Mulheres

>Sexo pago e sem sabor

Posted on agosto 29, 2010. Filed under: Homens, Mulheres, prazer, sabor, sexo |

>Por Margareth Botelho

Enquanto o Brasil vive mais uma campanha eleitoral daquelas, convenhamos, tipo osso duro de roer tamanha a falta de novidade, o mundo se diverte com a criação do que, à primeira vista, parece apenas ser absolutamente fora de propósito. Em nome da crise econômica, uma nova modalidade de serviços delivery está agitando a Espanha. Batizada de porno-chacha, a invenção consiste numa mistura de trabalho doméstico à domicílio que reúne as tradicionais faxina, lavagem de roupas e cozinhar com atividades eróticas. Enfim, diária completa no estilo barba, cabelo e bigode ou cama, mesa e banho.
No primeiro mês, a inovação porno-chacha levou para jornais e internet 750 mil anúncios de empregadas dispostas ao serviço. E, em contrapartida, outros tantos mil com patrões solicitando moças para trabalhos domésticos, realizados em meio a cenas e ações calientes. Algumas ofertas chamaram atenção por um detalhe: “pago adiantado e por hora, 20 ou 30 euros (cerca de R$ 53 a R$ 80)”. Já outras pela clara exploração. Propostas de casa e comida em troca de sexo ou no máximo a exigência de que as empregadas trabalhassem com pouca ou nenhuma roupa.
Para quem não sabe a Espanha é um dos países mais afetados pela crise econômica mundial, com taxa de desemprego chegando perto de 20%, além de um alto índice de atividades envolvendo a prostituição, inclusive com tráfico de mulheres. Se o serviço porno-chacha agradou a um segmento, provocou reações indignadas de instituições que lutam pela reintegração social de prostitutas no país. Uma delas, a ONG Amunod protestou duramente. A presidente, Teresa López, disse que nunca viu algo assim e prestou queixa na Polícia contra os anunciantes.
Já estimativas da Associação Espanhola de Prostíbulos indicam que o novo serviço tem atraído principalmente mulheres espanholas que jamais haviam se prostituído. E a explicação é uma só: a possibilidade de exercer a profissão de forma livre, mas às escondidas. O serviço porno-chacha, para espanto geral da nação, fez o mercado de prostituição saltar de 5% para 30%. A entidade revela ser altíssimo o percentual de mulheres casadas que atendem aos anúncios, simplesmente porque não conseguem pagar as contas no fim do mês.
Cifras envolvendo a mais antiga das profissões beiram a 20 bilhões de euros (aproximadamente R$ 53 bilhões) por ano na Espanha, 2% do PIB nacional. Com esses valores, o otimismo do mercado do sexo não tem limites, ainda que parte da sociedade esteja protestando contra às inovações da atividade. Em um ano, anúncios delivery de porno-chacha cresceram 50% e, mesmo que a crise econômica afete a promissora profissão, os lucros são atraentes aos empresários do segmento.
Situações como essa não deixam de mexer com a gente, porque a exploração da mulher enquanto objeto de prazer vai além da criação de porno-chacha e do sucesso empresarial do serviço. Em qualquer lugar e, desde que o mundo é mundo, a prostituição faz suas vítimas e tem seus algozes. Mas há mulheres que preferem a “facilidade” – entre aspas – da profissão. Claro que para outras “cair na vida” é por pura falta de opção.
Fico pensando quando vejo coisas assim, até onde vai a miséria humana? Mulheres que vendem o corpo pelo sustento. Homens que se submetem ao prazer pago e simulado. E o sexo interação homem e mulher? Que seja apenas carnal, que seja por amor, que seja pelo gosto ou por não ter o que fazer. Não importa a condição social. Mulheres e homens têm o direito de ir para a cama para realizar os mais malucos dos desejos. Condenar o prazer ao pagamento parece pouco saboroso.

Margareth Botelho é jornalista em Cuiabá, diretora de Redação de A Gazeta 
E-mail: margareth@gazetadigital.com.br
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>Homens que ganham menos traem mais…

Posted on agosto 20, 2010. Filed under: casais, dinheiro, fraude, infidelidade, mulher, Mulheres, pesquisas, religiosa, rendimento, trair, Universidade de Cornell |

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Um novo estudo descobriu que os homens são mais propensos a fraude se o seu rendimento é muito inferior ao que sua esposa ou parceira faz com que, enquanto as mulheres são mais propensas a brincar se fazem mais seu marido ou parceiro.
Os resultados sugerem que as disparidades em moneymaking desempenhar um papel significativo na infidelidade, pelo menos entre os casais jovens que estudaram.
“Com as mulheres, eram menos prováveis acoplar no infidelidade menos o dinheiro que eles fazem em relação ao seu marido”, disse o estudo autor Christin Munsch. “Mas para os homens, menos dinheiro que você faz em relação ao seu esposo, o mais provável que você se envolver em infidelidade.”
Munsch, um estudante graduado na Universidade de Cornell, disse que ela veio com a idéia de estudar os efeitos da renda sobre infidelidade após ouvir de um amigo que foi traída por seu parceiro. Ele disse Munsch que “fez todo o dinheiro, ela tinha todos os amigos, e ele subiu lá para estar com ela. Sentiu-se completamente impotente.”
Enquanto houve pesquisas anteriores à infidelidade, não olhar para as diferenças de renda entre os casais, Munsch disse.
Então, ela examinou os resultados de uma pesquisa nacional que acompanhou 9.000 pessoas a partir de 1997, quando eram crianças. Ela se concentrou nos resultados do exame de 2001-2007, quando os participantes tinham entre 17 e 27 anos de idade.
Os resultados são programados para ser liberados segunda-feira na reunião anual da Associação Sociológica Americana, em Atlanta.
Munsch descobriu que quase 7 por cento dos homens relataram ter sexo fora do relacionamento, entre 2002 e 2007, enquanto cerca de 3 por cento das mulheres o fizeram. Homens negros e hispânicos eram mais prováveis do que homens brancos de ter enganado cerca.
Dois fatores de estilo de vida, ensino superior e da prática religiosa regular, parecem ajudar a manter a infidelidade na baía para homens e mulheres, constatou o estudo.
Mas os fatores que têm a ver com o dinheiro – como o homem que faz mais ou menos de sua esposa ou companheira – que aumentam o risco de infidelidade, Munsch disse. Mas ela advertiu que “estamos a falar de números muito pequenos.”
Se você for uma mulher e “fazer mais dinheiro do que o seu parceiro, o seu parceiro não é 100 por cento de probabilidade de fraude”, ressaltou.
Ainda assim, o dinheiro parece ser um fator significativo.
Homens que fazem menos do que suas esposas podem inclinar-se para a infidelidade, porque eles sentem uma “ameaça identidade de gênero”, Munsch especulou.
“A gama de comportamentos aceitáveis para os homens é muito mais estreita” quando se trata de uma relação dinâmica, como os que envolvem finanças, disse ela. “É mais difícil de bater essa marca, porque isso é uma pequena marca. Se você não está batendo a marca, você pode se sentir ameaçado”.
Na outra extremidade do espectro, a infidelidade parece aumentar quando um parceiro fez muito mais dinheiro do que o outro. E isso era verdade se o homem ou a mulher era o assalariado grande.
“Se você trabalhar longas horas e têm mais renda disponível, é mais fácil de esconder a infidelidade,” Munsch fundamentado. Por exemplo, despesas extraordinárias cobradas em cartões de crédito pode passar despercebida. Além disso, ela disse, as pessoas que ganham mais dinheiro também podem viajar com frequência e conhecer muitas pessoas do sexo oposto.
Helen Fisher, antropóloga e professora de pesquisa da Universidade Rutgers, disse que faz sentido que os homens com mais dinheiro seriam mais propensos a brincar.
“Ele provavelmente viaja muito e unidades de carros melhores, e provavelmente ele está em restaurantes finos. Ele é o tipo de publicidade dos recursos que as mulheres estão à procura de uma perspectiva evolucionária,” disse ela. “Em todo o mundo, as mulheres vão para os homens que estão no topo da pilha.”
Mas há menos razão, a partir de uma perspectiva evolucionária, para um homem perdido se ele faz menos dinheiro do que sua parceira, ela disse. “Você acha que um homem gostaria de ficar por esses recursos a si mesmo. Isso pode ter mais de uma explicação puramente psicológica.”
Quanto às mulheres, disse ela, a riqueza traz-lhes um maior poder para fazer o que eles querem, se é sair de um relacionamento ruim ou ter um caso.
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>Por que as mulheres sentem tanta culpa por enriquecer?

Posted on agosto 16, 2010. Filed under: aposentadoria, Estudos, Investimentos, livro, livros, Longevidade, meu dinheiro | tags aposentadoria, Mulheres, Para ler, Previdência, riqueza |

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valor femininoUm belo livro que será lançado na próxima semana, Valor Feminino, escrito por Andrea Villas Boas, toca num ponto crucial para a criação de riqueza entre mulheres: a culpa!

Andrea conversou com homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade e não encontrou nenhum homem que associasse ser rico com ter menos princípios, padrões morais menos elevados ou ausência de valores. Já as mulheres…

diferenciaram riqueza material e espiritual ou moral. Elas estavam menos a vontade com a idéia de acumular riqueza, segundo Andrea.

O livro traz histórias reais de mulheres que passaram por dificuldades por conta desse cuidado excessivo com família, filhos e parceiros e a pouca atenção que reservam para elas mesmas.

No livro ela reúne, além da própria pesquisa, trabalhos publicados em diversos países e mostra alguns números que preocupam:

Três em cada quatro idosos pobres são mulheres;
Sete em dez brasileiras enfrentarão a pobreza em algum momento;
Na mesma função que homens,as mulheres recebem salário em média 27% menores;
No primeiro ano após o divórcio, o padrão de vida feminino cai 73%

O livro foi lançado no último dia 29 na Livraria Cultura do shopping Market Place, em São Paulo.

O site do livro é www.valorfeminino.com.br

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>Parabens mulheres! Senado aprova obrigatoriedade de licença-maternidade de seis meses

Posted on agosto 3, 2010. Filed under: licença-maternidade, Mulheres, PEC, Senado |

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Os senadores aprovaram nesta terça-feira (3), em segundo turno e por unanimidade, a proposta de emenda constitucional (PEC) que torna obrigatória a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. A proposta segue agora para votação na Câmara dos Deputados, antes de ser promulgada.
Atualmente, as funcionárias de empresas públicas já podem contar com 180 dias de folga pela gravidez e as que trabalham em empresas privadas têm garantia de quatro meses de licença. Aquelas que atuam em empresas que participam do Programa Empresa Cidadã contam com o benefício estendido para seis meses. Entretanto, o programa, estabelecido pela lei nº 11.770, é de adesão voluntária e as empresas podem abater a despesa do Imposto de Renda.
O projeto do Senado, que muda o artigo da Constituição, é de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) e foi aprovado hoje após passar em primeiro turno há cerca de um mês, antes do recesso parlamentar. “A criança é muito mais saudável e o custo Brasil é muito menor. A mãe volta a trabalhar mais produtiva e contribuindo muito mais para o desenvolvimento do Brasil”, disse.
Já a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) afirmou que o projeto auxilia principalmente as mães sem recursos financeiros para deixarem os filhos em creches.
Outros projetos
Nesta primeira semana após o recesso do Congresso, também está na pauta a PEC que trata da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional que alguém fosse impedido de atuar como jornalista por não ter o título. Agora, uma emenda constitucional pode tornar a formação superior novamente pré-requisito para exercer a profissão.
Nesta terça-feira, os senadores já aprovaram todas as medidas provisórias (MPs) que trancavam a pauta, entre elas a medida provisória 483, que estabelece a criação da Secretaria Especial de Saúde Indígena, vinculada ao Ministério da Saúde –será a sexta secretaria pertencente à pasta. A medida segue para sanção presidencial.
O Congresso Nacional faz esta semana um esforço concentrado para a apreciação do maior número de matérias possíveis, para que os parlamentares possam voltar às campanhas eleitorais na próxima semana. No começo de setembro, um novo esforço concentrado deve ocorrer.
Com informações da Agência Brasil
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>Mulheres compram 42% dos carros novos

Posted on março 8, 2010. Filed under: automóveis, dia internacional da mulher, Fiat, General Motors, mulher, Mulheres, Volkswagen |

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No dia internacional da mulher, um dado interessante sobre essa guerreiras.  Elas compraram quase a metade dos 3 milhões de automóveis vendidos no País no ano passado, movimento que acompanha as mudanças sociais ocorridas nos últimos anos, com mais mulheres chefes de família, em cargos profissionais importantes e poder aquisitivo mais elevado.

Em uma década, a participação do público feminino nas compras diretas de carros saltou de 25% para 42%, segundo cálculo das montadoras. Além disso, elas influenciam em metade das aquisições feitas pelos homens. Com tanto poder de fogo, as mulheres recebem atenção especial das fabricantes. Na última década, foram desenvolvidos vários itens dirigidos a esse público, como tecidos de bancos que não desfiam roupas, maçanetas que protegem as unhas e porta-objetos.

Pesquisa feita ao longo dos últimos três anos, que acaba de ser concluída pela Renault do Brasil, mostra que a preferência das mulheres está cada vez mais próxima da dos homens no que se refere ao automóvel. “Apesar de algumas necessidades específicas, os critérios de compra estão muito próximos aos do homem”, afirma Maristela Castanho, diretora de produto da empresa. Foram ouvidas cerca de 7 mil pessoas em vários Estados.

Nos critérios de compra, 43% das mulheres apontam o preço como o mais importante, resposta escolhida por 38% dos homens. Conforto vem na sequência para 32% do público feminino e 28% do masculino. Consumo e estilo externo estão quase empatados, com cerca de 28% e 27% das preferências, respectivamente. Já o espaço interno é mais valorizado pelas mulheres, enquanto valor de revenda e robustez têm mais pontos entre os homens.

Maristela ressalta que ainda há limites na relação mulher/automóvel, principalmente em questões técnicas, como a potência do motor. “Elas continuam sendo mais racionais e pragmáticas na relação com o automóvel, mas estão adquirindo experiência. Para o homem, existe até uma questão de afeto, pois desde menino ele brinca com carrinhos e depois de adulto segue apegado ao produto.”

Ter o domínio do carro é um sentimento que a maioria dos homens respondeu que gosta, enquanto, entre as mulheres, a adesão foi de menos da metade. A situação se inverte quando a questão é se o veículo deve ser tão confortável como a casa. “As mulheres veem o carro como extensão da casa ou como suas bolsas: levam tudo que precisam”, comenta Herlander Zola, gerente de marketing e comunicação da Volkswagen.

Maristela informa que a pesquisa será repetida daqui a dois anos, para ter base comparativa. Mas ressalta que os resultados atuais vão balizar o desenvolvimento dos próximos carros da marca, previstos para chegarem ao mercado daqui a três ou quatro anos. Com a convergência cada vez maior de gostos entre os sexos, a tarefa tende a ser menos complicada.

Segundo o gerente de planejamento de marketing da Volkswagen, Fabrício Biondo, foi por meio de pesquisas que a empresa constatou o desejo das clientes de itens como porta-trecos e posição mais elevada para dirigir. O Fox, lançado em 2003, incorporou vários deles e é o preferido da marca entre as mulheres, com 52% das vendas.

A próxima exigência, que já começa a aparecer em modelos de luxo, é o sistema que detecta se o carro cabe na vaga disponível e faz automaticamente a manobra de estacionamento. “No futuro, vamos estender a tecnologia para diversos modelos”, diz Biondo. O park assist, como é chamado, está disponível no Tiguan, utilitário esportivo importado da Alemanha.

A diretora da General Motors Isela Costantini conta que o Agile, lançado em 2009, foi desenvolvido para todos os públicos, mas vários detalhes são resultantes de pesquisas com mulheres, como a posição ao dirigir, mais elevada do que um compacto normal.

O diretor de produtos da Fiat, Carlos Eugênio Dutra, lembra que muitos dos itens valorizados por mulheres atraem também os homens, apesar de eles focarem mais a potência e o desempenho do veículo e a mulher, a funcionalidade e segurança. O preferido da marca é a perua Palio Adventure, com 47% da venda para mulheres.

MÃO NA GRAXA

Ao mesmo tempo em que impõe suas vontades ao mercado, a maioria das mulheres continua delegando aos homens atividades que exigem esforço físico e mão na graxa. “Não sei trocar pneu e não quero aprender; isso já seria demais”, declara a advogada Glória J. Pinto, de 40 anos. Na hora da aquisição, ela leva em conta conforto, segurança e valor de revenda.

Mesmo sem por diretamente a mão na massa, as mulheres querem ter noções do funcionamento do veículo. Atendendo à demanda de clientes, a Citroën vai assumir uma ação hoje restrita a poucas revendas da marca: “Temos um projeto para oferecer cursos de mecânica básica para mulheres”, informa a diretora de marketing Nivea Morato. “No mínimo, elas não querem ser enganadas ao deixar o carro na oficina.”  Fonte: Estadão
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