paixão

>Dia dos namorados e a Paixão de Lula

Posted on junho 13, 2010. Filed under: Apoio a Dilma, Dia dos Namorados, Lula, paixão, Paixão de Lula |

>Por Jornalista José Marcondes (Muvuca)

Por ser dia dos namorados, vou falar sobre uma paixão arrebatadora e camuflada da política nacional.

Lula é apaixonado por Dilma. E vice-versa.

Mas não é uma paixão política, é amor carnal mesmo. Em entrevista à Veja em edições passadas, Lula confessou, mas disfarçou. Ele disse que um dia entrou uma mulher em seu gabinete, falante e cheia de idéias e desde aquele dia passou a gostar da Dilma.

Dilma é a antítese da Marisa, esposa oficial de Lula. Marisa não consegue concatenar uma frase de cinco palavras para dar uma entrevista, por isso não dá entrevistas. É totalmente alheia ao processo político, ignorante até. Não sem razão, o presidente Lula mantém sua esposa fora do alcance dos microfones.

Com Dilma é o contrário. Lula admira sua ex-ministra, gosta de vê-la falar, bate palmas, só falta pular de alegria.

Dilma é a esposa que Lula não teve. E na falta de coragem para enfrentar a opinião pública e oficializar este romance, deu-lhe as alianças de uma candidatura à presidência de república.

Isso fica muito claro a cada novo elogio que Lula faz para Dilma. Os elogios que seriam para sua esposa oficial, foram transformados em discurso político e são repetidos todos os dias, como em declaração de amor a amada..

Dilma é a mulher que o presidente Lula verdadeiramente ama.

Em tempo: Não precisa acreditar nisso. Só comece a reparar o noticiário nacional sobre política que você vai entender.


Fonte: MegaDebate

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>A infidelidade do amigo

Posted on abril 5, 2010. Filed under: Amigo, Detran, infidelidade, investigação, paixão |

>Teobaldo Witter

Na sexta-feira da Paixão lembramos, profundamente, a morte de Jesus Cristo na Cruz, no lugar chamado Gólgota, ou seja, no lugar da caveira. Além da inveja dos seus adversários, que tramaram sua morte, Jesus sofreu as consequências da infidelidade dos amigos, sendo Judas o bode expiatório da traição de todos e todas.


Jesus sofreu com os infiéis da sua causa de vida e salvação. A humanidade sofre com a infidelidade nos relacionamentos e nos trabalhos em equipe. Num assalto, onde houve morte, o gerente disse: o problema são os infiéis. Ele suspeitou que alguém muito próximo dele articulou a ação. O fato se comprovou, na investigação.


Um dos grandes problemas da humanidade é a infidelidade. As infidelidades no negócio, nas mentiras, na família, na corrupção, nos partidos políticos, no trabalho em equipe trazem consequências trágicas para a qualidade de vida. Mas tem aquela infidelidade que a gente quase não percebe. O jogador que joga, sua a camisa, mas não colabora com a equipe. Os colegas que têm inveja um do outro e se boicotam no jogo, não passando a bola no lugar e momento certo. A maioria dos jogadores da equipe que quer se livrar do técnico e só sapateia no campo, como mosca tonta, sem rumo. O colega de trabalho que não passa a informação adequada, que faz corpo mole. São traições, parecem pequenas, mas as suas consequências são horríveis. Sobrecarregam colegas. E impõem serviço de má qualidade. A má qualidade no serviço público tem na infidelidade uma de suas principais causas.


A fidelidade é um dom precioso. É um princípio fundamental de Deus. A experiência mais importante da humanidade, em seus relacionamentos de fé, esperança e confiança, é a fidelidade dele. Há vida e salvação, porque Deus prometeu. Ele é fiel. Ele não abandona, nem negligencia um só momento seus cuidados conosco, apesar de nossas infidelidades.


Recebi um texto que foi repassado pelo colega P. Geraldo Graf. Conta uma lenda que certo homem cometeu um crime e foi condenado à morte. O juiz marcou a data da execução e concedeu um último pedido ao condenado. Este suplicou: “Permita-me ir despedir-me da minha mãezinha. Ela mora longe, é idosa e está muito doente. Há muito tempo, ela espera minha visita”. O juiz respondeu: “Seu pedido é justo e permitirei que vá se despedir de sua mãe. Porém, você só poderá se ausentar se outra pessoa ficar em seu lugar na prisão. Caso você não retornar, ela será executada”. Desconfiados, os amigos se recusaram a ficar na prisão em lugar do condenado. Todos deixaram, de mansinho, o local. Apenas um deles, ao sair, olhou no rosto do condenado e, com compaixão, decidiu acreditar no amigo preso. E se ofereceu para ficar na cadeia, no lugar do condenado, enquanto este visitava a mãe.


Chegou o dia da execução. O condenado não retornou. O povo fez chacota. Chamou de tolo o amigo que confiara no criminoso. Na hora marcada, o amigo foi conduzido ao cadafalso para ser enforcado. Já estava com a corda no pescoço, quando, subitamente, o condenado veio correndo ofegante para fazer a “destroca”. Explicou que se atrasou, porque tivera que sepultar primeiro sua mãe, que morrera feliz com o reencontro. Ela disse que estava esperando se encontrar com o filho para partir em paz.


Todos ficaram muito impressionados com a amizade e a fidelidade desses dois amigos. O juiz decidiu perdoar o condenado e lhe concedeu a chance de recomeçar sua vida. “Eu gostaria de ter amigos tão fiéis e cumpridores da palavra como vocês dois são!”, concluiu o juiz.


Esta é uma história com final feliz. Mas nós conhecemos uma outra história que está repleta de inveja e infidelidade. O amigo que ficou no lugar dos condenados e foi executado em lugar destes numa cruz. Jesus foi traído, primeiramente, por um amigo, Judas. Depois foi traído por todos os apóstolos e, finalmente, por todos os seres humanos. Apesar disso, a fidelidade de Deus venceu nossa infidelidade.


Autor: Teobaldo Witter é pastor luterano, ouvidor do Detran e professor universitário. E-mail: twitter@terra.com.br – Fonte: A Gazeta
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>Amor rapadura ou amor doce de leite?

Posted on fevereiro 21, 2010. Filed under: AMOR, doce de leite, envelhecer, juventude, maturidade, namoro, paixão, rapadura |

>

Margareth Botelho

Uma das vantagens de envelhecer, tanto em corpo como em alma, é a facilidade como passamos a enxergar a vida. O que antes era impossível de se resolver ou exigia manobras mil para se chegar a um bom termo, na maturidade basta um estalo de dedos. Vejo isso com meus filhos adolescentes. Que fase mais sofrida essa! Por exemplo, um namoro mal resolvido derruba o jovem na mesma proporção de uma perda mais real, mas que somente com o tempo ele dará conta disso. A paixão é avassaladora na juventude e as cobranças dos amigos, da galerinha, não permitem que a vítima desse amor viva o relacionamento da forma como deseja.
Talvez sempre tenha sido assim. Aliás, acho mesmo que foi. Tenho lembranças da minha juventude e, confesso, a palavra da amiga ou amigo valiam muito mais que os “sábios” conselhos da minha mãe. O romance que todos desejamos – muitos têm vergonha de admitir – tem começo, meio e fim. E ainda que estejamos no século 21, com um índice altíssimo de divórcios, é muito comum a pretensão de namorar, casar e ter filhos. Enfim, constituir uma família e ponto.
Acredito que o amor romântico, apaixonado não esteja se esvaindo e sim as relações homens e mulheres que não andam boas, saudáveis, eu diria. Os casamentos são desfeitos pelo simples fato de que homens e mulheres mudaram totalmente a forma de encarar o mundo e essa nova família. Um dos desafios é superar sentimentos de posse. O amor companheiro, menos emocional, porém mais leal e compartilhado surge como uma saída para as uniões infelizes e que muitos forçosamente as mantêm por comodismo.
O ledo engano é a tal da eternidade que leva a maioria dos casais acharem que o amor aumenta com o passar dos anos. Acredito que pode até aumentar para alguns. Afinal, há aqueles que conseguem encontrar um meio termo e viverem juntos, comprometidos um com o outro. Seria uma fórmula mágica de relacionamento sólido? Não sei realmente responder… 
Voltando lá nos meus filhos adolescentes, sinto neles essa busca permeada pela frase repetitiva “e foram felizes para sempre” tal qual em contos de fada. Isso me preocupa.
Afinal, divorciada há anos, classifico a nova relação homem e mulher como uma viagem desafiadora, onde uma boa dose de humor fará toda a diferença. Detalhes, espaços livres, rotina quebrada, são temperos que mudam uma trajetória que caminha para um final infeliz. É óbvio que o sexo tem uma importantíssima responsabilidade e completa a história. A química do corpo em compasso com a química do coração… Sim, porque se as histórias não batem, mais cedo ou mais tarde, as pessoas se descobrem angustiadas.
Outro dia conversando com um amigo, falamos sobre uma fórmula – nada inédita – que pode dar certo entre homens e mulheres que já experimentaram o casamento tradicional e hoje têm um grande medo de se envolverem emocionalmente, sexualmente e por aí vai. Seria o amor dividido em casas separadas… Afinal, preservar as nossas chatices, as nossas manias, fechá-las em quatro paredes pode ser a saída. O tempo a dois, marcado pelo imprevisível, é muito estimulante. Deixar que o olhar atento de um para o outro faça com que os corpos se entendam… hummm… tem sabor e parece perfeito! É escolher: amor rapadura ou doce de leite?
Margareth Botelho é jornalista em Cuiabá, diretora de Redação/Fonte:A Gazeta. E-mail: margareth@gazetadigital.com.br
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