclar rapidamente e encontrar uma posição minimamente confortável ou satisfatória na vida que leva para manter-se num relacionamento. Ela já sabe o que quer e o que é ser mulher moderna. O que ele quer não consegue e o que tem não o satisfaz. O amor clama por mais na relação – por esperanças e mitos. A audácia de viver intensamente na doação recíproca e proteção incondicional (cumplicidade) restou hoje mitigada nestes tempos difíceis.
A ausência do projeto masculino gera indefinição e não abertura de caminho fecundo para se relacionar como deseja a mulher. E o masculino frágil e inconsistente faz hoje uma verdadeira balburdia no relacionamento, o que constitui reclamo feminista rotineiro e interminável de não compromisso masculino no relacionamento amoroso. É uma batalha que pode ser menos árdua somente se o homem conseguir conciliar seus desejos com suas possibilidades – antes mesmo de se relacionar. Harmonizar suas conquistas dentro de suas limitações concretas. Afinal, ambos (homens e mulheres) têm sempre o dever de conhecer com sentimento (o que significa ser um sem excluir o outro). Enfim, enquanto a segurança masculina não conciliar com sua possibilidade de expansão nesta batalha brutal será muito penosa e dura a vida a dois. E a mulher terá na via mais comum, que esperar ou sustentar-se na transitoriedade de viver com um lobo da estepe, que acha que consegue viver só, quando não consegue. E relacionar-se inevitavelmente com um desconhecido de si mesmo.
O homem moderno e fragilizado – frente ao novo sexo forte, a mulher com dupla jornada de trabalho e que lhe ganhou em definitivo o mercado de trabalho, tem o desafio e possibilidade imensa de desenvolver um novo projeto masculino, pois nada mais tem a perder e tudo a ganhar. Ao aprender (conhecer a si) e conseguir comunicar sua nova necessidade e responsabilidade no mundo – quiçá a mulher terá um bom parceiro de filme tecnicolor que deseja – amar diferentemente de nossos vovôs e vovós. O homem capaz de recuperar suas lembranças e emoções e organizar os elementos para o fortalecimento do masculino frágil é a nova identidade masculina. Enfim, um homem que a mulher não conhece – ainda. Mas que há quiçá de conhecer logo.

Hélcio Corrêa Gomes é advogado e diretor tesoureiro da Associação dos Advogados Trabalhista de Mato Grosso (Aatramat). E-mail: helciocg@brturbo.com.br – Fonte: A Gazeta

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>Mulher é ser anfitriã do amor

Posted on março 8, 2010. Filed under: AMOR, anfitriã, dia da mulher, mulher |

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O ser humano precisa observar com mais carinho e generosidade, toda doação, compreensão e tantos outros sentimentos de ternura que envolve o coração, ao reconhecer o poder mágico de uma mulher. Seu coração está repleto de lições de polivalência, bondade, superação e segredos unicamente maternais, que expressam a beleza de viver e assumir desafios, sem deixar jamais de abandonar os exercícios de amar e perdoar. A mulher sabe, de maneira generosa agradecer e com sabedoria, transforma erros em lições de vida.


Portadora do infinito amor – indiferente da classe social – a mulher é uma batalhadora, que mesmo em situações de baixo astral, administra as emoções de modo a buscar liberá-las, quase sempre na hora correta e da forma mais adequada, para servir com solidariedade e dedicação. Chora escondida, para não revelar suas fraquezas, mas busca conhecer suas falhas, aprender como lidar e manter a harmonia aliada ao bem estar. Verdadeira heroína, diariamente é capaz de encarar o trabalho, não como uma obrigação, mas como uma opção de desenvolvimento humano e valorização da autoestima.


Valoriza a motivação para viver de bem com a própria vida – Conte quantas letras é preciso para escrever a palavra alegre. Agora conte quantas letras é preciso para escrever a palavra triste. Você percebeu, que ambas palavras são formadas pela mesma quantidade de letras? A mulher fortalece cada situação da vida e com sinergia procura encontrar o melhor caminho para realizar o exercício de avaliar suas ações, atitudes e o próprio comportamento. Lembre que a vida apresenta duas opções com a mesma quantidade de letras (alegre ou triste), entretanto, a aplicabilidade das letras, oferece resultados opostos para a superação de metas e desafios.


Diante do destaque profissional e da expressiva competitividade apresentada pelo mercado de trabalho, a mulher apresenta determinação e polivalência para superar desafios, através da aceitação das rápidas transformações geradas pelo progresso tecnológico e com a expansão das atividades nos mais diversos segmentos profissionais. O estilo feminino de ser, demonstra que a mulher é sensível, cautelosa e persistente, bem como, utiliza de suas competências para superar desafios pessoais, profissionais e emocionais. Lembre que você, somente realiza esta leitura, porque uma mulher aceitou ser mãe e consequentemente, ser uma anfitriã do amor.


Autor: Dalmir Sant”Anna é palestrante comportamental, mestrando em administração de empresas, pós-graduado em Gestão de Pessoas, bacharel em Comunicação Social e mágico profissional. Autor do livro “Menos pode ser Mais” (3ª edição), Visite o site: http://www.dalmir.com.br
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>Mulheres compram 42% dos carros novos

Posted on março 8, 2010. Filed under: automóveis, dia internacional da mulher, Fiat, General Motors, mulher, Mulheres, Volkswagen |

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No dia internacional da mulher, um dado interessante sobre essa guerreiras.  Elas compraram quase a metade dos 3 milhões de automóveis vendidos no País no ano passado, movimento que acompanha as mudanças sociais ocorridas nos últimos anos, com mais mulheres chefes de família, em cargos profissionais importantes e poder aquisitivo mais elevado.

Em uma década, a participação do público feminino nas compras diretas de carros saltou de 25% para 42%, segundo cálculo das montadoras. Além disso, elas influenciam em metade das aquisições feitas pelos homens. Com tanto poder de fogo, as mulheres recebem atenção especial das fabricantes. Na última década, foram desenvolvidos vários itens dirigidos a esse público, como tecidos de bancos que não desfiam roupas, maçanetas que protegem as unhas e porta-objetos.

Pesquisa feita ao longo dos últimos três anos, que acaba de ser concluída pela Renault do Brasil, mostra que a preferência das mulheres está cada vez mais próxima da dos homens no que se refere ao automóvel. “Apesar de algumas necessidades específicas, os critérios de compra estão muito próximos aos do homem”, afirma Maristela Castanho, diretora de produto da empresa. Foram ouvidas cerca de 7 mil pessoas em vários Estados.

Nos critérios de compra, 43% das mulheres apontam o preço como o mais importante, resposta escolhida por 38% dos homens. Conforto vem na sequência para 32% do público feminino e 28% do masculino. Consumo e estilo externo estão quase empatados, com cerca de 28% e 27% das preferências, respectivamente. Já o espaço interno é mais valorizado pelas mulheres, enquanto valor de revenda e robustez têm mais pontos entre os homens.

Maristela ressalta que ainda há limites na relação mulher/automóvel, principalmente em questões técnicas, como a potência do motor. “Elas continuam sendo mais racionais e pragmáticas na relação com o automóvel, mas estão adquirindo experiência. Para o homem, existe até uma questão de afeto, pois desde menino ele brinca com carrinhos e depois de adulto segue apegado ao produto.”

Ter o domínio do carro é um sentimento que a maioria dos homens respondeu que gosta, enquanto, entre as mulheres, a adesão foi de menos da metade. A situação se inverte quando a questão é se o veículo deve ser tão confortável como a casa. “As mulheres veem o carro como extensão da casa ou como suas bolsas: levam tudo que precisam”, comenta Herlander Zola, gerente de marketing e comunicação da Volkswagen.

Maristela informa que a pesquisa será repetida daqui a dois anos, para ter base comparativa. Mas ressalta que os resultados atuais vão balizar o desenvolvimento dos próximos carros da marca, previstos para chegarem ao mercado daqui a três ou quatro anos. Com a convergência cada vez maior de gostos entre os sexos, a tarefa tende a ser menos complicada.

Segundo o gerente de planejamento de marketing da Volkswagen, Fabrício Biondo, foi por meio de pesquisas que a empresa constatou o desejo das clientes de itens como porta-trecos e posição mais elevada para dirigir. O Fox, lançado em 2003, incorporou vários deles e é o preferido da marca entre as mulheres, com 52% das vendas.

A próxima exigência, que já começa a aparecer em modelos de luxo, é o sistema que detecta se o carro cabe na vaga disponível e faz automaticamente a manobra de estacionamento. “No futuro, vamos estender a tecnologia para diversos modelos”, diz Biondo. O park assist, como é chamado, está disponível no Tiguan, utilitário esportivo importado da Alemanha.

A diretora da General Motors Isela Costantini conta que o Agile, lançado em 2009, foi desenvolvido para todos os públicos, mas vários detalhes são resultantes de pesquisas com mulheres, como a posição ao dirigir, mais elevada do que um compacto normal.

O diretor de produtos da Fiat, Carlos Eugênio Dutra, lembra que muitos dos itens valorizados por mulheres atraem também os homens, apesar de eles focarem mais a potência e o desempenho do veículo e a mulher, a funcionalidade e segurança. O preferido da marca é a perua Palio Adventure, com 47% da venda para mulheres.

MÃO NA GRAXA

Ao mesmo tempo em que impõe suas vontades ao mercado, a maioria das mulheres continua delegando aos homens atividades que exigem esforço físico e mão na graxa. “Não sei trocar pneu e não quero aprender; isso já seria demais”, declara a advogada Glória J. Pinto, de 40 anos. Na hora da aquisição, ela leva em conta conforto, segurança e valor de revenda.

Mesmo sem por diretamente a mão na massa, as mulheres querem ter noções do funcionamento do veículo. Atendendo à demanda de clientes, a Citroën vai assumir uma ação hoje restrita a poucas revendas da marca: “Temos um projeto para oferecer cursos de mecânica básica para mulheres”, informa a diretora de marketing Nivea Morato. “No mínimo, elas não querem ser enganadas ao deixar o carro na oficina.”  Fonte: Estadão
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