Palácio Paiaguás

>Governo de Mato Grosso perdoa dívida de mais de R$ 185 milhões de empresa paranaense

Posted on setembro 21, 2010. Filed under: Blairo Maggi, candidato, dívida, Fertipar, governo, Mato Grosso, Ministério Público, Palácio Paiaguás, Senado, Silval Barbosa, TV Record, Wilson Santos |

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Wilson Santos (PSDB)   

Um dia após acusar o ex-governador e hoje candidato ao Senado Blairo Maggi (PR) de ter “perdoado” uma dívida superior a R$ 155 milhões durante o debate da TV Record, Canal 10, nesta segunda (20), o candidato ao Palácio Paiaguás, Wilson Santos (PSDB), apresentou uma série de documentos sobre o caso “Fertipar” que, segundo o tucano, é uma verdadeira aberração do casuísmo. As denúncias podem cair como uma “bomba” na campanha de Maggi e também do governador Silval Barbosa (PMDB), que busca a reeleição e era vice do republicano na época em que a empresa foi beneficiada. Apesar das denúncias ocorrerem a 12 dias da eleição, Wilson garante que as acusações não têm cunho político. “Eu estudei essa denúncia por dois meses para não fazer nenhuma acusação leviana. Mas vocês podem checar que todos os documentos apresentados são oficiais, estão timbrados e devidamente assinados pelas autoridades do Estado”,  afirmou Wilson Santos.
   
De posse de decretos de lei, acórdãos e pareceres do próprio Governo, Wilson afirmou que o Decreto de Lei 2311/2009, publicado em 23 de dezembro de 2009, foi criado com o único intuito de favorecer a empresa paranaense de fertilizantes Fertipar, que possui uma filial em Rondonópolis. Conforme a documentação apresentada por Wilson, a empresa entregava toda a mercadoria, isenta dos impostos, para a empresa Amaggi, da qual o ex-governador é sócio. “Assim fica fácil ficar rico”, disparou o tucano.
   
Logo em seguida, ele afirmou que o decreto é ilegal e que, por isso, pretende encaminhar toda a documentação para o Ministério Público e outras autoridades para que o caso seja averiguado. “Vamos ao Tribunal de Justiça (TJ), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF), onde for necessário para que essa empresa pague o que deve a Mato Grosso”, afirmou o tucano. O decreto assinado por Maggi introduz alterações no regulamento do ICMS, que estão previstas no Decreto 1944/1989. Conforme o artigo 13º, que foi inserido na lei, “o deferimento previsto neste artigo é extensivo a quaisquer outras espécies de insumos agropecuários, derivados ou não, inclusive matérias primárias, ainda que lhes sejam dadas outras denominações ou classificações fiscais, desde que importados por produtor rural ou estabelecimento industrial até 22 de outubro de 2009”.

Wilson Santos (PSDB) 
Ocorre que conforme a Legislação, a empresa só pode ser beneficiada pela isenção fiscal se comprar a matéria prima em qualquer lugar e industrializar no Estado. Conforme Wilson, a Fertipar havia importado os “ingredientes” e depois resolveu industrializar tudo no Paraná. Durante fiscalização da Sefaz, em Campo Novo dos Parecis, a empresa foi autuada em 10 de outubro de 2007. Desde então, vinha recorrendo junto aos órgãos competentes, mas não obteve êxito. Em 29 de setembro de 2008, por exemplo, a Sefaz manteve a decisão e, como já havia se passado praticamente um ano da data da autuação, entendeu que a dívida da empresa era de R$ 185 milhões. “Até aqui o governo cumpriu o seu papel, o problema foi o decreto de 23 de dezembro. Um verdadeiro presente de Natal”, cutucou Wilson.
  

Segundo ele, depois de perder vários recursos o advogado da empresa, de posse do decreto assinado por Maggi, conseguiu anular a dívida em 25 de março. Na prática, segundo o tucano, o decreto beneficiou apenas a Fertipar, que já acumulava uma dívida de R$ 185 milhões, sendo R$ 61 milhões de ICMS, R$ 16,9 milhões de correção monetária, R$ 29,1 milhões de juros de mora e R$ 77,9 milhões em multas. “Quando esse decreto foi publicado ele já não tinha validade, tendo em vista que era retroativo. Isso é de um casuísmo que eu nunca vi na vida. Eles mudaram uma lei apenas para anular uma multa, que foi aplicada corretamente. Acho que alguém não queria pagar os R$ 61 milhões de ICMS”, disparou o tucano. Ainda conforme Wilson, a Fertipar foi uma das doadoras de campanha de Maggi e teria dado R$ 250 mil ao republicano em 2002, quando ele disputou o Governo pela primeira vez.
Fonte: RDNews
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>É hora da prestação de contas

Posted on março 12, 2010. Filed under: Blairo Maggi, Copa do Mundo, CPI da Saude, Fethab, governo, Palácio Paiaguás, popularidade, prestação de contas |

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Lourembergue Alves

Faltam poucos dias para o atual governo chegar ao seu final. Uma administração que teve, assim como todas as outras, pontos positivos. Dois desses pontos, talvez os mais importantes, o de manter a estrutura deixada pelo seu antecessor, capitaneada pelo Fethab, e ter avançado no “esquema” de consórcios com empresários e prefeituras, responsáveis pelo asfaltamento de rodovias destinadas ao escoamento da produção.

Isso, entretanto, é pouco pelo muito que era possível realizar. Sobretudo quando se sabe das condições em que o Estado lhe foi entregue. Em condições infinitamente melhores que todos aqueles, que vieram antes dele, receberam. Pois a “casa estava arrumada”, sem algumas das “mats”, que mais serviam de “cabides de emprego”, e esta unidade da federação já se destacava como “celeiro” e “terra da promissão”, onde levas migratórias encontraram seus refúgios e áreas propícias para a produção. Daí o seu crescente índice percentual de grãos, de carnes e de soja, cujas exportações superam, ano a ano, as expectativas. Favorecidas que são pelo mercado interno e externo, é claro.

Desse modo, trazendo divisas para cá, e, ao mesmo tempo, permitindo o aumento da arrecadação, principalmente do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), extraído da cobrança sobre o valor do óleo diesel, produção agrícola e pecuária. Desse montante arrecadado, e não foi pouco, são destinados cerca de 30% para a construção de casas populares e 70% para obras nas rodovias estaduais. Ainda assim, as obras realizadas ficaram muitíssimo aquém do necessário. É possível encontrar estradas cheias de buracos, a exemplo das que cortam o chamado Oeste do Estado. Explica-se, portanto, a baixa popularidade do governador nesse pedaço de Mato Grosso.

Cenário que se completa com o caos da saúde, educação e da segurança pública. Nada disso, no entanto, foi discutido por aqui. Nem a Assembleia Legislativa, responsável que é para desempenhar o papel de fiscalizadora do Executivo regional, se ateve aos problemas registrados. A CPI da Saúde, recentemente instalada, tem outro objetivo. Infelizmente! Assim, os parlamentares passam todo tempo “dizendo amém” a tudo que vem do chefe da administração pública estadual. Perdeu, então, sua condição de foro permanente de debates. Pois as mensagens encaminhadas à Casa eram e são aceitas sem demora e discussão, assim como se dá também com os projetos que lhe são enviados. O mais recente deles, a título de exemplo, criou a Agecopa, que já nasceu sob o clima de acomodação dos amigos do governador.

Ninguém, contudo, se pronunciou a respeito. A mídia local se fez muda, além de abafar uma ou outra voz que tentou se levantar em meio à taciturnidade reinante.

Nesse sentido, vale acrescentar, não houve uma prestação de contas do governador, nem mesmo sobre a viagem que Sua Excelência fizera à África do Sul, com o fim de visualizar o que está sendo feito em termos de organização para a Copa do Mundo deste ano, levando a tiracolo mais de trinta pessoas, entre os quais dois médicos.

Seria, agora, a oportunidade que resta para cobrar do atual inquilino do Palácio Paiaguás o relatório de tudo que fora feito. Mas, veja bem, relatório, não peça de propaganda, com a qual o governador possa se autopromover, a exemplo do que tem feito ao longo desses sete anos e quase três meses.

Autor:Lourembergue Alves é professor universitário e articulista – Fonte: A Gazeta– E-mail: lou.alves@uol.com.br
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>Em evento promovido por Maggi e Silval, Wilson surpreende e lança pacote de obras de R$ 36 milhões para Cuiabá

Posted on março 9, 2010. Filed under: Avenida das Torres, Blairo Maggi, Inauguração, Palácio Paiaguás, pavimentação, prefeito de Cuiabá, Wilson Santos |

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Prefeito Wilson Santos (PSDB) - Foto: Josinei Moreira  O prefeito de Cuiabá e pré-candidato ao Palácio Paiaguás, Wilson Santos (PSDB), roubou a cena nesta terça (9) ao aproveitar o evento promovido pelo governador Blairo Maggi, em que emitia a ordem de serviço para a pavimentação e drenagem em 48 bairros da Capital no valor de R$ 21,1 milhões. 
O tucano anunciou um “pacotão” de R$ 36 milhões para realização de recapeamento e operação tapa-buracos na Capital. “Já que estamos falando de asfalto, gostaria de aproveitar a oportunidade para lançar um pacote de obras que vai beneficiar vários bairros em Cuiabá”, discursou Wilson.
  
Empolgado, o tucano aproveitou o ensejo para entregar o primeiro convite da inauguração da Avenida das Torres para Maggi. “O senhor será o primeiro ser humano a receber o convite desta avenida que vai ajudar a desafogar o trânsito na Capital”, disse. 
O governador foi surpreendido pelo convite e o discurso do prefeito da Capital, mas declarou que se sua agenda permitir deve estar presente na inauguração da obra, que acontece em 30 de março. Apesar do clima tenso, Maggi, Wilson e Silval Barbosa (PMDB) sentaram-se lado a lado e mantiveram a cordialidade.  
   
A ordem de serviço dada pelo governador a representantes de seis empresas prevê obras em 48 bairros das quatro regiões de Cuiabá e no Centro Político Administrativo (CPA). Serão asfaltadas 252 ruas, 17 travessas, 10 avenidas, sendo que 3 delas terão suas vias duplicadas. Para a execução das obras serão aplicados R$ 21,1 milhões, sendo R$ 2,1 milhões oriundos do governo do Estado e R$ 19 milhões destinado pelo Ministério das Cidades por meio de emendas de vários parlamentares, entre eles o progressista Eliene Lima. Fonte: RDNews
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>Mudança na Polícia Militar, sai Campos Filho e Silval nomeará Farias para comando-geral da PM

Posted on março 1, 2010. Filed under: coronel Campos Filho, coronel Farias, Palácio Paiaguás, PM, Polícia Militar, Segurança Pública |

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Coronel Osmar Farias já está praticamente confirmado no 
comando-geral da PM no lugar do coronel Campos Filho
O peemedebista Silval Barbosa, que assume as missões de comandar o Estado a partir de 31 de março e a candidatura de governador nas eleições de outubro pelo PMDB, decidiu que manterá o secretário de Justiça e Segurança Pública Diógenes Curado, mas vai substituir, de imediato, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Campos Filho. Na vaga nomeará o coronel Osmar Lino Farias, que hoje responde pela coordenadoria militar do Tribunal de Justiça. Farias já conduziu o Comando da Capital. Embora não admita publicamente, o vice-governador já formalizou o convite ao coronel para vir a substituir Campos Filho, que deve ser mandado para a reserva, já que superou o tempo de carreira para aposentadoria compulsória.
    
O comentário corrente nos bastidores, tanto junto aos militares quanto no Palácio Paiaguás, é que Campos Filho “se queimou” porque tem se dirigido mais aos secretários-chefes Alexander Maia (Casa Militar) e Eumar Novacki (Casa Civil), em detrimento de Diógenes Curado. Isso acabou gerando conflitos. Os dois secretários, que também deixam a administração junto com Blairo Maggi têm se empenhado para “segurar” Campos Filho no cargo. Outro complicador é o desgaste junto à tropa do comandante-geral. Silval tem afirmado aos aliados mais próximos que pretende “dar uma cara nova ao governo”, embora represente a continuidade da gestão Maggi, que começou em janeiro de 2003.
     
Estrutura e desafios
   A tendência é que a partir de abril, o coronel Farias, na missão árdua de intensificar o trabalho ostensivo num Estado onde o índice de violência sobe numa escala gradativa, passe a comandar um efetivo com 5,8 mil policiais militares, distribuídos nos 141 municípios. O quadro efetivo hoje é composto de 18 coronéis, 59 tenentes-coronéis, 82 majores, 159 capitães, 81 primeiros-tenentes e 67 segundos-tenentes, além de subtenentes (31), primeiros-sargentos (32), segundos-sargentos (66), terceiros-sargentos (447), cabos (1.297) e soldados (3.473), assim como aspirantes (24) e alunos a oficial (16). Os subsídios variam de R$ 1,4 mil, no caso de soldado a R$ 10,7 mil, pagos a coronel. Ainda fazem parte do quadro de militares 713 bombeiros, entre eles 356 soldados, 5 coronéis, 15 tenentes-coronéis e 29 majores.
   
Um dos projetos já em estudo pelo novo governo é colocar em prática quatro novos comandos regionais da PM, elevando a estrutura de 8 para 12. Um estudo sobre a Lei de Organização Básica está pronto e apresenta algumas sugestões. Estuda-se também a volta da nomenclatura “Batalhão”. Em princípio, a proposta é instituir comandos em Pontes e Lacerda, Peixoto de Azevedo, Alta Floresta e Vila Rica. Isso resultaria na ampliação de 18 para 22 do número de cadeiras de coronéis na ativa. Acontece que para cada comando abrem-se duas vagas de coronel. Hoje, a PM mantém comandos regionais em oito cidades-polos. São elas: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra e Juína. Isso exigirá maior estrutura de pessoal e, consequentemente, mais investimentos financeiros e logísticos. Fonte: RDNews
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>Blairo Maggi coloca mais de 700 máquinas para fazer barulho e pavimentar sua candidatura ao Senado

Posted on fevereiro 1, 2010. Filed under: Blairo Maggi, BNDES, consórcios, Mato Grosso, Palácio Paiaguás, patrulhas |

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Blairo Maggi (PR) faz barulho nesta segunda, 1º de fevereiro, com três solenidades que marcam entrega de 705 máquinas e caminhões aos prefeitos. Esta é a primeira vez que todos os 141 municípios do Estado são contemplados de uma única vez com equipamentos pesados destinados à manutenção das estradas municipais. O governador deu o nome do programa de “Mato Grosso 100% Equipado”. Os prefeitos chegaram cedo no Palácio Paiaguás para assinatura dos termos de comodato.

Às 14 horas, no Salão Nobre Cloves Vettorato, os chefes dos executivos municipais participam da solenidade. Depois, num ônibus, acompanham o governador e o vice Silval Barbosa até à avenida do CPA para, em terrenos ao lado do Shopping Pantanal, inspecionar as máquinas. O evento acontece a dois meses da despedida de Maggi do Paiaguás. Ele renunciará ao mandato em 31 de março para concorrer a uma das duas cadeiras de senador.


As máquinas foram compradas com financiamento do BNDES de R$ 241 milhões. O contrato foi celebrado por meio do Programa de Sustentação de Investimento. Os equipamentos são pá carregadeiras, escavadeiras hidráulicas e motoniveladoras, além de caminhões basculantes e cavalo mecânicos. Cidades de pequeno porte devem ser contempladas com quatro máquinas. No caso das maiores, o Estado destinará 10. Os 15 consórcios, por sua vez, receberão três patrulhas.



Maquinário adquirido com financiamento de R$ 241 mi será utilizado por prefeituras em manutenção de estradas
Foto: Marcos Vergueiro – Fonte: RDNews

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>Eleições 2010: Cúpula do PSDB reforça candidatura de Wilson Santos ao governo de MT

Posted on janeiro 28, 2010. Filed under: eleições 2010, Goiás, Hotel Palace Mato Grosso, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul., Palácio Paiaguás, PSDB, Sérgio Guerra |

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Antero Paes de Barros,Marisa Serrano, Arthur Virgílio, presidente do PSDB Sérgio Guerra, deputada federal Thelma de Oliveira e o secretário-geral do partido, Rodrigo Castro, avalizam pré-candidatura de Wilson Santos ao Paiaguás
Foto: Josinei Moreira

O presidente da executiva nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, diz que acredita na vitória do partido na disputa pelo Palácio Paiaguás, tendo como candidato o prefeito da Capital Wilson Santos (PSDB) ou o senador Jayme Campos (DEM). Mesmo assim, pondera que para isso a sigla terá de vencer as forças políticas existentes e o poderio econômico delas. “Temos muita confiança na candidatura de Wilson. Ele tem o perfil adequado, assim como meu colega de parlamento Jayme Campos”, afirmou Guerra, durante entrevista coletiva a jornalistas no Hotel Palace Mato Grosso, instantes antes do início de um encontro com lideranças tucanas de todo o Estado.


Além do presidente do PSDB, compareceram os senadores Arthur Virgílio, líder dos tucanos no Senado, Marisa Serrano (MS), primeira vice-presidente da executiva nacional, e o secretário-geral do PSDB e deputado federal Rodrigo de Castro (MG), que é tido como “braço-direito” do governador de Minas Gerais Aécio Neves. Ponderados, as lideranças reforçam que, por enquanto, o partido apenas se articula internamente e que nenhuma candidatura será imposta. Mesmo tendo apenas seis prefeitos e sete vice-prefeitos eleitos em 2008, os tucanos acreditam estar bem enraizados no Estado para assegurar a vitória. Segundo a presidente da sigla em Mato Grosso, deputada federal Thelma de Oliveira, hoje o PSDB tem 90 diretórios e 30 comissões especiais. Já o PSDB Mulher está presente em 15 cidades. “O partido se faz forte ao se interiorizar. Temos que conversar com os companheiros, discutir o que pensam. A eleição não será fácil, mas vamos mostrar o nosso diferencial”, ressaltou Marisa.


Sérgio Guerra, por sua vez, se mostra bastante animado. Acredita em vitória nos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Estamos em uma posição privilegiada nas regiões Sul e Sudeste e vamos enfrentar duros embates no Nordeste e no Norte”, avalia Guerra. Já o presidenciável José Serra, governador de São Paulo, não deve participar, ao menos por enquanto, das reuniões partidárias. “Ele tem que resolver os problemas do governo. São Paulo vive uma situação delicada por causa das chuvas. Ele deve vir a Mato Grosso após a oficialização de sua candidatura em abril”, diz Rodrigo Castro. Fonte: RDNews

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>Eleições 2010: Tião da Zaeli cogita a possibilidade de Mauro Mendes candidadar-se a vice de Silval Barbosa

Posted on janeiro 14, 2010. Filed under: Blairo Maggi, eleições 2010, Mauro Mendes, Palácio Paiaguás, Silval Barbosa, Tião da Zaeli, Várzea Grande, vice-prefeito |

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Ao participar em Brasília da formalização dos contratos entre União, Estados e Municípios para a realização de obras de infra-estrutura visando a Copa de 2014, o vice-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PR), falou com exclusividade ao Olhar Direto sobre a sucessão estadual.


Zaeli disse que os partidos da base do governo Blairo Maggi estão apoiando firmemente a candidatura do vice-governador Silval Barbosa (PMDB). Segundo ele, os resultados positivos do governo, como o crescimento econômico do Estado, a melhoria das condições de infra-estrutura e o pioneirismo na questão ambiental serão fundamentais na hora que o eleitor comparar os projetos que estão postos.


Sobre a consolidação do empresário Mauro Mendes como possível candidato pelo PSB à sucessão ao Palácio Paiaguás, o vice-prefeito de Várzea Grande não nega que se trata de uma novidade no cenário político. Em sua opinião, não deve ser descartada uma composição entre Silval e Mauro Mendes, com este ficando com a candidatura à vice.


“Estamos acompanhando todo o cenário político. O Mauro Mendes é um nome forte que está sendo trabalhado no Estado. Se for bom para a candidatura do vice-governador Silval Barbosa, não vejo problema em formar uma aliança”, avaliou.


Questionado pelo Olhar Direto sobre as semelhanças entre a sucessão estadual e federal – nas quais tanto o presidente Lula quanto o governador Blairo Maggi precisam transferir seus votos para Dilma e Silval, respectivamente – Zaeli disse que a formalização das candidaturas vai tornar este processo ainda mais explícito.


“Quando mostrarmos as realizações e os projetos para os próximos anos, a população verá que o vice-governador teve participação direta em todas as iniciativas”, concluiu. Fonte: Olhar Direto

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>"Tá na palma da mão"

Posted on novembro 6, 2009. Filed under: democracia, Habitação, Legislativo, Ministério Público, Palácio Paiaguás |

>Os governantes devem estar expostos à luz pública. Exigência primeira da vida democrática. Até mesmo para efeito da avaliação de suas administrações. Contudo, esse preceito da democracia nunca foi respeitado no país, particularmente no Estado de Mato Grosso. O pior é que ninguém cobra o seu cumprimento. A população, talvez, por desconhecê-lo, e o Legislativo, pasmem, por ignorá-lo. Imitado que é pelo Ministério Público.

Silêncio que traz enormes prejuízos. Não só do ponto de vista financeira, como também no que diz respeito à transparência. Uma vez mais, desrespeitam-se a legislação vigente. Nada, entretanto, acontece. Pois os parlamentares estaduais procuram não incomodar o ocupante da cadeira central do Palácio Paiaguás, e este, pelo seu turno, substitui o “aproximar-se do cidadão” com o “apresentar-se em público”. Daí o uso, exaustivo, do marketing, como instrumento de persuasão.

Por viverem livremente, as pessoas têm a opção de rejeitar as peças publicitárias e o próprio discurso do governo. Mas, como rejeitá-los se há ausência de dados necessários? Falta, por exemplo, o relatório da recente viagem de Sua Excelência à África do Sul, cujos gastos não se sabem ao certo. Da mesma forma se pode dizer a respeito das empresas premiadas com incentivos fiscais, bem como os critérios utilizados para selecioná-las.

Essa lista é grande. Tamanho que não impressiona os deputados estaduais. Tampouco provoca os membros do Ministério Público. Seria, portanto, querer demais desses senhores que investiguem o porquê ainda não entrou em funcionamento pelo menos um dos hospitais comprados pelo Estado. Parece que nenhum desses senhores querem tocar nos assuntos desagradáveis para o governo, que, entre os seus desacertos, encontram-se igualmente o fechamento de escolas e demissões de professores e funcionários interinos antes do término do ano letivo.

Assuntos que não se veem na mídia regional. Talvez porque para ela, a mídia, a “notícia de ontem” já se “tornou velha”, e, por conta disso, saiu de pauta. O que é uma pena! Pois, diante da miopia dos poderes constituídos, a população não tem mais a quem recorrer. Tende, portanto, a acreditar naquilo que é “vendido” pela propaganda oficial, cujo pano de fundo é o de que o Estado “está sendo conduzido da melhor maneira possível”. A despeito dos números negativos da saúde, educação e da segurança públicas. Setores que sempre foram jogados para um plano secundário pela atual gestão estadual.

A mesma gestão que se iniciou, lá em 2003, propagandeando ter descoberto a “caixa-preta” da administração anterior. Já se passaram quase sete anos, porém a tal “caixa-preta” sequer foi aberta. Talvez porque a “dita caixa” jamais tenha existido, ou se a existisse, de fato, foi esquecida em uma das muitíssimas gavetas da burocracia governamental. Igualmente o destino que deram a dezenas de promessas feitas durante as campanhas eleitorais de 2002 e 2006, a exemplo da diminuição dos impostos da energia elétrica e da telefonia, bem como o da divisão dos recursos do Fundo Estadual de transporte e Habitação, ou o próprio fim desse fundo.

Percebe-se, entretanto, que a transparência está longe de ser uma realidade no Estado. Isso, porém, não significa que a população regional seja impedida de sonhar. Até porque nem todos os sonhos são irrealizáveis. Um ou outro pode se tornar viável. Não por alguém apresentado como diferente, embora na realidade não passe de “político tradicional”, tendo ao fundo o quadro “tá na palma da mão”.

Autor: Lourembergue Alves é professor uiniversitário. Fonte: A Gazeta, E-mail: lou.alves@uol.com.br

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>Copa 2014: Mato Grosso cria agência para coordenar e executar obras

Posted on setembro 15, 2009. Filed under: agência, Copa 2014, Copa 2014 em Cuiabá, estádio do Verdão, Palácio Paiaguás |

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Foto

O secretário Extraordinário de Apoio às Políticas Ambientais e ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti deve ser anunciado, nesta 3ª feira, como futuro presidente da Agência da Copa de 2014, em Cuiabá. A informação foi obtida esta noite, por Só Notícias, com uma fonte ligada ao governador Blairo Maggi que vai se reunir com deputados estaduais, detalhar o projeto regulamentando a agência e os nomes que indicará para serem sabatinados na Assembleia. Os secretários Geraldo De Vitto (Administração), Yenes Magalhães (Planejamento) e Yuri Bastos (Turismo) também devem ser diretores da agência. Os secretários deverão deixar seus cargos no governo, os que estão filiados, como o caso de Sachetti, por exemplo, devem se desfiliar e também não poderão ser candidatos.

A agência vai coordenar os projetos e executar as obras, como a construção do estádio do Verdão, por exemplo. O orçamento que vai gerir e outras regras também serão apresentadas aos deputados, neste encontro, no Palácio Paiaguás, para ouvir as sugestões de ajustes e mudanças antes de ser votado em plenário na Assembleia. O parlamento deve indicar 2 nomes para compor a agência.


O prefeito Wilson Santos disse, ao Só Notícias, disse que está analisando o nome que indicará. “Provavelmente deve ser o secretário municipal especial da copa, Agripino Bonilha Filho, como representante da prefeitura”, admitiu

Ao todo, a agência terá 80 cargos e funcionará no antigo prédio do Moitará, no bairro Duque de Caxias, que foi cedido sem custos para o governo do Estado pelo Sebrae.

Fonte: Só Notícias (foto: Edson Rodrigues/arquivo)

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>Eleições 2010: DEM de MT sugere esposa de Jaime Campos vice de Wilson Santos

Posted on setembro 15, 2009. Filed under: DEM de MT, eleições 2010, governador, Mato Grosso, Palácio Paiaguás |

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O DEM já começa a se articular nos bastidores para, numa composição com o PSDB na disputa para governador, indicar o nome da ex-primeira-dama do Estado Lucimar Sacre de Campos como vice. Ela é esposa do senador Jayme Campos. Essa sugestão já foi proposta por democratas ao prefeito cuiabano Wilson Santos, pré-candidato tucano ao Palácio Paiaguás. Santos se empolgou com a ideia. A eventual composição Santos-Lucimar só não avançou mais porque tratam-se de duas figuras que representam politicamente a Baixada Cuiabana. Assim, outras regiões ficariam “descobertas” na majoritária. Um dos adversários do grupo, vice-governador Silval Barbosa (PMDB), por exemplo, tem como principal base o Nortão. Silval, por sua vez, recebeu sugestão da Executiva do PR para ter como vice Mauro Mendes, presidente da Federação das Indústrias (Fiemt) e que disputou, sem êxito, a Prefeitura da Capital no segundo turno de 2008 contra Santos. Mendes seria o nome da Baixada Cuiabana na chapa de Silval.

Democratas e tucanos entendem que se Lucimar vier a compor a chapa, o seu esposo e senador Jayme Campos vai se empenhar de tal modo na campanha como se ele próprio fosse o candidato majoritário. Defensores da proposta destacam que Lucimar seria um nome “leve”, sem desgaste, contemplaria a ala feminina e lembram que ela acumula experiência na vida pública, com ações desenvolvidas na área social. Apesar do DEM (ex-PFL) manter o discurso de que o partido trabalha projeto próprio rumo ao pleito de 2010, nos bastidores já acertou para apoiar Santos à sucessão do governador Blairo Maggi. O próprio Jayme admite que é pré-candidato a governador, mas sem muita empolgação. Como ainda falta um ano para as eleições gerais, ele se mantém no páreo mais para valorizar o “passe” e inserir o DEM nos debates. Santos, por sua vez, começou a percorrer o interior, sinal de que deve mesmo renunciar ao mandato em abril para concorrer a governador.

Em âmbito nacional, DEM e PSDB são aliados há vários anos. Essa dobradinha se repetiria em Mato Grosso, mesmo levando para o mesmo palanque Santos e Jayme, que foram adversários ferrenhos na década de 1990, época em que o hoje prefeito era deputado estadual e, Jayme, governador (91/94).

Além de Lucimar Campos, outros quatro nomes do DEM são apresentados como alternativas para vice-governador: o do pecuarista e prefeito de terceiro mandato de Alto Garças, Roland Trentini, uma estratégia para atrair os segmentos do agronegócio, assim como do senador Gilberto Goellner, de Rondonópolis (Sul); do conselheiro aposentado do TCE, Oscar Ribeiro, que preside o DEM no Estado; e ainda o ex-prefeito de Sorriso e deputado estadual José Domingos, cuja base eleitoral concentra-se no Nortão.

Autor: RDNews

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